Faleceu esta manhã Célia Maria Andrada Oliveira, 76 anos. Ela é mãe do Deputado federal Sebastião Oliveira (PR). A informação foi confirmada pelo irmão do deputado, Waldemar Oliveira. Ela faleceu vítima de embolia pulmonar, em sua residência por volta das 07h30 desta terça, 25.
Dona Célia esteve internada após sofrer um acidente numa casa de festas no Pina, quando o elevador em que ela estava despencou do primeiro andar. Ela ficou internada num hospital particular na Ilha do Leite e em seguida teve alta.
A família foi pega de surpresa com o mal súbito e morte essa manhã. Segundo Waldemar ao blogueiro Adriano Roberto, os preparativos para o sepultamento serão decididos após a chegada do irmão deles, que reside atualmente no Rio de Janeiro.
Durante seu comentário nesta quarta-feira (12) na Rádio Itapuama FM, o jornalista Nill Júnior criticou duramente o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o projeto que, segundo ele, buscava retirar poderes da Polícia Federal (PF). O jornalista classificou a proposta como “um presente de grego à população brasileira”, afirmando que a iniciativa […]
Durante seu comentário nesta quarta-feira (12) na Rádio Itapuama FM, o jornalista Nill Júnior criticou duramente o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o projeto que, segundo ele, buscava retirar poderes da Polícia Federal (PF).
O jornalista classificou a proposta como “um presente de grego à população brasileira”, afirmando que a iniciativa tinha o objetivo de limitar a atuação da PF nas investigações de crimes nos estados. O texto foi relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que está licenciado do governo de São Paulo.
De acordo com ele, o projeto previa que as investigações da Polícia Federal nos estados dependessem de autorização dos governadores, o que, na avaliação do comunicador, inviabilizaria apurações sobre possíveis casos de corrupção em governos estaduais.
Nill Júnior lembrou ainda que a Polícia Federal tem desempenhado papel central no combate ao crime organizado e às facções, e que retirar sua independência seria “um retrocesso institucional grave”.
O jornalista também voltou suas críticas à condução política de Hugo Motta à frente da Câmara dos Deputados, chamando-o de “o pior presidente da história da Casa”.
Por Anchieta Santos Pela posição que tomou de fazer oposição ao Prefeito Sebastião Dias (PTB) a quem apoiou no pleito passado, o ex-prefeito Josete Amaral (PSB) vez por outra tem que dar explicações aos aliados em Tabira. No último final de semana ao conversar com importante liderança da Cidade das Tradições, o médico disse que […]
Pela posição que tomou de fazer oposição ao Prefeito Sebastião Dias (PTB) a quem apoiou no pleito passado, o ex-prefeito Josete Amaral (PSB) vez por outra tem que dar explicações aos aliados em Tabira.
No último final de semana ao conversar com importante liderança da Cidade das Tradições, o médico disse que saiu do bloco de apoio, porque vários integrantes de sua família saíram antes, a exemplo do suplente de vereador Mário Amaral (irmão), que até entregou a legenda do PTB partido que presidia ao Prefeito. E os Empresários Zé Amaral (irmão) e Elias Manu (primo) que deixaram o governo anunciando até que seriam candidato a Prefeito.
Dias depois todos esqueceram as críticas e voltaram aos braços do Poeta. Josete, garantindo que não fará o caminho de volta, confirmou ter recebido a missão de encontrar um candidato para o PSB disputar e ganhar a eleição de outubro próximo.
O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky. O comunicado do governo americano não explica as razões para a retirada da lista. A lei é utilizada pelo governo norte-americano para sancionar estrangeiros. Moraes foi incluído na […]
O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky. O comunicado do governo americano não explica as razões para a retirada da lista.
A lei é utilizada pelo governo norte-americano para sancionar estrangeiros. Moraes foi incluído na lista de punidos em julho deste ano.
Por conta da sanção, todos os eventuais bens de Moraes, da esposa e de uma empresa pertencente ao casal nos EUA estavam bloqueados. Cidadãos americanos também não podiam fazer negócios com o ministro. As informações são do g1.
À época da sanção, o governo americano justificou a decisão citando o processo que corria no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, à época ainda réu por tentativa de golpe de Estado após perder as eleições para Lula (PT) em 2022.
Em setembro deste ano, Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão e cumpre pena na Superintentendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.
Consulta foi realizada pela presidente da Câmara de Vereadores de Solidão, Adriana de Lima Primeira mão Na última sessão ordinária do Pleno, realizada nesta quarta-feira (24), o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) analisou com atenção a consulta da Presidente da Câmara Municipal de Solidão, Vereadora Adriana de Lima, sobre a possibilidade de […]
Consulta foi realizada pela presidente da Câmara de Vereadores de Solidão, Adriana de Lima
Primeira mão
Na última sessão ordinária do Pleno, realizada nesta quarta-feira (24), o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) analisou com atenção a consulta da Presidente da Câmara Municipal de Solidão, Vereadora Adriana de Lima, sobre a possibilidade de atribuição de subsídio diferenciado para os membros da mesa diretora.
O relator do processo, Conselheiro Carlos Neves, conduziu a discussão e apresentou seu voto durante a reunião, esclarecendo aspectos jurídicos e constitucionais relacionados ao tema. A dúvida da vereadora girava em torno da legalidade de oferecer subsídios distintos aos membros da mesa diretora, e se a regulamentação do subsídio poderia ser aplicada imediatamente.
O Parecer MPCO nº 680/2023, emitido pela Procuradora do Ministério Público de Contas de Pernambuco, Dra. Germana Galvão Cavancanti Laureano, foi fundamental para a deliberação do TCE-PE. O parecer opinou favoravelmente à consulta, destacando que a fixação de subsídios diferenciados é possível, desde que observados os princípios constitucionais, especialmente o da anterioridade.
A jurisprudência apresentada no parecer e adotada pelo TCE-PE demonstra que há precedentes em outros estados brasileiros, como Rio Grande do Norte, Paraná, Rondônia e Goiás, que já permitiram a fixação de subsídios diferenciados para os membros das Mesas Diretoras.
O Conselheiro Carlos Neves, ao apresentar seu voto, salientou a importância da decisão para orientar não apenas a Câmara de Solidão, mas também outras câmaras municipais em Pernambuco que podem enfrentar questões semelhantes. Ele ressaltou que a fixação dos subsídios deve obedecer aos limites constitucionais para garantir a razoabilidade nos vencimentos dos legisladores municipais.
A decisão do TCE-PE, por unanimidade, foi pela compatibilidade com a Constituição Federal do estabelecimento de subsídios diferenciados para os membros da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Vereadores. Contudo, ficou estabelecido que a aplicação dos novos subsídios só seria legítima na legislatura seguinte, em conformidade com o princípio da anterioridade.
Com essa decisão, abre-se um precedente importante para os municípios pernambucanos, indicando que a fixação de subsídios diferenciados na Mesa Diretora pode ser uma prática juridicamente viável, desde que respeitados os princípios constitucionais e a legislação pertinente. O resultado da consulta foi publicado no Diário Oficial do Tribunal de Contas de Pernambuco nesta sexta-feira (26).
A Segunda Câmara do TCE emitiu parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Bodocó a rejeição das contas do ex-prefeito Túlio Alves Alcântara, relativas ao exercício financeiro de 2019. O processo (nº 20100268-1) estava sob a relatoria do conselheiro Carlos Neves, cujo voto foi aprovado à unanimidade, em sessão realizada no último dia 24/02. O procedimento de […]
A Segunda Câmara do TCE emitiu parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Bodocó a rejeição das contas do ex-prefeito Túlio Alves Alcântara, relativas ao exercício financeiro de 2019. O processo (nº 20100268-1) estava sob a relatoria do conselheiro Carlos Neves, cujo voto foi aprovado à unanimidade, em sessão realizada no último dia 24/02.
O procedimento de Prestação de Contas de Governo é realizado anualmente pelo TCE para checar a observância dos limites constitucionais e legais impostos à gestão pública. Segundo o relatório de auditoria, foram verificadas falhas de controle nas contas do então gestor, desde o planejamento governamental à execução orçamentária e financeira, contrariando as normas do ordenamento jurídico.
Entre as irregularidades apontadas, está o descumprimento do limite mínimo (25%) de aplicação de recursos na manutenção e no desenvolvimento do ensino público. Segundo o relatório de auditoria, a Prefeitura aplicou na educação o percentual de 10,83% da receita de impostos e transferências, o que caracteriza grave infração à norma constitucional.
A equipe de auditoria do TCE também constatou falhas quanto à gestão do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), quais sejam: déficit atuarial de R$ 178.140.054,91, recolhimento menor que o devido de contribuições previdenciárias patronais normais (apenas 23,82% do valor) e suplementares (35,41%), além da não adoção de alíquota sugerida na avaliação atuarial.
De acordo com o voto do realtor, “com o RPPS em desequilíbrio atuarial e o repasse parcial das contribuições previdenciárias, a gestão onera o Município de Bodocó com a incidência de juros e multa, que pode comprometer o pagamento dos benefícios previdenciários aos segurados. Além disso, transfere para as futuras gestões a obrigação do pagamento de contribuições que já deveriam ter sido repassadas”.
Por fim, verificou-se a abertura de créditos adicionais sem a existência de fonte de recursos, sendo R$ 515.451,47 em excesso de arrecadação e R$ 2.618.026,31 em operações de crédito.
Diante das irregularidades, o conselheiro Carlos Neves determinou à gestão municipal que promova a imediata aplicação da diferença percentual não aplicada no ensino, reavalie a metodologia de cálculo utilizada para a previsão da receita orçamentária e envie Projeto de Lei Orçamentária ao Poder Legislativo contendo previsão de arrecadação de receita compatível com a realidade municipal.
O relator estabeleceu diversas medidas à Prefeitura de Bodocó a fim de que regularize a situação do município. Entre elas, também estão a de se abster de realizar despesa com recursos do Fundeb em montante superior às receitas desta fonte; e repassar, de forma integral e tempestiva, os valores devidos ao RPPS.
A procuradora Maria Nilda representou o Ministério Público de Contas. O interessado ainda pode recorrer da decisão.
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