Márcia Conrado discute pautas municipalistas em reunião da CNM
Por André Luis
Nesta segunda-feira (6), a presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, participou, em Brasília, de reunião com o Conselho Político da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
A reunião discutiu propostas e encaminhamentos para a Marcha dos Prefeitos, que será realizada agora em março, com tratativas municipalistas como ponto principal do encontro. Entre elas, ações que minimizem os efeitos do Censo do IBGE, que pode diminuir drasticamente as receitas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em várias cidades. Somente em Pernambuco são 64 municípios.
A gestora esteve acompanhada do vice-presidente Marcelo Gouveia e do ex-presidente da Amupe e deputado estadual, José Patriota.
“Ao lado do presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, do deputado estadual, Patriota, e demais membros da mesa, estamos construindo pontos que visam reforçar nossa força e comprometimento com o municipalismo. É uma honra saber que Serra Talhada tem uma cadeira permanente na mesa da CNM, ampliando nossas possibilidades e juntos construindo caminhos sólidos para todos os municípios de nosso estado”, destacou Márcia em suas redes sociais.
O Fundo Previdenciário do Município de Arcoverde – Funpremarc convoca todos os aposentados, pensionistas e seus descendentes para fazer o recadastramento para atualização dos dados cadastrais. O recadastramento é obrigatório e deve ser feito no período de 17 a 31 de outubro, no edifício Líder Empresarial, que fica na Rua Germano Magalhães, 176 – Centro. […]
O Fundo Previdenciário do Município de Arcoverde – Funpremarc convoca todos os aposentados, pensionistas e seus descendentes para fazer o recadastramento para atualização dos dados cadastrais. O recadastramento é obrigatório e deve ser feito no período de 17 a 31 de outubro, no edifício Líder Empresarial, que fica na Rua Germano Magalhães, 176 – Centro.
Caso o servidor aposentado ou pensionista não compareça para o recadastramento, seus proventos serão suspensos por tempo indeterminado ou até que compareça ao Funpremarc e formalize a atualização dos seus dados.
Os segurados deverão levar cópias e originais dos seguintes documentos: Certidão de Nascimento ou Casamento; CPF; PIS/PASEP; RG; Carteira do Trabalho; Título de Eleitor com comprovante de Quitação Eleitoral ou de votação; dados da conta corrente; comprovação de endereço; certidão de nascimento dos filhos menores de 14 anos ou deficientes.
Ainda documento de identidade reconhecido legalmente em território nacional, com fotografia ou certidão de nascimento dos dependentes legais; cartão de vacinação dos finos menores de seis anos; comprovante de escolaridade dos dependentes até 14 anos; procuração pública específica do representante (se houver) com cópia do RG e CPF do responsável.
A atual gestão do prefeito Anchieta Patriota tem 79,1% de pessoas que aprovam contra 15,5% que desaprovam e 5,4% que não sabem ou não opinaram. No tocante a classificação, 60,4% classificam a gestão como ótima ou boa, 28,4% a taxam como regular, 9,1% a avaliam como ruim ou péssima e 1,9% que não sabem ou […]
A atual gestão do prefeito Anchieta Patriota tem 79,1% de pessoas que aprovam contra 15,5% que desaprovam e 5,4% que não sabem ou não opinaram.
No tocante a classificação, 60,4% classificam a gestão como ótima ou boa, 28,4% a taxam como regular, 9,1% a avaliam como ruim ou péssima e 1,9% que não sabem ou não opinaram.
Um total de 75% acham a atual gestão melhor que a gestão anterior, do ex-prefeito José Mário. Para 12,3% ela é igual e para 8,2%, pior. Já 5% não sabem ou não opinaram. Veja gráficos do Múltipla:
A cúpula da redação da revista Época não faz mais parte do gerenciamento do veículo, de acordo com informações do ‘Portal dos Jornalistas’. A informação é da IstoÉ. Segundo a reportagem, ainda não houve a confirmação dos nomes envolvidos e se a decisão partiu do Grupo Globo ou dos próprios jornalistas, mas o motivo seria […]
A cúpula da redação da revista Época não faz mais parte do gerenciamento do veículo, de acordo com informações do ‘Portal dos Jornalistas’. A informação é da IstoÉ.
A reportagem causou grande pressão do parlamentar que chegou a dizer que processaria o repórter João Paulo Saconi, autor da reportagem, o editor Plínio Fraga e a diretora de redação Daniela Pinheiro.
A reportagem: um repórter da revista, que não havia se identificado, se submeteu a cinco sessões online com a psicóloga, e teria gravado sem o conhecimento dela. O material usado serviu de base para a reportagem que falava sobre a orientação profissional de Heloisa Wolf Bolsonaro.
A Prefeitura de Flores, sob a gestão do prefeito Gilberto Ribeiro, iniciou nesta quinta-feira (15), na Escola de Referência em Ensino Fundamental Onze de Setembro, a Capacitação para Atualização e Catalogação Imobiliária. A iniciativa tem como objetivo formar jovens do município para atuar no processo de modernização da base de dados imobiliária da cidade. “Voltado […]
A Prefeitura de Flores, sob a gestão do prefeito Gilberto Ribeiro, iniciou nesta quinta-feira (15), na Escola de Referência em Ensino Fundamental Onze de Setembro, a Capacitação para Atualização e Catalogação Imobiliária. A iniciativa tem como objetivo formar jovens do município para atuar no processo de modernização da base de dados imobiliária da cidade.
“Voltado à qualificação técnica, o projeto integra a estratégia da administração municipal de aprimorar a gestão pública e atualizar o cadastro de imóveis, com foco na justiça fiscal, organização territorial e melhor direcionamento dos recursos públicos”, destacou a assessoria de comunicação.
“O futuro da nossa cidade passa pela preparação dos nossos jovens e pela modernização da máquina pública. Essa capacitação une essas duas frentes, fortalecendo nossa capacidade de planejamento e gestão”, afirmou o prefeito Gilberto Ribeiro.
O curso terá continuidade nas próximas semanas e contará com a participação de dezenas de jovens selecionados para colaborar com as ações da Prefeitura.
Por André Luis – Editor executivo do blog O crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião para a Presidência da República não é apenas um dado eleitoral. É, sobretudo, um alerta. Um daqueles momentos em que um país precisa parar, respirar e perguntar a si mesmo: o que exatamente estamos dispostos a repetir? […]
O crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião para a Presidência da República não é apenas um dado eleitoral. É, sobretudo, um alerta. Um daqueles momentos em que um país precisa parar, respirar e perguntar a si mesmo: o que exatamente estamos dispostos a repetir?
A pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha no sábado (7) mostra um cenário inquietante. Num eventual segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 46% contra 43% do senador. Empate técnico. Três pontos que cabem na margem de erro, mas que dizem muito sobre o momento político do país.
Em apenas três meses, Flávio saltou de 36% para 43%. Não é apenas crescimento eleitoral. É a consolidação de um projeto político que muitos imaginaram derrotado em 2022: o bolsonarismo como força organizada e com capacidade de voltar ao poder.
E aqui está o ponto central da reflexão que o Brasil precisa fazer.
O herdeiro de um projeto
A pré-candidatura de Flávio não nasceu espontaneamente. Ela foi cuidadosamente construída dentro de uma estratégia de sobrevivência política da família Bolsonaro. Com Jair Bolsonaro inelegível e enfrentando problemas judiciais, o senador surge como o herdeiro natural de um capital político que ainda mobiliza milhões de brasileiros.
Mas a pergunta inevitável é: herdeiro de quê?
Herdeiro de um governo marcado por ataques às instituições, por uma relação conflituosa com o Supremo Tribunal Federal, por uma retórica constante contra a imprensa e por um ambiente político que flertou abertamente com a ruptura democrática.
É impossível falar da ascensão de Flávio sem lembrar que o bolsonarismo produziu um dos momentos mais graves da democracia brasileira desde o fim da ditadura: o Ataques de 8 de janeiro de 2023, quando sedes dos três poderes foram invadidas por manifestantes inconformados com o resultado das eleições.
Não foi um episódio isolado. Foi o resultado de anos de radicalização.
O passado que insiste em acompanhar o candidato
A tentativa de construir a imagem de um novo líder esbarra, no entanto, em um passado que insiste em acompanhar o senador.
O escândalo das rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, revelado a partir de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, continua sendo uma sombra sobre sua trajetória política. O caso envolve o ex-assessor Fabrício Queiroz e investigações sobre a devolução de salários de funcionários do gabinete.
Há ainda o episódio da mansão milionária em Brasília, adquirida em circunstâncias financeiras que levantaram questionamentos sobre compatibilidade de renda.
E existe, sobretudo, a controversa relação com personagens ligados ao submundo das milícias cariocas, como o ex-capitão do BOPE Adriano da Nóbrega, cuja família chegou a trabalhar em seu gabinete.
São fatos conhecidos. Documentados. Investigados. Debatidos.
Mesmo assim, o senador cresce nas pesquisas.
O anti-petismo como combustível político
Há um fator decisivo para compreender esse fenômeno: o anti-petismo.
Desde a ascensão política de Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores, uma parcela significativa da sociedade brasileira passou a votar menos por convicção e mais por rejeição.
Para muitos eleitores, o voto se tornou uma espécie de instrumento de punição contra o PT — mesmo que isso signifique entregar o país a projetos políticos que demonstraram desprezo pelas instituições democráticas.
É um fenômeno que se repete eleição após eleição.
E que revela algo mais profundo: uma dificuldade do Brasil em aprender com a própria história.
O flerte perigoso com o autoritarismo
Existe no país uma parcela da sociedade que demonstra uma curiosa tolerância — quando não simpatia — por soluções autoritárias.
Não é raro ouvir elogios ao período da Ditadura Militar no Brasil, regime responsável por censura, perseguições políticas, prisões arbitrárias e tortura.
É um revisionismo perigoso.
Porque relativizar a ditadura significa banalizar o sofrimento de milhares de brasileiros que foram perseguidos, exilados ou mortos por pensar diferente.
Quando discursos autoritários voltam ao centro da política, não é apenas a democracia que está em risco. É a memória histórica de um país inteiro.
O risco da normalização
O crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas também revela outro fenômeno preocupante: a normalização do extremismo político.
Ideias que há poucos anos seriam consideradas inaceitáveis passaram a circular com naturalidade no debate público. Ataques ao sistema eleitoral, questionamentos infundados sobre urnas eletrônicas, discursos contra minorias e contra instituições democráticas tornaram-se parte do cotidiano político.
Isso não acontece por acaso.
Projetos de poder baseados na radicalização dependem justamente da erosão gradual dos limites democráticos.
Uma escolha que vai além da eleição
A eleição presidencial de 2026 provavelmente não será apenas uma disputa entre candidatos.
Será uma disputa entre modelos de país.
De um lado, um projeto que, com todos os seus erros e contradições, opera dentro das regras democráticas. Do outro, um movimento político que repetidamente colocou essas mesmas regras em xeque.
O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas não deve ser ignorado.
Mas, mais do que isso, deve provocar reflexão.
A democracia brasileira já foi interrompida antes. E demorou mais de duas décadas para ser reconstruída.
A pergunta que fica é simples — e incômoda:
Será que o Brasil realmente aprendeu a lição da própria história?
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