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Mais um nome da equipe de Luciano Duque pede demissão

Por Nill Júnior

luciano-duque-foto-reprodução-da-internetAlegando que precisava concluir um mestrado, a secretária de Administração da Prefeitura de Serra Talhada, Joana Alves, pediu demissão do cargo na última sexta-feira, como confirmou o blogueiro Inaldo Sampaio.

Ela foi o 8º secretário do prefeito Luciano Duque (PT) a sair do governo nesses dois e dois meses de administração. Antes dela já haviam deixado a equipe os secretários Girvan Barros (Administração), Socorro Brito (Saúde), Luiz Aureliano (Saúde), Israel Alves (Educação), Tarcísio Agostinho (Desenvolvimento Econômico), Luciana Magalhães (Planejamento e Desenvolvimento Econômico), Saulo de Tarso (Planejamento) e Bonzinho Magalhães (Adjunto de Meio Ambiente).

A alta rotatividade no primeiro escalão está fazendo com que a sucessão municipal de 2006 vá às ruas muito antes do esperado. O prefeito será candidato à reeleição contra os grupos políticos do ex-prefeito Carlos Evandro (PSB) e do deputado federal Sebastião Oliveira (PR).

A Dra. Joana confirmou ao Caderno 1 que saiu porque não tinha como compatibilizar seus horários.

“Estou defendendo minha tese de doutorado, que estou cursando já há três anos. A secretaria me consumiu muito tempo, praticamente todo o meu tempo, não podia continuar e correr o risco de perder o meu curso”, explicou.

Ela disse desconhecer alguma pressão pedindo sua exoneração. “Entreguei minha carta me desligando segunda-feira passada (dia 23), mas fiquei até hoje para concluir algumas coisa. Se estavam pressionando o prefeito pedindo minha cabeça, não é do meu conhecimento”, declarou Joana.

Outras Notícias

Em coletiva com Maria Arraes, Evângela e Cancão acusam governistas de perseguição

Foto gentilmente cedida por Evandro Lira Evângela Vieira e Maria Arraes,  pré-candidatas a Deputadas Estadual e Federal pelo Solidariedade convidaram a imprensa para uma coletiva na residência da afogadense neste sábado. O blog participou da conversa que teria a participação da candidata a governadora Marília Arraes,  que cancelou a agenda em virtude das fortes chuvas […]

Foto gentilmente cedida por Evandro Lira

Evângela Vieira e Maria Arraes,  pré-candidatas a Deputadas Estadual e Federal pelo Solidariedade convidaram a imprensa para uma coletiva na residência da afogadense neste sábado.

O blog participou da conversa que teria a participação da candidata a governadora Marília Arraes,  que cancelou a agenda em virtude das fortes chuvas no Recife e Região Metropolitana.

A conversa girou em tornos de críticas ao ciclo socialista e defesa das candidaturas do Solidariedade.

Evângela respondeu sobre a disputa de espaço com Aline Mariano,  que será candidata no mesmo bloco e dividirá atenção com ela em Afogados.  “O sertanejo tem todo o direito de fazer a escolha.  Evângela é um nome novo, que propõe mudanças,  se quem é de luta, de posição política.  A gente tem Aline junto com a gente e é uma fortaleza nesse projeto. E minha história está aí para ser avaliadas”. Disse já ter conversado com Aline, por quem tem respeito. “Mas é hora de ter outros destaques também”.

Quando criticou o ciclo socialista,  disse desejar que as coisas aconteçam de fato e não apenas na publicidade institucional dos governos. “Se perdeu em meio ao poderio e a vontade de permanecer no poder”.

Sobre 2024, Evângela disse que não é momento de discutir o projeto,  mas deixou nas entrelinhas que entrou na política pra valer e pode se colocar no debate.

Já Maria destacou a condição de sua candidatura que inicialmente mirava um mandato estadual,  mas que mudou o projeto com a candidatura da irmã a governadora. “Em menos de um mês já visitei mais de 50 municípios.  O que a gente tem ouvido muito é a situação das estradas, abastecimento de água e saúde. Fui a Tabira e a estrada é uma tábua de pirulito”. Também reclamou da falta de capacitação técnica para os jovens.

Perguntada se o discurso de combate à uma “oligarquia dos Campos ” não perde força com ela e a irmã candidatas para eventualmente não perder espaço,  ela minimizou o questionamento. “Quando lancei minha candidatura não foi por projeto pessoal,  de poder pelo poder. A população pede por mudanças.  São 16 anos de um governo que cansou”.

Um momento que chamou a atenção foi quando Evângela foi perguntada sobre perseguições após lançado seu projeto.  Ela disse que não tinha como ser perseguida, mas que aliados seus poderiam já estariam passando por isso. Aí foi perguntada se o vereador Agnaldo Rodrigues, o Cancão, teria perdido os espaços que tinha na gestão Sandrinho, depois que afirmou na Câmara “ser aliado da Frente mas não votar em Patriota”. Evângela disse que ele, que estava presente,  é que deveria responder. O vereador então afirmou: “as indicações que eu tinha lá que eu sei da minha família do meu genro e das duas filhas, foram todos demitidos”. Evângela lamentou: “nossos amigos políticos que estão no poder precisam repensar esse jeito de fazer política”.

Amupe discute diretrizes para gestão do Transporte Escolar em Pernambuco

A presidenta da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeita de Surubim, Ana Célia, coordenou nesta terça-feira (3) a reunião de um Grupo de Trabalho com membros do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE), do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), da Undime/PE e da secretaria estadual de Educação, para discutir os desafios do […]

A presidenta da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeita de Surubim, Ana Célia, coordenou nesta terça-feira (3) a reunião de um Grupo de Trabalho com membros do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE), do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), da Undime/PE e da secretaria estadual de Educação, para discutir os desafios do transporte escolar e definir procedimentos e orientações para os gestores municipais. 

Ana Célia frisou que “o debate da melhoria da gestão do transporte escolar municipal não é de hoje, sempre sentamos e discutimos para melhor informar aos municípios. Estamos em constante diálogo com os órgãos de controle e acompanhamos de perto as atuais recomendações, resoluções e demais ferramentas legais publicadas pelos órgãos de controle”. 

Por estar ao lado dos municípios pernambucanos para assegurar a qualidade do transporte escolar, a Amupe vai promover no próximo dia 10/05,  uma assembleia extraordinária com prefeitos e prefeitas para expor as diretrizes e orientações do Grupo de Trabalho, com vistas a otimização da gestão dos processos. 

Participaram da reunião desta terça-feira (03/05), o promotor do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Sérgio Souto, o Analista de Controle do TCE/PE, Elmar Robson, o procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Gustavo Massa, a secretária executiva da União dos Dirigentes Municipais de Educação de Pernambuco – Undime/PE, Socorro Gomes e Sinésio Monteiro, representante da Secretaria Estadual de Educação. 

Câmara de Itapetim aprova Moção de Repúdio contra funcionário da ADAGRO

Identificado pelos vereadores de Itapetim como o “padrinho” da saía do posto avançado da ADAGRO em Ambó, além de ter sido eleito o servidor com pior atendimento da empresa pelos mesmos legisladores, o servidor Leônidas Leite de Siqueira foi alvo de uma Moção de Repúdio da Câmara do município. O  fato não é muito comum […]

Criadores de Itapetim foram à Câmara

Identificado pelos vereadores de Itapetim como o “padrinho” da saía do posto avançado da ADAGRO em Ambó, além de ter sido eleito o servidor com pior atendimento da empresa pelos mesmos legisladores, o servidor Leônidas Leite de Siqueira foi alvo de uma Moção de Repúdio da Câmara do município.

O  fato não é muito comum em se tratando de questionamento individual, considerando que geralmente são as instituições e não os servidores alvos desse tipo de questionamento.

As críticas ao servidor foram motivadas pelas “atitudes grosseiras, intolerantes e desrespeitosas do servidor público em relação aos criadores do município de Itapetim”. Leônidas é lotado em Sertânia e chefe do escritório em São José do Egito.

Durante a seção, foi entregue um abaixo assinado pelos criadores, marchantes e presidentes de associações que lá estavam presentes.

O Presidente da Câmara, Júnior de Diógenes foi o autor do pedido, seguido pelos demais vereadores, estenderam em seus discursos o repúdio ao funcionário “pela maneira o qual trata os criadores e comerciantes de gado do município”. Nem o funcionário nem a Adagro se manifestaram.

Seria constrangimento manter mandato de Zambelli, diz Pedro Campos

O líder do PSB na Câmara dos Deputados, deputado Pedro Campos, comentou o processo de cassação do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), condenada a 10 anos pelo Supremo Tribunal Federal por invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada hoje, Campos disse que seria […]

O líder do PSB na Câmara dos Deputados, deputado Pedro Campos, comentou o processo de cassação do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), condenada a 10 anos pelo Supremo Tribunal Federal por invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada hoje, Campos disse que seria um “constrangimento para a Casa” decidir que ela pode continuar a exercer o seu mandato.

Zambelli está presa na Itália desde 29 de julho. As autoridades italianas estão analisando o pedido de extradição ao Brasil. A deputada foi ouvida na última quarta-feira, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que analisa o processo de perda do mandato da congressista. A palavra final será do plenário da Casa. As informações são do portal Poder 360.

“Se essa Casa decidir que ela [Zambelli] pode continuar a exercer o seu mandato parlamentar, basicamente essa Casa estará dizendo que uma pessoa presa, quer seja na Itália ou em regime fechado aqui no Brasil, pode manter um mandato de parlamentar e deputado federal”, afirmou o deputado ao jornal. “E isso é um constrangimento e um absurdo para a Casa. Isso é uma coisa que a sociedade não vai aceitar nem vai admitir”, acrescentou.

“Aqui nesse Parlamento cabe todo tipo de visão, mas não cabe uma deputada presa estar exercendo o mandato. Esse Parlamento não pode virar um lugar onde as pessoas estão presas e deputadas ao mesmo tempo”, disse Campos. Campos também criticou a decisão da Mesa Diretora e do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) de mandar a análise para o plenário.

“Em respeito à população, a Mesa deveria ter decidido pela perda do mandato e que assumisse o suplente que pudesse aqui se posicionar. E não estar transformando uma coisa que foi uma condenação na Justiça, de uma pessoa que decidiu fugir do país, que foi presa na Itália, como fosse uma heroína por estar aqui protegendo as prerrogativas parlamentares”, declarou.

Candidato da oposição será definido depois do carnaval em Água Branca/PB

Informativos de notícias da Paraíba anunciaram nesta quinta-feira (30), que o nome do ex-prefeito Tarcisio Firmino (PSB) teria sido escolhido em reunião como o candidato da oposição para a sucessão municipal de 2020. Procurado pela produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Tarcísio negou a definição. O ex-prefeito revelou que na noite da quarta-feira […]

Informativos de notícias da Paraíba anunciaram nesta quinta-feira (30), que o nome do ex-prefeito Tarcisio Firmino (PSB) teria sido escolhido em reunião como o candidato da oposição para a sucessão municipal de 2020. Procurado pela produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Tarcísio negou a definição.

O ex-prefeito revelou que na noite da quarta-feira (29.01), aconteceu uma reunião com vereadores e várias lideranças. Após vários debates e análises concluíram que a definição final será após o carnaval, início de março.

Uma coisa é certa, a cabeça da chapa será ocupada pelo ex-prefeito Siduca ou o próprio Tarcísio. Até lá, acontecerão avaliações, pesquisas, consultas a lideranças para em seguida fechar a chapa. As informações são de Anchieta Santos ao blog.