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Menos da metade dos deputados comparece à Assembleia Legislativa

Por Nill Júnior

Do Diário de Pernambuco

Os deputados da Assembleia Legislativa continuaram em ritmo de recesso nesta segunda-feira (04). Dos 49 representantes do Legislativo estadual, apenas 21 estiveram presentes na sessão plenária que durou 29 minutos. Apenas dois oradores se inscreveram para falar. Teresinha Nunes (PSDB), no pequeno expediente, e Silvio Costa Filho (PTB), no grande expediente.

A sessão plenária foi presidida pelo deputado André Campos (PSB), na ausência do presidente do Poder, Guilherme Uchôa (PDT), que chegou atrasado e se sentou no plenário, onde ficou conversando com a deputada Laura Gomes (PSB).

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O esvaziamento foi novamente constatado um dia depois de o Diario de Pernambuco revelar um balanço do primeiro semestre da Assembleia no qual pelo menos 20% dos deputados faltavam às sessões legislativas, onde projetos são discutidos e votados. Nos primeiros meses do ano, o número de ausências na Casa chegou a 711 durante as 70 sessões ocorridas. Hoje, não houve debate algum sobre os projetos em pauta. Dos dez mais deputados mais faltosos no primeiro semestre, como Vinícius Labanca (PSB), Sebastião Oliveira (PR), Diogo Moraes (PSB), Pedro Serafim Neto (PDT). Isaltino Nascimento (PSB), Teresa Leitão (PT), Ricardo Costa (PMDB), Odacy Amorim (PT), Henrique Queiroz (PR) e Julio Cavalcanti (PTB), apenas este último estava presente.

Veja abaixo, os deputados que estiveram na sessão de hoje:

Adalton Santos (PSB)
Aluísio Lessa (PSB)
André Campos (PSB)
Ângelo Ferreira (PSB)
Antônio Moraes (PSDB)
Cleiton Collins (PP)
Augusto César (PTB)
Daniel Coelho (PSDB)
Everaldo Cabral (PP)
Guilherme Uchôa (PDT)
Gustavo Negromonte
Isaltino Nascimento (PSB)
João Fernando Coutinho (PSB)
Julio Cavalcanti (PTB)
Laura Gomes (PSB)
Zé Maurício (PP)
Raquel Lyra (PSB)
Silvio Costa Filho (PTB)
Teresinha Nunes (PSDB)
Tony Gel (PMDB)
Waldemar Borges (PSB)

Outras Notícias

Serra Talhada lidera geração de emprego de janeiro a abril no Pajeú

Capital do xaxado registrou 1.224 admissões e 1.109 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 115 empregos  no período. Pior resultado no Pajeú é de Tabira, que perdeu 31 vagas formais.  Por Juliana Lima  Segundos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a cidade de Serra Talhada liderou a geração de empregos formais […]

Capital do xaxado registrou 1.224 admissões e 1.109 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 115 empregos  no período. Pior resultado no Pajeú é de Tabira, que perdeu 31 vagas formais. 

Por Juliana Lima 

Segundos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a cidade de Serra Talhada liderou a geração de empregos formais no acumulado do ano de 2022.

No período de janeiro a abril, a capital do xaxado registrou 1.224 admissões e 1.109 desligamentos, resultando em um saldo de 115 empregos e variação relativa de 1,21%. O segundo melhor resultado da região é de Afogados da Ingazeira, que obteve 406 admissões e 331 desligamentos, resultando em um saldo de 75 empregos e variação relativa de 3,07%.

Além de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, registraram saldo positivo no período no Pajeú as cidades de São José do Egito (32), Itapetim (22), Iguaracy (12), Tuparetama (12), Calumbi (11), Quixaba (4) e Ingazeira (2). Triunfo ficou com saldo zerado e as demais fecharam os quatro primeiros meses do ano no vermelho: Santa Cruz da Baixa Verde (-2), Solidão (-3), Flores (-10), Brejinho (-24), Carnaíba (-24), Santa Terezinha (-23) e Tabira (-31).

No total, o Sertão de Pernambuco gerou saldo de 2.647 empregos formais nos primeiros quatro meses de 2022. Os melhores resultados são de Petrolina (1.021), Lagoa Grande (337), Inajá (210), Araripina (182), Serra Talhada (115), Salgueiro (93) e Afogados da Ingazeira (75). O pior resultado é de Belém do São Francisco (-74).

SERTÃO DO MOXOTÓ 

  1. Inajá (210)
  2. Arcoverde (43)
  3. Custódia (16)
  4. Ibimirim (5)
  5. Betânia (2)
  6. Manari (-3)
  7. Sertânia (-8)

SERTÃO DO PAJEÚ 

  1. Serra Talhada (115)
  2. Afogados da Ingazeira (75)
  3. São José do Egito (32)
  4. Itapetim (22)
  5. Iguaracy (12)
  6. Tuparetama (12)
  7. Calumbi (11)
  8. Quixaba (4)
  9. Ingazeira (2)
  10. Triunfo (0)
  11. Santa Cruz da Baixa Verde (-2)
  12. Solidão (-3)
  13. Flores (-10)
  14. Brejinho (-24)
  15. Carnaíba (-24)
  16. Santa Terezinha (-23)
  17. Tabira (-31)

SERTÃO CENTRAL 

  1. Salgueiro (93)
  2. São José do Belmonte (34)
  3. Mirandiba (5)
  4. Cedro (2)
  5. Parnamirim (0)
  6. Serrita (0)
  7. Verdejante (-7)

SERTÃO DE ITAPARICA 

  1. Floresta (41)
  2. Petrolândia (41)
  3. Itacuruba (1)
  4. Carnaubeira da Penha (0)
  5. Tacaratu (0)
  6. Jatobá (-66)
  7. Belém do São Francisco (-74)

SERTÃO DO ARARIPE 375

  1. Araripina (182)
  2. Trindade (53)
  3. Exu (47)
  4. Ipubi (28)
  5. Santa Filomena (27)
  6. Ouricuri (19)
  7. Santa Cruz (10)
  8. Moreilândia (7)
  9. Granito (2)
  10. Bodocó (-21)

SERTÃO DO SÃO FRANCISCO 

  1. Petrolina (1.021)
  2. Lagoa Grande (337)
  3. Santa Maria da Boa Vista (58)
  4. Cabrobó (41)
  5. Afrânio (37)
  6. Orocó (-6)
  7. Terra Nova (-17)
  8. Dormentes (-26)

Confira o balanço do acumulado do ano (janeiro a abril) no Sertão:

  1. Petrolina (1.021)
  2. Lagoa Grande (337)
  3. Inajá (210)
  4. Araripina (182)
  5. Serra Talhada (115)
  6. Salgueiro (93)
  7. Afogados da Ingazeira (75)
  8. Santa Maria da Boa Vista (58)
  9. Trindade (53)
  10. Exu (47)
  11. Arcoverde (43)
  12. Cabrobó (41)
  13. Floresta (41)
  14. Petrolândia (41)
  15. Afrânio (37)
  16. São José do Belmonte (34)
  17. São José do Egito (32)
  18. Ipubi (28)
  19. Santa Filomena (27)
  20. Itapetim (22)
  21. Ouricuri (19)
  22. Custódia (16)
  23. Iguaracy (12)
  24. Tuparetama (12)
  25. Calumbi (11)
  26. Santa Cruz (10)
  27. Moreilândia (7)
  28. Ibimirim (5)
  29. Mirandiba (5)
  30. Quixaba (4)
  31. Betânia (2)
  32. Cedro (2)
  33. Granito (2)
  34. Ingazeira (2)
  35. Itacuruba (1)
  36. Carnaubeira da Penha (0)
  37. Parnamirim (0)
  38. Serrita (0)
  39. Tacaratu (0)
  40. Triunfo (0)
  41. Santa Cruz da Baixa Verde (-2)
  42. Manari (-3)
  43. Solidão (-3)
  44. Orocó (-6)
  45. Verdejante (-7)
  46. Sertânia (-8)
  47. Flores (-10)
  48. Terra Nova (-17)
  49. Bodocó (-21)
  50. Santa Terezinha (-23)
  51. Brejinho (-24)
  52. Carnaíba (-24)
  53. Dormentes (-26)
  54. Tabira (-31)
  55. Jatobá (-66)
  56. Belém do São Francisco (-74)
Prefeito de Triunfo diz não pensar em eleições

Por Thyago André Em entrevista aos apresentadores Luciano Lima e Thyago André do programa Rádio Notícias, da Rádio Triunfo FM, nesta quinta feira, 28, o prefeito de Triunfo/PE João Batista (PSB) revelou que neste momento sua dedicação está centrada no combate ao Coronavirus no Munícipio. Durante o programa o gestor falou dos recursos aplicados durante […]

Por Thyago André

Em entrevista aos apresentadores Luciano Lima e Thyago André do programa Rádio Notícias, da Rádio Triunfo FM, nesta quinta feira, 28, o prefeito de Triunfo/PE João Batista (PSB) revelou que neste momento sua dedicação está centrada no combate ao Coronavirus no Munícipio.

Durante o programa o gestor falou dos recursos aplicados durante a pandemia recebidos pela Prefeitura de Triunfo pelos governos federal e estadual e emendas parlamentares.

Ainda fez recomendações à população para evitar a contaminação comunitária, se posicionou a respeito de temas apresentados pela população, como a escuridão do Parque Dona Marizete no Loteamento São Vicente, que está se tornando ponto de encontro para consumo de drogas.

Ainda anunciou a conclusão do novo hospital público e um pacote de obras que deve ser tocadas no segundo semestre de 2020 em Triunfo.

Sobre o pleito municipal, ainda agendado pelo calendário eleitoral do TSE para 04 de outubro, Joao Batista afirmou que nesse momento não tem cabeça para pensar sobre a sucessão ao cargo de prefeito.

Disse que atualmente ele e o ex-prefeito Luciano Bonfim (Avante), líder do grupo situacionista, estão direcionados para atenuar os males causados pela Covid-19 na saúde das pessoas, assim como seus efeitos na economia, turismo e serviços afetados pela paralisação das atividades.

Contudo, reafirmou que apesar de ter direito à reeleição e os resultados positivos do seu governo garantirem bons índices de gestão, não faz parte dos seus planos disputar as eleições em 2020.

Porém, deixou claro que deve continuar na política e que “pretende no futuro ser um colaborador atuante nas causas relevantes de Triunfo”.

A patada desnecessária de Miguel Duque

Presidente do IPA por ser político, pré-candidato a Deputado Federal para marcar território político, possível candidato a prefeito em 2028 por ser político, Miguel Duque reage a pergunta sobre… seu futuro político. O radialista Francys Maya fez uma pergunta óbvia, que qualquer jornalista faria a Miguel Duque: se seu grupo está coeso e se ele […]

Presidente do IPA por ser político, pré-candidato a Deputado Federal para marcar território político, possível candidato a prefeito em 2028 por ser político, Miguel Duque reage a pergunta sobre… seu futuro político.

O radialista Francys Maya fez uma pergunta óbvia, que qualquer jornalista faria a Miguel Duque: se seu grupo está coeso e se ele está recebendo apoios para ser candidato a Deputado Federal. Ainda se a candidatura é sem volta.

Miguel respondeu que por ser presidente do IPA só vai discutir eleição no momento certo. “A gente tem que focar nas ações de Estado”. Maya pergunta se o grupo de Miguel, dada a disposição de não debater eleição agora, estaria liberado para buscar outros nomes. Miguel reage: “eu acho que a gente deve ter um pouco de responsabilidade até quando está fazendo uma entrevista”.

A essa altura do campeonato, é óbvio que Miguel deve colocar seu nome para marcar posição e gerar recall para 2028. A ação de Miguel gerou a reação do comunicador, com uma pergunta que poderia ser traduzida como um “ah tá, sei…” Duque não precisava ser grosseiro no contraponto.

Maya teve muito controle emocional para não reagir à altura. É um raro momento em que perguntar sobre política e futuro a um político gera uma reação desproporcional. Miguel deveria ouvir mais o pai. E precisa entender que, como se propôs a deixar sua confortável vida para mergulhar na política, deve separar a reação que teria sendo abordado no Riomar, por exemplo, com a de político no Sertão, onde deve explicações e respeito à atividade jornalística. Uma patada desnecessária…

Doutor em história fala sobre a Data Magna de Pernambuco

Celebrada em 6 de março, a Data Magna relembra a Revolução Pernambucana de 1817, movimento que tornou o estado independente do Brasil colônia durante 75 dias. A República de Pernambuco, apesar de breve, marcou a história do país, deixou um legado de luta e resistência. Nesta segunda-feira (6), o programa A Tarde é Sua da […]

Celebrada em 6 de março, a Data Magna relembra a Revolução Pernambucana de 1817, movimento que tornou o estado independente do Brasil colônia durante 75 dias. A República de Pernambuco, apesar de breve, marcou a história do país, deixou um legado de luta e resistência.

Nesta segunda-feira (6), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, conversou com Professor Dr. Augusto César Acioly Paz Silva – docente e coordenador do curso de licenciatura em História do centro de ensino superior de Arcoverde – AESA-CESA e professor permanente do Profhistoria UFPE/ programa de pós-graduação em História da UFRPE.

Ele falou sobre a importância da data em diversos sentidos, como na construção da identidade do povo pernambucano.

O professor destacou que o feriado, que só foi promulgado em 2017, ainda não foi internalizado pelos pernambucanos. “Mas ele tem importância fundamental. Não só nos processos históricos de Pernambuco, como do país, mas também naquilo que a gente chama de construção de uma identidade”, destacou.

O professor César Acioly, chamou a atenção para as referências históricas, como a bandeira e as datas comemorativas, lembrando que não são naturais, como as pessoas pensam e sim que fazem parte de construções históricas, muitas vezes sócio-culturais.

“O seis de março é voltado para um movimento que aconteceu em Pernambuco há mais de 200 anos. Em 2017 foi comemorado o bicentenário da Revolução Pernambucana e nesse momento festivo é foi que surgiu toda essa discussão relacionada a construção de um feriado”.

Acioly lembrou ainda que o dia 6 de março, não pode ser encarado apenas como um dia de lazer, mas que sirva principalmente para rememorar. “Do século XVIII pra cá, esses feriados trazem marcas que em grande medida constrói significados”. 

“Em 1817 Pernambuco foi um país, ou seja, se desvinculo do vamos dizer assim, império Português naquele momento porque é bom e interessante a gente lembrar que em 1817 o Brasil não existia como nação”.

O professor explica que Pernambuco pensa em se separar como uma saída exatamente no primeiro momento para tentar se confrontar com a sede principal do poder que estava no Rio de Janeiro. 

“Pernambuco estava se sentindo desprestigiado, inclusive do ponto de vista econômico. As taxas e os impostos eram muito altos, mas não só por conta disso, por conta de também todo um conjunto de ideias que estavam muito bem ordenadas naquele momento histórico que era a defesa das liberdades.

Questionado sobre a interligação do Iluminismo e da revolução francesa com, com a de Pernambuco, o professor Acioly destaca que as relações são totalmente vinculadas. “Porque os ideais liberais, o Iluminismo, tá vinculado exatamente a consciência de que essas liberdades têm que ser defendidas. Esses ideais vão circular na cabeça de muitos desses revolucionais de 1817”, destacou.

Professor César Acioly destaca ainda que movimentos como a revolução de 1817 em Pernambuco não são isolados. Ouça a entrevista completa abaixo:

 

Wellington da LW apela para o desarmar dos palanques e promete governar pra todos

Gratidão! Essa é a palavra que define o meu sentimento nesse momento! Durante esses dias vivi uma intensidade de sentimentos. Vivenciamos uma batalha que antes, para mim, era desconhecida, tudo muito novo para se experimentar em um curto período de 120 dias. Mantive em minhas palavras, sentimentos e ações, sendo o mais verdadeiro possível, como […]

Gratidão! Essa é a palavra que define o meu sentimento nesse momento!

Durante esses dias vivi uma intensidade de sentimentos. Vivenciamos uma batalha que antes, para mim, era desconhecida, tudo muito novo para se experimentar em um curto período de 120 dias.

Mantive em minhas palavras, sentimentos e ações, sendo o mais verdadeiro possível, como sempre fui em toda minha vida.

Deixei claro para todos vocês que não havia vaidade em ser prefeito, mas, um desejo grande de servir minha terra e meu povo pelos próximos quatro anos, fazendo disso uma missão de vida, em agradecimento à todas as minhas conquistas pessoais e profissionais que Arcoverde me deu.

Vi meu nome e da minha família, o bem mais precioso que tenho, serem atacados com calúnias e injúrias em meio a uma guerra eleitoral.

Vi pessoas sorrindo e chorando, abraçadas a uma bandeira com o meu nome e do Delegado Israel, e isso aumentou ainda mais o meu comprometimento.

Sempre deixei claro que quando entro em uma competição só entro para ganhar!

Permaneci firme no próposito e focado na vitória, pois, sabia que o meu passado e a minha história de vida seriam reconhecidos pela maioria dos arcoverdenses. E assim foi!

Dia 15 de novembro de 2020, dia do meu aniversário e o dia da vitória será lembrado pelo resto de minha vida.

Quero aqui agradecer a minha família, especialmente minha esposa Rejane pela dedicação e apoio nas horas mais difíceis, a prefeita Madalena pela indicação, ao meu companheiro nessa nova jornada Delegado Israel, aos coordenadores de campanha, à equipe de comunicação, à militância, aos que seguravam a nossa bandeira em meio ao sol e a todos que participaram direta ou indiretamente dessa vitória.

Agradecer à todas as pessoas que me receberam em suas casas, em especial, ao sorriso das crianças, o respeito dos idosos e aos 17.832 eleitores que confiaram em nosso projeto político.

Agradeço também, aqueles que não votaram mas ouviram de forma respeitosa as minhas propostas.

Nesse momento, convoco aqueles que disputaram essa eleição, para que desfaçam os palanques e sigam unidos, no propósito de construir um futuro ainda melhor para nossa terra e para o nosso povo com mais trabalho, saúde e qualidade de vida e que possamos a cada ano, comemorar avanços significativos na vida dos arcoverdenses.

Não serei o prefeito apenas de um grupo político, serei o prefeito para servir à todas as cores de Arcoverde.

Gratidão, gratidão, gratidão!

Wellington Maciel

Prefeito eleito