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Mais segurança no Enem 2015

Por Nill Júnior
Uma das medidas de segurança será o uso, novamente, de detectores de metal
Uma das medidas de segurança será o uso, novamente, de detectores de metal

Do JC Online

Uma das novidades do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, marcado para os dias 24 e 25 de outubro, será maior rigor durante a abertura dos malotes de provas. Os sacos, que têm lacres eletrônicos, só serão abertos após o fechamento dos portões, quando todos os candidatos estiverem nas salas para realização dos testes. A medida é uma tentativa de evitar vazamentos como o que ocorreu ano passado com o tema da redação.

Outra novidade é que as provas começarão meia hora mais tarde, às 13h30, no horário de Brasília. Mas a abertura e o fechamento dos portões continuarão, respectivamente, ao meio-dia e às 13h. Durante esse intervalo de meia hora os candidatos poderão passar por medidas de segurança, como detectores de metal.

“Uma mudança que parece simples, mas tem impacto muito grande na segurança. Todos os candidatos terão entrado e colocado seus celulares em um pacotinho. Os malotes só serão abertos após esse período, com todo mundo nas salas”, explicou o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Francisco Soares.

“Haverá um controle extra. Teremos mais uma testemunha e a ata vai registrar o horário em que o malote foi aberto. Porque é o momento de risco. Com o malote aberto a prova é passível de vazamento e temos que evitar isso a todo custo”, complementou o presidente do Inep.

INSCRIÇÃO – Quem quiser fazer o Enem deverá se inscrever entre 25 de maio e 5 de junho, no site do Inep. A taxa será R$ 63 e pode ser paga até 10 de junho. Concluinte do ensino médio este ano que estudou em escola pública tem gratuidade. A expectativa do Ministério da Educação é de que as inscrições ultrapassem os 9 milhões de candidatos. Ano passado foram 8,7 milhões.

Outras Notícias

Tabira: Téa da Damol anuncia apoio à pré-candidatura de Flávio Marques

O empresário José de Arimatéia, o Téa da Damol, um dos nomes mais respeitados e ouvidos no debate da política tabirense, disse ao blog que decidiu pelo apoio ao atual Secretário de Administração da Prefeitura de Tabira, Flávio Marques. “Tem demonstrado muita competência a frente da Secretaria de Administração da Prefeitura. Veja que em relação […]

O empresário José de Arimatéia, o Téa da Damol, um dos nomes mais respeitados e ouvidos no debate da política tabirense, disse ao blog que decidiu pelo apoio ao atual Secretário de Administração da Prefeitura de Tabira, Flávio Marques.

“Tem demonstrado muita competência a frente da Secretaria de Administração da Prefeitura. Veja que em relação à segurança pública temos tido uma evolução muito grande. É muito competente”, disse.

Ele acrescentou que na sua visão Tabira precisa de pessoas jovens,   novas, com maneira de pensar e agir renovada. “Tabira hoje tem essa oportunidade de dar um passo grande à modernidade, com pessoas mais tolerantes, com a cabeça aberta. Flávio pra mim é uma oportunidade que Tabira tem de avançar no seu desenvolvimento”.

O blog procurou o Secretário que comentou o apoio anunciado. “Agradeço o apoio de José de Arimatéia, tabirense sempre preocupado com o nosso Município. Esse reconhecimento ao nosso trabalho é muito importante e nos ajuda no processo democrático”.

Flávio disse que, contudo existem etapas no cenário político local a serem vencidas. “Elas seguirão as diretrizes do coordenador natural dessa escolha, o prefeito Sebastião Dias”, comentou.

Marília Arraes recebe apoio do ex-prefeito de Abreu e Lima

Nesta sexta-feira (17), a pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, recebeu o apoio do ex-prefeito de Abreu e Lima, Jerônimo Gadelha, e Katiana Gadelha, que foi candidata a prefeita da cidade em 2020. “Marília Arraes representa o futuro de Pernambuco. Ela será eleita a primeira mulher governadora do estado”, afirma Jerônimo. “É importante frisar […]

Nesta sexta-feira (17), a pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, recebeu o apoio do ex-prefeito de Abreu e Lima, Jerônimo Gadelha, e Katiana Gadelha, que foi candidata a prefeita da cidade em 2020.

“Marília Arraes representa o futuro de Pernambuco. Ela será eleita a primeira mulher governadora do estado”, afirma Jerônimo.

“É importante frisar que Jerônimo e Katiana estiveram juntos com Eduardo Campos em 2006, na primeira vitória do ex-governador para o Palácio do Campo das Princesas”, destaca a assessoria em nota.

Também participaram do encontro o prefeito do Paulista, Yves Ribeiro, Jorge Carreiro, pré-candidato a deputado estadual, e André Souza, presidente estadual do Solidariedade

Coluna do Domingão

Por André Luis – Redator executivo do blog O grande acordão: quando a punição ao golpe vira moeda de governabilidade Não foi improviso, não foi ruído institucional, tampouco um desvio técnico de dosimetria. A aprovação do projeto que reduz as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro […]

Por André Luis – Redator executivo do blog

O grande acordão: quando a punição ao golpe vira moeda de governabilidade

Não foi improviso, não foi ruído institucional, tampouco um desvio técnico de dosimetria. A aprovação do projeto que reduz as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro tem método, tempo e consequência. O que o Senado aprovou foi menos uma correção penal e mais a formalização de um grande acordão político, costurado nos bastidores, para aliviar a resposta do Estado a um ataque frontal à democracia.

A linha do tempo expõe o enredo. Meses antes da votação, surgiram declarações do presidente da República relativizando o tempo de prisão do ex-presidente. Depois, vieram semanas de conversas discretas envolvendo Congresso, interlocutores políticos experientes e membros do sistema de Justiça. O texto foi sendo “ajustado”: tirou-se a palavra anistia, manteve-se o efeito prático. Ao final, o resultado é cristalino, aceleração da progressão de regime para crimes contra o Estado Democrático de Direito e redução expressiva das penas dos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.

O discurso público tentou preservar aparências. O governo condena a anistia, promete veto e reafirma compromisso com a democracia. O Congresso aprova a mudança. O Supremo acompanha o debate. Cada poder cumpre seu papel formal, mas o desfecho converge para o mesmo ponto: punir, sim, porém não demais. Condenar, mas sem causar atritos que “atrapalhem” a engrenagem política.

É justamente aí que mora o problema. Democracia não se defende pela metade. O recuo na punição de crimes contra o Estado Democrático de Direito envia uma mensagem perigosa: tentar um golpe pode compensar, desde que haja força política suficiente depois. O custo institucional dessa sinalização é alto. Normaliza-se a exceção, relativiza-se a gravidade do ataque e transforma-se a Justiça em variável de negociação.

Os atos de 8 de janeiro não foram vandalismo comum. Foram a culminância de um projeto de ruptura, com liderança política, financiamento, mobilização e objetivo claro. Reduzir penas, flexibilizar progressões e “absorver” tipos penais mais graves não é pacificação, é rebaixamento da resposta democrática. Não fortalece instituições; as fragiliza.

Argumenta-se que governar exige pragmatismo, que a correlação de forças impõe concessões. É verdade que governabilidade cobra preço. Mas há limites. Quando o preço é a integridade do princípio democrático, o pragmatismo vira conivência. O veto presidencial anunciado, se vier, poderá cumprir função simbólica, mas a previsível derrubada pelo Congresso apenas completará o roteiro: todos acenam para suas bases, enquanto os condenados colhem o benefício.

O grande acordão não é apenas sobre Bolsonaro. É sobre o precedente que se cria. É sobre dizer ao país que a democracia pode ser atacada e, depois, renegociada. Isso não é estabilidade; é erosão lenta. A Justiça não pode ser o colchão da política. Se for, a conta chega, e sempre chega mais cara. Democracia não é torcida. É princípio. E princípio não se negocia.

Nomeações que custam caro

Durante entrevista ao podcast ElesPod, o vice-prefeito de Iguaracy, Marquinhos Melo, fez críticas à atuação da procuradora do município e abordou o questionamento levantado pelos entrevistadores sobre os critérios adotados para a sua nomeação. Segundo Marquinhos, a escolha não teria sido sustentada por experiência em administração pública ou conhecimento da realidade local, mas por vínculos pessoais. Ele afirmou que a procuradora, oriunda da capital, tentou aplicar à gestão de Iguaracy uma lógica administrativa incompatível com um município de pequeno porte do Sertão do Pajeú.

Na avaliação do entrevistado, embora o princípio da legalidade deva nortear a administração pública, ele precisa caminhar junto com o princípio da eficiência. Marquinhos relatou que a atuação da procuradora teria ampliado a burocratização de processos e dificultado o acesso da população a serviços essenciais, especialmente em situações urgentes, comuns em cidades do interior, onde o contato direto com o prefeito e o vice-prefeito é frequente.

O episódio chama atenção para uma prática recorrente em prefeituras da região: nomeações para cargos estratégicos baseadas predominantemente em relações pessoais ou políticas, em detrimento de critérios técnicos e sensibilidade humana. Esse tipo de escolha, como demonstrado no caso relatado, tende a gerar entraves administrativos, desgaste interno e impactos negativos diretos sobre o gestor, que acaba responsabilizado politicamente por decisões que comprometem a eficiência da gestão e o atendimento à população.

“É difícil fazer mudança”

A governadora Raquel Lyra afirmou que a concessão parcial dos serviços da Compesa representa uma decisão política voltada à mudança estrutural do abastecimento de água em Pernambuco. A declaração foi feita após o leilão realizado na última quinta-feira (18), na B3, em São Paulo. Em seu discurso, a gestora ressaltou que promover mudanças exige enfrentar escolhas difíceis e romper com práticas históricas. “É difícil fazer mudança, porque muita gente fala sobre ela, mas não quer fazer”, afirmou.

Raquel destacou que o processo não se resume ao volume de investimentos, estimados em cerca de R$ 20 bilhões, mas à definição de prioridades. Segundo a governadora, os recursos obtidos com a outorga serão utilizados exclusivamente pelo Estado para a produção e a distribuição de água, com foco em infraestrutura hídrica. Ela citou como exemplo a construção da adutora que beneficiará Petrolina, Afrânio e Dormentes, com investimento previsto de R$ 300 milhões, ressaltando que se trata de uma escolha que não segue lógica eleitoral.

Ao abordar o impacto das decisões, a governadora afirmou que não é aceitável que problemas herdados do século passado continuem presentes no cotidiano das famílias pernambucanas. Para Raquel Lyra, a concessão marca o início de um novo ciclo na política hídrica do Estado, sustentado por decisões que priorizam o enfrentamento de carências históricas, mesmo diante de resistências.

Bola dentro?

A decisão da governadora Raquel Lyra de levar adiante a concessão dos serviços da Compesa é, antes de tudo, uma escolha de alto risco político. Trata-se de uma aposta clara: ou o modelo entrega resultados concretos e melhora um serviço historicamente mal avaliado pela população, ou o ônus recairá integralmente sobre o Palácio do Campo das Princesas. Ao assumir o protagonismo do processo, Raquel retira de si a possibilidade de terceirizar responsabilidades no futuro.

Se a concessão produzir os efeitos prometidos, ampliação da oferta de água, regularidade no abastecimento e avanço da infraestrutura hídrica nos municípios, a governadora acumulará um ativo político relevante. Poucos temas são tão sensíveis quanto água no cotidiano da população, especialmente no interior. Melhorar um serviço que há décadas simboliza ineficiência pode consolidar a imagem de uma gestora disposta a enfrentar problemas estruturais e a tomar decisões impopulares no curto prazo para colher resultados no médio e longo prazo.

Ou, bola fora?

Por outro lado, o histórico da Compesa pesa contra a margem de erro do governo. O serviço é reconhecidamente precário em grande parte do Estado, e a população tende a reagir com desconfiança a mudanças que envolvem concessões. Caso os investimentos não se traduzam em melhorias perceptíveis, ou se o modelo falhar na execução, a responsabilidade política será direta. A concessão deixará de ser vista como solução e passará a ser associada a uma promessa frustrada, com impacto potencial no capital político da governadora.

O futuro dirá

Em síntese, Raquel Lyra fez uma escolha que não admite meio-termo. Ao optar pela concessão, colocou sua gestão como fiadora de um novo modelo para um velho problema. O sucesso pode reposicionar seu governo como agente de transformação; o fracasso, no entanto, tende a reforçar a descrença da população e cobrar um preço elevado de quem decidiu mudar o rumo de um serviço que, historicamente, nunca funcionou bem.

Ato político

A confraternização promovida pelo presidente da Alepe, Álvaro Porto e seu filho, Gabriel Porto, ambos do PSDB, acabou se transformando em um ato político em torno da pré-candidatura do prefeito João Campos ao Governo de Pernambuco. Embora não tenha sido anunciado oficialmente com esse objetivo, a mobilização reuniu aliados e lideranças, assumindo contornos de articulação eleitoral.

O encontro ocorreu na capital pernambucana e foi marcado por manifestações públicas de apoio ao prefeito, que vem sendo apontado como um dos principais nomes do PSB para a disputa estadual. A presença de representantes políticos e militantes deu ao evento um caráter de demonstração de força e de alinhamento em torno do projeto liderado por João Campos.

Nos bastidores, a avaliação é de que o episódio funcionou como um teste de mobilização e reforçou a leitura de que a pré-candidatura do prefeito ao governo do estado já começa a ganhar forma, mesmo sem um lançamento formal.

Quem fica com a vaga?

A confra promovida pelo presidente da Alepe e seu filho, reuniu três nomes apontados como postulantes às vagas ao Senado na possível chapa liderada pelo prefeito do Recife, João Campos. Estiveram presentes o ministro Silvio Costa Filho, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e a ex-deputada Marília Arraes. Só faltou o senador Humberto Costa (PT), considerado nome praticamente certo na composição.

Com Humberto dado como presença garantida, a disputa passa a se concentrar na segunda vaga. Silvio Costa Filho, Miguel Duque e Marília Arraes surgem como os principais interessados, em um cenário que ainda está longe de definição.

No caso de Miguel Coelho, há um fator adicional de incerteza. Com a formalização da União Progressista, cresce a possibilidade de Eduardo da Fonte ser alçado como candidato ao Senado. Caso isso se confirme, a tendência é que a candidatura ocorra na chapa pela reeleição da governadora Raquel Lyra, o que pode deixar Miguel fora da disputa majoritária em 2026.

Frase da semana

“Minha solidariedade pela cretinice do ataque que o Zezé di Camargo fez a elas. Ele não teria coragem de fazer aquele ataque a homens, mas ele fez às mulheres”.

Presidente Lula falando sobre ataque de Zezé di Camargo ao SBT.

Alunas e alunos afogadenses desenvolvem lápis sustentável, que pode ser plantado após uso

Experiência na Escola de Referência em Ensino Médio Cônego João Leite, no centro de Afogados da Ingazeira (PE), é liderada pelos professores Carla Santana e Alan Gustavo Imagine quantos pitocos de lápis podem ser acumulados ao longo de um ano: pelo menos uma dezena, se contarmos lápis de cor e grafite. Refletindo sobre o descarte […]

Experiência na Escola de Referência em Ensino Médio Cônego João Leite, no centro de Afogados da Ingazeira (PE), é liderada pelos professores Carla Santana e Alan Gustavo

Imagine quantos pitocos de lápis podem ser acumulados ao longo de um ano: pelo menos uma dezena, se contarmos lápis de cor e grafite. Refletindo sobre o descarte desse material, alunas e alunos chegaram à solução: a criação de um lápis que pode ser plantado pós uso, gerando novas mudas de diferentes espécies como cenoura, coentro, couve,   pimenta e tomate cereja. A ação é desenvolvida com os estudantes dos 2º anos “A” e “B” do Colégio Cônego João Leite Gonçalves De Andrade, em Afogados da Ingazeira.

Integrante do projeto “Miniempresa CJL Solutions”, a ação está sob a orientação dos professores Carla Santana e Alan Gustavo e integra o programa “Miniempresas da Junior Achievement (JA)”, em parceria com a Secretaria de Educação de Pernambuco e o Sebrae.

“O propósito maior é estimular o empreendedorismo e a formação prática dos jovens”, destaca Carla Santana. O produto que está sendo elaborado pelos alunos da escola é um lápis sustentável, que ao final do uso, pode ser plantado, germinando e se transformando em uma nova vida, como forma de contribuir para o reflorestamento e a preservação ambiental. 

“Mais do que a criação de um produto, o projeto proporciona às alunas e alunos a experiência de simular o funcionamento de uma empresa real, passando por áreas como marketing, recursos humanos, operações, finanças. O produto é encarado com a responsabilidade de uma empresa, e isso muda a cabeça dos jovens e preparam os mesmos para o mercado de trabalho de maneira competitiva”, reflete Alan Gustavo.

“Essa vivência, ainda em andamento, vem ampliando o aprendizado em gestão, inovação, sustentabilidade e responsabilidade social, unindo prática empreendedora e consciência ecológica”, reforça Carla.

Para completar a importância social do projeto, parte da renda, referente ao valor de impostos, será destinada à ONG “Associação Caatinga”, que atua há mais de vinte anos na proteção do bioma, reflorestamento e no fortalecimento das comunidades rurais. É possível comprar os lápis em www.instagram.com/cjl_solutions_ 

Serra Talhada tem novo Secretário de Educação

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, anunciou em suas redes sociais o nome do novo secretário de Educação da cidade. O nome já era cotado: o professor Edmar Júnior. “Damos as boas-vindas ao nosso novo Secretário Municipal de Educação, professor Edmar Júnior.Com um currículo extenso, Edmar Júnior chega para somar nessa gestão de pessoas […]

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, anunciou em suas redes sociais o nome do novo secretário de Educação da cidade.

O nome já era cotado: o professor Edmar Júnior.

“Damos as boas-vindas ao nosso novo Secretário Municipal de Educação, professor Edmar Júnior.Com um currículo extenso, Edmar Júnior chega para somar nessa gestão de pessoas comprometidas em fazer o bem e cuidar da população”, disse a prefeita.

Ele já havia sido titular da pasta na gestão do  ex-prefeito Luciano Duque e substitui Erivonaldo Alves, que assumiu função no Governo da Paraíba. Márcia fez o registro ao lado da Secretária Executiva, Lu Fernandez.