Dizem que o Pajeú tem mais blogueiro do que gente. A prova está aí em um recorte de encontro de blogueiros do Pajeú em 29 de dezembro de 2021.
Lembro que, a convite de Marconi Santana, prefeito de Flores, estive em um salão de recepções na cidade para acompanhar sua apresentação das ações realizadas naquele ano e das perspectivas para 2022. Houve ainda um jantar de confraternização.
Foi poucos dias depois de um livramento. Dia 9 de novembro, antes de iniciar agenda em Brasília, Marconi sentiu fortes dores no peito e foi levado ao Hospital Brasília. Tinha diagnóstico de pré-infarto e teve que passar por um cateterismo cardíaco e angioplastia coronariana.
Voltando a Flores, lembro que Santana foi um dos primeiros a anunciar a predileção por Danilo Cabral para ser o candidato socialista. Marconi, como Anchieta Patriota, seu colega de Carnaíba, se manteve fiel a Cabral até hoje, mesmo sem mandato. Prova é a agenda que Danilo teve em sua cidade recentemente.
Depois de uma semana movimentada, com evento ASSERPE em Arcoverde, voltei ao Pajeú. Na sala da Gerência Administrativa encontrei a foto emoldurada e um recado de punho do prefeito: “Ao amigo Nill Júnior, lembrança da Confraternização da Imprensa do Pajeú, em Flores”. Vi a foto e lembrei de uma brincadeira comum feita quando se fala na blogosfera da região: “aqui tem mais blogueiro do que gente”.
Como comecei em 2004, perto dos 20 anos de estrada com o blog, me sinto uma espécie de padrinho do meio, com boa relação e amizade com todos eles. Muitos tem canal próprio em rede social, fazem rádio, blog e redes, jogam nas duas, nas três, nas quatro… todos amigos e parceiros, cada um com seu espaço. Não é a divisão que fortalece o meio. O que vai definir o tamanho de cada um é o leitor.
Tive um pouco de trabalho para identificar cada um na foto, mas vai lá. Acima, Ricardo Oliveira, Fábio Arruda e Silvana, Marcos Oliveira, Evandro Lira, Clério Diniz, Karen Diniz, Marina Ferraz, Pâmela, Lucila e Marconi Santana, Orlando Santos, Júnior Campos, eu e Pedro Luiz. Agachados, Gilberto Ribeiro, Ivonaldo Filho, Alisson Lyra, Itamar França, Tony Alencar, Ranilson Clebson, Cosmo Queiroz, Benjamin Leite e Edy Silva. A resolução não é das melhores porque não houve como escanear da moldura, e eu que vou guardar de lembrança não iria estragá-la. Sigamos!
Por Heitor Scalambrini* A desaceleração dos negócios nucleares nas últimas duas décadas tem relação direta com a diminuição da competitividade econômica do setor, do perigo incomensurável que representa para a vida no planeta a liberação de material radioativo das usinas nucleares, e o problema ainda não resolvido de armazenamento dos resíduos produzidos (lixo atômico), altamente […]
A desaceleração dos negócios nucleares nas últimas duas décadas tem relação direta com a diminuição da competitividade econômica do setor, do perigo incomensurável que representa para a vida no planeta a liberação de material radioativo das usinas nucleares, e o problema ainda não resolvido de armazenamento dos resíduos produzidos (lixo atômico), altamente tóxicos, e cuja radioatividade perdura por milhares de anos.
Estas são algumas das desvantagens de se adotar uma tecnologia no mínimo polêmica, e desnecessária ao país para produzir energia elétrica.
O pós-Fukushima levou países pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), como a Itália, Bélgica, Suíça e Alemanha, a paralisar e mesmo descomissionar dezenas de usinas nucleares que funcionavam em seus territórios. Contrariamente a esta rejeição, governantes de países nada democráticos como China, Rússia e Índia ainda insistem em apoiar a geração nucleoelétrica.
Quando uma tragédia nuclear acontece, as consequências vão para muito além das pessoas. Toda a biodiversidade local é prejudicada diretamente. Pessoas que nem mesmo moram perto do local do desastre podem ser afetadas. Alguns trágicos eventos aconteceram nas últimas 3 décadas. O de Three Mile Island-USA, Chernobyl– Ucrânia e Fukushima-Japão. Este último provocou o deslocamento de mais de 120.000 pessoas que tiveram que abandonar suas casas e deixar suas cidades.
Tais tragédias tiveram ampla repercussão mundial. Todavia, acidentes menores, mas não menos graves, acontecem com certa frequência, e não são divulgados. O mais recente evento foi o vazamento de 1,5 milhão de litros de água radioativa de uma usina nuclear na cidade de Monticello, estado de Minnesota-USA. Mesmo ocorrido em 22 de novembro de 2022, somente 5 meses depois foi comunicado à opinião pública. Sem contar o alerta dos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica-AIEA em 15 de março de 2023, sobre o desaparecimento na Líbia, de 2,5 toneladas de urânio natural concentrado, também conhecido como yellow cake.
Para reagir e contrapor as preocupações da sociedade quanto à guarda de material radioativo, sua proliferação, e aspectos relacionados à segurança da geração nuclear; uma nova estratégia foi montada pelos defensores da tecnologia, e de seus negócios bilionários.
Um novo modelo de reator mais compacto e com potência inferior (<300 MW) aos tradicionais, estão sendo oferecidos pela indústria nuclear, podendo serem totalmente construídos em uma fábrica e levado ao local de funcionamento. Vários modelos estão em desenvolvimento utilizando distintas rotas tecnológicas. Contudo os problemas que ocorrem nos grandes reatores persistem.
Os Small Modular Reactors (SMRs) ou Pequenos Reatores Modulares em inglês, é a nova tática adotada pelos negócios nucleares, que assim esperam disseminar tais unidades por todo o planeta. Nota-se que o termo nuclear foi omitido, no que deveria ser chamado de Small Modular Nuclear Reactors (SMNRs), ou Pequenos Reatores Nucleares Modulares. A omissão da palavra nuclear é uma tentativa de evitar a rejeição, a repulsa da grande maioria da população mundial, que associa o nuclear com morte, guerra, destruição, desgraça, bomba atômica.
No Brasil um lobby poderoso reunido na Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares- ABDAN, agrega os apoiadores das usinas nucleares, propondo promover o desenvolvimento e a aplicação da tecnologia nuclear no Brasil. Em sintonia, e representando interesses das grandes multinacionais do ramo, com interesses em fazer negócios, esta Associação tem obtido “avanços(?)” junto aos poucos que decidem a política energética brasileira. Por exemplo, conseguiram no governo do ex-ministro de Minas e Energia, o almirante Bento Albuquerque (o mesmo investigado por entrar ilegalmente no país com joias milionárias não declaradas, destinadas ao ex-presidente), a inclusão no Plano Nacional de Energia-2050 a instalação de 8 GW a 10 GW a partir da nucleoeletricidade.
Decisões sobre um tema tão polêmico e com grande repercussão para as gerações presentes e futuras mereceriam discussões, debates mais amplos e aprofundados com a sociedade. Esta discussão passa necessariamente em decidir que tipo de sociedade queremos. Se desejamos uma sociedade democrática, com justiça ambiental, defensora da paz; ou um país nuclearizado, inclusive possuindo artefatos nucleares, como a bomba tupiniquim, que certamente poderá ser viabilizada com novas instalações nucleares.
O que se espera em sociedades democráticas é que as divergências devam ser tratadas pelo debate, discussões, disponibilização de informações, participação popular. Todavia o terreno desta disputa é muito desigual, pois o poder econômico dos lobistas é muito grande, o que acaba contribuindo para uma assimetria no processo da disputa, na divulgação das propostas, e das discussões sobre as consequências sociais, econômicas, ambientais e tecnológicas, do uso da tecnologia nuclear para produção de energia elétrica.
Todavia decisões monocráticas de um colegiado, o Conselho Nacional de Política Energética – CNPE, tem instituído uma política energética contrária aos interesses da maioria da população. A principal característica deste colegiado, é a falta de representatividade da sociedade organizada, além de um grande déficit de transparência. A sociedade civil não participa das decisões tomadas.
O Ministério de Minas e Energia- MME, também responsável pela política energética sofre há anos, um processo de captura pelo mercado. Utilizado como “moeda de troca” pelos vários governos, não passa de um ministério de 2º escalão, subserviente a grupos que defendem somente seus interesses particulares, e/ou de grandes empresas. Do ponto de vista técnico foi completamente esvaziado.
Outra instituição, com grandes poderes decisórios, é a Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. É comum que membros desta agência reguladora tenham seus diretores envolvidos em polêmicas, denúncias gerando grande desconfiança junto à sociedade. O escândalo mais recente, é de um ex-diretor escolhido pelo novo governo secretário executivo do MME, o número dois do ministério, envolvido em vários casos obscuros e ainda não explicados, enquanto era diretor da ANEEL (https://piaui.folha.uol.com.br/cheiro-de-enxofre/).
Existe um clamor da sociedade brasileira de participação social, de uma maior transparência nas políticas públicas. E porque não na área energética? Neste caso é fundamental a criação de espaços democráticos igualitários, de interlocução, de participação cidadã, na formulação e tomada de decisão. Ações no sentido de promover o engajamento da sociedade, para defender seus interesses junto ao Estado brasileiro, fortalecem e garantem nossa democracia.
*Heitor Scalambrini Costa é doutor em Energética – Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
Após anunciar Sílvio Criciúma como novo técnico para a próxima temporada, o Salgueiro deu início às contratações para a disputa do Campeonato Pernambucano, que começa no dia 22 de janeiro. Até o momento, o Carcará anunciou quatro nomes para integrar o novo elenco: os goleiros Jerfesson e Manoel Victor, o zagueiro Eduardo Favero e o […]
Após anunciar Sílvio Criciúma como novo técnico para a próxima temporada, o Salgueiro deu início às contratações para a disputa do Campeonato Pernambucano, que começa no dia 22 de janeiro.
Até o momento, o Carcará anunciou quatro nomes para integrar o novo elenco: os goleiros Jerfesson e Manoel Victor, o zagueiro Eduardo Favero e o volante Cal Rodrigues, este último revelado pelo Náutico.
O goleiro Jerfesson, de 29 anos, passou pelo futebol pernambucano em 2020, quando atuou pelo Central. Seu último clube foi o ABC. O jovem Manoel Victor, de 19 anos, que também é goleiro, já atuou no Salgueiro e vai para mais uma temporada na equipe. O zagueiro Eduardo Favero, de 28 anos, estava no Central, enquanto o volante Cal Rodrigues, de 25 anos, defendeu o Linense em 2021.
Cal já defendeu as cores do Afogados Futebol Clube. E segundo diretores do Afogados, Eduardo Favero estava praticamente acertado com o clube. Já havia um pré contrato assinado. Mudou de ideia e foi ao Carcará.
O planejamento do Salgueiro é iniciar os trabalhos em 26 de dezembro, visando inicialmente o Campeonato Pernambucano. O Carcará ainda vai ter pela frente as disputas da Copa do Brasil e da Série D do Campeonato Brasileiro.
Da Assessoria do PSB O Partido Socialista Brasileiro em Pernambuco (PSB-PE) reuniu, nesta segunda-feira (07), os prefeitos e prefeitas eleitos e reeleitos na última eleição para discutir os temas relevantes para as administrações socialistas. O evento, realizado em Gravatá, contou com a participação de 60 representantes do Executivo municipal e ainda reuniu integrantes das executivas […]
O Partido Socialista Brasileiro em Pernambuco (PSB-PE) reuniu, nesta segunda-feira (07), os prefeitos e prefeitas eleitos e reeleitos na última eleição para discutir os temas relevantes para as administrações socialistas. O evento, realizado em Gravatá, contou com a participação de 60 representantes do Executivo municipal e ainda reuniu integrantes das executivas estadual e nacional do PSB.
O vice-presidente nacional Paulo Câmara, o presidente Carlos Siqueira e primeiro-secretário Geraldo Julio participaram da atividade, juntamente com o senador Fernando Bezerra Coelho, além de deputados estaduais e federais da legenda.
Um dos momentos mais aguardados foi o pronunciamento do governador Paulo Câmara, que fez uma avaliação sobre o cenário econômico nacional e local. Paulo apresentou os dados sobre a queda do crescimento da economia nos últimos anos, que fez com que o Brasil apresentasse índices negativos em 2016.
Paulo ainda destacou o impacto da diminuição do PIB e a redução na arrecadação do ICMS. O governador falou da importância da discussão sobre o pacto federativo para estados e municípios.
Apesar das dificuldades vivenciadas nos últimos dois anos, Paulo fez projeções futuras para o Estado e destacou a importância de fazer parcerias para Pernambuco voltar a crescer.
“Vamos nos unir e fazer parcerias. É assim que vamos vencer 2017. Queremos dar condições de Pernambuco ser o primeiro estado a superar esta crise. Temos força de trabalho, gestão, força política e apoio dos pernambucanos. Quero desejar sorte e dizer que estamos juntos”, disse Paulo, aos prefeitos.
Mais cedo, na abertura do evento, Paulo Câmara destacou a importância do encontro com os prefeitos eleitos pelo PSB para a discussão de temas que vão balizar o futuro das administrações municipais. O governador destacou o resultado das eleições para o PSB de Pernambuco, que elegeu 70 prefeitos no último pleito e o peso do partido em nível nacional.
Presente no encontro, o presidente Carlos Siqueira destacou o bom desempenho do PSB em Pernambuco, falou dos desafios dos prefeitos socialistas e avaliou o crescimento do PSB no Brasil, que foi o terceiro a receber mais votos em todo o país. “Fizemos 418 prefeitos, 387 vice-prefeitos e mais de três mil vereadores. Essa vitória é fruto da nossa unidade, é fruto da leitura correta que fizemos”, pontuou.
Durante a abertura do evento, o presidente Sileno Guedes fez uma avaliação do resultado do PSB em Pernambuco, destacando que a legenda recebeu mais de 1,3 milhão de votos se somadas todas as 70 cidades onde o partido foi vitorioso. “Esse tamanho do PSB representa a força política de cada um que dos foram às urnas. Ninguém pode deixar de considerar o peso político do PSB”, frisou.
No dia em que Tamandaré comemorou 30 anos de emancipação política, o ministro de Lula, Silvio Costa Filho, e a ex-deputada federal, Marília Arraes, estiveram, neste domingo, no município para acompanhar as festividades no município ao lado do prefeito Carrapicho e inaugurar a Casa do Cidadão. Na ocasião, Costa Filho também recebeu o título de […]
No dia em que Tamandaré comemorou 30 anos de emancipação política, o ministro de Lula, Silvio Costa Filho, e a ex-deputada federal, Marília Arraes, estiveram, neste domingo, no município para acompanhar as festividades no município ao lado do prefeito Carrapicho e inaugurar a Casa do Cidadão.
Na ocasião, Costa Filho também recebeu o título de cidadão tamandareense, em cerimônia realizada na Câmara Municipal. A honraria, concedida por unanimidade, é de autoria do vereador Saniel Mendonça e reconhece o trabalho do ministro Silvio pelo desenvolvimento da cidade e da região.
Nos últimos anos, Silvio Costa Filho tem sido um dos principais articuladores de investimentos para Tamandaré. Em parceria com Carrapicho, que faz uma grande gestão, o município vive um ciclo de desenvolvimento econômico e social, com obras estruturantes, melhorias na infraestrutura e apoio a programas sociais.
Para o vereador Saniel Mendonça, autor da proposta, o título é uma justa homenagem pelo grande trabalho de Silvio.
“Silvio Costa Filho tem sido um parceiro incansável de Tamandaré e de toda a região. Seu trabalho, ao lado do prefeito Carrapicho e do presidente Lula, vem garantindo obras, investimentos e oportunidades que transformam a vida do nosso povo”, destacou Saniel.
Durante a solenidade, Silvio agradeceu a homenagem e reforçou seu compromisso com o município.
“Receber este título é motivo de orgulho e aumenta minha responsabilidade de continuar trabalhando para que Tamandaré siga avançando, gerando emprego, renda e qualidade de vida para sua população”, afirmou o ministro.
A solenidade contou com a presença de autoridades locais, lideranças políticas e representantes da sociedade civil, que ressaltaram a importância da atuação de Silvio Costa Filho no fortalecimento da região.
O deputado estadual Homero Sales Filho e o pré-candidato a deputado federal Carlos Costa também prestigiaram o evento.
“O ministro Silvio é um amigo que construi na vida pública. O conjunto de ações e investimentos que ele vem trazendo para nossa cidade tem sido decisivo para transformar a vida dos tamandareense”, atestou Carrapicho.
CASA DO CIDADÃO
Durante a sua passagem pelo município, o ministro Silvio Costa Filho ainda participou da inauguração da Casa do Cidadão, um espaço destinado a população de Tamandaré para desburocratizar diversos serviços como documentação.
Em um dos debates mais importantes da TV, o da Globo, não ficaram apenas as cadeiras vazias. A emissora permitiu perguntas aos candidatos faltos, Marília Arraes e Anderson Ferreira, obviamente sem resposta pela cadeira vazia, que era mostrada durante o questionamento. Só após os candidatos faziam perguntas entre os presentes. Danilo Cabral questionou a adversária […]
Em um dos debates mais importantes da TV, o da Globo, não ficaram apenas as cadeiras vazias. A emissora permitiu perguntas aos candidatos faltos, Marília Arraes e Anderson Ferreira, obviamente sem resposta pela cadeira vazia, que era mostrada durante o questionamento. Só após os candidatos faziam perguntas entre os presentes.
Danilo Cabral questionou a adversária Marília Arraes sobre quais foram as realizações feitas por ela durante as oportunidades em que exerceu cargos na Prefeitura do Recife e no Governo de Pernambuco. Danilo lembrou que a postulante do Solidariedade, que faltou o sexto encontro dos candidatos, foi secretária da Juventude na capital pernambucana e executiva de Juventude no Estado. O socialista pediu que a oponente listasse três feitos em suas experiências públicas. “Eu gostaria que você, Marília, me dissesse três coisas que fez como secretária da Prefeitura ou do Estado. Apenas três”, cobrou, sem evidente resposta, devido à falta no programa.
Pelas regras do debate da TV Globo, Danilo indagou o adversário João Arnaldo a opinião da reiterada postura de Marília de faltar debates com os candidatos a governador. “Eu fico sempre na dúvida se é um ato de medo ou despreparo, de quem não tem propostas para discutir o futuro de Pernambuco. Por que ela não se apresenta? Qual é o medo que ela tem para debater?”, questionou o socialista ao oponente do PSOL.
Danilo lembrou que a adversária Marília, no Congresso Nacional, faltou ou se absteve de importantes votações, como o da flexibilização do porte de armas, da renegociação das dívidas do Fies e o fura-fila da vacina da Covid-19, pautas ligadas ao bolsonarismo. E questionou: “Será que, porque Marília solicitou dinheiro do Orçamento Secreto, ela faltou a essas votações?”, questionou.
A ausência mais instigante foi a de Anderson Ferreira, já que ele precisa de exposição para brigar pelo segundo turno. Anderson teve agenda pela manhã com Bolsonaro em Petrolina. Tinha portanto tinha tempo hábil para participar do debate da Globo.
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