“Tem viabilidade. Estamos através de Brasília a fazer um estudo técnico, porque a gente vai precisar faze a requalificação da pista., tido um processo de olimunação, fazer num primeiro momento um terminal mais simples, mas digo que é muito importante ese aeroporto, porque ele vai facilitar acesso e gerar um link com toda região, Estamos muito confiantes de que a gente possa vialibilizar esse aeroporto.
“O aeródromo pronto é fundamental porque apoia o transporte executivo, pode receber voos comerciais e ainda dá suporte à saúde pública, em situações de resgate ou emergências”, afirmou.
O Aeródromo de Afogados da Ingazeira fica às margens da PE320, na comunidade de Nova Brasília. O local foi ocupado em seu entorno por imoveis e precisa de uma reforma ampla. Segundo Lupércio Morais, aviador, a pista tem posição boa para pousos e decolagens, mas tem problemas como fios de alta tensão próximos à uma das cabeceiras, asfalto sem condição de pouso, falta de iluminação, mato e imóveis no entorno. A certificação foi perdida no passado por falta de pagamento.
“Dilma, a energia solar quer tanto estar no Palácio do Planalto que vai até de graça. E chega amanhã”. Na provocação, feita na manhã de hoje em anúncio publicado no jornal Folha de S.Paulo, o Greenpeace se compromete a fazer a instalação sem custos ao Governo Federal. Basta um “sim” da parte de Dilma para […]
“Dilma, a energia solar quer tanto estar no Palácio do Planalto que vai até de graça. E chega amanhã”. Na provocação, feita na manhã de hoje em anúncio publicado no jornal Folha de S.Paulo, o Greenpeace se compromete a fazer a instalação sem custos ao Governo Federal. Basta um “sim” da parte de Dilma para que o telhado do Planalto seja aproveitado para gerar energia limpa e renovável.
O gesto visa transmitir ao País a mensagem que a energia solar é a fonte ideal para superarmos a crise energética atual e garantir um futuro limpo para o Brasil. A sinalização da presidenta se faz ainda mais urgente após a reunião do Conselho da Fazenda (ConFaz), no começo de abril, na qual o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), principal tributo que impede o desenvolvimento da energia solar no Brasil hoje, não foi debatido.
“Apesar de o ICMS ser competência dos Estados e do Ministério da Fazenda, sabemos que, se houvesse indicativo positivo de que o Governo Federal quer promover a energia solar no Brasil e de que a questão do tributo precisa ser resolvida, a pauta teria mais atenção e seria solucionada rapidamente”, diz Bárbara Rubim, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace.
O Brasil tem um dos maiores potenciais para energia solar no mundo. A região Sul é o pior local para geração solar no País e, mesmo assim, tem melhor incidência de Sol do que o local mais adequado na Alemanha, que conta com 10 milhões de telhados com painéis solares. No Brasil, são 312 sistemas de micro e minigeração de energia solar. Esse número tende a aumentar.
Acontece que essa energia gerada pelos brasileiros vale menos do que a que ofertada pela rede elétrica, pois o ICMS incide apenas no valor bruto do consumo do microgerador. Na prática, os ganhos de alguém que gera sua própria energia são cerca de 20% menores do que poderiam ser. Com a mudança, a geração distribuída de energia seria muito mais competitiva e o tempo de retorno de investimentos feitos em um sistema fotovoltaico é mais rápido – cerca de 30% menor – incentivando os brasileiros a gerar sua própria energia.
No começo de abril, o Greenpeace foi até o Ministério da Fazenda para cobrar do ministro Joaquim Levy incentivos para a energia solar e que ele, enquanto presidente do ConFaz (Conselho da Fazenda), pressionasse pela alteração na forma de incidência do ICMS. “Enquanto o Levy não comenta o assunto, Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia, defende abertamente o fim do tributo na micro e minigeração”, afirma Rubim. “Pedimos que a Dilma intervenha e dê um direcionamento claro para o desenvolvimento da energia solar, visto que seus ministros parecem não se entender.”
O Greenpeace aguarda uma resposta oficial do Governo Federal sobre a proposta de instalação de painéis solares no Palácio do Planalto. “Esperamos que a resposta seja positiva e estamos prontos para começar a instalação. A energia solar pode e deve ser uma solução para o Brasil, principalmente em momento de crise elétrica como a que está vivendo”, conclui Rubim.
Agora se sabe que Marquinhos Godoy era o tal plano D de Luciano Duque para disputar a prefeitura contra Márcia Conrado. Se não houvesse viabilidade para ele, Miguel ou Ronaldo, Godoy era “o empresário misterioso” cortejado por Duque. O empresário se soma a Miguel e busca reunir nomes do empresariado no apoio ao projeto. Agora […]
Agora se sabe que Marquinhos Godoy era o tal plano D de Luciano Duque para disputar a prefeitura contra Márcia Conrado.
Se não houvesse viabilidade para ele, Miguel ou Ronaldo, Godoy era “o empresário misterioso” cortejado por Duque.
O empresário se soma a Miguel e busca reunir nomes do empresariado no apoio ao projeto. Agora só resta saber qual será o nome a vice sa prefeita, com atual vantagem para Leirson Magalhães.
Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias, da Cultura FM.
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Enquanto nas cidades do Pajeú, até o momento, não há notícias de rompimento entre prefeito e vice – pelo contrário, há casos de juras de amor eterno – em Salgueiro, importante cidade do sertão Central, o prefeito Clebel Cordeiro e o vice, Chico Sampaio, já não sentam mais à mesma mesa pra comer o pirão. […]
Enquanto nas cidades do Pajeú, até o momento, não há notícias de rompimento entre prefeito e vice – pelo contrário, há casos de juras de amor eterno – em Salgueiro, importante cidade do sertão Central, o prefeito Clebel Cordeiro e o vice, Chico Sampaio, já não sentam mais à mesma mesa pra comer o pirão.
O rompimento é uma questão de tempo para ser oficializado. O vice não tem concordado com as primeiras medisdas do gestor e também reclama falta de espaço político. Nos bastidores, diz que Clebel “trata mal as pessoas que o ajudaram a colocar no poder”.
Pra piorar, vazou uma gravação de WhattsApp em que o prefeito supostamente detona o vice e outros aliados. Uma reunião esta semana definiria o racha definitivo ou reaproximação entre os dois. O vice sinaliza até com entrega de cargos.
No olho do furacão, a possibilidade de exoneração de um sobrinho do vice,. Hoje Secretario de Esportes, Henrique Sampaio. Clebel tem negado que esteja falando mal de quase ex-aliado pelas costas.
Vereador Gerson Gomes também deve aderir, segundo o grupo. O vereador Tadeu do Hospital anunciou no Jornal da Tarde, na Radio Gazeta FM, sua volta ao grupo politico do prefeito Evandro Valadares. Tadeu foi o terceiro parlamentar mais votado em 2016, obtendo 1.203 votos, ou 6,41%. No balaio, também anunciam o apoio do vereador Gerson […]
Vereador Gerson Gomes também deve aderir, segundo o grupo.
O vereador Tadeu do Hospital anunciou no Jornal da Tarde, na Radio Gazeta FM, sua volta ao grupo politico do prefeito Evandro Valadares.
Tadeu foi o terceiro parlamentar mais votado em 2016, obtendo 1.203 votos, ou 6,41%. No balaio, também anunciam o apoio do vereador Gerson Souza, ainda no PT, mas que deve migrar para o PSB.
Segundo nota, um dos principais articuladores para sua volta ao grupo governista foi o vice prefeito Eclériston Ramos, que tem tido papel importante no debate político e administrativo.
Na semana, havia sido anunciada a adesão de Agnaldo e Regina Brito, tios do vereador da oposição Albérico Thiago. O anúncio foi feito na última quinta (19).
do O Globo Debruçados sobre a mais recente pesquisa Ibope de intenção de voto, integrantes das campanhas dos três principais presidenciáveis começaram a traçar as estratégias que serão executadas nos 18 dias que faltam até a eleição de 5 de outubro. Enquanto Marina Silva (PSB) vai focar em rebater os ataques dos adversários e reforçar […]
Debruçados sobre a mais recente pesquisa Ibope de intenção de voto, integrantes das campanhas dos três principais presidenciáveis começaram a traçar as estratégias que serão executadas nos 18 dias que faltam até a eleição de 5 de outubro. Enquanto Marina Silva (PSB) vai focar em rebater os ataques dos adversários e reforçar suas críticas a ambos, Dilma Rousseff (PT) deverá diminuir o ritmo da desconstrução da imagem da adversária para investir em pauta mais propositiva. Aécio Neves (PSDB), por sua vez, vai intensificar a agenda de viagens para se tornar mais conhecido e prosseguir nas críticas às duas candidatas mais bem colocadas na pesquisa.
A equipe de Aécio, o único a subir no levantamento, de 15% para 19%, comemorou o resultado e decidiu intensificar a presença do tucano em estados mais populosos, para tentar chegar ao segundo turno. Entre os formuladores da campanha do PSDB, a estratégia é manter as críticas à presidente Dilma e também focar na desconstrução de Marina, mostrando sua ligação histórica com o PT. A avaliação é que, após um período difícil, a estratégia deu certo.
Já o comitê de Marina, respirou aliviado com a queda de apenas um ponto — de 31% para 30% —, mas resolveu reforçar as contestações ao que considera uma campanha difamatória contra a candidata e apostar nas interpelações judiciais aos adversários para garantir respostas aos ataques. A ordem é focar na vacina contra os boatos de que Marina acabará com os programas sociais do atual governo.
Na campanha petista, com a queda de 3 pontos de Dilma, que agora tem 36% das intenções de voto, passou-se a defender que o partido comece a dosar os ataques a Marina na propaganda de televisão. A avaliação majoritária é que a estratégia de desconstrução da ex-senadora já cumpriu seu papel e é hora de voltar a dar mais espaço para programas propositivos.
Após terem conseguido estancar o crescimento de Marina Silva nas pesquisas eleitorais, há quem defenda, na coordenação da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, que se comece a dosar os ataques à adversária na propaganda de televisão. A avaliação é que a estratégia de desconstrução da ex-senadora já cumpriu seu papel.
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