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Meus carnavais no Sertão

Por Nill Júnior

História do Carnaval

Por Magno Martins *

Estou dando adeus ao Recife, rumo a uma praia distante e silenciosa. Fujo do Carnaval, diferentemente do passado. Já gostei muito da diversão do momo. Garoto no Sertão nos anos 70, “pulava”, como diziam por lá, os quatro dias sem parar no Aero Clube de Afogados da Ingazeira, o Acaí.

Isso mesmo, aero clube, sem nunca ter descido um avião por lá. Não me pergunte a razão, mas até hoje não sei a origem do nome. Só lembro que eram bailes românticos, apaixonantes, puxados pela orquestra de Dinamérico Lopes, com marchinhas que faziam sucesso no País inteiro, a coqueluche do Carnaval.

Dinamérico Lopes, “seu” Dino, era um maestro de mão cheia, criou uma escola de música em Afogados da Ingazeira sendo responsável pela formação de uma geração de novos e talentosos artistas. Sua orquestra era tão primorosa e famosa que animou carnavais em outras galáxias além da fronteira de Pernambuco.

Com a aguçada memória de Júnior Finfa, companheiro de jornadas carnavalescas no Acaí, cito integrantes da orquestra que encantavam com seus instrumentos soprando a nossa alegria, como Guaxinim, Luiz de Ernesto, Mestre Biu, Zé Pilão, Lulu Pantera, Chico Vieira e Chagas, este o caçula do grupo.

Também brilhavam Jarbinhas Gois, Adilson Ângelo, o grande Zé Malaia e Zé de Nora. O clube lotava numa animação contagiante. As mulheres vinham de shortinho, eram as colombinas em busca dos Pierrôs. Meu tio Coió, o mais animado da família, hoje já passando dos 80, formava um dos casais mais animados com a sua Tila.

Gedeão e dona Carmélia vinham em seguida, sem esquecer Zé Panqueta e dona Mariquinha, grandes personagens da nossa terra. Foi na lanchonete de Gedeão, aliás, que comi um Bauru pela primeira vez. Lá, os sanduiches vinham a jato. Explico: como o balcão era grande e Gedeão atendia sozinho a enorme clientela, mirava o cliente, chamava sua atenção e atirava o pedido em sua direção.

Os desavisados não conseguiam pegar o prato, que caia ao chão, se quebrava e quebrava a vontade de comer. Já Dona Mariquinha tinha um bar numa posição estratégica: no coração da praça central, batizada de Arruda Câmara, em homenagem ao ex-deputado, que era brabo e as vezes se armava feito um cangaceiro para defender o Sertão e nossa gente.

Era lá que a nossa turma da bebedeira e da molecagem esquentava os tamborins e molhava o bico antes de “decolar” para o Acaí, com direito a botar a conta no prego mais alto da parede dos fiados.

Havia nos saudosos carnavais uma romântica disputa entre o Pierrô e o Arlequim pelo amor da Colombina. Saudosos e saudáveis carnavais! Usávamos confetes, serpentinas e lança-perfumes. Lança- perfume era para se lançar uns nos outros, e não para ser inalado como hoje, numa delicada e bonita confraternização carnavalesca, assim como os confetes e as serpentinas.

Eram carnavais de belas fantasias: odaliscas, baianas, colombinas, holandesas, tirolesas, espanholas, portuguesas. De ingênuas marchinhas carnavalescas – marchas-rancho, sambas-canções, frevos e sambinhas de letras inocentes.

Maria Candelária que era alta funcionária. Olha a cabeleira do Zezé. Oi você aí, me dá um dinheiro aí… Filinto, Pedro Salgado, Guilherme, Feneloca e seus blocos famosos. Vem morena, morena do brinco dourado. Vem morena, vem depressa que eu estou apaixonado.  Mamãe, eu quero, mamãe eu quero mamar…

Ah! Carnavais do passado! Tão cheios de alegria, olhares furtivos lançados para os seres desejados. Romances passageiros de folia, confete, serpentinas e lança-perfume. Gostosas marchinhas, que nos enchem o peito de saudade. Ah, belos carnavais!

Tempos de romantismo, que não voltam mais. Eu era tão feliz e nem sabia! Nas madrugadas, já cansados, saíamos em turma do Acaí, como alegres colibris, sonhando com outros dias. Belos carnavais de um tempo que não volta mais.

Morena cor de canela, Linda flor da madrugada.

Bom Carnaval e até quarta-feira de Cinzas!

* Magno Martins é jornalista

Outras Notícias

Tony Gel também lamenta morte de João Paraibano

Do Afogados On Line Admirador da poesia nordestina, o deputado Tony Gel, do PMDB, lamentou, nesta quinta (4), a morte do poeta João Paraibano. O artista morreu na noite da última segunda (1), aos 61 anos, no Recife. Tony Gel definiu João Paraibano como um gênio da poesia popular. E afirmou que João Ferreira da […]

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Admirador da poesia nordestina, o deputado Tony Gel, do PMDB, lamentou, nesta quinta (4), a morte do poeta João Paraibano. O artista morreu na noite da última segunda (1), aos 61 anos, no Recife.

Tony Gel definiu João Paraibano como um gênio da poesia popular. E afirmou que João Ferreira da Luz, o João Paraibano, nasceu no interior da Paraíba, no município de Princesa Isabel, mas adotou o Sertão do Pajeú como sua terra. O poeta morava em Afogados da Ingazeira desde a década de 1970.

De acordo com o parlamentar, o talento de João Paraibano fez com que ele fosse reconhecido em todo o Brasil. O deputado leu, ainda, o texto “Um monstro sagrado”, do jornalista Magno Martins, sobre o poeta. E pediu que o artigo fosse transcrito nos Anais da Casa.

Pedro Eurico: “A Petrobrás não está dando atenção nem ao Governo, nem ao Ministério Público, tampouco à população”

Mais de dez dias após o fim da paralisação dos caminhoneiros, os cidadãos pernambucanos ainda registram dificuldade no acesso ao botijão de gás de cozinha. Por essa razão, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), notifica nesta terça-feira (12/06) a Petrobrás, solicitando mais celeridade no atendimento às companhias […]

Foto: Ray Evllyn/SJDH

Mais de dez dias após o fim da paralisação dos caminhoneiros, os cidadãos pernambucanos ainda registram dificuldade no acesso ao botijão de gás de cozinha. Por essa razão, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), notifica nesta terça-feira (12/06) a Petrobrás, solicitando mais celeridade no atendimento às companhias distribuidoras do produto no Estado. O prazo dado a estatal para responder aos questionamentos é de até 72h.

Representantes de distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) – gás de cozinha – denunciam não estar conseguindo atualizar o atendimento à população devido à inoperância e desinteresse da Petrobrás em atender ao estado. De acordo com dados das companhias, 71.104 mil botijões ficaram parados, por dia, durante a greve. Totalizando uma demanda reprimida de 639 mil produtos só naquele período.

De acordo com o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, não há interesse por parte da estatal em reduzir as dificuldades no Estado. “A Petrobrás não está dando atenção nem ao Governo, nem ao Ministério Público, tampouco à população. Hoje há um excedente de gás no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Por que a estatal não se mobiliza para trazer esse material ao Nordeste? A Petrobrás terá que nos explicar o porquê de não termos normalizado a distribuição em Pernambuco, prejudicando, desta forma, fortemente a população” frisa o gestor.

PROCON/PE: Para minimizar a dificuldade na normalização do abastecimento do gás de cozinha nas cidades pernambucanas, o Procon/PE emitiu também nesta terça-feira uma recomendação às revendedoras do produto. O documento aconselha que os estabelecimentos limitem-se a repassar apenas uma unidade do gás GLP de 13 quilos, por pessoa, no valor médio estipulado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) de R$ 65, tendo como objetivo atender ao maior número de famílias possíveis.

Ainda salvaguardando o direito do consumidor, o órgão adverte que os preços sejam devidamente fixados em locais visíveis ao consumidor e que informações, como: disponibilidade do produto, data prevista de recebimento e quantitativo disponível para venda, também sejam expostas para consulta prévia da população interessada.

As fiscalizações do órgão de defesa do consumidor estão sendo intensificadas nesta semana, especialmente no interior do estado, tendo em vista o período junino que se aproxima. Estão no roteiro as cidades de Gravatá, Bezerros, Caruaru, Limoeiro, Surubim, Garanhuns e Arcoverde.

Além das penalidades previstas pelo órgão, as ações contarão a partir de agora com a parceria da Delegacia do Consumidor, que deverá autuar criminalmente quem for pego praticando abuso de poder econômico. “Aqueles que forem alcançados vendendo o botijão de gás por R$ 90, R$ 100, serão penalizados exemplarmente. Não permitiremos que o povo seja extorquido” finaliza Eurico.

A força do rádio: veterinária é encontrada após apelo na Pajeú

O desaparecimento da veterinária tabirense Fernanda, filha de Ivoneide Amaral, mobilizou a comunidade na região, a PM e muitos amigos. Fernanda havia ido fazer uma cirurgia em um cavalo e deixou de fazer contato com familiares que, desesperados, começaram a manter contato com a imprensa da região e acionou a polícia para tentar localiza-la. Mas […]

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O desaparecimento da veterinária tabirense Fernanda, filha de Ivoneide Amaral, mobilizou a comunidade na região, a PM e muitos amigos. Fernanda havia ido fazer uma cirurgia em um cavalo e deixou de fazer contato com familiares que, desesperados, começaram a manter contato com a imprensa da região e acionou a polícia para tentar localiza-la.

Mas foi através de uma familiar em contato com o programa Rádio Vivo, com o radialista Anchieta Santos, que o caso começou a ter um final feliz. Três minutos depois após o relato desesperado em busca de notícias da profissional, um contato revelou o que ocorrera. O carro de Fernanda havia quebrado em uma estrada sem possibilidade de comunicação ou condições de retorno. Teve que pernoitar perto da comunidade de Tigre.

Após o contato pela rádio, ela pôde ser localizada, mostrando porque o veículo rádio ignora o tempo e aliado às novas tecnologias, ainda é o mais popular do planeta.

Arcoverde vacina contra Covid-19 garis, pessoas em situação de rua e agentes penitenciários

A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Saúde e da coordenação municipal do PNI, deu início na última segunda-feira (31/05), à aplicação da primeira dose da vacinação contra Covid-19 para garis, e na quarta-feira (02/06), para pessoas em situação de rua e agentes penitenciários. Para garis na sede da Secretaria de Serviço Públicos e […]

A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Saúde e da coordenação municipal do PNI, deu início na última segunda-feira (31/05), à aplicação da primeira dose da vacinação contra Covid-19 para garis, e na quarta-feira (02/06), para pessoas em situação de rua e agentes penitenciários.

Para garis na sede da Secretaria de Serviço Públicos e Meio Ambiente (Av. Oswaldo Cruz, 2913. São Miguel); para pessoas em situação de rua na Casa de Acolhimento aos Moradores de Rua de Arcoverde (C-AMOR – Obras da Fundação Terra, que fica na Rua Projetada, 02, Lote 20 – Quadra B, Loteamento Santa Fé – Bairro Pôr do Sol); e para agentes penitenciários, no Presídio Advogado Brito Alves (PABA) e outras unidades.

A nova etapa da vacinação também contempla professores, trabalhadores da educação e pessoas com 59 anos sem comorbidades, desde a última terça-feira (01/06), na quadra do Sesc Arcoverde.

“Estamos possibilitando com estas segmentações da primeira dose da vacina contra a Covid-19, que o número de pessoas já incluídas no processo de imunização seja gradativamente crescente, oportunizando para que em breve outros grupos prioritários também iniciem o recebimento”, ressaltou a coordenadora municipal do PNI, Cláudia Cunha.

Carnaubeira da Penha foi a cidade que proporcionalmente mais aplicou primeira dose em PE

Um levantamento da Rede Globo mostra o percentual de vacinados por município de Pernambuco. Ele considera a conclusão do ciclo com a primeira dose. Pelo levantamento,  Carnaubeira da Penha, no Sertão,  aplicou a primeira dose em 46,82% da população. Outro município sertanejo, Itacuruba,  está na segunda posição,  com 46,64%. Fecham o G10, Alagoinha (38,13%), Águas […]

Um levantamento da Rede Globo mostra o percentual de vacinados por município de Pernambuco. Ele considera a conclusão do ciclo com a primeira dose.

Pelo levantamento,  Carnaubeira da Penha, no Sertão,  aplicou a primeira dose em 46,82% da população.

Outro município sertanejo, Itacuruba,  está na segunda posição,  com 46,64%.

Fecham o G10, Alagoinha (38,13%), Águas Belas (37,39%), Flores (37%), Betânia (35,03%),  Triunfo (34,93%), Bom Conselho (34,21%) e Cumaru (33,29%).

Recife,  com 32,77%, está na décima primeira posição.  A cidade avançou no cronograma,  mas rm percentual proporcional de primeira dose,  ficou nessa posição.

Do Sertão,  seguem na lista Itapetim,  13ª, com 31,99%, Cabrobó, 14ª, com 31,94%, Calumbi (16ª), com 31,67%, Solidão,  18ª com 31,14%, Afogados da Ingazeira 21ª com 29,94%, São José do Egito,  22ª com 29,57%.

Ainda Quixaba (24ª), com 28,79%, Serra Talhada,  27ª com 27,88%, Tabira, 32ª, com 25,99%, Arcoverde em 33ª com 25,87%, Custódia em 36ª, com 25,34%, Carnaíba em 37ª, com 25,04%, Brejinho na posição 40 com 24,85%, Sertânia em 59ª, com 22,06%.

A lista dos sertanejos tem ainda São José do Belmonte (64ª posição), com 21,24%, Santa Cruz da Baixa Verde (65ª), com 21,18%, Iguaracy (89ª), com 17,25%, Santa Terezinha (89ª), com 16,51%, Floresta (98ª), com 15,2%, Salgueiro,  na 134ª posição com 5,45%, Tuparetama em 135ª, com 4,74%, e Tacaratu na 141ª posição,  com apenas 0,11%.

Como o levantamento foi feito com base nos sites e portais de transparência dos municípios, é nem possível que parte da informação esteja incompleta por falta de municipamento das páginas nos municípios,  algo mais comum no interior. Isso explica cidades aparecendo com menos de 15% de vacinados com primeira dose, algo irreal hoje.

Também não foram levantadas todas as cidades do estado justamente por falta de informações.

Em dez municípios, a TV Globo encontrou dados parciais de vacinação. Os municípios que se encaixam nesse grupo são: Caruaru, Jurema, Lajedo, Panelas, Sairé e São Bento do Una, no Agreste; Araripina, Petrolina e Trindade, no Sertão; e Carpina, na Mata Norte.

Um outro grupo, de 29 municípios, não informa a quantidade de doses aplicadas nem o total de pessoas vacinadas com cada dose.

Essas cidades são: Angelim, Barra de Guabiraba, Bonito, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Feira Nova, Iati, Jataúba, João Alfredo, Machados, Orobó, Passira, Poção, Santa Maria do Cambucá, Tacaimbó e Vertente do Lério, no Agreste; Paulista, na Região Metropolitana; Afrânio, Belém do São Francisco, Dormentes, Ingazeira, Ipubi, Orocó e Santa Maria da Boa Vista, no Sertão; Aliança, Joaquim Nabuco, Lagoa do Carro, São Benedito do Sul e Tamandaré, na Zona da Mata.

Os portais da transparência de Angelim, no Agreste, e de Joaquim Nabuco, na Zona da Mata, estavam fora do ar durante os dias de análise dos dados.

Nos portais de transparência de Belém do São Francisco e de Santa Maria da Boa Vista, no Sertão, há um link para uma página de acompanhamento da vacinação contra a Covid, mas a página está fora do ar.

Veja levantamento e arraste para o lado para ver os percentuais:

Região Município População*** Vacinados com 1ª dose % da população vacinada com 1ª dose
Sertão Carnaubeira da Penha 13.025 6.098 46,82%
Sertão Itacuruba 4.966 2.316 46,64%
Agreste Alagoinha 14.718 5.612 38,13%
Agreste Águas Belas 43.686 16.334 37,39%
Sertão Flores 22.618 8.368 37,00%
Sertão Betânia 12.765 4.475 35,06%
Sertão Triunfo 15.243 5324 34,93%
Agreste Bom Conselho 48.767 16.682 34,21%
Agreste Cumaru 10.192 3.393 33,29%
Região Metropolitana Recife 1.653.461 541.919 32,77%
Sertão Jatobá 14.850 4.855 32,69%
Sertão Itapetim 13.553 4.336 31,99%
Sertão Cabrobó 34.503 11.020 31,94%
Agreste Limoeiro 56.198 17.942 31,93%
Sertão Calumbi 5.747 1.820 31,67%
Agreste Itaíba 26.308 8.278 31,47%
Sertão Solidão 6.021 1.875 31,14%
Agreste Frei Miguelinho 15.546 4.707 30,28%
Agreste Saloá 15.862 4.772 30,08%
Sertão Afogados da Ingazeira 37.404 11.197 29,94%
Sertão São José do Egito 34.056 10.071 29,57%
Agreste Garanhuns 140.577 41.274 29,36%
Sertão Quixaba 6.805 1.959 28,79%
Agreste Capoeiras 20.048 5.722 28,54%
Agreste Paranatama 11.566 3.225 27,88%
Sertão Serra Talhada 86.915 24.233 27,88%
Agreste Surubim 65.647 17.985 27,40%
Sertão Verdejante 9.553 2.594 27,15%
Agreste Brejão 8.987 2.428 27,02%
Zona da Mata Buenos Aires 13.190 3.454 26,19%
Sertão Tabira 28704 7459 25,99%
Sertão Arcoverde 74.822 19.353 25,87%
Zona da Mata Tracunhaém 13.813 3.512 25,43%
Agreste Riacho das Almas 20.646 5.248 25,42%
Sertão Custódia 37.375 9.469 25,34%
Sertão Carnaíba 19.609 4.910 25,04%
Sertão Exu 31.766 7.949 25,02%
Sertão Mirandiba 15.470 3.845 24,85%
Sertão Brejinho 7.488 1.861 24,85%
Agreste São Caetano 37.368 9.246 24,74%
Zona da Mata Paudalho 56.933 14.028 24,64%
Região Metropolitana Olinda 393.115 94.729 24,10%
Agreste Calçado 11.018 2.644 24,00%
Agreste Bom Jardim 39.983 9.456 23,65%
Zona da Mata Vicência 32.772 7.701 23,50%
Agreste São Joaquim do Monte 21.398 5.027 23,49%
Sertão Serrita 19.196 4.501 23,45%
Agreste Canhotinho 24.773 5.792 23,38%
Zona da Mata Nazaré da Mata 32.573 7.593 23,31%
Região Metropolitana Cabo de Santo Agostinho 208.944 48.402 23,17%
Agreste Bezerros 60.880 14.018 23,03%
Agreste Jupi 14.922 3.397 22,77%
Agreste Pesqueira 67.735 15.315 22,61%
Região Metropolitana Moreno 63.294 14.135 22,33%
Agreste Lagoa dos Gatos 16.318 3.642 22,32%
Agreste Lagoa do Ouro 13.224 2.922 22,10%
Sertão Santa Filomena 14.562 3.213 22,06%
Sertão Sertânia 36.050 7.953 22,06%
Sertão Parnamirim 22.106 4.871 22,03%
Sertão Terra Nova 10.206 2.239 21,94%
Agreste Caetés 28.904 6.167 21,34%
Zona da Mata Itaquitinga 17.006 3.626 21,32%
Agreste Venturosa 18.661 3.969 21,27%
Sertão São José do Belmonte 34.021 7.226 21,24%
Sertão Santa Cruz da Baixa Verde 12.650 2.679 21,18%
Zona da Mata Camutanga 8.572 1.815 21,17%
Sertão Ouricuri 69.969 14.177 20,26%
Sertão Ibimirim 29.412 5.954 20,24%
Sertão Granito 7.537 1.518 20,14%
Zona da Mata Macaparana 25.472 5.099 20,02%
Zona da Mata Goiana 80.055 16.018 20,01%
Sertão Petrolândia 36.901 7.373 19,98%
Sertão Santa Cruz 15.558 3.075 19,76%
Agreste Cupira 24.173 4.712 19,49%
Zona da Mata Vitória de Santo Antão 139.583 26.789 19,19%
Agreste Sanharó 26.890 5.147 19,14%
Região Metropolitana Camaragibe 158.899 30.244 19,03%
Zona da Mata Timbaúba 52.802 10.023 18,98%
Sertão Bodocó 38.378 7.217 18,81%
Agreste Correntes 18.268 3.413 18,68%
Zona da Mata Lagoa de Itaenga 18.252 3.379 18,51%
Agreste Ibirajuba 7.768 1.412 18,18%
Região Metropolitana Igarassu 118.370 21.424 18,10%
Agreste Taquaritinga do Norte 29.127 5.270 18,09%
Agreste Casinhas 14.368 2.537 17,66%
Agreste Altinho 22.984 4.051 17,63%
Agreste Gravatá 84.699 14.749 17,41%
Agreste Pedra 22.668 3.924 17,31%
Sertão Iguaracy 12.247 2.113 17,25%
Zona da Mata Ferreiros 12.170 2.093 17,20%
Sertão Inajá 23.645 4.008 16,95%
Zona da Mata São José da Coroa Grande 21.586 3.644 16,88%
Sertão Santa Terezinha 11.865 1.959 16,51%
Zona da Mata Glória do Goitá 30.751 5.055 16,44%
Sertão Moreilândia 11.270 1.841 16,34%
Região Metropolitana Jaboatão dos Guararapes 706.867 114.842 16,25%
Agreste Vertentes 20.954 3.379 16,13%
Zona da Mata Chã Grande 21.815 3.487 15,98%
Zona da Mata Cortês 12.560 1.966 15,65%
Zona da Mata Palmares 63.500 9.782 15,40%
Agreste Salgadinho 11.068 1.696 15,32%
Sertão Floresta 33.184 5.043 15,20%
Região Metropolitana Abreu e Lima 100.346 15.207 15,15%
Zona da Mata Primavera 15.101 2.272 15,05%
Agreste Jucati 11.485 1.717 14,95%
Agreste Belo Jardim 76.687 11.453 14,93%
Zona da Mata Pombos 27.148 4.018 14,80%
Zona da Mata Ribeirão 47.616 7.028 14,76%
Agreste Buíque 58.919 8.326 14,13%
Zona da Mata Itambé 36.471 5.078 13,92%
Agreste Camocim de São Félix 18.900 2.526 13,37%
Região Metropolitana Ipojuca 97.669 12.847 13,15%
Agreste São Vicente Férrer 18.085 2.344 12,96%
Sertão Manari 21.776 2.809 12,90%
Agreste Tupanatinga 27.551 3.483 12,64%
Região Metropolitana São Lourenço da Mata 114.079 14.346 12,58%
Zona da Mata Catende 43.340 5.445 12,56%
Zona da Mata Barreiros 42.764 5.335 12,48%
Zona da Mata Quipapá 26.175 3.186 12,17%
Zona da Mata Condado 26.590 3.235 12,17%
Agreste Santa Cruz do Capibaribe 109.897 13.143 11,96%
Zona da Mata Rio Formoso 23.628 2.794 11,82%
Zona da Mata Escada 69.292 8.174 11,80%
Zona da Mata Xexéu 14.757 1.736 11,76%
Região Metropolitana Araçoiaba 20.733 2.410 11,62%
Agreste Toritama 46.164 5.265 11,40%
Zona da Mata Belém de Maria 12.122 1.368 11,29%
Zona da Mata Maraial 11.220 1.252 11,16%
Região Metropolitana Ilha de Itamaracá 26.672 2.936 11,01%
Zona da Mata Amaraji 22.870 2.442 10,68%
Zona da Mata Gameleira 31.318 3.155 10,07%
Zona da Mata Água Preta 37.082 3.724 10,04%
Agreste Palmeirina 7.600 749 9,86%
Sertão Cedro 11.891 1.082 9,10%
Zona da Mata Sirinhaém 46.361 4.084 8,81%
Sertão Lagoa Grande 25.849 2.190 8,47%
Agreste Agrestina 25.065 1.955 7,80%
Zona da Mata Jaqueira 11.644 866 7,44%
Sertão Salgueiro 61.249 3.340 5,45%
Sertão Tuparetama 8.256 391 4,74%
Região Metropolitana Itapissuma 26.900 1.103 4,10%
Zona da Mata Chã de Alegria 13.556 523 3,86%
Agreste Terezinha 7.198 131 1,82%
Agreste São João 22.899 324 1,41%
Sertão Tacaratu 26.106 30 0,11%