Márcia Conrado recebe Ronaldo de Dja e discute futuro
Por Nill Júnior
Para afastar os rumores de afastamento que circularam esta semana, o presidente da Câmara de Serra Talhada, Ronaldo de Dja, se reuniu com a prefeita Márcia Conrado.
O encontro foi divulgado pelo vereador. “Passei a tarde com a minha prefeita, amiga e prima Márcia Conrado. Seguimos unidos buscando melhorias para o povo serra-talhadense”.
A polêmica sobre suposto afastamento nasceu de outra foto, não publicada, de um encontro entre Ronaldo, Romero do Carro de Som e Sebastião Oliveira. Ronaldo negou o afastamento da gestora. O imbróglio estava no apoio ao federal apoiado e indicado por Márcia, Fernando Monteiro.
Márcia também postou o encontro em suas redes para afastar especulações. “É sempre bom conversar com pessoas que por opção de vida abraçaram a missão de garantir o bem estar do povo serra-talhadense. Foi assim minha conversa com o amigo e presidente da Câmara, Ronaldo de Dja”.
Dando continuidade às reuniões da Pactuação de Metas 2018, nesta sexta-feira (27.04), foi a vez do município do Jaboatão dos Guararapes receber a 6ª edição da iniciativa, realizada em conjunto com a Caravana da Educação. O encontro, que já passou pelas cidades de Timbaúba, Limoeiro, Paulista, Gravatá e Caruaru, envolveu, desta vez, gestores de todas […]
Dando continuidade às reuniões da Pactuação de Metas 2018, nesta sexta-feira (27.04), foi a vez do município do Jaboatão dos Guararapes receber a 6ª edição da iniciativa, realizada em conjunto com a Caravana da Educação. O encontro, que já passou pelas cidades de Timbaúba, Limoeiro, Paulista, Gravatá e Caruaru, envolveu, desta vez, gestores de todas as 94 escolas ligadas à Gerência Regional de Educação (GRE) Metropolitana Sul, a maior do Estado. Após comandar a abertura da reunião e conferir as atividades do polo cultural, na ETE Maximiano Accioly Campos, Paulo visitou o polo esportivo da Caravana, na EREM Rodolfo Aureliano.
“A gente vem participar mais uma vez da Caravana para acompanhar o trabalho e pedir o apoio para que as nossas pactuações atinjam os nossos objetivos. Mas venho também para agradecer o esforço, a dedicação e o trabalho de todos os professores e gestores. Eu sei que não é fácil o que eles fazem. Não é fácil fazer educação pública em nenhum lugar”, pontuou o governador.
A Caravana tem como objetivo aproximar a escola da população e fortalecer o protagonismo dos jovens da Rede Estadual. Divididas em três polos – Esportivo, Cultural e Central – as ações envolvem centenas de estudantes da rede, além de contar com o apoio e participação da comunidade escolar.
Atividades como competições esportivas, apresentações de dança e artes cênicas, doação de livros, oficinas, recitais e atividades de leituras movimentarão os Polos Esportivo e Cultural. As atividades foram realizadas na Escola Técnica Estadual (ETE) Maximiano Accioly Campos, que abrigou os polos Central e Cultural, além da reunião de Pactuação de Metas.
Pactuação – Já a Pactuação de Metas é um importante momento de discussão de metas para o ano de 2018 entre a Secretaria de Educação e as escolas, em parceria com a Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado (SEPLAG), para que todas conheçam suas metas com foco no Índice de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco (IDEPE).
À tarde, a partir das 14h30, os estudantes terceiranistas das escolas da regional participam do Polo Central. Lá, haverá apresentação dos projetos Enem, Tá Ligado?, com foco na preparação para o Enem, e PE no Campus, iniciativa lançada pelo Governo do Estado no final de 2017 que visa fortalecer ainda mais a educação pública de Pernambuco, por meio de um conjunto de ações de mobilização de estudantes e apoio financeiro, mediante bolsas, aos estudantes de baixa renda da Rede Estadual de Ensino que forem aprovados em instituições públicas de ensino superior.
Acompanharam o governador os secretários executivos de educação Ednaldo Alves (Gestão); Maria Medeiros (Educação Profissional); Ana Selva (Desenvolvimento da Educação); o secretário executivo de Segurança Institucional da Casa Militar, cel. Felipe Oliveira; e a secretária municipal de Educação, Ivaneide Dantas.
O Senado aprovou nesta terça-feira (22) por 60 votos a 19 o texto-base da proposta de reforma da Previdência. Após a aprovação, os parlamentares passaram à análise de quatro destaques (propostas para mudar a redação). Esta é a penúltima fase da tramitação da proposta de emenda à Constituição. Concluída a votação, a PEC seguirá para promulgação pelo plenário […]
O Senado aprovou nesta terça-feira (22) por 60 votos a 19 o texto-base da proposta de reforma da Previdência.
Após a aprovação, os parlamentares passaram à análise de quatro destaques (propostas para mudar a redação).
Esta é a penúltima fase da tramitação da proposta de emenda à Constituição. Concluída a votação, a PEC seguirá para promulgação pelo plenário do Congresso Nacional.
Entre outros pontos, o texto prevê idade mínima de aposentadoria para homens (65 anos) e mulheres (62 anos).
Por se tratar de emenda à Constituição, a proposta precisou ser submetida a dois turnos de votação e ter o apoio mínimo de 49 dos 81 senadores
No primeiro turno, a PEC foi aprovada por 56 votos a 19 e no segundo, por 60 votos a 19.
Antes de chegar ao plenário para ser analisada em segundo turno, a PEC recebeu o aval, mais cedo nesta terça, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Saiba abaixo os principais pontos da reforma aprovada:
Idade mínima e tempo de contribuição: a reforma da Previdência cria idade mínima de aposentadoria e estipula tempo mínimo de contribuição.
De acordo com o texto, as mulheres poderão se aposentar a partir dos 62 anos e os homens, a partir dos 65.
Para a iniciativa privada, será exigido tempo mínimo de contribuição de 15 anos para mulheres, e 20 anos para homens. No caso dos homens já no mercado de trabalho, o tempo será de 15 anos.
Com isso, não existirá mais aposentadoria por tempo de contribuição. Será necessário comprovar a idade e o tempo de contribuição.
No setor público, o tempo mínimo de contribuição previsto é de 25 anos para homens e mulheres (com 10 anos no serviço público e 5 no cargo).
Aposentadoria integral : a aposentadoria integral (100% do benefício) será concedida somente se a mulher contribuir por 35 anos e o homem, por 40 anos. O valor do benefício poderá ultrapassar 100% da média salarial se o trabalhador seguir na ativa após esse período.
Alíquotas: além de aumentar o tempo para se aposentar, a reforma também eleva as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS. Atualmente, o teto é de R$ 5.839,45, e o piso, igual ao salário mínimo (atualmente em R$ 998).
Pelo texto, as alíquotas efetivas (percentual médio sobre todo o salário) irão variar entre 7,5% e 11,68%. Hoje, variam de 8% a 11% no INSS e incidem sobre todo o salário.
Para os servidores públicos, as alíquotas efetivas irão variar de 7,5% a 16,79%. Atualmente, o funcionário público federal paga 11% sobre todo o salário, caso tenha ingressado antes de 2013. Quem entrou depois de 2013 paga de 11% ao teto do INSS.
Segundo a PEC, serão definidas as seguintes alíquotas progressivas:
Para quem ganha até um salário mínimo: 7,5%; mais de um salário mínimo a R$ 2 mil: 9%; de R$ 2.000,01 a R$ 3 mil: 12% ;de R$ 3.000,01 a R$ 5.839,45: 14%;de R$ 5.839,46 a R$ 10 mil: 14,5%;de R$ 10.000,01 a R$ 20 mil: 16,5%; de R$ 20.000.01 a R$ 39 mil: 19%; acima de R$ 39.000,01: 22%.
Candidato a Deputado Estadual, Anchieta Patriota foi o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Anchieta avaliou que faltou estrutura para chegar a um mandato. Ele obteve 31.253 votos. Chegou a falar na pré campanha na possibilidade de chegar a 45 mil. “O poder econômico manda muito. Achávamos que não teríamos menos […]
Candidato a Deputado Estadual, Anchieta Patriota foi o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Anchieta avaliou que faltou estrutura para chegar a um mandato. Ele obteve 31.253 votos. Chegou a falar na pré campanha na possibilidade de chegar a 45 mil.
“O poder econômico manda muito. Achávamos que não teríamos menos de 40 mil. Houve uma invasão de áreas onde seríamos bem votados. Só em Recife seriam sete mil votos. Foram pouco mais de três mil”, disse, agradecendo ao apoio de Danilo Cabral. Também culpou o não recadastramento biométrico de muitos eleitores. “Muita gente deixou de se recadastrar”.
Ele afirmou que não teve nenhuma decepção no Pajeú e citou Tabira como exemplo onde grupos rivais com Dinca Brandino e Arimateia estiveram apoiando seu projeto. Anchieta evitou polemizar com Totonho Valadares, que criticou o uso da máquina e disse que agora havia dois grupos na cidade entre os que o apoiaram e apoiaram Waldemar Borges.
“Totonho é um companheiro importante, já tinham externado essa sua posição e acredito que as coisas vão se resolver. Não houve pressão. Sabemos que Secretários de governo apoiaram outros candidatos e nem por isso foram exonerados”. Se for convocado ou não vou continuar lutando.
Prefeitura em 2016 ? Anchieta foi perguntado se é nome certo par voltar a ditar a Prefeitura de Carnaíba em 2016. “No tempo certo vai ter essa discussão. Vamos conversar e ver o que é melhor no momento adequado. Vamos pensar se é o nome de Zé Mário. Ele tá bem do ponto de vista administrativo”.
Prefeito Ricardo Ramos deixou de executar 23,81% de convênio firmado com o estado para execução de pavimentação na cidade. Ele não prestou contas dos recursos e foi multado em R$ 23.810. Por Juliana Lima Diante do Processo nº 2154784-1, a Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou irregulares as contas do Convênio nº 2.047/2012, celebrado entre […]
Prefeito Ricardo Ramos deixou de executar 23,81% de convênio firmado com o estado para execução de pavimentação na cidade. Ele não prestou contas dos recursos e foi multado em R$ 23.810.
Por Juliana Lima
Diante do Processo nº 2154784-1, a Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou irregulares as contas do Convênio nº 2.047/2012, celebrado entre o Estado de Pernambuco, por intermédio da Secretaria de Transportes, e o município de Ouricuri, com imputação de débito em desfavor do prefeito Francisco Ricardo Soares Ramos no valor de R$ 23.810 reais, corrigido monetariamente a partir da data do repasse (06/07/2012).
O débito é referente à parte não executada (23,81%) do montante repassado pelo Estado (R$ 100.000,00) ao município de Ouricuri. Além disso, diante da ausência de prestação de contas do Convênio nº 2.047/2012, foi aplicada multa no valor de R$ 15 mil ao prefeito Ricardo Ramos e de R$ 10 mil a Antônio Cézar Araújo Rodrigues.
Segundo o tribunal, as contas foram julgadas irregulares mediante análise das conclusões do Relatório Final da Comissão de Tomada de Contas Especial nº 008/2018, procedida pela então Secretaria de Transportes de Pernambuco – SETRA (cujas atribuições foram assumidas pela Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos – SEINFRA), e as do Relatório de Auditoria da Gerência de Auditoria da Infraestrutura e do Meio Ambiente (GIMA) do TCE.
Foi verificado que os serviços de pavimentação previstos no convênio “estão 76,19% executados, faltando assim, 23,81% dos serviços a serem executados”, como está registrado no Relatório de Visita da SETRA/PE, datado de 10/01/2017 (Parecer: 001/2017) e firmado pelo Gestor de Obras – Engenheiro Civil Elton Dave Tenório Cavalcanti. Além disso, não foi comprovado que o valor total repassado pelo Estado foi aplicado na execução do convênio, nem a existência de eventual saldo na conta corrente bancária aberta para tal finalidade.
O tribunal reitera ainda que o prefeito Ricardo Ramos além de ter assinado o Termo, foi o gestor responsável pela execução do objeto do convênio e pela apresentação da respectiva prestação de contas, no entanto, ele não observou o dever de prestar contas imposto a todos que manuseiam recursos públicos dentro do prazo determinado. Assim como Ricardo Ramos, o seu sucessor no convênio, Antônio Cézar Araújo Rodrigues, se omitiu de buscar cumprir o dever de prestar contas a cargo do órgão que geria, ainda que com atraso.
Para o TCE, a ausência de prestação de contas ou fazê-la de forma incompleta é irregularidade grave e de grandeza constitucional. Apesar disso, os dois gestores foram notificados pessoalmente, mas não presentaram qualquer justificativa para as irregularidades que lhes foram atribuídas.
Juristas e professores universitários protocolaram na tarde desta segunda-feira (25) um pedido de impeachment contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O documento, entregue à Assembleia Legislativa, contou com quase 6.000 assinaturas. A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Paraná. Ele esteve presente no […]
Juristas e professores universitários protocolaram na tarde desta segunda-feira (25) um pedido de impeachment contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O documento, entregue à Assembleia Legislativa, contou com quase 6.000 assinaturas.
A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Paraná. Ele esteve presente no embate entre professores e a Polícia Militar, no dia último 29 de abril, no Centro Cívico de Curitiba, e que deixou mais de 200 feridos, segundo a prefeitura.
“O impeachment do governador cabe porque ele cometeu crime de responsabilidade. O mais grave de tudo é que por duas horas ele não mandou seu corpo de policiais parar de jogar bombas nos professores”, conta Violin, que também foi atingido com estilhaços de bomba.
O crime de responsabilidade, instituto pela lei nº 1.079 de 1950, corresponde às infrações cometidas por políticos — presidente da República, ministro de Estado ou governador, por exemplo – no exercício de suas funções. As sanções são apenas políticas.
O governador que comete um crime de responsabilidade, segundo a legislação, é suspenso e não pode ocupar cargos pelos próximos anos. Caso perca o mandato, assume a vice-governadora do Estado – no caso do Paraná, seria Cida Borghetti (Pros).
Não há casos no Brasil de chefes do Executivo estadual que tenham sofrido impeachment, segundo o professor e advogado Guilherme de Salles Gonçalves. “Impeachment de governador é raríssimo. Não me lembro de ter tido nenhum caso. Só sei que tem que ter um desgaste político muito grande para que ocorra. Mas olha, eu nunca vi na minha vida, desde que me lembro por gente, um governo do Paraná estar tão desgastado quanto esse do Beto Richa”, relata. (Uol)
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