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Lula e Bolsonaro: saiba quem lidera a disputa presidencial em cada estado, segundo o Ipec

Por Nill Júnior

A uma semana para as eleições, Lula (PT) segue como franco favorito na disputa presidencial e, segundo a última pesquisa do Ipec (antigo Ibope), de 19 de setembro, o petista soma 52% de intenções de votos válidos.

Se este número se confirmar nas urnas, o ex-presidente liquida o pleito já no primeiro turno.

Entre os dias 12 e 24 de setembro, o Ipec mediu as intenções de voto nos estados e, de acordo com o instituto, Lula lidera 13 unidades da federação, enquanto Jair Bolsonaro (PL) aparece à frente em 7. Em outros 4 estados e no Distrito Federal os dois candidatos estão em empate técnico.

O instituto não divulgou dados da corrida presidencial no Mato Grosso do Sul e no Ceará pois as pesquisas foram suspensas pela Justiça Eleitoral.

Alagoas: Lula 54% x 30% Bolsonaro

Amapá: Lula 43% x 35% Bolsonaro

Amazonas: Lula 43% x 36% Bolsonaro

Bahia: Lula 65% x 18% Bolsonaro

Maranhão: Lula 67% x 19% Bolsonaro

Minas Gerais: Lula 46% x 31% Bolsonaro

Pará: Lula 46% x 37% Bolsonaro

Paraíba: Lula 61% x 25% Bolsonaro

Pernambuco: Lula 64% x 22% Bolsonaro

Piauí: Lula 61% x 20% Bolsonaro

Rio Grande do Norte: Lula 56% x 27% Bolsonaro

São Paulo: Lula 43% x 33% Bolsonaro

Sergipe: Lula 56% x 26% Bolsonaro

Acre: Bolsonaro 53% x 33% Lula

Goiás: Bolsonaro 44% x 35% Lula

Mato Grosso: Bolsonaro 45 % x 36 % Lula

Paraná: Bolsonaro 44% x 36% Lula

Rondônia: Bolsonaro 58% x 26% Lula

Roraima: Bolsonaro 62% x 18% Lula

Santa Catarina: Bolsonaro 49% x 27% Lula

Distrito Federal: Bolsonaro 39% x 34% Lula

Espírito Santo: Bolsonaro 39% x 38% Lula

Rio de Janeiro: Lula 41% x 36% Bolsonaro

Rio Grande do Sul: Lula 40% x 39% Bolsonaro

Tocantins: Lula 43% x 39% Bolsonaro

Outras Notícias

Editorial da Folha de São Paulo defende renúncia de Dilma

O Jornal Folha de São Paulo assumiu editorialmente a opinião de que Dilma e Temer não tem condições de gerir o país e que o melhor caminho seria a renúncia para poupar o país da repercussão de um processo de Impeachment. Não é muito comum no Brasil posições abertas a favor de posições políticas ou […]

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O Jornal Folha de São Paulo assumiu editorialmente a opinião de que Dilma e Temer não tem condições de gerir o país e que o melhor caminho seria a renúncia para poupar o país da repercussão de um processo de Impeachment.

Não é muito comum no Brasil posições abertas a favor de posições políticas ou candidatos. Nos EUA, jornais costumam até assumir posições para republicanos ou Democratas. O país, há questionamentos sobre posições veladas ou subliminares, mas não editoriais plenas. Leia o que disse a Folha:

A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o país. Nunca é desejável interromper, ainda que por meios legais, um mandato presidencial obtido em eleição democrática.

Depois de seu partido protagonizar os maiores escândalos de corrupção de que se tem notícia; depois de se reeleger à custa de clamoroso estelionato eleitoral; depois de seu governo provocar a pior recessão da história, Dilma colhe o que merece.

Formou-se imensa maioria favorável a seu impeachment. As maiores manifestações políticas de que se tem registro no Brasil tomaram as ruas a exigir a remoção da presidente. Sempre oportunistas, as forças dominantes no Congresso ocupam o vazio deixado pelo colapso do governo.

A administração foi posta a serviço de dois propósitos: barrar o impedimento, mediante desbragada compra de apoio parlamentar, e proteger o ex-presidente Lula e companheiros às voltas com problemas na Justiça.

Mesmo que vença a batalha na Câmara, o que parece cada vez mais improvável, não se vislumbra como ela possa voltar a governar. Os fatores que levaram à falência de sua autoridade persistirão.

Enquanto Dilma Rousseff permanecer no cargo, a nação seguirá crispada, paralisada. É forçoso reconhecer que a presidente constitui hoje o obstáculo à recuperação do país.

Embora existam motivos para o impedimento, até porque a legislação estabelece farta gama de opções, nenhum deles é irrefutável. Não que faltem indícios de má conduta; falta, até agora, comprovação cabal. Pedaladas fiscais são razão questionável numa cultura orçamentária ainda permissiva.

Mesmo desmoralizado, o PT tem respaldo de uma minoria expressiva; o impeachment tenderá a deixar um rastro de ressentimento. Já a renúncia traduziria, num gesto de desapego e realismo, a consciência da mandatária de que condições alheias à sua vontade a impedem de se desincumbir da missão.

A mesma consciência deveria ter Michel Temer (PMDB), que tampouco dispõe de suficiente apoio na sociedade. Dada a gravidade excepcional desta crise, seria uma bênção que o poder retornasse logo ao povo a fim de que ele investisse alguém da legitimidade requerida para promover reformas estruturais e tirar o país da estagnação.

O Tribunal Superior Eleitoral julgará as contas da chapa eleita em 2014 e poderá cassá-la. Seja por essa saída, seja pela renúncia dupla, a população seria convocada a participar de nova eleição presidencial, num prazo de 90 dias.

Imprescindível, antes, que a Câmara dos Deputados ou o Supremo Tribunal Federal afaste de vez a nefasta figura de Eduardo Cunha –o próximo na linha de sucessão–, réu naquela corte e que jamais poderia dirigir o Brasil nesse intervalo.

Dilma Rousseff deve renunciar já, para poupar o país do trauma do impeachment e superar tanto o impasse que o mantém atolado como a calamidade sem precedentes do atual governo.

Empossada nova Diretoria do Afogados FC

O Afogados da Ingazeira Futebol Clube teve a eleição da nova Diretoria e a cerimônia de posse, para o biênio 2021-2023. A eleição que aconteceu na Câmara de Vereadores, seguindo todos os protocolos de distanciamento e o uso de máscara. A única chapa encabeçada por Edygar Santos e Ênio Amorim foi eleita por aclamação dos […]

O Afogados da Ingazeira Futebol Clube teve a eleição da nova Diretoria e a cerimônia de posse, para o biênio 2021-2023. A eleição que aconteceu na Câmara de Vereadores, seguindo todos os protocolos de distanciamento e o uso de máscara.

A única chapa encabeçada por Edygar Santos e Ênio Amorim foi eleita por aclamação dos integrantes do Conselho Deliberativo.

Após a eleição o vice-presidente do Conselho Deliberativo, Bruno Chateaubriand, empossou o novo Presidente do Afogados da Ingazeira Futebol Clube, Edygar Santos, e o vice-presidente, Ênio Amorim.

Também tomaram posse o Presidente do Conselho Deliberativo, Daniel Valadares, e o vice-presidente, Reinaldo Lima.

A nova diretoria ainda tem Tenente Matias (Diretor de Finanças), Erikácio Salvador(Diretor Administrativo), Bruno Chateaubriand (Diretor Comercial e Marketing), Charles Cristian (Diretor Social e Esportivos) e Cláudio Gomes (Diretor de Patrimônio).

Em sua primeira fala como presidente da Coruja do Sertão, Edygar Santos, destacou o fato de que essa é a terceira gestão após a fundação do Afogados e prometeu que será totalmente diferente das duas primeiras.

“Iremos saber aproveitar o melhor das duas primeiras gestões. Vamos trabalhar para nos consolidar como a quarta ou quinta força no estado de Pernambuco, porque nós temos capacidade. E juntamente com a nova diretoria vamos fazer um belo
trabalho”, garantiu.

Participaram da posse o prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, o promotor, Dr. Lúcio Luiz Almeida, o Presidente da CDL, Darlan Quidute, o vereador César Tenório, conselheiros do time, patrocinadores e representantes das torcidas organizadas Afogados Chopp e Força Jovem Tricolor.

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da AMUPE, José Patriota, enviou um vídeopara parabenizar o Presidente eleito, Edygar Santos e desejou sorte à nova gestão.

Durante a cerimônia o público que acompanhou pelas redes sociais da Coruja e que estava na Câmara de Vereadores puderam assistir as apresentações do Tenor da cidade Triunfo, Igor Alves e a poetiza Belinha, da cidade de São José do Egito. Parte da solenidade foi transmitida pela Rádio Pajeú.

Ocupação de UTI do Hospital Eduardo Campos já varia de 70% a 80%

Mortalidade de casos graves na UTI pode chegar a 60%, diz Diretora da unidade. “Doença de complexa evolução” Patrícia Carvalho, Diretora do Hospital Eduardo Campos, de Serra Talhada, que tem focado o combate à Covid-19, disse em entrevista à Revista da Cultura que já é de em média 80% o percentual de ocupação da unidade. […]

Mortalidade de casos graves na UTI pode chegar a 60%, diz Diretora da unidade. “Doença de complexa evolução”

Patrícia Carvalho, Diretora do Hospital Eduardo Campos, de Serra Talhada, que tem focado o combate à Covid-19, disse em entrevista à Revista da Cultura que já é de em média 80% o percentual de ocupação da unidade.

O número já considera o aumento de leitos que era de 30 ano passado e pulou pra 50 entre dezembro e janeiro.  O Hospital Eduardo Campos ainda tem 50 leitos de UTI e dez de clínica médica na Ala Respiratória para atender Pajeú e outras áreas do Sertão do Estado.

Quantos leitos o Hospital Eduardo Campos ganhou e qual o impacto disso no atual momento?

A Secretaria Estadual de saúde monitora aumento e estabilização dos casos e tem suprido  a região com mais leitos. Temos de 70% a 80% de ocupação. Isso varia semana a semana epidemiológica. Tanto que tínhamos 30 leitos a princípio e abrimos mais 20 leitos entre dezembro e janeiro diante da necessidade.

Temos visto no Brasil e aqui não é diferente imagens de aglomerações principalmente de jovens. Qual o impacto disso para unidades e profissionais?

Infelizmente nós vimos em março e abril do ano passado quando houve o início dos casos as pessoas mais receosas, mais cuidadosas. Chegávamos em casa e fazíamos a desinfecção de tudo que a gente comprava, o fique em casa, comércio fechado. Nesse período houve mais cuidado. Com o tempo e os planos de convivência sendo implantados a gente percebe que parece que as pessoas  esqueceram ou se acomodaram. As aglomerações tem sido mais frequentes e com isso tem aumentado os números de casos graves nos hospitais. A gente percebe que, como é uma doença que a gente como prever a evolução. Há pacientes acometidos que saem muito bem, outros quando descobrem já estão com anticorpos de memória e outros que infelizmente acabam sendo acometidos de forma mais grave. A mortalidade em UTI gira em torno de 60% e eles tem acontecido com maior frequência.

Muitos médicos tem gravado vídeos se dizendo estafados. Essa situação também se reproduz aí?

A gente vem em um processo bem difícil. Todos nós que somos profissionais de saúde que estamos gerindo na linha de frente ou na assistência realmente identificamos um cansaço de um ano inteiro tratando aumento de casos, remissão de casos, monitoramento de casos. Ver pessoas que estão bem e que de repente evoluem para um quadro de gravidade e a gente não tem como prever isso já que é uma doença nova que apresenta um comportamento diferente no prognóstico e evolução. De fato isso vai cansando. O ano de 2020 não foi um ano  fácil. Enquanto não houver a vacinação e a população ter acesso a gente não tem como prever o que vai acontecer. Os profissionais estão sim cansados, estafados, sobrecarregados. Por mais que seja mais fácil lidar hoje diferente do que era em março ou abril que era algo extraordinário, hoje a gente lida com rotina. mas os profissionais realmente estão sobrecarregados e cansados.

Qual sua mensagem como responsável por uma unidade que trata pacientes com Covid para a sociedade?

É a segunda unidade que estou gerindo. Passamos por um processo muito difícil para adaptar nossas unidades ao novo real. A mensagem é de que a população não baixe a guarda. Não esqueça que a pandemia não acabou. Veio o período eleitoral, vieram as festas de fim de ano e a população baixou a guarda. A pandemia não acabou. Até junho  pelo menos temos o estado de calamidade prorrogado. A gente tem os serviços ainda estruturados, o monitoramento constante, as discussões em torno da vacina, mas é importante que a população também faça a sua parte, continue se precavendo com o uso das máscaras, evitando as aglomerações. Não temos prognóstico das evolução da doença. Às vezes nos espanta que a pessoa está muito bem e de repente evolui para muito grave. Claro, também temos casos em que a pessoa estava muito grave e graças a Deus saiu. Precisamos manter os cuidados e fazer nossa parte.

Luciano Torres reafirma apoio a Diogo Moraes

Durante entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, nesta quarta-feira (9), o prefeito de Ingazeira e presidente do Cimpajeú, Luciano Torres (PSB), fez um balanço das ações desenvolvidas pelo consórcio intermunicipal, abordou pautas regionais e falou sobre o cenário político do Sertão do Pajeú. Torres ressaltou que a atuação do Cimpajeú tem contado com […]

Durante entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, nesta quarta-feira (9), o prefeito de Ingazeira e presidente do Cimpajeú, Luciano Torres (PSB), fez um balanço das ações desenvolvidas pelo consórcio intermunicipal, abordou pautas regionais e falou sobre o cenário político do Sertão do Pajeú.

Torres ressaltou que a atuação do Cimpajeú tem contado com a colaboração ativa dos novos gestores da região. “Temos realizado reuniões mensais e incentivado projetos importantes como a criação de diretorias de enfrentamento à violência contra a mulher em parceria com a Polícia Militar”, afirmou.

Um dos principais projetos em andamento, segundo o gestor, é o de iluminação pública, com recursos da ordem de R$ 4,5 milhões, que deve contemplar os municípios de Ingazeira, Solidão, Sertânia, Betânia, Serra Talhada, Triunfo e outro ainda a ser confirmado. A expectativa é que a licitação ocorra em setembro.

Outro destaque da atuação regional é a expansão do SAMU. Municípios como Tacaratu e Inajá aderiram recentemente ao serviço. “No início, era muito difícil manter o SAMU em cidades pequenas. Hoje, com o aporte dos governos federal e estadual, o custeio ficou mais viável”, disse Luciano.

O prefeito também comentou sobre a possibilidade de o consórcio tratar de demandas relativas aos animais em situação de rua, problema recorrente nos municípios da região. “Já discutimos essa pauta em reuniões anteriores. A ideia é criar um centro regional de acolhimento, com atendimento veterinário, alimentação e castração, o que seria mais viável em conjunto do que isoladamente”, explicou.

Cenário político e apoio a Diogo Moraes

Ao ser questionado sobre o apoio à pré-candidatura do ex-prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, que articula uma possível candidatura a deputado estadual, Luciano foi direto ao reafirmar seu apoio ao deputado Diogo Moraes (PSB). “Temos uma relação antiga com Diogo, que já foi votado em Ingazeira antes. Na eleição passada, apoiamos Patriota em um acordo com o então governador Paulo Câmara. Agora, retomamos o compromisso com Diogo”, afirmou.

Apesar disso, Torres incentivou a candidatura de Adelmo. “Adelmo é um companheiro, tem serviços prestados e apoios importantes. Se puder ajudar, ajudarei. Mas meu voto será com Diogo Moraes”, reforçou.

Sobre a viabilidade de uma candidatura de Adelmo, Luciano disse ver como viável. “Se João Campos for mesmo candidato a governador, acredito que dará apoio a Adelmo. Ele tem lideranças importantes com ele”, completou.

O fim do “banzo” de Wal

A política é feita de caras, caretas e sorrisos. Senão, miremos o exemplo do deputado estadual Waldemar Borges (PSB).De tanto reclamar nos bastidores da falta de atenção do governador Paulo Câmara, gerando manchetes para inúmeros veículos que cobrem a política no Estado, o homem agora é só sorrisos. O ex-prefeito de Iguaracy, Albérico Rocha por […]

Foto: Roberto Soares/Alepe

A política é feita de caras, caretas e sorrisos. Senão, miremos o exemplo do deputado estadual Waldemar Borges (PSB).De tanto reclamar nos bastidores da falta de atenção do governador Paulo Câmara, gerando manchetes para inúmeros veículos que cobrem a política no Estado, o homem agora é só sorrisos.

O ex-prefeito de Iguaracy, Albérico Rocha por exemplo, rodou o Pajeú neste último final de semana, como assessor parlamentar do Deputado, pendurado no seu gabinete. Agora, como noticiado ontem (28), foi nomeado pelo Governador Paulo Câmara, Secretário Executivo de Relações Institucionais, cargo vinculado à Assessoria Especial do Governador.

Wal voltou a sorrir. A conferir quando na lista de nomeações, aparecer algum Valadares. Se aparecer, não estranhe. Totonho á aliado de primeira ordem de Borges e já teve nomes emplacados por intermédio de suas indicações. Também tem seu apoio para 2020. O termômetro será o sorriso de Wal …