Manobra contábil de Paulo Câmara assegurou remuneração extra de juízes, diz jornal
Por André Luis
Foto: José Cruz / Agência Brasil
Foto: José Cruz / Agência Brasil
Entre beneficiados está a primeira-dama do estado, a juíza Ana Luiza Wanderley de Mesquita Saraiva Câmara.
Uma manobra contábil do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), assegurou o pagamento de remunerações extras do Tribunal de Justiça a juízes e desembargadores.
A justificativa é o pagamento de férias acumuladas. Com isso, de uma só vez, juízes e desembargadores receberam rendimentos líquidos em novembro que chegam a R$ 853 mil. Em um dos casos, a quantia bruta paga pela corte a uma juíza é de R$ 1.298.550,56.
Na lista de beneficiadas está a primeira-dama do estado, a juíza Ana Luiza Wanderley de Mesquita Saraiva Câmara. Lotada na 17ª Vara Cível da Capital, ela teve rendimentos totais em novembro de R$ 198.912,49, conforme dados públicos do tribunal. Com os descontos obrigatórios, recebeu R$ 160.273,45 líquidos.
Só a título de “vantagens eventuais”, que engloba férias acumuladas, a mulher do governador ganhou R$ 154.048,65. O salário base dela é R$ 33.689,11.
Procurado, o TJ-PE não encaminhou o detalhamento solicitado pela Folha das vantagens recebidas pela magistrada. Comunicou apenas que iria se reportar ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Leia aqui a reportagem completa de João Valadares para a Folha de São Paulo.
O ex-prefeito de Flores e pré-candidato a deputado estadual, Marconi Santana, intensificou sua agenda política na Mata Sul de Pernambuco na semana passada. Em uma série de reuniões, ele se encontrou com lideranças de diferentes setores em municípios da região, discutindo demandas locais e ampliando sua base de apoio. Em Ribeirão, Marconi esteve com o […]
O ex-prefeito de Flores e pré-candidato a deputado estadual, Marconi Santana, intensificou sua agenda política na Mata Sul de Pernambuco na semana passada. Em uma série de reuniões, ele se encontrou com lideranças de diferentes setores em municípios da região, discutindo demandas locais e ampliando sua base de apoio.
Em Ribeirão, Marconi esteve com o ex-prefeito Romeu Jacobina, além de Luciano Belarmino, vigilante; Alexandre, servidor público; Saulo de Caxangá, construtor civil e ex-vereador; Jhonatan, conselheiro tutelar; e Djalma, agricultor.
Na cidade de Gameleira, reuniu-se com a professora Márcia Alves, Carlos Pintor e Irmão Belarmino, ambos conselheiros tutelares. Já em São José da Coroa Grande, sua agenda incluiu o presidente da Associação de Barraqueiros, conhecido como 4 Kilos, o fisioterapeuta Izac Sena e o nutricionista e agente de saúde Douglas.
Em Tamandaré, Marconi conversou com Cristiano Bioco, supervisor de condomínios; Anny Lima, personal trainer; Zama Barros, assistente social; e Fabrício, pintor.
Nos municípios de Cortês e Barra de Guabiraba, o pré-candidato se encontrou com Dheovania, autônoma; Edmilson, empresário e ex-vereador; Armando, professor; Willames, empresário; Wellitania Silva, agricultora; e Uenia Lima, comerciária.
Segundo aliados, os encontros tiveram como foco a construção de uma rede política regional em torno da pré-candidatura de Marconi Santana à Assembleia Legislativa.
Depois de terminar 2015 com a maior queda nas vendas em quase 30 anos, o mercado automotivo brasileiro se prepara para adotar uma estratégia arriscada em 2016: deixar o veículo mais caro no momento em que o consumo se retrai, o desemprego sobe e o crédito tende a ficar mais restrito. Embora o reajuste seja […]
Depois de terminar 2015 com a maior queda nas vendas em quase 30 anos, o mercado automotivo brasileiro se prepara para adotar uma estratégia arriscada em 2016: deixar o veículo mais caro no momento em que o consumo se retrai, o desemprego sobe e o crédito tende a ficar mais restrito.
Embora o reajuste seja uma decisão de cada montadora, todas as marcas passam, segundo analistas e executivos do setor, por uma forte pressão de custos.
Uma projeção feita pela consultoria Tendências aponta que os preços dos veículos novos deverão subir em 2016 no mesmo ritmo da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), pondo fim a um período de 10 anos em que a variação sempre ficou em nível mais baixo.
Na previsão da consultoria, os veículos novos deverão ter aumento de 5,8% em 2016, a mesma estimativa para o IPC. Para este ano, a expectativa é de que os preços dos carros subam 5,4% abaixo dos 8,4% previstos para a índice geral. A última vez em que houve queda dos veículos foi em 2012, de 5%. À época, as montadoras ainda contavam com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que deixou de vigorar em 31 de outubro de 2014.
Responsável pelo levantamento da Tendências, o economista Rodrigo Baggi diz que a pressão de custos já havia atingido as montadoras neste ano, em razão da forte depreciação do câmbio e do aumento da energia. “O aperto nas margens já aconteceu. Uma parte do reajuste não foi feito porque as montadoras não queriam perder volume de venda”, avalia.
A expectativa do setor é de que as vendas tenham uma queda menor no ano que vem. Segundo a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o volume de veículos novos vendidos em 2015 deve cair 27% em comparação com 2014, para 2,53 milhões de unidades. A retração esperada para 2016 é de 5%.
Para o diretor de pesquisas econômicas da consultoria GO Associados, Fábio Silveira, o câmbio será novamente o principal vilão dos custos das fabricantes. “Tivemos uma acentuada depreciação do câmbio em 2015, mas só uma parte foi repassada ao consumidor, porque ainda havia estoque com o câmbio mais apreciado. A outra parcela vai ser repassada no ano que vem. Será algo que as montadoras não vão conseguir segurar, caso contrário, fecham o negócio”, diz Silveira.
Por questões de estratégia de mercado, as montadoras que lideram as vendas no Brasil evitam abrir o jogo em relação à política de preços. No entanto, admitem que a pressão de custos seguirá em 2016. “O preço é algo que será definido pela dinâmica do mercado mas existe uma forte pressão de custos”, disse o vice-presidente de relações institucionais da Ford, Rogelio Golfarb, em evento realizado pela montadora neste mês. Em um congresso, dois meses antes, ele já havia afirmado que “lucro é coisa do passado”.
Mais sensíveis ao câmbio, as importadoras são mais abertas em relação a reajustes. A Kia Motors já trabalha com um cenário de alta dos preços. “Comprar carro importado no Brasil hoje é como comprar dólar a R$ 2,30, porque ninguém repassou”, disse o presidente da empresa no Brasil, José Luiz Gandini.
Para aliviar o custo da mão de obra, algumas montadoras aderiram ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE), medida do governo federal que permite a redução das jornadas dos trabalhadores em até 30%, com diminuição salarial no mesmo nível. Entre as companhias estão a Volkswagen, a Mercedes-Benz e a Ford. A chinesa Chery, que instalou sua fábrica no Brasil no ano passado teve de trilhar o caminho contrário, realizando em 2015 dois reajustes salariais superiores à inflação.
Aumento foi decidido por resolução da Mesa Diretora em sessão antecipada de 3 para 1 de agosto, sem comunicação à imprensa e opinião pública O Vigário Geral da Diocese, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, fez hoje uma dura crítica à decisão da Câmara de Vereadores de aumentar para R$ 7.535,00 os subsídios para a próxima legislatura. […]
Aumento foi decidido por resolução da Mesa Diretora em sessão antecipada de 3 para 1 de agosto, sem comunicação à imprensa e opinião pública
O Vigário Geral da Diocese, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, fez hoje uma dura crítica à decisão da Câmara de Vereadores de aumentar para R$ 7.535,00 os subsídios para a próxima legislatura. O Monsenhor fez o comentário em meio às mensagens que estavam indo ao ar pelos 57 anos da emissora. Foi após uma fala de Dom Francisco defendendo os pobres.
“Ouvindo Dom Francisco não posso me omitir de falar nesse aumento dado pelos vereadores de Afogados da Ingazeira”, afirmou, antes de solicitar que os vereadores revejam esse aumento. Ele chegou a criticar o prefeito José Patriota, que ontem afirmou que não havia necessidade de sancionar o projeto, prerrogativa da casa, assim como não ter ingerência sobre a Câmara.
“Ele fez como Pilatos. Peço que também reveja essa posição”, afirmou, citando várias categorias que, quando reivindicam, tem dificuldades de conseguir aumento salarial, citando garis, professores e outras categorias do serviço público. “E aos vereadores, que certamente estavam ocupados demais neste período e ainda assim votaram esse aumento, peço que revejam.
O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto questionou o princípio da transparência. “Há necessidade de mostrar para a sociedade a discussão”. O MP questionou a ausência da divulgação do que estava acontecendo. A sessão que definiu o aumento foi antecipada de 3 para 1 de agosto sem contato à imprensa e opinião pública. “O Ministério Público tem que se insurgir contra isso e quer questionar a falta de transparência”.
O promotor informou que o MP irá oficiar o Presidente da Câmara para saber como ocorreu a votação. “Caso tenha sido através de resolução, entendemos por ser inconstitucional. Vamos pedir copia da ata”, disse avaliando a informação.
O promotor avaliou a notícia de que a decisão teria sido tomada por Resolução da Mesa Diretora, pelo que foi informado, que conta com Frankilin Nazário, Augusto Martins e José Carlos. Comunicado, o plenário também não deu publicidade à decisão. Estariam na sessão, Cícero Miguel, Igor Mariano, Zé Negão, Pedro Raimundo, Raimundo Lima, Luiz Bizorão, Renaldo Lima e Renon de Ninô. Isso porque até agora Vicentinho e Antonieta já informaram não ter participado da sessão.
Jpeg
Já a vereadora Antonieta Guimarães se mostrou indignada por estar sendo questionada. “Não participei desta sessão que aumentou os salários. Se perguntar se acho justo, digo que acho, pois valerá de 1º de janeiro de 2017, até 31 de dezembro de 2020. Mas não concordo em nada com a forma, sem comunicar nem a mim”.
Ela disse que a sessão deve ter acontecido dia 1º de agosto, quando houve antecipação do encontro que seria dia 3. Segundo a vereadora, na última semana ela chegou a ir para a casa legislativa e não encontrou ata, projeto, resolução ou nada que indique o que aconteceu. Também que chegou a interpelar um colega que teria negado a negociação.
Registro foi concedido nesta terça (23). É a primeira vacina a obter o registro sanitário definitivo no Brasil, mas ela ainda não está disponível no país. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta terça-feira (23), o registro definitivo à vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. A vacina é a primeira vacina a obter […]
Registro foi concedido nesta terça (23). É a primeira vacina a obter o registro sanitário definitivo no Brasil, mas ela ainda não está disponível no país.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta terça-feira (23), o registro definitivo à vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. A vacina é a primeira vacina a obter o registro sanitário definitivo no Brasil, mas ela ainda não está disponível no país.
As duas vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil são a de Oxford e a CoronaVac, mas ambas têm autorização de uso emergencial, e não o registro definitivo.
A vacina da Pfizer foi uma das quatro testadas no Brasil. No início do ano, a farmacêutica disse ter oferecido 70 milhões de doses da vacina ao governo brasileiro para entrega ainda em dezembro, mas a oferta foi recusada. O Ministério da Saúde disse que as doses propostas pela Pfizer causariam “frustração” aos brasileiros.
Veja íntegra da nota da Anvisa:
“Como Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informo com grande satisfação que, após um período de análise de dezessete dias, a Gerência Geral de Medicamentos, da Segunda Diretoria, concedeu o primeiro registro de vacina contra a Covid 19, para uso amplo, nas Américas.
O imunizante do Laboratório Pfizer/Biontech teve sua segurança, qualidade e eficácia, aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores da Anvisa que prossegue no seu trabalho de proteger a saúde do cidadão brasileiro.
Esperamos que outras vacinas estejam em breve, sendo avaliadas e aprovadas.
Esse é o nosso compromisso.”
Diretor-presidente Antonio Barra Torres
Entre as autoridades de referência pela Organização Pan-Americana da Saúde OPAS), a Anvisa é a primeira a conceder o registro de uma vacina Covid-19, com 7 (sete) locais de fabricação certificados, refletindo a dedicação, planejamento e compromisso da Agência com o combate a pandemia. O registro abre caminho para a introdução no mercado de uma vacina com todas as salvaguardas, controles e obrigações resultantes dessa concessão. Diretora Meiruze Freitas.
Prefeito do Recife reconheceu legado de José Patriota e endossou o nome de Adelmo Moura para disputar uma vaga na Alepe. Em entrevista ao programa Manhã Total Especial da Rádio Pajeú neste domingo (30), o prefeito do Recife, João Campos (PSB), reafirmou o projeto de fortalecimento do partido para as eleições de 2026, destacando a importância de […]
Prefeito do Recife reconheceu legado de José Patriota e endossou o nome de Adelmo Moura para disputar uma vaga na Alepe.
Em entrevista ao programa Manhã Total Especial da Rádio Pajeú neste domingo (30), o prefeito do Recife, João Campos (PSB), reafirmou o projeto de fortalecimento do partido para as eleições de 2026, destacando a importância de alianças e a conexão com as demandas populares.
O programa, ancorado pelo jornalista Nill Júnior, contou a participação especial da jornalista Betânia Santana, da Rádio Folha.
Acompanhado de lideranças políticas, como o prefeito de Afogados da Ingazeira Sandrinho Palmeira, o ex-prefeito de Itapetim e provável nome do PSB para disputar uma vaga na Alepe representando o Pajeú, Adelmo Moura e o deputado federal Pedro Campos falou sobre sua agenda na região do Pajeú, a homenagem ao ex-deputado José Patriota e a articulação para as prévias do PSB.
Fortalecimento partidário e alianças
João Campos destacou a estruturação do PSB em três etapas: congressos municipais (encerrando em março), estaduais (abril) e nacional (maio/junho). O prefeito adiantou que participará de congressos em estados como Ceará, São Paulo e Minas Gerais como candidato à presidência nacional do partido. Sobre as alianças, citou o apoio de nomes como Raul Henry (MDB), Marília Arraes (Solidariedade) e Miguel Coelho (União Brasil), que publicamente o incentivaram a liderar um projeto para Pernambuco.
“Não adianta só o PSB crescer. Se um aliado vencer e for bom para o conjunto, celebramos”, disse, evitando confirmar sua candidatura ao governo, mas ressaltando: “O PSB terá um projeto forte em 2026.”
Críticas indiretas à gestão estadual
Sem citar nominalmente a governadora Raquel Lyra (PSD), Campos contrastou as realizações passadas do PSB no estado – como a construção de escolas técnicas e o Pacto pela Vida – com a atual desaceleração de investimentos. “Quantas escolas técnicas foram inauguradas nos últimos três anos? Como falar em educação sem fazer o básico?”, questionou, defendendo um governo com “capacidade de tirar projetos do papel”.
Sobre a recente movimentação de Lyra para atrair aliados tradicionais, como o Avante e o Podemos, o prefeito reagiu com tranquilidade: “Eventuais movimentos de aliança sempre existiram. A diferença é quem faz política com o povo.”
Alinhamento com Lula e o PT
Campos reforçou o apoio do PSB ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026, lembrando que o partido foi o maior aliado da chapa petista em 2022, com Geraldo Alckmin na vice-presidência. “O PSB estará com Lula em 2026. Quanto ao PSD, não sei se ele tem essa certeza”, provocou, em referência às articulações de Lyra.
Ainda que tem conversado com o presidente e que essa questão será tratada com a Executiva Nacional, falando sobre como deve ser a construção da aliança em vários estados.
Pesquisas e disposição para 2026
Questionado sobre pesquisas que o colocam como favorito ao governo, Campos afirmou sentir “reconhecimento nas ruas”, mas evitou antecipar decisões: “Na política, não pode ser ansioso nem moroso. Tem que ser como fazer pão: no tempo certo.”
Reconhecimento a Patriota
“Enxergo como muito importante esse caminho que Patriota abriu, seja pela sua história, pelo tamanho que tem, pelo municipalismo que representou ou pelas causas sindicalistas do homem do campo. Enfim, ele misturava uma luta cheia de representatividade. Então, claro que é uma figura única.
Apoio a Adelmo Moura
Ao discutir a sucessão do legado de José Patriota na região, Campos endossou o ex-prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, como nome do PSB para deputado estadual.
“O Pajeú é muito grande. Ele pode receber pessoas de outras regiões, companheiros muito valorosos, mas também pode e deve ter seu próprio nome. O companheiro Adelmo sabe da confiança que temos nele, do tamanho que tem, da sua história e lealdade. Não tenho nenhuma dúvida de que ele está pronto para colocar seu nome à disposição e ser um grande candidato a deputado, representando não só o Pajeú, mas Pernambuco e o nosso partido. Em uma terra de solo tão fértil como o Pajeú, grande e de dimensão tão expressiva, é como o coração de uma mãe, que sempre acolhe bem seus filhos.”
Márcia Conrado no seu palanque
Quando questionado sobre se a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT) vai estar no seu palanque, João Campos respondeu:
“Márcia, eu tenho um carinho muito grande por ela. É uma grande prefeita de Serra e uma pessoa muito disciplinada as convicções de partido. Acho que isso é bom, alguém que tem a capacidade de seguir o partido, de construir, sempre em harmonia com as decisões estratégicas pelo conjunto. Então, eu tenho uma admiração pelo trabalho dela e tenho certeza que ela é uma pessoa que se move por convicção e por lealdade. É um conjunto, claro, quem tem que falar da posição dela é ela, mas eu vejo Márcia como alguém que tem muita firmeza partidária, então depende também do partido dela.”
Nova oposição
João Campos minimizou os questionamentos da oposição que ganharam peso na última semana, como na polêmica da avaliação do TCE indicando suposto superfaturamento de livros pela educação e na fiscalização de vereadores como Eduardo Moura.
“O povo não está atrás de quem quer causar. Está atrás de quem faz entregas, de quem acorda cedo e dorme tarde trabalhando”.
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