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Lula destaca grandeza do Mais Médicos

Por André Luis

Presidente sancionou lei que institui Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde no âmbito do Mais Médicos

Por André Luis

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (14) a lei que institui a Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde no âmbito do Mais Médicos.

A lei prevê o aumento do número de vagas para cursos de especialização em saúde, com o objetivo de formar profissionais qualificados para atuar nas áreas remotas do país.

Em seu discurso, Lula afirmou que o Mais Médicos é um programa que leva cidadania aos chamados rincões do país e o direito de todos os cidadãos serem atendidos de forma decente por profissionais de saúde. Ele também lembrou de sua experiência pessoal de não ter se consultado com médico até os dez anos e de precisar recorrer a soluções caseiras para resolver questões como dor de dente e outros problemas de saúde.

“O Mais Médicos é uma ‘inversão saudável’ que faz com que as pessoas comecem a se preocupar em ter visão social no cuidado do pobre”, disse Lula. 

O presidente ainda disse que recursos destinados à Saúde devem ser vistos como investimentos e não gastos. Ele afirmou que é o médico que deve ir aonde o povo está, e não o contrário. “Essa é a grandeza do Mais Médicos”, destacou o presidente.

O Mais Médicos é um programa do governo federal que envia médicos para trabalhar em áreas remotas do país. O programa foi criado em 2013 pelo governo Dilma Rousseff e foi suspenso pelo governo Jair Bolsonaro em 2019. Em 2023, Lula retomou o programa.

O Mais Médicos é um programa importante porque ajuda a garantir o acesso à saúde a pessoas que vivem em áreas remotas do país. O programa também ajuda a reduzir as desigualdades sociais no Brasil.

A lei que institui a Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde no âmbito do Mais Médicos é um importante passo para a consolidação do programa. A lei prevê o aumento do número de vagas para cursos de especialização em saúde, com o objetivo de formar profissionais qualificados para atuar nas áreas remotas do país.

Outras Notícias

Empresa acusada de calote do Ganhe o Mundo no Canadá se defende

G1 PE O diretor da empresa 2G, acusada pela Associação de Escolas Públicas do Canadá de dever 2 milhões de dólares canadenses referentes a intercâmbios de estudantes do Programa Ganhe o Mundo, se defendeu das alegações, neste sábado (10). Segundo Jameson Nascimento, o valor equivale a 1,69 milhão de dólares canadenses e a dívida ocorreu por causa […]

G1 PE

O diretor da empresa 2G, acusada pela Associação de Escolas Públicas do Canadá de dever 2 milhões de dólares canadenses referentes a intercâmbios de estudantes do Programa Ganhe o Mundo, se defendeu das alegações, neste sábado (10).

Segundo Jameson Nascimento, o valor equivale a 1,69 milhão de dólares canadenses e a dívida ocorreu por causa de uma oscilação entre o valor repassado pelo governo pernambucano, previsto em licitação, e o valor do câmbio na época da viagem dos estudantes.

Na sexta-feira (9), a diretora da associação canadense, Bonnie McKie, declarou que não receberia mais estudantes inscritos no programado governo do estado, por causa da dívida com a empresa. Em reais, o valor que a entidade estrangeira diz que a empresa está devendo equivale a quase R$ 6 milhões.

O valor que Jameson Nascimento diz dever, no entanto, seria de R$ 4,835 milhões e é referente às viagens de 495 alunos do segundo semestre de 2018 e do primeiro semestre de 2019.

Nascimento também afirma que fez um acordo com as escolas, para pagar a dívida em parcelas entre setembro de 2019 e fevereiro de 2020. Ele diz que repassou para o Canadá todo o dinheiro que recebeu da Secretaria de Educação de Pernambuco, por ter vencido a licitação.

“Reconheço a dívida. O que ocorreu é que, em 2018, entramos num impasse muito grande, sobre enviar ou não os meninos, uma vez que o contrato fechado com o governo não cobriria todas as despesas. Optamos por levá-los, entramos em contato com os nove distritos no Canadá e informamos que só teríamos condições de pagar 50% do que tínhamos acordado. Fizemos um plano de pagamento escalonado até agosto de 2019 e todos os distritos aceitaram”, afirma.

Segundo Nascimento, a 2G participa do Programa Ganhe o Mundo desde 2013 e, desde então, levou mais de 2 mil estudantes também para países como Colômbia, Austrália, Nova Zelândia e Espanha.

Afogados: assinada Ordem de Serviço da Escola Dom Mota

Ascom O centro de excelência Dom Mota era a única escola do município que ainda não tinha uma sede própria, com os alunos dividindo o espaço da FASP com os graduandos daquela instituição. Um sonho de há muito acalentado, por professores, alunos, pais e responsáveis. Um sonho que começa a se tornar realidade com a […]

Ascom

O centro de excelência Dom Mota era a única escola do município que ainda não tinha uma sede própria, com os alunos dividindo o espaço da FASP com os graduandos daquela instituição.

Um sonho de há muito acalentado, por professores, alunos, pais e responsáveis. Um sonho que começa a se tornar realidade com a assinatura, na manhã desta segunda (09), da ordem de serviço para o início das obras. A cerimônia aconteceu no próprio terreno onde a escola será construída, no bairro Borges, nas proximidades da antiga estação ferroviária.

A nova escola terá 12 salas de aula, biblioteca, auditório, pátio coberto, acessibilidade, quadra coberta, vestiários, bloco administrativo, sala de informática, depósito para lixo orgânico e reciclável, cozinha e banheiros. Serão mais de três mil metros quadrados de área construída, num investimento de 04 milhões de Reais, em parceria com a União. Os recursos haviam sido conseguidos ainda na gestão do ex-ministro da educação, Mendonça Filho.

“Fico muito feliz em poder realizar esse grande sonho que irá beneficiar 800 alunos, construindo uma nova e moderna escola, dando ainda mais qualidade ao nosso ensino que já é reconhecido em todo o Estado. Parabéns a todos e tenham a certeza de que estarei no ‘pé’ da empresa para garantir que os prazos sejam cumpridos e que no ano que vem nós possamos estar juntos de novo, aqui, para inaugurar essa belíssima escola,” destacou o Prefeito José Patriota.

Participaram do evento, além do Prefeito José Patriota, e do vice-prefeito, Alessandro Palmeira, os vereadores Igor Mariano, Raimundo Lima, Sargento Argemiro, Augusto Martins, Rivélton Santos, Reinaldo Lima e Luiz Besourão. Participaram ainda, alunos, pais e responsáveis, e professores da Escola Dom Mota, representantes de outras escolas do município, o coordenador da Ciretran, Heleno Mariano, empresários Carlos e Alexandre Brito, a diretora da FASP, Socorro Dias, dentre outras autoridades.

Pesquisa Datafolha aponta que 59% são contra renúncia de Bolsonaro

Outros 37% desejam renúncia em meio à pandemia de coronavírus Igor Gielow/Folha de São Paulo A renúncia do presidente Jair Bolsonaro em meio à sua atuação no combate à Covid-19 é rejeitada por 59% dos brasileiros. Já 37% desejam que ele renuncie, conforme vem sendo pedido por políticos de oposição, e 4% não sabem dizer. […]

Foto: Reprodução/Twitter

Outros 37% desejam renúncia em meio à pandemia de coronavírus

Igor Gielow/Folha de São Paulo

A renúncia do presidente Jair Bolsonaro em meio à sua atuação no combate à Covid-19 é rejeitada por 59% dos brasileiros.

Já 37% desejam que ele renuncie, conforme vem sendo pedido por políticos de oposição, e 4% não sabem dizer. Foi o que apurou pesquisa do Datafolha com 1.511 entrevistados, feita por telefone de 1º a 3 de abril. A margem de erro é de três pontos.

Apesar de o levantamento apontar que apenas 33% dos ouvidos consideram a gestão da crise sanitária pelo presidente da República como boa ou ótima, 52% creem que ele tem condições de seguir liderando o país.

Para 44%, Bolsonaro perdeu tais condições, e 4% não souberam responder.

A pesquisa Datafolha mostra que a renúncia do presidente tem maior apoio entre jovens (44%), mulheres (42%), os que têm até o ensino fundamental (40%) e quem tem renda mensal acima de 10 salários mínimos (39%).

Já a rejeição ao gestor tem maior apelo entre quem ganha de 5 a 10 mínimos (69%), homens (65%) e quem ganha de 2 a 5 mínimos (64%).

A região Nordeste segue a tendência geral do levantamento e registra o maior índice de apoiadores da renúncia de Bolsonaro: 47%, ante 49% contrários à ideia.

Já o Sul, região bolsonarista na eleição, vem com 28% de apoio à renúncia. Norte e Centro-Oeste registram 30% e o Sudeste, 37%.

A divisão se mantém quando a pergunta é sobre a capacidade de liderança do presidente da República. Bolsonaro é visto como capaz por 62% no Sul, 60% no Norte/Centro-Oeste, 49% no Sudeste e 47% no Nordeste —onde empata com os que o acham incapaz (49%).

Foram entrevistados 1.511 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de três pontos percentuais. A coleta de dados aconteceu do dia 1º ao dia 3 de abril de 2020. Leia a íntegra da pesquisa na Folha de São Paulo.

Levaram falta

Nem todos os prefeitos da região atenderam o importante chamado da Diocese de Afogados da Ingazeira para debater a pauta ambiental. A convocação foi do Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antônio,  preocupado com a situação nos municípios em virtude da degradação da caatinga,  com problemas como a retirada ilegal de madeira, desmatamento desenfreado e situação dos […]

Nem todos os prefeitos da região atenderam o importante chamado da Diocese de Afogados da Ingazeira para debater a pauta ambiental.

A convocação foi do Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antônio,  preocupado com a situação nos municípios em virtude da degradação da caatinga,  com problemas como a retirada ilegal de madeira, desmatamento desenfreado e situação dos rios e nascentes.

Em 2025, motivados pelos 800 anos da composição do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis; pelos 10 anos de publicação da Carta Encíclica Laudato Si’; pela recente publicação da Exortação Apostólica Laudate Deum; pelos 10 anos de criação da Rede Eclesial PanAmazônica (REPAM) e pela realização da COP 30, em Belém (PA), a primeira na Amazônia, acolhendo a sugestão da Comissão Episcopal Especial para a Mineração e a Ecologia Integral, foi escolhido o tema: Fraternidade e Ecologia Integral e o lema: “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1,31).

Faltaram os prefeitos de Brejinho (Gilson Bento), Calumbi (Joelson), Flores (Giba Ribeiro), Itapetim (Aline Karina), Mirandiba (Dr Evaldo),
Santa Cruz da Baixa Verde (Dr Ismael), Santa Terezinha (Delson Lustosa), São José do Belmonte (Vinicius Marques), São José do Egito (Fredson Brito), Serra Talhada (Márcia Conrado),  Solidão (Mayco da Farmácia) e Tuparetama (Diógenes Patriota).

Uma parte deles esteve em um evento da gestão Raquel Lyra que competiu com o horário da agenda diocesana: a entrega de sementes do programa Terra Plantar, que aconteceu em Afogados da Ingazeira.  Outros estiveram em agendas próprias. Alguns poucos mandaram representantes como secretários ou vice-prefeitos.

Os prefeitos presentes foram Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira; Flávio Marques, de Tabira; Pedro Alves, de Iguaracy; Luciano Torres, de Ingazeira; Wamberg Gomes, de Carnaíba; Luciano Bonfim, de Triunfo; e Zé Pretinho, de Quixaba.

Além deles, participaram Maria de Lourdes, vice-prefeita de Calumbi; Marcos Melo, vice-prefeito de Iguaracy; e Daniel Tarciano, vice-prefeito de Triunfo.

Representantes de 15 municípios estiveram no encontro, assim como presidentes de câmaras de vereadores, vereadores, diretores e secretários municipais.

Uma constatação óbvia que o blog destaca é da ausência de políticas ambientais próprias ou integradas, falta de combate ao desmatamento,  contribuição significativa com a poluição de mananciais como o Rio Pajeú e desmantelamento,  falta de dotação ou criação de secretarias de Meio Ambiente apenas para acomodação política.

Vereadores esticam férias e voltam só após carnaval

Fazendo jus à fama de que no Brasil o ano só começa após o carnaval, pelo menos 35 câmaras de vereadores de Pernambuco adiaram o fim do recesso parlamentar, que oficialmente terminou no dia 31 de janeiro, e retornaram às atividades após os festejos de Momo. Enquanto em algumas casas legislativas as sessões voltaram na […]

Fazendo jus à fama de que no Brasil o ano só começa após o carnaval, pelo menos 35 câmaras de vereadores de Pernambuco adiaram o fim do recesso parlamentar, que oficialmente terminou no dia 31 de janeiro, e retornaram às atividades após os festejos de Momo. Enquanto em algumas casas legislativas as sessões voltaram na última quinta-feira, em outras os vereadores vão iniciar o primeiro expediente do ano a partir desta semana. Ao todo, 405 legisladores do estado aproveitaram os dias a mais de descanso.

As informações foram obtidas através das próprias câmaras. Nas últimas três semanas, o Diario tentou entrar em contato com 142 casas, das quais 90 retornaram. Dessas, 41 informaram que voltariam após o carnaval, mas seis justificaram o fato, alegando que houve sessões extraordinárias durante o mês de janeiro, em meio ao recesso. Foi o caso de Frei Miguelinho, Santa Filomena, Brejinho, Cupira, Brejo da Madre de Deus e Vertentes.

Diante desse cenário, não está definido se haverá desconto nos salários na folha de fevereiro. O Diario encontrou dificuldades para levantar a remuneração dos vereadores, uma vez que, apesar de serem obrigados a ter um portal da transparência, muitos legislativos não dispunham da ferramenta. Em alguns casos, não existia sequer site oficial.

Do ponto de vista da lei, o período de recesso dos vereadores é definido pela lei orgânica de cada municípios. Sendo assim, os legislativos não têm obrigatoriedade de retomar as atividades de forma simultânea às assembleias legislativas e ao Congresso Nacional. É o caso de Chã Grande, onde o recesso parlamentar ocorreu em dezembro. “Isso não acontece só em Pernambuco. Em âmbito nacional, mais de 70% das câmaras municipais postergam os trabalhos da primeira semana após o recesso”, comentou Roberto Gondo, professor de marketing político da Universidade Mackenzie.

Gondo afirma que há brechas na lei que permitem aos vereadores atrasarem a volta ao trabalho. “Em cidades pequenas é comum que eles combinem entre si não comparecer às sessões, então acaba não tendo quórum.” O especialista ressaltou que não há determinação na lei para que haja desconto nos salários pelas sessões não realizadas. Isso porque, segundo ele, os vereadores têm obrigatoriedade de discutir pautas, e não de cumprir necessariamente uma jornada de trabalho. “A cobrança tem que partir da população”.

Argumentando que as regras mudam de acordo com o município, o presidente da União dos Vereadores de Pernambuco, Josinaldo Barbosa (PTB), disse que é provável que as casas legislativas ainda estivessem dentro do período oficial de recesso na primeira semana de fevereiro, independente da proximidade com o carnaval.