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IPEC mostra Zeca com 54% contra 35% de Madalena

Por Nill Júnior

O candidato governista Zeca Cavalcanti lidera as intenções de voto contra Madalena Britto,  de acordo com a última pesquisa IPEC.

Divulgada na Itapuama FM,  ela mostra o ex-prefeito do Podemos com 54% dos votos contra 35% de Madalena Britto e 2% de João do Skate.

Na espontânea,  51% a 31% pró Zeca sobre Madalena, com 1% de João do Skate.

A pesquisa também trouxe percentual para vereador. Por ordem os dez mais citados são Luciano Pacheco (5,9%), Luiza Margarida (3,8%), Everaldo Lira (3,5%), Rodrigo Roa (3,5%), Heriberto Sacolão (3,3%), Paulinho Galindo (3,1%), Célia Galindo (2,5%), João Marcos (2,5%), João Taxista (2,3%) e Wellington Siqueira (2,3%).

A pesquisa foi registrada sob o número PE-08019/2024. Foram 304 entrevistas entre 18 e 20 de setembro. Contratada pela Fundação JOFECO e Comunicação (Rádio Itapuama FM).

O Intervalo de Confiança da pesquisa é a proporção ou probabilidade ( P ) estimada mais a variação, para mais ou para menos, da margem de erro máxima de 5,6%, calculados para um nível de confiança de 95%. IBGE (CENSO 2010/2022) I PNAD 2022 I TSE SET/2024.

Outras Notícias

Encontrados fósseis de animal pré-histórico em Itapetim

O prefeito Adelmo Moura esteve ao lado do secretário de Cultura, Ailson Alves e do ex-prefeito Arquimedes Machado no sítio Cacimba Salgada. Eles estiveram visitando o local onde o senhor Paulo Lotério encontrou em uma escavação, fósseis de um animal provavelmente pré-histórico. Lá foi descoberto, dentro de um tanque com aproximadamente 5 metros de profundidade […]

O prefeito Adelmo Moura esteve ao lado do secretário de Cultura, Ailson Alves e do ex-prefeito Arquimedes Machado no sítio Cacimba Salgada.

Eles estiveram visitando o local onde o senhor Paulo Lotério encontrou em uma escavação, fósseis de um animal provavelmente pré-histórico.

Lá foi descoberto, dentro de um tanque com aproximadamente 5 metros de profundidade e 10 de comprimento, restos de ossos de um animal, que seria provavelmente pré-histórico, devido o tamanho e o local.

Foram vários ossos encontrados, além de pinturas rupestres. O prefeito Adelmo Moura, juntamente do secretário de Cultura, já tomou as providências, entrando em contato com os órgãos competentes. O local fica a cerca 8 quilômetros da cidade.

Governo Lyra Neto é “regular” para 36% dos eleitores, aponta Ibope

Do G1 PE Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23) aponta que, para 36% dos entrevistados em Pernambuco, o governo de João Lyra Neto (PSB) é “regular”. Ainda segundo a pesquisa, outros 5% consideram a administração “ótima” e mais 21% avaliam o governo como “bom”. Os que disseram que a gestão é “ruim” somam 5%, e […]

pages_1_2014040419580149ebDo G1 PE

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23) aponta que, para 36% dos entrevistados em Pernambuco, o governo de João Lyra Neto (PSB) é “regular”. Ainda segundo a pesquisa, outros 5% consideram a administração “ótima” e mais 21% avaliam o governo como “bom”. Os que disseram que a gestão é “ruim” somam 5%, e os que avaliam como “péssima”, 6%. A parcela de entrevistados que não souberam ou não responderam é de 26%.

Realizada entre os dias 20 e 22 de setembro, a pesquisa contou com 2.002 entrevistas em 82 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PE-00029/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00752/2014.

Serra Talhada envia primeiro caminhão de doações para a Mata Sul

A Prefeitura de Serra Talhada enviou nesta segunda-feira (05), o primeiro caminhão de donativos para as famílias desabrigadas por causa das chuvas em Rio Formoso, na Mata Sul de Pernambuco. “Graças aos gestos de solidariedade do povo de Serra Talhada e das doações que não param de chegar a todo momento, enviamos o primeiro caminhão […]

A Prefeitura de Serra Talhada enviou nesta segunda-feira (05), o primeiro caminhão de donativos para as famílias desabrigadas por causa das chuvas em Rio Formoso, na Mata Sul de Pernambuco.

“Graças aos gestos de solidariedade do povo de Serra Talhada e das doações que não param de chegar a todo momento, enviamos o primeiro caminhão com donativos para Rio Formoso e já estamos organizando o envio do segundo caminhão ainda esta semana”, afirma o prefeito Luciano Duque.

Foram enviadas cerca de duas toneladas de donativos, entre alimentos, garrafões de água mineral, roupas e calçados. Amanhã (07) segue um segundo caminhão para Rio Formoso e posteriormente outro para Barra de Guabiraba. “É importante que a população continue deixando suas doações nos pontos de recolhimento, pois tem muita gente precisando de ajuda”, afirma o secretário executivo de Comunicação Social Divonaldo Barbosa, coordenador da campanha de doações.

Pontos de arrecadação

Prefeitura Municipal – Rua Enock Ignácio Oliveira, 125, Centro. Horário: 08h às 14h.

Secretaria de Desenvolvimento Social – Rua Comandante Superior, 1059, Centro. Horário: 08h às 17h.

Secretaria de Educação – Praça Barão do Pajeú, 1005, Centro. Horário: 08h às 14h.

Secretaria Executiva de Comunicação Social – Avenida Afonso Magalhães, 100, Centro. Horário: 08h às 14h.

Praça Sérgio Magalhães, Centro – (tenda de arrecadação)

Parceria entre Patronato Penitenciário e fundação Travessia leva reeducandas a “recosturarem o futuro”

Projeto completa três meses de funcionamento e conta com 12 costureiras, todas reeeducandas que cumprem pena no regime aberto e livramento condicional   Possibilitar através da capacitação e qualificação profissional, o desenvolvimento social e o combate à criminalidade possibilitando às reeducandas o retorno ao mercado de trabalho. Com esses objetivos, a Secretaria de Justiça e […]

Foto: Fernando Portto/SJDH

Projeto completa três meses de funcionamento e conta com 12 costureiras, todas reeeducandas que cumprem pena no regime aberto e livramento condicional  

Possibilitar através da capacitação e qualificação profissional, o desenvolvimento social e o combate à criminalidade possibilitando às reeducandas o retorno ao mercado de trabalho. Com esses objetivos, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), através do Patronato Penitenciário, está completando três meses de parceria com a Fundação Travessia, organização da sociedade civil que desenvolve o Projeto “Recosturando o futuro”. A iniciativa conta com a mão de obra de 12 reeducandas do regime aberto e livramento condicional que trabalham no setor têxtil, em diversas linhas: fardamentos, cama, mesa, enxovais hospitalares, entre outras.

De acordo com a Lei de Execução Penal, pelo trabalho elas são remuneradas com um salário mínimo (R$ 937,00), auxílio alimentação e vale-transporte. O horário é das 7h às 12h e das 13h às 16h. Verônica Maria da Conceição, 30, está no livramento condicional desde julho de 2016, após passar quatro anos e um mês entre a Colônia Penal Feminina do Recife (CPFR) e Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima (CPFAL). “Desde que saí da prisão não conseguia emprego. Através do Patronato Penitenciário, fui encaminhada para a Fundação, pois já costurei dentro das unidades. Aqui estou reconstruindo um novo futuro e uma nova vida”, conclui.

O galpão do onde funciona o projeto fica localizado no bairro da Imbiribeira, próximo a estação do metrô, para facilitar o acesso das reeducandas. Segundo Eleyne Kelle de Souza, coordenadora do Projeto, o foco maior do trabalho é a ressocialização.  “Já é tão difícil o emprego hoje em dia, imagine para mão de obra reeducanda? Por isso resolvemos realizar essa parceria com o Patronato Penitenciário, e seria muito bom que outras empresas da iniciativa privada ou até mesmo públicas ampliassem esses convênios”, revela.

De acordo com o órgão de execução penal, atualmente, 560 reeducandos estão trabalhando no Recife e RMR, através de convênios com empresas públicas e privadas. “As empresas que contratam reeducandos têm uma economia de  até 40% nos encargos trabalhistas”, ressalta o superintendente do Patronato Penitenciário, Josafá Reis.

Foto: Fernando Portto/SJDH

Regime fechado e semiaberto – As reeeducandas do regime fechado e semiaberto também realizam trabalho de costura dentro da unidade prisional. A Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres), através da Colônia Penal Feminina do Recife (CPFR), mantém convênio desde 2014 com as empresas de confecção Rochelle e Tek Shine (ambas do grupo Narciso).

Sessenta e cinco detentas da unidade trabalham na produção de artigos de cama, mesa e banho e cortinas, de segunda a sexta-feira. Seguindo a Lei de Execução Penal, essas mulheres são remuneradas com um salário mínimo, sendo que 75% pagos durante o cumprimento da pena e os outros 25% destinados ao pecúlio (reserva que só poderá ser retirada após o cumprimento total da pena). Além disso, com o trabalho, elas têm a remição de pena, a cada três dias trabalhados, um a menos a cumprir.

Racismo no Brasil: um crime nojento e cruel que destrói sonhos e vidas

Por André Luis O caso do pequeno Arthur Antonio Alves Camargo, um menino de 10 anos que perdeu o sonho de ser modelo após ser alvo de injúrias raciais na escola, é um exemplo claro dos perigos do racismo no Brasil. “Ele diz: ‘Vou fazer fotos sendo negro para depois ser xingado de ‘macaco’ e […]

Por André Luis

O caso do pequeno Arthur Antonio Alves Camargo, um menino de 10 anos que perdeu o sonho de ser modelo após ser alvo de injúrias raciais na escola, é um exemplo claro dos perigos do racismo no Brasil.

“Ele diz: ‘Vou fazer fotos sendo negro para depois ser xingado de ‘macaco’ e todo mundo dar risada de mim?'”, relatou Nayara Alves, mãe do menino ao jornalista Thiago D’Almeida do g1. “Ele não está se aceitando mais”, completou a mãe.

Nayara afirmou que o filho foi chamado de “projeto de bandido” por uma mulher, apontada por ela como madrasta de uma aluna que cometeu injúrias raciais contra ele, dentro da Unidade Municipal de Ensino Professor Waldery de Almeida. Ela registrou um Boletim de Ocorrência sobre o caso. 

O racismo é um crime nojento e cruel que destrói sonhos e vidas. Ele é baseado na ideia de que algumas pessoas são superiores a outras por conta da sua cor de pele ou origem étnica. Essa ideia é falsa e prejudicial, e só serve para dividir as pessoas e criar um clima de hostilidade e violência.

No caso de Arthur, o racismo o fez perder a confiança em si mesmo e desistir de um sonho que ele tinha desde criança. Ele se sentiu humilhado e discriminado, e passou a acreditar que não era bom o suficiente por ser negro.

Esse é um cenário trágico, mas infelizmente não é inédito no Brasil. O país tem uma longa história de racismo, que se reflete em todos os setores da sociedade, incluindo a educação.

Segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 56,1% dos negros brasileiros já sofreram algum tipo de discriminação racial. Essa discriminação pode ser verbal, física ou institucional, e tem um impacto negativo na vida das pessoas negras em todos os aspectos.

É preciso que a sociedade brasileira se conscientize sobre os perigos do racismo e se mobilize para combatê-lo. É preciso investir na educação antirracista para que as crianças aprendam a respeitar as diferenças e a construir uma sociedade mais justa e inclusiva.

O caso de Arthur é um alerta para que todos nós tomemos medidas para acabar com o racismo no Brasil. Precisamos criar um ambiente em que todas as pessoas, independentemente da sua cor de pele ou origem étnica, possam viver com dignidade e igualdade.

O que você pode fazer para combater o racismo?

Aprenda sobre a história dos negros no Brasil e no mundo e como eles foram criminalizados, marginalizados e passaram por um processo de apagamento cultural, religioso e étnico.

Conversar com seus amigos e familiares sobre racismo.

Orientar seus filhos e filhas que ninguém é melhor do que o outro por conta da cor da pele ou etnia

Exija que as instituições públicas e privadas adotem medidas antirracistas.

Apoie projetos e iniciativas que promovem a igualdade racial.