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Márcia Conrado lidera evento sobre mulheres gestoras da FNP em Campo Grande/MS

Por André Luis

A prefeita de Serra Talhada e presidente da Comissão de Prefeitas da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), Márcia Conrado, participou nesta quarta-feira (20/08) do Elas Governam, ao lado da secretária executiva da Mulher do município, Anielly Inácio. O evento, realizado em Campo Grande/MS, teve como objetivo fortalecer a liderança feminina na gestão de orçamento e no financiamento de políticas públicas. A iniciativa foi promovida pela FNP em parceria com a prefeitura da capital sul-mato-grossense.

Cerca de 100 mulheres, entre prefeitas e vice-prefeitas, participaram do encontro, que abordou temas como orçamento municipal, justiça climática, empreendedorismo, dignidade menstrual como compromisso orçamentário e a institucionalização do orçamento sensível a gênero e raça — todos voltados ao fortalecimento do protagonismo das mulheres na gestão pública.

“Estou muito feliz e emocionada em poder descentralizar uma pauta tão importante. A nova diretoria da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos assumiu este ano com responsabilidade e logo em seguida criamos a Comissão de Prefeitas, um espaço estratégico para que possamos falar sobre políticas e liderança, trocando experiências que se transformem em ações concretas de protagonismo feminino”, destacou Márcia Conrado.

A presidente da Comissão de Prefeitas também ressaltou o papel da FNP no fortalecimento da pauta. “Tenho certeza de que a FNP dará todo o apoio necessário para que as discussões realizadas aqui se transformem em ações nas prefeituras. Nosso trabalho é para que a liderança feminina ocupe cada vez mais espaços, seja reconhecida em sua força transformadora e se converta em conquistas reais para a vida das pessoas”, concluiu.

Outras Notícias

Em entrevistas à rádios, Lucas Ramos debate estadualização da Facape

Nesses últimos dias antes do início da campanha eleitoral, o pré-candidato a deputado estadual pela Frente Popular de Pernambuco Lucas Ramos (PSB) fez uma verdadeira maratona pelas rádios do Sertão pernambucano. Gravou entrevistas e participou de programas não só em Petrolina, mas em Belém de São Francisco, Cabrobó, Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande […]

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Nesses últimos dias antes do início da campanha eleitoral, o pré-candidato a deputado estadual pela Frente Popular de Pernambuco Lucas Ramos (PSB) fez uma verdadeira maratona pelas rádios do Sertão pernambucano.

Gravou entrevistas e participou de programas não só em Petrolina, mas em Belém de São Francisco, Cabrobó, Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e até na cidade de Juazeiro, na Bahia. “É importante discutir ideias e, mais ainda, conhecer os anseios da população. Temos as rádios como grandes aliadas, pelo dinamismo e pela facilidade de interação com o público ouvinte”, destaca Lucas Ramos.

Em todas as entrevistas, um dos assuntos que mais gerou debate, inclusive com a participação de ouvintes, foi a estadualização das autarquias de ensino municipal. “A Facape, em Petrolina, é uma das 13 autarquias municipais de Pernambuco, instituições de ensino superior geridas pelas prefeituras, que cobram mensalidades dos alunos para arcar com parte dos custos de manutenção. Queremos que essas faculdades sejam gratuitas, assim como a Universidade de Pernambuco”, defende Lucas Ramos.

Raquel nomeia Mário Flor na Casa Civil

O ex-prefeito de Betânia, Mário Gomes Flor Filho, conhecido como Mário Flor, foi nomeado para compor a equipe da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD). A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (6), com efeito retroativo ao dia 5 de maio de 2025. Mário Flor passa a exercer a Função Gratificada […]

O ex-prefeito de Betânia, Mário Gomes Flor Filho, conhecido como Mário Flor, foi nomeado para compor a equipe da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD).

A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (6), com efeito retroativo ao dia 5 de maio de 2025.

Mário Flor passa a exercer a Função Gratificada de Assessor Especial de Coordenação Estratégica, com símbolo FDA-3, na Secretaria da Casa Civil. A escolha demonstra a valorização da experiência política de Mário Flor, que já esteve à frente do Executivo municipal em Betânia, no Sertão do Moxotó.

A chegada de Mário Flor ao núcleo estratégico do governo reforça o diálogo da gestão estadual com lideranças do interior e pode representar um importante canal entre a Casa Civil e os municípios da região. A informação é do Blog Júnior Campos.

Concurso para professor do Estado sai este ano, diz Governo

O Governo de Pernambuco vai lançar um concurso público para 3 mil professores ainda neste ano. A Secretaria de Educação informou que o edital deve ser publicado até o final de novembro e vai priorizar os docentes da área de exatas. No entanto, o governador Paulo Câmara falou que não há previsão para a nomeação […]

downloadO Governo de Pernambuco vai lançar um concurso público para 3 mil professores ainda neste ano. A Secretaria de Educação informou que o edital deve ser publicado até o final de novembro e vai priorizar os docentes da área de exatas.

No entanto, o governador Paulo Câmara falou que não há previsão para a nomeação dos candidatos por causa da situação financeira do Estado.

Paulo Câmara explicou que o governo ultrapassou o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Por isso, não pode se comprometer com novos gastos agora.

“Nós vamos lançar edital, mas ainda estamos impedidos de contratar. As nomeações vão ficar pendentes da regularização do limite da lei de responsabilidade fiscal e da melhoria do cenário econômico”, afirmou.

Dilma sanciona com vetos lei que altera regras do seguro-desemprego

Agência Brasil – A presidenta Dilma Rousseff sancionou, com vetos, a lei que torna mais rígidos os critérios de acesso ao seguro-desemprego, seguro-defeso e abono salarial. A sanção foi publicada hoje (17) no Diário Oficial da União e a lei entra em vigor imediatamente. A medida faz parte do ajuste fiscal e o governo espera […]

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Agência Brasil – A presidenta Dilma Rousseff sancionou, com vetos, a lei que torna mais rígidos os critérios de acesso ao seguro-desemprego, seguro-defeso e abono salarial. A sanção foi publicada hoje (17) no Diário Oficial da União e a lei entra em vigor imediatamente.

A medida faz parte do ajuste fiscal e o governo espera economizar com a redução da concessão de benefícios trabalhistas. Com a lei, o trabalhador poderá pedir o seguro desemprego, pela primeira vez, se tiver trabalhado por pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses anteriores à demissão. Antes, o período mínimo exigido era de seis meses.

A presidenta vetou dois pontos do texto aprovado pelo Congresso Nacional, entre eles o que trata do seguro-desemprego para o trabalhador rural.

Dilma vetou o Artigo 4°, segundo o qual teria direito ao beneficio o trabalhador rural dispensado sem justa causa que comprovasse ter recebido salários relativos a cada um dos seis meses imediatamente anteriores à data de dispensa; ou ter sido empregado de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada durante pelo menos 15 meses nos últimos 24 meses e não ter exercido atividade remunerada fora do meio rural no período aquisitivo, entre outras regras.

O motivo do veto, segundo Dilma, é que a medida resultaria em critérios mais restritivos para o trabalhador do campo, com “quebra de isonomia em relação ao trabalhador urbano”.

O outro veto está relacionado à concessão do abono salarial. A presidenta vetou a exigência de pelo menos 90 dias trabalhados no ano-base para ter direito ao benefício. A regra tinha sido incluída pelo governo e os senadores concordaram em mantê-la no texto para não atrasar a votação, diante do compromisso de Dilma em vetar a mudança de prazo na sanção.

Com o veto, fica mantida a regra atual, que garante o pagamento do abono para quem trabalhar por pelo menos 30 dias no ano-base.

Na mensagem de veto, Dilma explica que a retirada do trecho foi negociada com o Congresso Nacional e diz que a eventual mudança no abono será analisada pelo Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social, criado pelo governo em abril.

STJ regulamenta auxílio-moradia a juízes federais e ministros

Folha PE O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, que também preside o Conselho Nacional da Justiça Federal, regulamentou o pagamento do auxílio-moradiaaos juízes federais, reforçando as restrições estabelecidas em dezembro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A resolução foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (15). Na semana passada, Noronha já havia publicado resolução […]

Folha PE

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, que também preside o Conselho Nacional da Justiça Federal, regulamentou o pagamento do auxílio-moradiaaos juízes federais, reforçando as restrições estabelecidas em dezembro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A resolução foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (15).

Na semana passada, Noronha já havia publicado resolução que regulamentava o pagamento do benefício a ministros do STJ, desta vez com a previsão de que o magistrado somente poderá receber o auxílio se não tiver imóvel próprio ou funcional no Distrito Federal, onde fica a sede do tribunal. Em sua última sessão do ano passado, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou por unanimidade, numa votação de poucos segundos, uma nova resolução para o pagamento de auxílio-moradia aos magistrados brasileiros, no valor máximo de R$ 4.377,73.

A resolução do CNJ, publicada em 18 de dezembro, prevê ao menos cinco critérios que devem ser atendidos para que o magistrado, seja no âmbito federal ou estadual, possa ter direito ao auxílio-moradia. Segundo estimativa preliminar do CNJ, aproximadamente 180 juízes estariam incluídos em tais critérios, cerca de 1% da magistratura. Estão entre os critérios que não haja imóvel funcional disponível ao magistrado; que cônjuge ou qualquer pessoa que resida com o magistrado não ocupe imóvel funcional; que o magistrado ou cônjuge não tenha imóvel próprio na comarca em que vá atuar; que o magistrado esteja exercendo suas funções em comarca diversa do que a sua original; que o dinheiro seja gasto exclusivamente com moradia.

Após a publicação da resolução pelo CNJ, ficou a cargo de todos os órgãos subordinados da Justiça regulamentarem o pagamento do benefício dentro dos moldes estabelecidos pelo conselho. Até novembro do ano passado, o auxílio-moradia era pago a todos os magistrados, indiscriminadamente, por força de uma liminar concedida em 2014 pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF). O próprio ministro revogou a decisão após o então presidente Michel Temer ter sancionado lei que resultou num reajuste de 16,38% no salário dos juízes brasileiros.