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Mário Filho diz que prefeito de Ingazeira foi ingrato por não ter votado em Dilma

Por Nill Júnior

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por Anchieta Santos

Presidente do PTB de Ingazeira e Coordenador da campanha de Armando Monteiro ao governo de Pernambuco, Mário Viana Filho falou nesta quinta (09) sobre a eleição em seu município a Rádio Cidade FM de Tabira. Mário disse que o prefeito Luciano Torres tinha obrigação de fazer os seus candidatos majoritários em Ingazeira.

O petebista por várias vezes citou a baixa diferença de apenas 253 votos de Paulo para Armando. Mostrou números equilibrados da votação em Santa Rosa e outras áreas. Aproveitou para citar que o Prefeito Luciano Torres não visitou todas as residências, pois deixou de cumprir muitas promessas da eleição municipal.

Revelou que o governo contratou muita gente no período da campanha para demitir depois, só em troca de votos. Considerou uma ingratidão de Luciano Torres não ter votado em Dilma que tantas obras trouxe para Ingazeira. Mário deixou claro que se deve votar nas pessoas e não nos partidos e Luciano mesmo sendo do PSB, poderia ter sido grato a presidente Dilma.

Sobre os seus deputados Silvio Costa Filho e Ricardo Teobaldo, a liderança Ingazeirense disse que eles foram vencedores num processo desigual. Sobre a sucessão municipal, Mário deixou claro que colocará o seu nome a disposição do grupo de oposição e que poderá até mesmo compor uma chapa com Beta, vice atual que rompeu com o prefeito socialista.

Outras Notícias

Amupe Capacita realiza cursos em parceria com o Sebrae

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) concluiu, nesta quinta (28) e sexta-feira (29), duas capacitações dentro do programa Amupe Capacita, iniciativa que busca ampliar o conhecimento de técnicos e técnicas municipais e fortalecer a gestão pública em todo o estado. As formações realizadas foram o curso TransfereGov – Módulo C e o curso de Agentes […]

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) concluiu, nesta quinta (28) e sexta-feira (29), duas capacitações dentro do programa Amupe Capacita, iniciativa que busca ampliar o conhecimento de técnicos e técnicas municipais e fortalecer a gestão pública em todo o estado. As formações realizadas foram o curso TransfereGov – Módulo C e o curso de Agentes de Desenvolvimento, ambos em parceria com o Sebrae Pernambuco.

Na abertura, a gerente técnica da Amupe, Ana Nery, ressaltou a importância da capacitação contínua para aprimorar a administração pública municipal e ampliar as oportunidades de crescimento para os municípios pernambucanos. “Acreditamos que estes espaços são a chave para fortalecer a gestão municipal. Quanto mais qualificados estão os técnicos e técnicas, mais condições os municípios terão de organizar seus processos, captar recursos e transformar esse conhecimento em benefícios reais para a população”, destacou a gerente técnica.

O curso TransfereGov – Módulo C contou com representantes de 14 cidades: Recife, Garanhuns, Parnamirim, Panelas, Bodocó, Bezerros, Jucati, Ibirajuba, Brejo da Madre de Deus, Jaboatão dos Guararapes, Itaíba, Paulista, Belo Jardim e Palmeirina. Um dos participantes foi o secretário de Governo de Panelas, André Igor, que também participou dos módulos A e B do TransfereGov no início do ano, em Garanhuns. Para ele, a formação promovida pela Amupe abre um novo mundo de oportunidades e possibilita maior organização dos fluxos administrativos no município. 

Já o curso de Agente de Desenvolvimento contou com a participação de servidores de São José da Coroa Grande, Nazaré da Mata, Xexéu, Itambé, Vicência, Machados, Aliança, Feira Nova e Glória do Goitá. O presidente da Amupe, Marcelo Gouveia, destacou o compromisso da entidade com a qualificação dos municípios. “A Amupe acredita que investir em capacitação é investir em gestão pública eficiente. Esses cursos são fundamentais para que os municípios estejam mais preparados, organizados e capazes de atender melhor às demandas da população pernambucana”, afirmou.

“Pazuello disse que precisará ouvir Palácio sobre compra da Coronavac”, diz Flávio Dino

Foto: Aurélio Pereira/MS Governadores fizeram reunião virtual com ministro da Saúde nesta terça, para discutir a política de vacinação. Andréia Sadi/G1 O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse a governadores, nesta terça-feira (8), que precisará ouvir o Palácio do Planalto a respeito da compra da vacina contra Covid-19 que está sendo produzida pelo laboratório chinês […]

Foto: Aurélio Pereira/MS

Governadores fizeram reunião virtual com ministro da Saúde nesta terça, para discutir a política de vacinação.

Andréia Sadi/G1

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse a governadores, nesta terça-feira (8), que precisará ouvir o Palácio do Planalto a respeito da compra da vacina contra Covid-19 que está sendo produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. O relato é do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), que participa via videoconferência da reunião. Ele disse ao blog que questionou Pazuello se o ministério fará a compra da vacina de São Paulo, conforme documento assinado no dia 19 de outubro.

“Pazuello disse que era um memorando de intenções e que, quando aprovada, precisará ouvir o Palácio”, relatou Dino.

Pazuello enviou no dia 19 de outubro ao Diretor-Geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, um ofício em que confirmava a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, mas foi desautorizado pelo presidente Bolsonaro na época.

Depois da pergunta de Dino, outros cinco governadores voltaram ao tema. “Aí, o ministro disse que precisa saber se a Anvisa vai autorizar e, se tiver demanda, tem aquele período de 60 dias. E afirmou que só se poderá falar em vacina no final de fevereiro, ou seja, desautorizando o calendário de Doria. Está claro que há uma disputa política.”

Governadores como João Doria, de São Paulo, e Helder Barbalho, do Pará, fizeram críticas à gestão de Bolsonaro.

Para Dino, o ministro é bem-intencionado, mas não tem a caneta para resolver a questão da vacina pois o presidente politizou o tema.

Inédito no país, livro de inglês voltado ao agronegócio será lançado em Petrolina

O inglês tem sido a linguagem global dominante por um século, mas quando uma situação exige o domínio de vocabulários técnicos o brasileiro tem um baixo desempenho. Considera a Unesco que posicionou o Brasil na 46ª posição em um ranking que leva em conta 54 países com fluência na língua. Em Petrolina (PE), um projeto […]

O inglês tem sido a linguagem global dominante por um século, mas quando uma situação exige o domínio de vocabulários técnicos o brasileiro tem um baixo desempenho. Considera a Unesco que posicionou o Brasil na 46ª posição em um ranking que leva em conta 54 países com fluência na língua. Em Petrolina (PE), um projeto da escola de inglês AECUS quer trazer para o dia a dia dos produtores rurais do Vale do São Francisco mais de 800 termos específicos que existem no mundo dos negócios agrícolas.

O projeto ‘Agribusiness English Course’ consiste em três volumes de um livro didático que será lançado às 19h30 da próxima quarta-feira (23), no auditório do Petrolina Palace Hotel. A coletânea é uma iniciativa inédita no país. Até agora não havia material com vocabulário técnico voltado para o agronegócio que atendesse a demanda de produtores, engenheiros, pesquisadores agrônomos, dentre outros.

Segundo o diretor da AECUS, Júlio Bernardino, a ideia de desenvolver o livro surgiu em 2009, quando percebeu as dificuldades que os produtores do Vale do São Francisco tinham ao iniciarem um diálogo com estrangeiros, repleto de inglês técnico. “Na pratica, existe o inglês geral e o específico, de acordo com a área do conhecimento. Se o profissional não conhece os termos técnicos da sua área, dificulta a sua comunicação”, disse.

Júlio ainda explica que a obra didática também deve servir como uma espécie de dicionário. “Fizemos o primeiro volume, de uma série de três, com uma abordagem prática e bem fundamentada, a partir da pronúncia, para que o aluno possa falar e escrever da melhor forma possível”.

Para o evento de lançamento do primeiro volume do Agribusiness book está prevista também uma palestra com o tema ‘A importância do inglês no mundo dos negócios’. Na ocasião, estão sendo aguardados fruticultores, agrônomos, estudantes e professores universitários. De acordo com o gestor da AECUS, o segundo volume será lançado no início de junho.

Covid-19: Afogados promove ações direcionadas aos profissionais da linha de frente 

A Prefeitura de Afogados inicia nesta quinta-feira (12), as ações do Programa Motivação e bem-estar: cuidando de quem cuida, direcionado aos profissionais que atuam na linha de frente no combate e prevenção a Covid-19.  O programa envolve uma equipe multidisciplinar, com profissionais de diversas áreas, numa ação integrada entre as Secretarias de Cultura e Esportes, […]

A Prefeitura de Afogados inicia nesta quinta-feira (12), as ações do Programa Motivação e bem-estar: cuidando de quem cuida, direcionado aos profissionais que atuam na linha de frente no combate e prevenção a Covid-19. 

O programa envolve uma equipe multidisciplinar, com profissionais de diversas áreas, numa ação integrada entre as Secretarias de Cultura e Esportes, Saúde e Assistência Social. 

Até o próximo dia 27 de agosto, todas as quintas, acontecerão atividades com os trabalhadores da vigilância sanitária e da unidade de campanha. 

As ações visam minimizar os impactos negativos da pandemia sobre os aspectos físicos, nutricionais e psicológicos dos trabalhadores. 

Eles convivem há mais de um ano com o medo de contágio e de transmissão para suas famílias, amigos e colegas, o stress inerente ao tipo de trabalho, a exaustão, o esgotamento físico, o adoecimento psicológico, incapacidade de relaxar, problemas gástricos, dentre outros. 

As atividades começam nesta quinta (12), na sede da vigilância em saúde, a partir das 16h. A orientação e prática de atividades físicas ficará sob a responsabilidade do professor Valcélio Lima. 

A nutricionista Mayara Pires fará uma palestra com orientações para uma boa alimentação, e a psicóloga Paloma Araújo abordará as questões relacionadas à saúde mental nesses tempos de pandemia.

“Flávio é tão competitivo quanto seria Jair Bolsonaro”, avalia Lavareda

“A divisão faz a força”. É com essa precisão cirúrgica que o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda define a eleição do ano que vem. Embora avalie o presidente Lula (PT) como favorito, o estudioso não vê o campo da direita desarrumado, como pregam alguns analistas políticos, e reforça o potencial do senador Flávio Bolsonaro […]

“A divisão faz a força”. É com essa precisão cirúrgica que o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda define a eleição do ano que vem. Embora avalie o presidente Lula (PT) como favorito, o estudioso não vê o campo da direita desarrumado, como pregam alguns analistas políticos, e reforça o potencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), recentemente ungido como candidato do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Flávio é tão competitivo quanto seria o pai se pudesse participar da eleição. O eleitor que votaria em Jair Bolsonaro provavelmente votará em Flávio. Não vejo grandes diferenças. Essa rejeição ao Flávio diminuirá ao longo do tempo, à medida que ficar mais claro para todo o eleitorado bolsonarista que ele de fato é um candidato ungido por seu pai. Então acho que ele terá de 90% a 95% daquele segmento eleitoral que votaria no ex-presidente. Não acho que o Flávio seria inviável. O que vai definir a eleição é a rejeição ao Lula. O candidato que o enfrentar no segundo turno vai ser diretamente beneficiado por essa rejeição. Então a aprovação e rejeição do Lula hoje são as variáveis básicas para a elaboração de qualquer prognóstico que se queira estimar com relação a 2026”, detalhou Lavareda, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, com Magno Martins.

Ao analisar a situação do campo da direita, Lavareda lembrou das campanhas que fez no passado para ressaltar seu ponto de vista. “Eu tenho uma perspectiva totalmente diferente (da maioria dos analistas). Já pilotei várias campanhas no Brasil todo. Desde que foi instituído o segundo turno, um dos piores problemas para quem disputa na cadeira, que é o caso do Lula, é ter uma oposição muito fragmentada. Porque o eleitorado deles se junta no segundo turno inexoravelmente, independentemente do acordo dos líderes. Ou seja, o eleitor se reagrega por adjacência ideológica. No caso, havendo segundo turno, vou deixar uma frase para você: a divisão faz a força”, cravou.