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Márcia Conrado e Rodrigo Novaes anunciam emenda para praças

Por Nill Júnior

A Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, assinou na manhã deste domingo (30) a ordem de serviço para reforma do calçadão de continuidade da Praça Sérgio Magalhães e da Praça Francisco Leonel de Souza, no Bairro São Cristóvão.

A obra é fruto de emenda parlamentar do deputado estadual licenciado, Rodrigo Novaes, na ordem de R$ 400 mil.

“Começamos o domingo assinando a ordem de serviço para darmos continuidade a este trecho do calçadão da Praça Sérgio Magalhães e da Praça Francisco Leonel de Souza, no São Cristóvão, obras importantes para a infraestrutura de nossa cidade, frutos de parceria com o deputado Rodrigo Novaes, um amigo de Serra Talhada”, comentou a prefeita Márcia Conrado.

A solenidade de ordem de serviço aconteceu através de live nas redes sociais da PMST, sem a presença de público, de acordo com os protocolos estabelecidos de enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Outras Notícias

TCE nega embargos e mantém rejeição das contas de 2014 de Luciano Duque

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta terça (6), os Embargos de Declaração interpostos pelo atual prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque. Ele ingressou com o mecanismo jurídico em face do Parecer Prévio que recomendou à Câmara Municipal de Serra Talhada a rejeição das suas contas, relativas ao exercício financeiro […]

Com informações do Afogados On Line

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta terça (6), os Embargos de Declaração interpostos pelo atual prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque.

Ele ingressou com o mecanismo jurídico em face do Parecer Prévio que recomendou à Câmara Municipal de Serra Talhada a rejeição das suas contas, relativas ao exercício financeiro de 2014.

No julgamento, a Segunda Câmara da Corte de Contas, à unanimidade, conheceu dos presentes Embargos de Declaração e, no mérito, negou-lhes provimento, mantendo a rejeição das referidas contas.

Assista: Maria Dapaz canta Amália Rodrigues na TV Século 21

Maria Dapaz e Mahatma Costa apresentam o show “A Arte de Amália Rodrigues” no programa “Arena do Som” da TV Rede Século 21, no próximo domingo, 30 de outubro às 21h00 (em Pernambuco às  20h). Com reprise na madrugada de segunda para terça às 04h00 e na madrugada de sábado para domingo da semana seguinte,  também […]

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Maria Dapaz e Mahatma Costa apresentam o show “A Arte de Amália Rodrigues” no programa “Arena do Som” da TV Rede Século 21, no próximo domingo, 30 de outubro às 21h00 (em Pernambuco às  20h).

Com reprise na madrugada de segunda para terça às 04h00 e na madrugada de sábado para domingo da semana seguinte,  também às 04h00, horário de Brasília.

Há mais de 10 anos no ar, o Arena do Som é um programa onde cabem todos os sons e estilos musicais. A cada programa um artista diferente mostrando o seu talento e fazendo música do jeito que você gosta!

Como Sintonizar a Rede Século 21: Se você recebe o sinal de TV “aberta” (antena UHF – interna ou externa), basta fazer busca automática na sua televisão para sintonizar a Rede Século 21*;

Se você recebe o sinal de TV por “Parabólica”, a frequência é 1.000 Mhz – horizontal; Sintonize a Rede Século 21 também online www.rs21.com.br/ao-vivo .

O blog e a história: quando Bolsonaro foi a favor da urna eletrônica

Bolsonaro, então filiado ao PPR (Partido Progressista Reformador) de Paulo Maluf, discursava para coronéis e generais da reserva na sede do Clube Militar do Rio de Janeiro em um evento para discutir a “salvação do Brasil”. Fazia uma defesa da nascente urna eletrônica como um antídoto contra fraudes que ocorriam no voto impresso. A maior […]

Bolsonaro, então filiado ao PPR (Partido Progressista Reformador) de Paulo Maluf, discursava para coronéis e generais da reserva na sede do Clube Militar do Rio de Janeiro em um evento para discutir a “salvação do Brasil”.

Fazia uma defesa da nascente urna eletrônica como um antídoto contra fraudes que ocorriam no voto impresso.

A maior parte da reunião, segundo o Jornal do Brasil da época, ocorreu sob sigilo, com os participantes divididos em seus planos para a retomada do poder. Uns defendiam o lançamento de candidaturas para as eleições de 1994. Outros, como Bolsonaro, sustentavam que a via democrática era um “sistema viciado”.

“Independente das pequenas divergências, nós já somos uma força política, e estamos crescendo”, disse no evento do clube militar Euclydes Figueiredo (1919-2009), irmão de João Figueiredo (1918-1999), último presidente da ditadura militar brasileira. “Não queremos o golpe, mas eles nos temem”.

No final daquele ano, enumeraria as providências que julgava necessárias para garantir a lisura do processo eleitoral — entre elas, a proibição do voto dos analfabetos, a exigência de segundo grau (o atual ensino médio) para os candidatos e a informatização das eleições.

“Só com essas medidas conseguiríamos evitar os votos comprados”, disse.

As declarações contrastam com uma das principais plataformas do atual presidente da República: lançar desconfiança sobre a lisura da urna eletrônica.

As investidas de Bolsonaro contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vêm se acirrando desde 7 de outubro de 2018, com a definição do segundo turno contra Fernando Haddad (PT) na última disputa presidencial.

“Lamentavelmente, o sistema derrotou o voto impresso”, disse o então candidato presidencial do PSL. “Se tivéssemos confiança no voto eletrônico, já teríamos o nome do futuro presidente da República decidido no dia de hoje”.

No último dia 14 de julho, o Ministério da Defesa sob comando de Bolsonaro sugeriu, para as eleições de 2022, uma votação paralela em cédulas de papel, sob a justificativa de testar a confiabilidade do sistema eletrônico.

Quatro dias depois, em meio a uma reunião com embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada, Bolsonaro criticou ministros do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF), acusando-os de sabotar eventuais medidas de transparência. Leia aqui, a íntegra da reportagem de Daniel Salomão Roque para a BBC Brasil.

Negligência da Central de Regulação do Estado matou Eva Beatriz Nogueira da Silva

Foi revoltante o relato do marido de Eva Beatriz Nogueira, que morreu na noite da última quinta-feira, após uma sequência de erros sem justificativa lógica da Central de Regulação do Estado. Segundo Diego Matheus ao Debate das Dez do Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, depois de dar entrada quinta cedo na unidade, por volta […]

Foi revoltante o relato do marido de Eva Beatriz Nogueira, que morreu na noite da última quinta-feira, após uma sequência de erros sem justificativa lógica da Central de Regulação do Estado.

Segundo Diego Matheus ao Debate das Dez do Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, depois de dar entrada quinta cedo na unidade, por volta das 8 horas ela foi transferida para o hospital Inácio de Sá, em Salgueiro, sem nenhuma condição clínica de abrigar uma grávida de 28 semanas. Eva sofria de trombofilia, o que obrigava a transferência para uma unidade de referência. Foi para uma sem referência alguma.

Tentaram o Hospital e maternidade Santa Maria, em Araripina. Ouviram que só poderiam receber Eva com o aval da Central de Regulação.

De pouco mais de meio dia até cinco da tarde, acreditem, ela ficou aguardando que a Central de Regulação atendesse um chamado da unidade. Pasmem, cinco horas depois a Central de Regulação finalmente atendeu após o motorista da ambulância (isso mesmo) perder a paciência e ligar do próprio aparelho. Com o númerro diferente, a central atendeu. Tarde demais.

Com senha para o Barão de Lucena em Recife, a sete horas e 512 quilômetros da chance que tinha, depois de rodar 182 quilômetros sem justificativa lógica, correndo contra o tempo, Eva não resistiu. Com 40 graus de febre e em choque, foi atendida às pressas no Hospam, de Serra Talhada, após solicitação desesperada da profissional que a acompanhava. O Hospam também não é unidade para casos de bebês com 28 semanas. Ainda assim, havia dois obstetras e um neonatologista. “Improvisamos uma UTI neonatal aqui no Hospam. Mas ela infelizmente não resistiu e morreu na maca”, revelou o diretor Leonardo Carvalho. O Hospam não é unidade de alto risco, e sim de risco habitual.

Após a tragédia, a criança conseguiu uma vaga na mesma unidade que chegou a negar uma senha antes. Está internada lá e passa bem. “Deus me deu força com ela para estar aqui hoje, primeiro, para exaltar o Hospam por tudo que fez pra salvar ela e minha filha e segundo, para perguntar: porqe tranferiram ela pra Salgueiro sabendo que não tinha estrutura para ela ou para o bebê? Ela estava jogada em cima de uma maca por cinco horas. Foi o fator principal, essa tranferência pra Salgueiro. Às três da tarde ela mandou uma mensagem para mãe dizendo estar jogada numa maca e muito fraca. Ela ficou cinco horas jogada numa maca”, disse, aos prantos.

Fontes médicas e de gestão na área ouvidas pelo blog também concordam com Diego. Taxam de absurda a decisão da Central de Regulação de transferí-la para Salgueiro e não logo para o Recife. O Secretário de Saúde de Afogados e presidente do Conasems, Arthur Amorim, diz que levará o tema à secretária Zilda Cavalcanti. “Estou sem nem conseguir entender a morosidade da rede que propomos acontecer. Amanhã tenho reunião com ela às 10h. Não podemos aceitar isso da maneira que aconteceu”, lamenta.

O caso  também  prova a necessidade de instalação de uma maternidade de alto risco. Unidades como o regional Emília Câmara e Eduardo Campos tem estrutura pra isso.

Pix solidário: Um pix solidário foi criado para ajudar a família de Eva Beatriz Nogueira da Silva, a jovem que morreu após negligência da Central de Regulação, ao esperar horas por uma transferência para uma unidade de referência de partos de alto risco.

A bebê se chamará Eliza Beatriz, em homenagem à mamãe que faleceu. O pix é para ajudar com custos de deslocamento e primeiras ações para a criação da bebê em um momento tão difícil.

 

Sertanejo venceu a Covid após 4 meses de UTI e conta história. “Me deram como morto”

Impressionante a história de superação contada no Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Jesufino Ferreira de Lima, o Jorge Lima, 49 anos, ficou quatro meses internado no Hospital Neomater, São Bernardo do Campo, São Paulo lutando contra a Covid-19. Internado em maio de 2020, enfrentou a Covid quando ainda não havia tratamento ou […]

Impressionante a história de superação contada no Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú.

Jesufino Ferreira de Lima, o Jorge Lima, 49 anos, ficou quatro meses internado no Hospital Neomater, São Bernardo do Campo, São Paulo lutando contra a Covid-19.

Internado em maio de 2020, enfrentou a Covid quando ainda não havia tratamento ou protocolo adequado. Àquele tempo, a média de sobrevida em UTIs não chegava a 50%.

Foram três intubações, 17 dias em coma, várias sessões de hemodiálise, duas tromboses, escaras, e o mais impressionante, chegou a ser dado como morto. “Chegaram a tirar meu oxigênio, mas mantive-me vivo”.

Jorge garante ter tido uma Experiência de Quase Morte (EQM), que é muito relatada. No período em coma, teve experiências impressionantes como acompanhar tudo que os profissionais faziam para tentar mantê-lo vivo.

Natural do Sítio Fundões, Afogados da Ingazeira, veio ver familiares e dar testemunho. Garante que sua fé o salvou. “Deus esteve presente o tempo todo”. Ele fez um panfleto para distribuir em igrejas na região.