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Ministro das Cidades anuncia investimentos e vistoria obras na Paraíba

Por Nill Júnior

ministro_cidadesO ministro das Cidades, Bruno Araújo, estará na Paraíba nesta segunda-feira (31) para realizar vistoria nas obras do Viaduto Eduardo Campos, conhecido como Viaduto do Geisel, fruto de uma parceria com o governo do estado. Ciente da necessidade de finalização da obra, Bruno Araújo anuncia a liberação de R$ 7,4 milhões, de acordo com o último boletim de medição da Caixa Econômica Federal.

“A obra do Viaduto Geisel faz uma homenagem a um homem público bastante especial para nós, Eduardo Campos, um nome importante para a história de Pernambuco. Todos ficamos lisonjeados com este gesto dos paraibanos. Como sempre afirmamos, sempre que os boletins de medições dessa obra forem liberados pela Caixa Econômica Federal, os valores serão pagos”, afirma Bruno Araújo.

Para o município de Santa Rita, que também receberá a visita da comitiva do Ministério das Cidades, será anunciado o aporte no valor de  R$ 65 milhões para a recuperação e reestruturação de cruzamentos ferroviários de toda a via permanente do VLT até João Pessoa e de João Pessoa a Cabedelo, que somam 32 km. “A parceria entre Governo do Estado e o Governo Federal permite que levemos tranquilidade para a população em todas as obras do estado, com todo apoio do Ministério das Cidades”, reforçou o Bruno Araújo.

Na ocasião, também será informado que o quarto VLT de João Pessoa será entregue até o final de novembro deste ano. As duas obras juntas poderão ofertar um número maior de viagens à população destas três cidades atendidas e devem diminuir o tempo de espera entre um VLT e outro, que hoje gira em torno de 60 minutos.

Campina Grande – Na cidade o ministro Bruno Araújo visitará o complexo Aluízio Campos, obra realizada em parceria com a Prefeitura Municipal e na oportunidade fará uma explanação para os prefeitos eleitos e reeleitos, dos programas que estão sob comando no Ministério.

Outras Notícias

Sessão da Câmara termina com confusão em Brejinho

View this post on Instagram   A sessão da Câmara de Brejinho terminou em confusão na noite dessa sexta (04). Na reta final, o vereador Guega de Jacinto, do PSB, defendeu as ações da prefeita Tânia Maria. Dentre outras questões, rebateu críticas da oposição contra a gestora.  Disse por exemplo que o dinheiro do combate […]

 

A sessão da Câmara de Brejinho terminou em confusão na noite dessa sexta (04).

Na reta final, o vereador Guega de Jacinto, do PSB, defendeu as ações da prefeita Tânia Maria.

Dentre outras questões, rebateu críticas da oposição contra a gestora.  Disse por exemplo que o dinheiro do combate à Covid é carimbado. “Se é pra máscara, tem que comprar máscara”. Defendeu ainda a decisão da prefeita de recapear um trecho da rodovia estadual que corta Brejinho.

Depois falou o presidente Rossinei Cordeiro, do PRB. Ele criticou a prefeita dando exemplos de um motorista de carro pipa que estaria atendendo comunidades sem respeitar a ordem de entrega.

Ainda citou um motorista de transporte universitário que cobrava R$ 15 por estudante e os ameaçou colocar no SPC. “Melhore o salário desse motorista prefeita!”.

O clima esquentou justamente quando citou Tafarel Sampaio, filho de Inaldo Sampaio, o Guega de Jacinto.  Ele teria cobrado nos comentários da sessão anterior notas da reforma da Câmara feita por Jocinei.

Dizendo que a sua mãe não lhe ensinou a roubar, Rossinei levantou suspeitas sobre Tafarel e a esposa no serviço prestado à prefeitura.

Guega pediu a palavra e o próprio Rossinei disse que o tempo regimental havia acabado.  Deu-se a confusão.

Revoltado, o socialista deu murro em mesa, atirou objetos no chão e, no jargão sertanejo, esculhambou o presidente, sendo contido por colegas.

José Chaves promete punição aos infiéis do PTB

do JC Online O deputado federal José Chaves (PTB), que assumiu a presidência do partido após reunião com a Executiva estadual na tarde dessa quinta-feira (4), terá duas principais metas para a sua gestão: a primeira é fazer um mapeamento de filiados e buscar novos quadros, de olho nas eleições municipais de 2016. O segundo, […]

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O deputado federal José Chaves (PTB), que assumiu a presidência do partido após reunião com a Executiva estadual na tarde dessa quinta-feira (4), terá duas principais metas para a sua gestão: a primeira é fazer um mapeamento de filiados e buscar novos quadros, de olho nas eleições municipais de 2016. O segundo, será a instalação de procedimentos administrativos para os prefeitos e vereadores que foram infiéis nas eleições de 2014.

Deste grupo, Chaves citou pelo menos quatro nomes: os prefeitos Bruno Martiniano (Gravatá), Leo Saraiva (Exu), Maria Sebastiana da Conceição (João Alfredo) e Madalena Britto (Arcoverde). Todos apoiaram Paulo Câmara (PSB) no pleito deste ano. Segundo o parlamentar, a lista é mais extensa.

“Provoquei a comissão de ética. Vamos seguir um roteiro de advertência, discussão e até a expulsão do partido. Não tem como continuar no partido pessoas que não defenderam o programa de 2014, que não acompanharam o partido. Apenas entendo que não é local deles no nosso partido. Não precisa se provar muita coisa aí”, disse Chaves. Durante a campanha, Armando Monteiro, que presidia o partido e foi candidato ao governo, afirmou que trataria os casos de prefeitos e vereadores infieis em outra ocasião.

Na reunião, também foi ratificada o posicionamento do PTB na oposição ao futuro governo de Paulo Câmara. “As urnas mandaram o PTB para a oposição. Vamos fiscalizar e cobrar o programa de governo assumido por Paulo Câmara”, disse. O partido irá iniciar, a partir de janeiro, um mapeamento dos filiados e verificar nomes que possam se integrar ao partido. Segundo o deputado, há representação da legenda em 183 municípios do Estado.

Chaves assume a vaga de Armando Monteiro, que será ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior com um mandato-tampão até maio de 2015, quando se encerraria o período de Armando. Na reunião de ontem, já ficou definido que o parlamentar será reconduzido ao cargo por um período de dois anos. A promoção de Chaves deixa vaga a cadeira de primeiro vice-presidente. “Vamos conversar com a bancada para definir o melhor nome”, afirmou o parlamentar.

José Chaves deixa a Câmara Federal este ano, após cinco mandatos consecutivos. Este não, resolveu não concorrer à reeleição. Engenheiro civil e empresário do ramo de transporte público, continuará na política através da presidência do partido.

Podemos reforça apoio a Miguel Coelho no Senado, mas 2ª vaga ainda será debatida

Do Blog Cenário O pré-candidato a deputado federal Marcelo Gouveia, que é presidente estadual do Podemos em Pernambuco, reforçou o apoio a Miguel Coelho (UB) na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) para o Senado. A fala aconteceu durante a convenção da legenda que acontece na manhã desta segunda (20), no escritório do partido em […]

Do Blog Cenário

O pré-candidato a deputado federal Marcelo Gouveia, que é presidente estadual do Podemos em Pernambuco, reforçou o apoio a Miguel Coelho (UB) na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) para o Senado.

A fala aconteceu durante a convenção da legenda que acontece na manhã desta segunda (20), no escritório do partido em Recife. Marcelo acredita que toda a celeuma em torno da indicação dos nomes da federação União Progressista terminará com o ex-prefeito de Petrolina sendo escolhido como candidato ao Senado.

“Tem três ou quatro meses que a gente declarou apoio à pré-candidatura de Miguel. Nós entendemos que Miguel é uma pessoa capaz, que está preparado para ser senador por Pernambuco, foi um grande prefeito de Petrolina, é jovem, é capacitado, é preparado, e eu não tenho dúvida que esse imbroglio vai se definir o quanto antes e a gente vai estar contando com Miguel no Senado Federal a partir do ano que vem. Ele representa o Sertão, é muito importante dessa composição, tanto para a chapa quanto lá para o Senado, para que possa ter um olhar diferenciado para os municípios do interior. A gente acredita que Miguel conseguirá ser candidato e nós acreditamos também na eleição dele”, afirmou.

Questionado pelo Blog Cenário sobre a outra vaga, uma vez que Túlio Gadêlha (PSD) é dado como certo na composição à Casa Alta, Marcelo apontou que o segundo voto para o Senado ainda será debatido internamente, quando passar o período de convenções.

“A gente ainda não definiu quanto ao segundo nome. O segundo nome nós vamos aguardar toda a movimentação política do Estado. Encerradas todas as convenções, nós vamos reunir o partido e deliberar, conversar sobre o apoio do nosso partido a um segundo nome para senador”, explicou.

PoderData: 56% reprovam e 38% aprovam governo Bolsonaro

O governo Bolsonaro é desaprovado por 56% dos eleitores, mostra pesquisa PoderData realizada de 28 a 30 de agosto de 2022. O número é o mesmo de duas semanas atrás. A taxa de aprovação também mostrou estabilidade, variando dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Agora, está em 38%. Outros 6% não souberam […]

O governo Bolsonaro é desaprovado por 56% dos eleitores, mostra pesquisa PoderData realizada de 28 a 30 de agosto de 2022. O número é o mesmo de duas semanas atrás.

A taxa de aprovação também mostrou estabilidade, variando dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Agora, está em 38%. Outros 6% não souberam responder.

As taxas vêm registrando estabilidade nos últimos levantamentos. A desaprovação tem oscilado na faixa de 52% a 57% desde meados de fevereiro, enquanto a aprovação variou de 35% a 41% no mesmo período.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os resultados são divulgados em parceria editorial com a TV Cultura. Os dados foram coletados de 28 a 30 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 308 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-06922/2022.

Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Vinda de recursos ao Brasil depende de ajuste fiscal

AE A vinda de recursos para o Brasil não depende mais do impeachment de Dilma Rousseff, que já está basicamente precificado, e sim do avanço do ajuste fiscal, afirmam analistas ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Se o governo do presidente em exercício Michel Temer conseguir provar que está […]

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AE

A vinda de recursos para o Brasil não depende mais do impeachment de Dilma Rousseff, que já está basicamente precificado, e sim do avanço do ajuste fiscal, afirmam analistas ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Se o governo do presidente em exercício Michel Temer conseguir provar que está colocando as contas públicas em ordem, pode se beneficiar da ampla liquidez global.

O economista-chefe para América Latina do banco ING, Gustavo Rangel, argumenta que a implementação das medidas de estabilização da dívida pública não está inteiramente no preço dos ativos brasileiros, mas ele tem uma visão otimista sobre o tema. “Acho que o mercado vai se surpreender positivamente com o que vai acontecer com a PEC dos gastos. Entendo que há espaço para entrar mais dinheiro no Brasil, principalmente em termos de ‘real money'”, comenta.

“Fluxo virá, mas a condição é que o lado das reformas não desaponte. O que já está no preço é um relativo sucesso dessas duas reformas combinadas (PEC do teto para os gastos públicos e Previdência), e talvez seja um otimismo um pouco exagerado”, afirma o economista sênior para a América Latina do banco Standard Chartered, Ítalo Lombardi.

Mesmo o estrategista-chefe Empiricus Research, Felipe Miranda, um dos poucos defensores da tese do “tsumoney” – a entrada de um tsunami de dinheiro no País -, diz que o impeachment é uma condição necessária, mas não suficiente para garantir uma trajetória sustentável de fluxo para Brasil. “O impeachment dispara a atração de investimentos, que vai ganhar força a cada notícia na direção de uma melhor política fiscal”, diz.