Notícias

Mais de 360 civis foram mortos até agora na Ucrânia, diz ONU

Por Nill Júnior

O escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas atualizou o número de vítimas confirmadas na Ucrânia desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro, informa o portal G1.

Segundo a ONU, pelo menos 364 civis foram mortos na Ucrânia. Desse total, 25 são crianças. Há também outros 759 feridos.

A ONU acrescenta que os verdadeiros números sejam provavelmente “consideravelmente maiores”. “O Gabinete acredita que os verdadeiros números são consideravelmente maiores, especialmente no território controlado pelo governo e especialmente nos últimos dias, porque as informações de alguns locais onde houve hostilidades intensas atrasou e muitos relatos ainda dependiam de confirmação”, disse a ONU, no sábado (5).

Segundo o escritório da entidade, a maioria das mortes de civis registradas foi causadas por armas explosivas com uma área de impacto ampla, incluindo bombas de artilharia pesada e sistemas de lançamentos múltiplos de foguetes, e de ataques aéreos ou de mísseis.

Neste domingo (06), uma mulher e duas crianças morreram em um ataque de morteiro russo à rota de fuga que os moradores de Irpin, a noroeste de Kiev, estão usando para escapar do avanço das tropas invasoras.

Irpin é um subúrbio da capital e está sob forte ataque russo. Muitos moradores têm tentado fugir para Kiev por uma estrada que passa por uma ponte derrubada. A explosão ocorreu num trecho da estrada logo após a passagem da ponte.

Outras Notícias

Federais lembram aniversários de Santa Cruz, Dormentes e Carnaubeira da Penha

Em mais uma tarde de pronunciamento, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) registrou o aniversário de emancipação política de dois municípios pernambucanos: Santa Cruz e Dormentes, ambos completaram 28 anos. Patriota ainda lembrou que foi autor do Projeto de Lei que emancipou esses locais. “Dois municípios que aniversariam hoje, 28 anos, e eu chamo de […]

Em mais uma tarde de pronunciamento, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) registrou o aniversário de emancipação política de dois municípios pernambucanos: Santa Cruz e Dormentes, ambos completaram 28 anos. Patriota ainda lembrou que foi autor do Projeto de Lei que emancipou esses locais.

“Dois municípios que aniversariam hoje, 28 anos, e eu chamo de minhas filhas, porque fui o autor, ainda como deputado estadual, para emancipar Santa Cruz, que era distrito de Ouricuri e Dormentes, que era distrito de Petrolina. Santa Cruz disparou no seu crescimento, Dormentes, capital da caprinocultura do Brasil e eu quero saudar o povo dessas cidades, através dos seus políticos, vereadores, prefeitas de ambos os municípios e dizer da minha alegria em contribuir com a história de vocês”, revelou.

Nos anos 80, como deputado estadual, Gonzaga Patriota foi autor de projetos que ajudaram a emancipar – entre outros – Lagoa Grande, Dormentes, Santa Cruz, Carnaubeira da Penha, Jatobá e Santa Cruz da Baixa Verde.

Já o Federal Sebastião Oliveira celebrou nas redes sociais os 28 anos de Carnaubeira da Penha. Ele acompanhnhou as festividades ao lado do prefeito Dr. Manoel e o seu vice Ari, o ex-prefeito Tadeu Novaes, vereadores, lideranças, representantes da comunidade indígena e população.

Precisamos garantir que a disseminação do ódio acabou, diz Lula à governadores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (27), em reunião com os 27 governadores, que o poder público precisa garantir ao povo brasileiro que “a disseminação do ódio acabou”. “Nós vamos mostrar ao povo brasileiro que o ódio acabou. Que o que aconteceu no dia 8 de janeiro não vai se […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (27), em reunião com os 27 governadores, que o poder público precisa garantir ao povo brasileiro que “a disseminação do ódio acabou”.

“Nós vamos mostrar ao povo brasileiro que o ódio acabou. Que o que aconteceu no dia 8 de janeiro não vai se repetir. Vamos recuperar a democracia nesse país, e a essencialidade da democracia é falar o que quer, desde que não obstrua o direito do outro falar. Por isso, eu falo que o Brasil vai voltar a normalidade”, declarou.

Lula afirmou que não fará distinção entre governadores que o apoiam ou fazem oposição ao governo federal – o que, na visão dele, seria um sinal da pacificação na política.

“Em cada estado que eu for, eu irei visitar o gabinete do governador, a não ser que ele não queira. Não vou fazer que nem os terroristas e invadir o gabinete do governador. Mas não quero chegar a um estado e ter o governador como inimigo, porque votou em fulano ou cicrano”, disse.

Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros do governo se reuniram na manhã desta sexta-feira com os 27 governadores dos estados e do Distrito Federal no Palácio do Planalto, em Brasília. A previsão é que a reunião dure até a tarde.

No discurso de abertura, transmitido pelas redes oficiais do governo, Lula afirmou que não haverá “veto” aos pedidos dos governos, e que as demandas estaduais serão analisadas pela União.

Além de Lula, Alckmin e dos 27 governadores, participaram da reunião também: os líderes do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE); no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e no Congresso, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Também, os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Rui Costa (Casa Civil), Nísia Trindade (Saúde), Flávio Dino (Justiça), Fernando Haddad (Fazenda) e Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência).

Fim da judicialização

O presidente também disse que um dos movimentos para retomar a normalidade no país é fazer com que os Três Poderes atuem dentro de suas competências.

“Eu falo que o Brasil precisa voltar a normalidade. Eu vou trabalhar muito, conversar muito, para que o Poder Judiciário faça o papel do Poder Judiciário, que o Congresso Nacional faça o papel do Congresso Nacional”.

Em recado aos parlamentares, o presidente afirmou que é preciso parar de protocolar ações no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar votações no Congresso e disse ter pedido a líderes que parem de “judicializar” a política.

“Nós temos culpa de tanta judicialização. A gente perde uma coisa no Congresso Nacional, ao invés de aceitar as regras do jogo democrático de que a maioria vença e a minoria cumpra o que foi aprovado, a gente recorre a uma outra instância para ver se a gente consegue ganhar. É preciso que a gente pare com esse método de fazer política”.

ICMS

O presidente Lula disse que entre os temas que serão debatidos na reunião está a questão do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O ICMS é um imposto estadual e é responsável pela maior parte dos tributos arrecadados pelos estados.

Em junho do ano passado, o então presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que criou um teto para a cobrança do tributo sobre itens como diesel, gasolina, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

Com isso, esses itens passaram a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que impede que os estados cobrem taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia de 17% a 18%, dependendo da localidade. Até então, alguns estados chegavam a cobrar uma alíquota de 30% nesses produtos.

“[…] A gente precisa ouvir os governadores, nós sabemos que cada governador tem as suas demandas locais, nós sabemos que os governadores querem discutir uma série de coisas que, muitas vezes, parece que nós não queremos discutir, mas nós temos que discutir, a questão do ICMS é uma coisa que está na cabeça de vocês desde que foi aprovado pelo Congresso Nacional e é uma coisa que nós vamos ter que discutir. Nós podemos acertar, nós podemos dizer que não pode, ou que pode, mas a gente não vai deixar de discutir nenhum assunto com vocês”, disse Lula.

Na chegada à reunião, governadores disseram que desejavam que o tema fosse debatido no encontro, entre eles o chefe do executivo de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), que defendeu a restituição do tributo aos estados.

“Espero que seja restituído aos estados a condição de sobrevivência de estados e munícipios. Hoje a única fonte que temos é o ICMS e isso precisa ser recuperado ou reposto”, afirmou Caiado. A reportagem é de Beatriz Borges e Luiz Felipe Barbiéri/g1

Secretária de Infraestrutura do Estado visita obras viárias e hídricas no Agreste

Fernandha Batista estará nos municípios de Brejo da Madre de Deus e Gravatá nesta quinta-feira (4) Circulando pelo Estado para vistoriar o andamento de obras estratégicas para garantir a qualidade de vida da população, a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, cumpre agenda, nesta quinta-feira (4), no Agreste pernambucano.  Pela manhã, a gestora […]

Fernandha Batista estará nos municípios de Brejo da Madre de Deus e Gravatá nesta quinta-feira (4)

Circulando pelo Estado para vistoriar o andamento de obras estratégicas para garantir a qualidade de vida da população, a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, cumpre agenda, nesta quinta-feira (4), no Agreste pernambucano. 

Pela manhã, a gestora estará na cidade de Brejo da Madre de Deus para conferir as obras de implantação e pavimentação da segunda etapa da rodovia PE-166, que está com trabalho avançado no trecho entre os distritos de Vila de Serra dos Ventos e Barra de Farias.

As intervenções na região acontecem no trecho de 13,4 quilômetros de extensão e são executadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). 

A ação integra o Programa Caminhos de Pernambuco e vai ligar as regiões do Agreste Central e Setentrional, reduzindo em 60 quilômetros o percurso para o escoamento dos produtos do Pólo Têxtil. A expectativa é que os serviços sejam concluídos até setembro deste ano.

Fernandha Batista explica que, em novembro de 2020, foi entregue o primeiro segmento da PE-166, em Belo Jardim. “Realizamos nessa extensão os serviços de drenagem, recuperação asfáltica e sinalização em 16,6 quilômetros da via. As duas etapas contemplam 30 quilômetros de estrada com investimento do Governo de Pernambuco de R$ 23 milhões”, ressalta.

Em seguida, acompanhada do diretor regional do interior da Compesa, Mário Heitor, a secretária visitará as obras do quarto trecho do Sistema Adutor do Agreste. A intervenção está prevista para ser entregue no início deste ano e corresponde ao abastecimento do povoado de Serra dos Ventos, em Belo Jardim, e dos distritos de Fazenda Nova, Mandaçaia e Itaúna, em Brejo da Madre de Deus.

À tarde, no município de Gravatá, Fernandha Batista vistoriará o Parque Ambiental Janelas para o Rio, que é o terceiro em construção no Estado. 

O equipamento terá mais de um hectare e está sendo implantado em área adjacente ao antigo Matadouro Público Municipal, no bairro do Jucá. Pouco mais da metade da área será destinada ao Setor de Equipamentos e Lazer e o restante do espaço ao Setor de Preservação Ambiental.  

A iniciativa consiste em um conjunto de intervenções previstas nos planos hidroambientais das bacias dos rios Capibaribe e Ipojuca para proteger as margens do rio de usos indevidos e ocupações irregulares. 

O projeto foi elaborado pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) e a fiscalização da obra está a cargo da executiva de Recursos Hídricos. O investimento gira em torno R$ 2,3 milhões. Além de Gravatá, também estão sendo construídos parques lineares em São Caetano e Caruaru, com orçamento total de R$ 15 milhões.

CAMINHOS DE PERNAMBUCO – Criado em maio de 2019, é considerado o maior programa de reestruturação de malha viária proposto pelo Estado. A iniciativa, que tem como objetivo garantir mais qualidade de vida, mobilidade à população e o desenvolvimento econômico local, conta com aporte de R$ 505 milhões para recuperar 5.554,5 quilômetros de rodovias até dezembro de 2022.

Em 2020, o Programa Caminhos de Pernambuco superou a marca de R$ 270 milhões de investimentos em ações de infraestrutura viária. Os serviços de manutenção rotineira executados somam aproximadamente R$ 65 milhões e já foram realizados em 3.378 mil quilômetros.

Trump diz que só reabrirá economia com aval da Saúde

O presidente americano, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (10) que a decisão sobre quando reabrir a economia dos Estados Unidos, fechada devido à pandemia do novo coronavírus, é a mais difícil que teve que tomar em sua vida. “Terei que tomar uma decisão e só peço a Deus que seja a decisão certa. Mas diria, sem dúvida, […]

O presidente americano, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (10) que a decisão sobre quando reabrir a economia dos Estados Unidos, fechada devido à pandemia do novo coronavírus, é a mais difícil que teve que tomar em sua vida.

“Terei que tomar uma decisão e só peço a Deus que seja a decisão certa. Mas diria, sem dúvida, que é a decisão mais importante que já tive que tomar”, disse Trump durante coletiva de imprensa na Casa Branca.

Trump, que tentará a reeleição em novembro, está ansioso por reabrir a economia dos Estados Unidos depois de semanas de duras medidas que fecharam empresas e reduziram drasticamente o transporte em todo o país para conter a propagação da Covid-19.

O sólido desempenho econômico do país era sua bandeira de campanha. Mas uma abertura prematura poria em risco vidas, se os contágios dispararem.

“Tenho que tomar a decisão mais importante da minha vida”, disse.

Ante o vencimento, no fim do mês, das diretrizes federais atuais sobre distanciamento social, cresce a expectativa de que Trump diga aos americanos que podem começar a retomar a atividade normal a partir de maio, pelo menos em algumas partes do país.

A decisão será baseada em parte em dados médicos, mas também é fortemente influenciada por considerações políticas e recomendações do setor empresarial, devastado pelo fechamento, com uma queda abrupta da receita e pedidos de seguro-desemprego em massa.

Trump diz que vai anunciar na terça-feira os membros de um novo grupo de trabalho que deve preparar este processo.

“Eu o denomino grupo de trabalho para a abertura do nosso país, o nosso conselho de país”, disse.

O grupo incluirá “médicos e empresários muito bons”, assim como provavelmente governadores de estados, explicou.

Em um sinal de que Trump buscará um amplo apoio para o que poderia ser uma decisão politicamente perigosa, disse que quer uma representação política republicana e democrata.

“Articulação” de campanha, não Sandrinho, tenta atacar blog

Como sempre, a qualquer posição, há claques pagas ou direcionadas para tentar descredibilizar quem é sério. Há uma semana, minha pergunta sobre o trabalho de vigilante de Zé Negão viralizou. Por uma semana memes e mais memes. Estava fazendo meu trabalho. Odeio incoerências.  Agora muitos que falam em defender a vida promoveram um evento em […]

Como sempre, a qualquer posição, há claques pagas ou direcionadas para tentar descredibilizar quem é sério.

Há uma semana, minha pergunta sobre o trabalho de vigilante de Zé Negão viralizou. Por uma semana memes e mais memes. Estava fazendo meu trabalho. Odeio incoerências.  Agora muitos que falam em defender a vida promoveram um evento em encontro à ela. E a onda virou. Estou acostumado.  Já disse que ser imparcial não é ser elogiado por todos. Às vezes é ser alvo de todos.

A campanha da Frente Popular está orientando pessoas pagas ou com interesses na campanha para difamar o blog, usando postagens de assessoria enviadas ao veículo. Todas as notas de assessoria são publicadas pelo blog, mesmo que editorialmente não representem a nossa opinião. Isso é exercício de isenção e credibilidade, não o contrário.

O material para tentar difamar tem produção profissional.  Não foi encomendado por chaleiras ou interessados na vitória para uma vaga no trem. Eles apenas compartilham. Vai ter mais repercussão aqui do que aos ventos das redes. Não afeta ou  intimida.

Um dos articuladores a serviço da “articulação” já teve posição similar por querer que eu atacasse mais a Frente Popular.  Se perguntar rápido nem ele sabe em que palanque está.  Outro tem cargo na Secretaria de Cultura.  Contratado, explicado.

A articulação se dá no grupo Juventude 40, da rede WhattsApp, a mando de setores do comando de campanha, sem conhecimento ou orientação  do candidato. “Vi poucas postagens no Instagram do pessoal”, reclama uma organizadora do movimento.  Não é tão fácil atingir quem tem correção.

Tenho certeza que a campanha difamatória não tem iniciativa do candidato Sandrinho Palmeira.  Ele não tem esse perfil.  Aliás, também tenho informações de que a “brilhante ideia” do evento condenado pelo MP não partiu dele.  Acabou de acordo mas não foi a primeira voz. Já ouvi dele que será diferente se eleito. Ja disse que acredito.

Pelo que apurei, depois da pesquisa Múltipla a ideia foi mostrar força com um evento grande, para impactar e mostrar mais força que a aferida. Um erro estratégico que poderia ter sido evitado.

Por isso mesmo que disse a um amigo e importante nome do grupo, não entro na política. Depois que quis, mas fui sacaneado há anos, entendi como um sinal. E sei agora o porquê.

Eu não aceitaria um evento que agredisse normas sanitárias dessa forma só para “mostrar força”. Achava que Sandrinho também não.

Aos que decidiram, minha recomendação de que esse tempo é outro. A Sandrinho, minha esperança de que será um líder a conduzir, não a ser conduzido.  Creio nisso.  Não me demovi dessa certeza. Ele sabe disso. Pra mim basta.

Aos que articulam a onda de cards contra mim se a ideia é me descredenciar,  sugiro armamento pesado. Esses tracks juninos aí não me atingem…