Faleceu nesta manhã no Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira o auditor fiscal aposentado Dionísio Lopes de Almeida.
Ele tinha 96 anos e morreu de falência múltiplas dos órgãos. Teve três filhos.
Dionísio era conhecido pelo carisma e pela forma como tratava a todos, indistintamente.
Além de advogado, foi ex-fuzileiro naval da 2a Guerra, foi vice-prefeito de Afogados da Ingazeira no tempo em que se votava também para vice-prefeito, com o prefeito Miguel de Campos Góes.
Era também Auditor Fiscal do Tesouro Nacional concursado.
Em 2006, foi personagem de um episódio curioso. Chegou a registrar sua candidatura a Deputado Estadual com o número 14111. Mas, decidiu que não pediria votos. Teve apenas dois em Afogados da Ingazeira.
Mas o curioso viria mais tarde: Almeida teve 1.652 votos no estado. Ele foi beneficiado pelo majoritário no estado para federal, Armando Monteiro Neto.
Ao votar para estadual com a intenção de digitar os números de Armando, 1411, muitos digitaram 14111, número de Dionízio.
O velório acontece esta manhã na Câmara dos Vereadores de Afogados da Ingazeira. O sepultamento será às 17 horas desta quinta-feira no Cemitério São Judas Tadeu.
Vacinação para este público atingiu apenas 75%, muito abaixo dos outros grupos. Secretario vê movimento atípico. Por André Luis O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, informou, ao ser procurado pela redação do blog do Nill Júnior, sobre a decisão de avançar na faixa etária da vacinação contra a Covid-19, ampliando para […]
Vacinação para este público atingiu apenas 75%, muito abaixo dos outros grupos. Secretario vê movimento atípico.
Por André Luis
O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, informou, ao ser procurado pela redação do blog do Nill Júnior, sobre a decisão de avançar na faixa etária da vacinação contra a Covid-19, ampliando para o público de 25 a 29 anos, mesmo sem completar a meta dos 90% do grupo anterior de 30 a 34 anos.
Na sexta-feira (30), a coordenadora do PNI Municipal, Ítala Nascimento, já havia informado a reportagem do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, sobre a baixa procura do público de 30 a 34 anos pela vacina. Artur confirmou a informação e se mostrou preocupado com a situação.
“Decidimos avançar justamente porque já estamos com um bom tempo do grupo de 30 a 34 anos aberto e diferentemente dos outros grupos, que atingimos acima dos 90% – inclusive a grande maioria acima de 100%, neste, estacionamos nos 75%”, esclareceu Artur.
Ele informou ainda que foram abertas 270 vagas para a vacinação do grupo na sexta-feira, mas que apenas 35 pessoas procuraram se vacinar. “Neste sábado, com a mesma quantidade de doses ofertadas, apenas 78 procuraram a vacina. Num momento como esse a gente não pode estar estocando dose”, destacou Artur esclarecendo a decisão.
Ainda segundo o secretário, Afogados da Ingazeira vive a perspectiva de receber entre este domingo (01.08) e a segunda-feira (02.08), mais 1 mil doses de imunizantes contra a Covid-19.
Artur esclareceu ainda que o público remanescente de 30 a 34 anos, que não procuraram agendar para tomar a vacina, poderão estar fazendo isso durante este período.
“É importante estudar esse movimento específico da população de 30 a 34 anos porque é um movimento totalmente atípico, diferente de todos os outros públicos que a gente abriu. Então isso é uma coisa que precisa ser observada”, destacou Artur.
Ele informou que já foi disparada uma proposta para que seja realizado um estudo em cima do cadastro das pessoas com essa idade e admitiu que algumas pessoas podem ter migrado para o público de 35 anos acima por completarem ano. Mas ainda assim acha o percentual de 25% muito atípico.
“É um percentual dessa faixa etária que merece uma observação, uma atenção. Para se ter ideia, no público de 35 anos e mais, atingimos mais de 100%. Mas mesmo assim a gente não consegue compreender o total dos 25% que ficaram sem tomar a dose no período estipulado”, revelou Artur.
Artur também destacou que a Secretaria estará fazendo uma busca ativa das pessoas de 30 a 34 anos que não se vacinaram contra a Covid. Para ele, é importante que se vacinem. “Os números estão bons poque a vacinação avança, mas a gente esta verificando isso aí justamente pra poder estar entendendo o que aconteceu”, pontuou o secretário.
As pessoas da zona urbana de 25 a 39 anos e as remanescentes do grupo de 30 a 34 anos, podem fazer o agendamento para tomar a vacina clicando aqui.
Na zona rural, tendo em vista a menor quantidade de pessoas, o agendamento é feito diretamente com o agente comunitário de saúde de cada localidade, com a vacina sendo aplicada nas unidades básicas de saúde de referência.
O Ministério da Saúde recebeu na tarde deste domingo (2) mais 2 milhões de doses da vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório Astrazeneca, contra a Covid-19. A carga desembarcou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por volta de 16h30 e foi recepcionada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a […]
O Ministério da Saúde recebeu na tarde deste domingo (2) mais 2 milhões de doses da vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório Astrazeneca, contra a Covid-19.
A carga desembarcou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por volta de 16h30 e foi recepcionada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a representante da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) no Brasil, Socorro Gross.
Essas novas doses complementam o lote total de 3,9 milhões que começou a chegar no Brasil na tarde deste sábado (1) e desembarcaram em três voos diferentes em Guarulhos.
O lote foi disponibilizado pelo Consórcio Covax Facility, iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que tem como objetivo garantir o acesso mais igualitário às vacinas no mundo.
As vacinas foram fabricados pela multinacional Catalent, na Coreia do Sul. Essa é a segunda remessa de vacinas que chega ao Brasil via o consórcio Covax.
A primeira, de pouco mais de 1 milhão de doses da AstraZeneca/Oxford, foi distribuída a todos os estados e Distrito Federal no mês passado, após desembarque em 23 de março.
Na manhã desta quarta-feira (04), funcionários da Celpe estiveram realizando o corte do fornecimento de energia elétrica da secretaria municipal de agricultura de Carnaíba. Segundo informações antes da 10hs da manhã, assim que os funcionários da Celpe chegaram e anunciaram o corte, pessoas que trabalham no órgão trataram de informar a prefeitura municipal, fato que […]
Na manhã desta quarta-feira (04), funcionários da Celpe estiveram realizando o corte do fornecimento de energia elétrica da secretaria municipal de agricultura de Carnaíba.
Segundo informações antes da 10hs da manhã, assim que os funcionários da Celpe chegaram e anunciaram o corte, pessoas que trabalham no órgão trataram de informar a prefeitura municipal, fato que não impediu que a secretaria ficasse às escuras.
O prédio onde funciona a secretaria, localizado na Rua Presidente Kennedy é alugado e não há informações de quando a energia será religada. A informação é do blogueiro Ivonaldo Filho à nossa página.
Depois de colocar tema em votação e, por 6×3, vereadores decidirem continuar processo de cassação, Siqueirinha fez nova votação: ganhou a posição pelo arquivamento por 8×1 Em uma sessão lotada, com audiência recorde nas redes sociais e muito confusa, com várias reviravoltas, a Câmara de Arcoverde decidiu seguir o processo de cassação contra a vereadora […]
Depois de colocar tema em votação e, por 6×3, vereadores decidirem continuar processo de cassação, Siqueirinha fez nova votação: ganhou a posição pelo arquivamento por 8×1
Em uma sessão lotada, com audiência recorde nas redes sociais e muito confusa, com várias reviravoltas, a Câmara de Arcoverde decidiu seguir o processo de cassação contra a vereadora Zirleide Monteiro.
Houve a leitura do pedido de sequência ao processo, assinado por Israel Rubis e Fernandes Braga, pela vereadora Célia Galindo.
O advogado Rivaldo Leal de Melo sustentou que Lei Orgânica e Regimento Interno preveem que, com a renúncia de Zirleide Monteiro, morre o processo de cassação.
Usando a Tribuna, Leila Daniela, mãe de Heitor, portador de necessidade especial e servidora da justiça, questionou se Regimento Interno e Lei Orgânica não se submetem à Constituição Federal.
O advogado disse ser matéria interna corporis, regimental, recorrendo à Lei Complementar 64/90.
Ele deixou a entender que o pedido pode ocorrer a posteriori, por MP, partido político ou interessado. “Nunca vi uma transparência tão grande como nesse processo”.
Siqueirinha colocou em votação para o plenário: acatar o parecer da assessoria jurídica, ou o pedido do Delegado Israel, de sequência ao processo de cassação.
Rodrigo Roa deu exemplos de cassações de mandatos Brasil afora. “O povo quer saber se a Câmara seria a favor da cassação ou não. Eu seria a favor da cassação”. Disse que a ex-vereadora Zirleide também vem sofrendo. E que se está julgando a conduta dela. “É um aprendizado para todos”. Disse que o processo foi concluído praticamente. “A gente não pode ser agressivo demais. Já pagou. A gente também tem que perdoar.” Mesma posição de Luiza Margarida e dos demais vereadores.
Em suma, alegaram que seriam pela cassação, mas que o parecer jurídico é soberano.
Siqueirinha foi alertado por Rodrigo Roa e Célia que a decisão não caberia ao plenário.
Também advogado, o vereador Luciano Pacheco reforçou o fato de o advogado Rivaldo Leal de Melo separar a questão pessoal da jurídica, por ter um filho autista. “O procedimento se interrompeu com a renúncia do mandato. O meu posicionamento seria o mesmo dos demais. Essa casa seria em face da comoção pela cassação do mandato, inclusive com meu voto”. Disse ter uma leitura jurídica e uma política. “Mas esse mandato não existe mais. Eu vou cassar o que não existe?”
Sargento Brito, João Marcos e João Taxista foram na mesma linha, chamando atenção para familiares autistas ou deficientes que tem na família. João Marcos foi um pouco mais além dos outros dois quanto ao processo. “Independente do parecer jurídico, sou a favor da continuidade do processo”.
No chat da transmissão, além da maioria das manifestações criticando a decisão da Câmara, o próprio advogado Fernandes Braga se manifestou. “Encerrar o processo é uma barbárie. Pedi sustentação e não se manifestaram quanto ao meu pleito. Se mandarem o link, explico que não poderá haver desistência do processo”, disse. Ele solicitou o link para participar da sessão. A hashtag #mandeolink passou a ser compartilhada, até ser atendida. Siqueirinha consultou os vereadores que não apresentaram objeção.
Disse Braga: “A extinção do mandato não é pedido de renúncia. Não é apenas a manifestação que extingue o mandato. É necessário todo um arcabouço jurídico. Essa é uma manobra processual para fugir do processo. Deu exemplo de Deltan Dalagnol, que incorreu em inelegibilidade. “O pedido de renúncia foi feito para driblar a Lei de Inelegibilidades. O parecer deveria ter se debruçado se o parecer não já a tornava inelegível com base na alínea k da Lei 64. Ela tenta burlar a Lei das Inelegibilidades. Nesse sentido, nossa petição é que não seja recebida a renúncia e seja dada sequência ao processo de cassação, porque os efeitos da cassação só se dão com aceite. A renúncia só opera com deferimento, já que ela tenta fugir do processo. Pela letra fria, ela já incorre em inelegibilidade com o recebimento da renúncia”.
O advogado da Câmara após provocação de Siqueirinha disse que “só com a renúncia ela incorre em possibilidade de ser declarada inelegível pela justiça eleitoral. Essa punição já está prevista mesmo com a renúncia”. Fernandes Braga retrucou dizendo que essa posição externada por Rivaldo Leal deveria constar do parecer e a Câmara oficiar à Justiça Eleitoral. Leal disse que, com a posse do suplente, a Justiça Eleitoral será oficiada. “Tudo isso será feito quando for oficiada a vacância. É regimental”.
Quando questionado se a Câmara informará à Justiça Eleitoral que a vereadora incorreu em inelegibilidade, Rivaldo Leal disse que essa provocação, pela inelegibilidade, caberá aos partidos políticos. “Se a assessoria jurídica reconhece aqui inelegibilidade, e a sessão é gravada, isso tem que ser oficiado”, disse Fernandes Braga.
“Em momento nenhum falei que a vereadora está inelegível. Isso é mais na frente se houver provocação e se a justiça eleitoral assim entender”, disse ao fim Rivaldo Leal.
Por fim, Siqueirinha, numa decisão surpreendente, ouviu os parlamentares sobre dar seguimento ou não. Votaram para dar prosseguimento Célia Galindo, João Marcos, João Taxista, Luiza Margarida, Rodrigo Roa e Sargento Brito. Pelo arquivamento, Everaldo Lira, Luciano Pacheco e Siqueirinha. Resultado pró sequência do processo: 6×3.
Após a votação, o advogado Rivaldo Leal questionou: “agora eu quero ver como dá seguimento sem previsão legal. Atende (a opinião pública), mas como vai fazer?”
Israel Rubis entrou na transmissão e disse que agora, com previsão regimental, monta-se a comissão processante, com direito ao contraditório. “O que a gente busca é uma decisão do colegiado demonstrando que se o ato da vereadora, virtualmente seria punível com cassação ou não. Talvez o pedido não tenha sido entendido “. Seguiu: “ela não tem como arguir pedido de defesa se já houve a cassação. Não há uma previsão nessas circunstâncias que o senhor disse de se dar continuidade. O Regimento diz, se cassou acabou”.
Rubis: “mas a lei trata de cassação de mandato, mas não trata de perda dos direitos políticos. Há um vácuo aí”.
Siqueirinha perguntou se segue o exemplo de Fernando Collor. Ele renunciou, Itamar assumiu, mas o processo de perda dos direitos políticos continuou. “Isso vai acontecer assim, mas sem previsão normativa”, disse Leal. Assim, o processo seguiria mesmo com a posse de Heriberto do Sacolão e renúncia de Zirleide.
Luciano Pacheco provocou: “e a renúncia de Israel Rubis foi a plenário? Pelo que sei, não”. Israel: “Eu não respondia a processo de cassação. Não havia situação que me prendesse ao mandato”, reforçando a ideia de que Zirleide renunciou para fugir da cassação.
Depois, foi sugerido por Rivaldo Leal o sorteio da comissão processante, antecipando que estudará o caminho regimental. Foi quando Célia Galindo disse que o relatório deveria ter sido colocado em votação. O advogado da Câmara disse não haver mais essa possibilidade.
O próprio Siqueirinha, que gerou a confusão ao colocar em votação a sequência do processo perguntou: “Vamos nos colocar no lugar da vereadora. E se depois dela renunciar, se a Câmara decidir que ela deve ser absolvida? E se os vereadores decidirem por não cassar?” Houve toda uma rediscussão, envolvendo Siqueirinha, Luciano Pacheco, Célia Galindo e Rivaldo Leal.
Siqueirinha volta a colocar em votação. Aí muitos que foram pela continuidade do processo, votaram pelo arquivamento. Mudaram de opinião e votaram pelo arquivamento João Taxista, Sargento Brito, Célia Galindo, Luiza Margarida e Rodrigo Roa. João Marcos manteve a posição pela sequência do processo. Luciano Pacheco, Everaldo Lira e Siqueirinha pelo arquivamento.
Fernandes Leal pediu para Siqueirinha esclarecer o que ocorrera: “uma votação foi anulada e foi votada outra”, disse. “Que conste em ata”, pediu Israel. Ao final, Siqueirinha proclamou o resultado pelo arquivamento e anunciou eleição para a Secretaria da Casa na próxima sessão, cargo que Zirleide ocupava.
A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista ao Programa do Jô, que foi ao ar na TV Globo na madrugada desta sexta-feira (12) para sábado (13), que, embora necessite de um ajuste fiscal para equilibrar as contas públicas, o Brasil não está “estruturalmente doente”. Segundo ela, o país passa momentaneamente por “problemas e dificuldades”, e […]
A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista ao Programa do Jô, que foi ao ar na TV Globo na madrugada desta sexta-feira (12) para sábado (13), que, embora necessite de um ajuste fiscal para equilibrar as contas públicas, o Brasil não está “estruturalmente doente”.
Segundo ela, o país passa momentaneamente por “problemas e dificuldades”, e o ajuste é necessário para uma rápida retomada do crescimento econômico.
A entrevista foi concedida na tarde desta sexta, na biblioteca do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, em Brasília.
Dilma também se disse “bastante agoniada” com a inflação, uma das coisas que, segundo afirmou, mais a preocupa.
“Fico preocupada porque acho que vamos ter de fazer um imenso esforço. Nós iremos fazer o possível e o impossível para o Brasil voltar a ter inflação bem estável, dentro da meta. Este processo que estamos vivendo tem um tempo, ele não vai durar”, declarou.
A presidente afirmou ainda que se sente “triste” com as críticas que recebe, mas disse que aprendeu a conviver com a situação. “É todo dia. Tem horas que exageram um pouco. Pegam pesado. Mas é da atividade pública.”
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