Lula nega ter participado de trama para atrapalhar Lava Jato, diz jornal
Por Nill Júnior
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou, em seu terceiro depoimento aos investigadores da Operação Lava Jato, ter participado de uma trama para interferir na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Segundo a Folha de S.Paulo, Lula também negou ter uma relação próxima com o senador Delcídio do Amaral (PT-MS).
O parlamentar também alegou que o ex-presidente selou a indicação de Cerveró para a Diretoria internacional da Petrobras, como recompensa aos serviços prestados ao PT, após conceder um empréstimo de R$ 12 milhões ao pecuarista José Carlos Bumlai que serviu para quitar uma dívida do partido, sendo que a Schahin obteve contratos na estatal.
Durante o depoimento que durou uma hora e meia, Lula teria tentado se distanciar de Delcídio e disse que não participou da indicação do senador para a liderança do governo.
O ex-presidente também voltou a negar a interferência nas diretorias da Petrobras, reforçando que há uma discussão política com partidos e liderança da legenda, passando por triagem na Casa Civil e no Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Segundo ele, caberia ao Conselho Administrativo da Petrobras a indicação.
Santinhos, adesivos e panfletos circularam entre participantes do evento religioso realizado neste sábado (5), em Boa Viagem. A 28ª edição da Marcha para Jesus, realizada neste sábado (5), no Recife, teve distribuição de materiais eleitorais de candidatos ligados à direita durante a concentração e o percurso do evento, em Boa Viagem. Entre os materiais estavam […]
Santinhos, adesivos e panfletos circularam entre participantes do evento religioso realizado neste sábado (5), em Boa Viagem.
A 28ª edição da Marcha para Jesus, realizada neste sábado (5), no Recife, teve distribuição de materiais eleitorais de candidatos ligados à direita durante a concentração e o percurso do evento, em Boa Viagem.
Entre os materiais estavam santinhos, adesivos e panfletos de candidaturas a deputado estadual, deputado federal e senador. A distribuição foi feita por apoiadores e grupos presentes no local.
Entre os nomes identificados nos materiais estavam Clarissa Tércio (PP), candidata à reeleição para deputada federal; Júnior Tércio (PP), candidato a deputado estadual; Mendonça Filho (PL), candidato ao Senado; Gilson Machado (Podemos), candidato a deputado federal; Gilson Machado Filho (Podemos), candidato a deputado estadual; Anderson Ferreira (PL), candidato a deputado federal; André Ferreira (PL), candidato a deputado estadual; Polly do Amor (Podemos), candidata a deputada federal; e Miguel Coelho (União Brasil), candidato a deputado federal.
Os candidatos ao Governo de Pernambuco Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) não participaram do evento.
Além dos materiais de campanha, também circularam panfletos de conteúdo político e religioso com críticas ao comunismo.
Um deles, intitulado “Manual Cristão de Alerta ao Comunismo”, apresenta argumentos contrários à ideologia a partir de interpretações de princípios cristãos e de passagens bíblicas.
O material aborda temas como propriedade privada, trabalho, família, religião, educação, distribuição de renda e luta de classes, estabelecendo contrapontos entre ideias atribuídas ao comunismo e valores defendidos pelo texto.
A Marcha para Jesus mantém oficialmente caráter religioso. A programação reuniu diferentes denominações cristãs, com música, oração e atividades de fé. A concentração ocorreu na Avenida Boa Viagem, com percurso até o Parque Dona Lindu.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução
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O pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, George Borja, do PSB, comemorou nas suas redes sociais o apoio do ex-prefeito e liderança de Ouro Velho, o médico Gilvaney Júnior. Segundo postagem em sua rede social, o pai, Doutor Gilvaney, também está apoiando seu projeto. Ele postou foto ao lado do médico e do […]
O pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, George Borja, do PSB, comemorou nas suas redes sociais o apoio do ex-prefeito e liderança de Ouro Velho, o médico Gilvaney Júnior.
Segundo postagem em sua rede social, o pai, Doutor Gilvaney, também está apoiando seu projeto. Ele postou foto ao lado do médico e do Secretário da gestão Evandro Valadares, Roberto Sampaio.
“Quero expressar meu sincero agradecimento ao Doutor Gilvaney Júnior, Dr. Gilvaney Pai e toda sua família pelo valioso apoio ao nosso projeto político”, disse.
“Sua confiança e suporte são fundamentais para que possamos fortalecer nossa saúde, educação, agricultura e geração de empregos e renda”, completou.
Oposição cobra anulação de eleições e CPI após revelações de Paulo Marinho Em resposta às acusações feitas pelo empresário Paulo Marinho, a assessoria de Flávio Bolsonaro disse haver interesse político da parte do suplente. “Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão”, diz a nota divulgada pelo gabinete do […]
Oposição cobra anulação de eleições e CPI após revelações de Paulo Marinho
Em resposta às acusações feitas pelo empresário Paulo Marinho, a assessoria de Flávio Bolsonaro disse haver interesse político da parte do suplente.
“Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão”, diz a nota divulgada pelo gabinete do senador neste domingo (17).
Segundo a nota, Marinho tem interesse em prejudicar Flávio porque é seu sucessor no Senado, caso o senador seja afastado do cargo.
De acordo com Marinho, que é presidente do PSDB no Rio e pré-candidato a prefeito, o filho do presidente Bolsonaro foi avisado pela Polícia Federal de que o assessor Fabrício Queiroz seria alvo de investigação na Operação Furna da Onça.
Próximo à família Bolsonaro, Queiroz era funcionário de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e é investigado por acusações de rachadinha e desvio de dinheiro público na Alerj.
Leia abaixo a íntegra da nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O desespero de Paulo Marinho causa um pouco de pena. Preferiu virar as costas a quem lhe estendeu a mão. Trocou a família Bolsonaro por Dória e Witzel, parece ter sido tomado pela ambição.
É fácil entender esse tipo de ataque ao lembrar que ele, Paulo Marinho, tem interesse em me prejudicar, já que seria meu substituto no Senado.
Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão. E por que somente agora inventa isso, às vésperas das eleições municipais em que ele se coloca como pré-candidato do PSDB à Prefeitura do Rio, e não à época em que ele diz terem acontecido os fatos, dois anos atrás?
Sobre as estórias, não passam de invenção de alguém desesperado e sem votos.
Repercussão – Deputados federais e senadores de oposição e ex-aliados do presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional reagiram às declarações do empresário Paulo Marinho em entrevista ao jornal Folha de São Paulo neste sábado com pedidos de investigação, impeachment e até cassação da chapa que elegeu o presidente e seu vice Mourão, pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) caso as denúncias do empresário sejam comprovadas.
“Se comprovadas as denúncias, o TSE pode anular as eleições de 2018 ele pode cassar a chapa Jair Bolsonaro e Mourão para que tenha novas eleições ainda em 2020”, afirmou em vídeo publicado nas redes sociais o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), do MBL (Movimento Brasil Livre). “As denúncias são gravíssimas.”
O adversário de Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais, Fernando Haddad (PT-SP), afirma que houve fraude. “Conforme suspeita, suplente de Flavio Bolsonaro confirma que PF alertou-o, entre o 1° é o 2° turno, de que Queiroz seria alvo de operação, que foi postergada para evitar desgaste ao clã durante as eleições. Isso se chama FRAUDE!”, escreveu no Twitter.
do Diário de Pernambuco O empresário Newton Prado Júnior, de 57 anos, natural de Santos, em São Paulo, preso na manhã desta sexta-feira (14), em virtude da Operação Lava-Jato, é diretor técnico da Engevix. A empresa era a encarregada, até o final de outubro, para viabilizar a Arena Sport, na Ilha do Retiro, no Recife. O Sport, no entanto, desistiu […]
O empresário Newton Prado Júnior, de 57 anos, natural de Santos, em São Paulo, preso na manhã desta sexta-feira (14), em virtude da Operação Lava-Jato, é diretor técnico da Engevix. A empresa era a encarregada, até o final de outubro, para viabilizar a Arena Sport, na Ilha do Retiro, no Recife. O Sport, no entanto, desistiu de manter a parceria com a empresa. A decisão foi tomada pela diretoria do clube, que alegou que a Engevix não deu as devidas garantias quando o estádio atual fosse demolido.
O executivo foi detido pela Polícia Federal, às 6h da manhã, no Aeroporto Internacional dos Guararapes, quando tentava embarcar para São Paulo. O empresário foi preso na operação que investiga crimes de organização criminosa, formação de cartel, fraude à Lei de Licitações e lavagem de dinheiro. A prisão temporária de cinco dias foi expedida pelo juiz Sérgio Fernando Moro, da 13º Vara Federal de Curitiba, no Paraná.
A parceria do Sport com a Engevix terminou porque a diretoria do time queria a garantia de que o clube teria recursos financeiros para construir outro estádio em qualquer lugar com a demolição do estádio atual na Ilha do Retiro, isso em circunstâncias adversas, como a não conclusão do projeto da nova Arena. O projeto, que conta com um estádio com 45 mil lugares e a construção de um complexo imobiliário, está orçado em R$ 750 milhões.
“No caso do empresário preso, não houve resistência à prisão. Ele sequer foi algemado. Ele está preso e será remetido ao estado do Paraná”, declarou, em coletiva de imprensa, o chefe de comunicação da Polícia Federal em Pernambuco, GiovaniSantoro. Além de Newtom Prado Júnior, a PF cumpriu um mandado de busca e apreensão num apartamento no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.
Além do Recife, a Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira 85 mandatos judiciais, 5 prisões preventivas, 21 prisões temporárias, 9 condução coercitiva e 48 de buscas e apreensão no estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, além do Distrito Federal. Entre os mandatos de busca, 11 estão sendo cumpridos em grandes empresas. Foi autorizado também o bloqueio integral de valores pertencentes a três empresas e a um dos operadores do sistema criminoso.
Nesta fase da investigação, foi decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 720 milhões em bens pertencentes a 36 investigadores. A Operação Lava-Jato, que nesta sexta-feira (14) entrou na sua sétima fase, foi deflagrada no dia 17 de março deste ano e esta foi a primeira operação em Pernambuco. Os grupos investigados registraram, segundo dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), operações financeiras atípicas num montante que supera os R$ 10 bilhões.
Em Pernambuco, a Polícia Federal investiga os contratos de construção da refinaria Abreu e Lima, no município de Ipojuca, no Grande Recife. A polícia acredita que teriam sido desviados até R$ 400 milhões no empreendimento. A compra da refinaria dePasadena pela Petrobras, nos Estados Unidos, também é alvo da investigação.
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