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Luciano Pacheco elogia, mas sugere retorno da Festa das Crianças à Praça da Bandeira

Por André Luis

O presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, vereador Luciano Pacheco, parabenizou a Prefeitura pela realização da Festa do Dia das Crianças, promovida no último sábado (12) na nova Praça de Eventos. 

O parlamentar destacou a relevância da comemoração, que reuniu crianças e famílias para um dia de lazer.

Durante sua fala, Pacheco comentou sobre o local escolhido para o evento. Segundo ele, a Praça da Bandeira — que tradicionalmente sediou as principais festividades do município — tem localização mais central e oferece melhores condições de conforto, especialmente por conta da sombra e da estrutura já existente.

O vereador afirmou que sua observação tem caráter construtivo. “O evento foi lindo e merece reconhecimento, mas acredito que o antigo espaço proporcionaria maior comodidade, especialmente por conta do horário e do sol forte enfrentado pelas crianças na nova praça”, disse Luciano Pacheco.

 

Outras Notícias

Cida Oliveira é o nome do Podemos em Solidão

Sob o comando do deputado federal Ricardo Teobaldo, o Podemos vem lançando candidaturas próprias do litoral ao Sertão pernambucano. Em Solidão, a legenda terá a ex-prefeita Cida Oliveira na disputa pela Prefeitura. Para Ricardo Teobaldo esse é um momento fundamental na construção das candidaturas. Ele diz que Cida é um nome reconhecido pela população. Já […]

Sob o comando do deputado federal Ricardo Teobaldo, o Podemos vem lançando candidaturas próprias do litoral ao Sertão pernambucano.

Em Solidão, a legenda terá a ex-prefeita Cida Oliveira na disputa pela Prefeitura.

Para Ricardo Teobaldo esse é um momento fundamental na construção das candidaturas.

Ele diz que Cida é um nome reconhecido pela população. Já foi prefeita por duas vezes e conhece o município. É na experiência dela que as pessoas reconhecem a mudança que Solidão precisa”, destacou.

Acusado de agressão, Heriberto Sacolão já ameaçou Diretor da Arcotrans

Acusado de agredir fisicamente e ameaçar um agricultor de 37 anos dia 25 de abril último, o vereador Heriberto do Sacolão tem histórico de episódios de ameaças. O caso de abril teria ocorrido no Sítio Umburanas, Sertânia. Segundo o Portal O Dia PE , em virtude de uma antiga dívida de R$ 25 mil, referente […]

Acusado de agredir fisicamente e ameaçar um agricultor de 37 anos dia 25 de abril último, o vereador Heriberto do Sacolão tem histórico de episódios de ameaças.

O caso de abril teria ocorrido no Sítio Umburanas, Sertânia.

Segundo o Portal O Dia PE , em virtude de uma antiga dívida de R$ 25 mil, referente a uma carga de tomates comprada por uma terceira pessoa há cerca de quatro anos, o parlamentar foi até o local de trabalho do agricultor cobrar o valor, mas a vítima respondeu que a responsabilidade não era sua.

ARRASTADO E AGREDIDO

O vereador teria agredido o homem com socos, derrubado-o de sua motocicleta e o arrastado pelo chão, além de ameaçar voltar para receber o dinheiro de qualquer maneira.

Um funcionário da vítima interveio para cessar as agressões, e a Polícia Militar chegou a passar pelo local devido ao tumulto, mas o agricultor não acompanhou os policiais de imediato por medo. Um exame pericial realizado no Instituto de Medicina Legal (IML) prova as lesões. Heriberto diz que “só se ouviu um lado da história e nega as agressões”.

HISTÓRICO

Em abril de 2024, Heriberto do Sacolão ameaçou o Diretor da Arcotrans, Vladimir Cavalcanti, porque em convênio com a Arcotrans e o DER – Departamento de Estrada e Rodagens, foram implantadas três câmeras de vídeomonitoramento na PE – 270, na saída de Arcoverde para Buíque, Tupanatinga e Itaiba, onde ocorriam muitos acidentes. “Eu queria bater de frente com ele. Eu ainda bato com esse Vladimir ainda. Eu quero ele!” – disse na sessão que era transmitida ao vivo.

Em 9 de agosto de 2017, Heriberto teve o carro apreendido na Avenida Severiano José Freire. Estava circulando com a documentação em atraso (licenciamento emitido em 2007 e com o IPVA sem pagar desde 2012). Também não portava a Carteira Nacional de Habilitação.

Também quis brigar. “O carro tá atrasado mas não é roubado. Não levam o carro. Pode chamar a polícia. Isso é conversa, homi”, ameaçando os agentes. O carro foi levado.

Sandrinho vistoria áreas afetadas pelas chuvas

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, vistoriou nesta quinta-feira (22) várias áreas afetadas pelas chuvas que tem caído no município nesses últimos dias.  Em uma das áreas mais críticas de alagamento, a confluência das Ruas Henrique Dias, Aparício Veras e Nelson Alves, nas proximidades do restaurante Sabor do Sertão, o prefeito vistoriou o […]

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, vistoriou nesta quinta-feira (22) várias áreas afetadas pelas chuvas que tem caído no município nesses últimos dias. 

Em uma das áreas mais críticas de alagamento, a confluência das Ruas Henrique Dias, Aparício Veras e Nelson Alves, nas proximidades do restaurante Sabor do Sertão, o prefeito vistoriou o sistema de drenagem e o terreno por onde a água da chuva passa até chegar ao rio Pajeú. 

A drenagem da área é feita por uma tubulação de 400 milímetros de diâmetro. “Vamos quintuplicar a capacidade de drenagem dessa área, trocando a única tubulação de 400 milímetros por duas tubulações de mil milímetros de diâmetro cada. E iremos, com nossas máquinas, desobstruir o caminho da água até o Pajeú”, afirmou Sandrinho. 

Segundo o Prefeito, as obras terão início já nesta sexta-feira (25).  O objetivo é diminuir o volume de água, ali represado, e minimizar a curto prazo os problemas enfrentados pela população e pelos comerciantes com as chuvas.

O prefeito Sandrinho também acompanhou os trabalhos na confluência das ruas Nelson Alves e Maria do Carmo, próximo à academia de saúde do Sobreira.  No local, problemas no sistema de esgotamento, desestabilizou uma árvore e um poste de energia. 

Os técnicos da infraestrutura tiveram que remover a árvore para poder fazer o conserto na tubulação de esgoto. Quanto ao poste, a Celpe já foi comunicada para providenciar os devidos reparos.

Outro local visitado foi a área próxima à igreja do Sobreira. A Prefeitura trocou e ampliou a tubulação coletora de águas pluviais, nas imediações do bar o escritório, visando dar maior vazão à água ali represada em dias de chuvas fortes. 

Outro local vistoriado pelo Prefeito foi o trecho da Rua Diomedes Gomes, em frente à escola Ana Melo. No local, a Prefeitura vai construir mais uma estrutura de drenagem e ampliar as já existentes. 

“Vamos buscar soluções para as principais áreas de alagamentos em nossa cidade. Para que em tempos bons de inverno, mas de chuva forte, nossa população não sofra tanto com os alagamentos,” finalizou o prefeito Alessandro Palmeira.

Coluna do domingão: o delírio expansionista de Trump

O delírio expansionista de Trump: o mundo na ante-sala da barbárie Por André Luis – Editor executivo do blog O mundo assiste, atônito e em transe, ao que pode ser o capítulo final da diplomacia como a conhecemos. Donald Trump não é mais apenas um político isolacionista com tiques autoritários; ele se transformou em uma […]

O delírio expansionista de Trump: o mundo na ante-sala da barbárie

Por André Luis – Editor executivo do blog

O mundo assiste, atônito e em transe, ao que pode ser o capítulo final da diplomacia como a conhecemos. Donald Trump não é mais apenas um político isolacionista com tiques autoritários; ele se transformou em uma ameaça existencial à soberania das nações e à própria sobrevivência da espécie. Ao avançar sobre a Venezuela, cobiçar a Groenlândia e tratar o Canadá como um anexo imobiliário, Trump não está apenas “fazendo a América grande novamente” — ele está pavimentando o caminho para a Terceira Guerra Mundial.

A invasão da Venezuela e o sequestro de suas reservas de petróleo sob o pretexto de “combate ao crime” é o maior ato de pirataria estatal do século XXI. É um recado direto ao Brasil e ao Sul Global: para o trumpismo, a soberania é um detalhe irrelevante diante da ganância energética. Se hoje ele atropela Caracas pelo óleo, o que impedirá que amanhã ele decida “administrar” a Amazônia brasileira ou o nosso Pré-sal em nome da “segurança hemisférica”?

As sandices não param na Venezuela. A obsessão pela Groenlândia e a retórica de anexação do Canadá mostram um líder que rompeu com a realidade. Ao ignorar as fronteiras de aliados históricos da OTAN, Trump estica a corda com a Europa e a Rússia a um ponto de ruptura sem volta. O mundo não é um tabuleiro de Monopoly, mas na mente de um narcisista com acesso a códigos nucleares, a diferença entre um negócio imobiliário e um bombardeio estratégico parece ter desaparecido.

Para o Brasil, o impacto é devastador. Além da desestabilização econômica regional, que joga o câmbio e os mercados em um abismo de incertezas, sofremos a pressão de uma nova “Guerra Fria” — desta vez muito mais quente e imprevisível. A economia brasileira, que busca o equilíbrio e o desenvolvimento sustentável, é refém de um protecionismo agressivo que usa tarifas e canhões como argumentos de venda.

O que estamos vendo é a morte do direito internacional. Se o mundo não frear Trump agora, o próximo som que ouviremos não será o de um martelo de leilão, mas o de uma explosão global.

Não se enganem: o fascismo de mercado de Trump é o combustível perfeito para um conflito em escala mundial. Ao desrespeitar tratados e humilhar nações soberanas, ele empurra potências nucleares rivais para um canto onde a única resposta é a retaliação.

Defender a democracia brasileira e a soberania do nosso povo hoje significa, necessariamente, denunciar o banditismo geopolítico que emana da Casa Branca. O silêncio diante dessas atrocidades não é neutralidade; é cumplicidade com o caos. Se a comunidade internacional não reagir com dureza extrema, a história não será escrita pelos vencedores — porque, em uma terceira guerra mundial provocada por delírios expansionistas, não sobrará ninguém para segurar a caneta.

Vassalagem explícita

Seguindo o roteiro do irmão e do pai, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não economizou na retórica golpista. Ao comemorar o sequestro de Nicolás Maduro por forças americanas, o senador sinalizou que o Brasil deveria ser o próximo alvo. Em suas redes, Flávio associou o atual governo brasileiro ao “tráfico internacional” e ao “terrorismo”, fornecendo a narrativa exata que Trump utiliza para justificar intervenções militares sob o pretexto de “segurança hemisférica”.

O cavalo de troia legislativo

O perigo reside também nas letras miúdas das leis. O PL 1283/2025, que tem Nikolas Ferreira como uma de suas figuras centrais na articulação, busca classificar organizações criminosas brasileiras como “grupos terroristas”. Na prática, isso cria o tapete vermelho jurídico para que Trump ordene operações militares em solo brasileiro — como bombardeios ou incursões em comunidades — sem passar pelo Congresso Nacional, sob a desculpa de “ajuda no combate ao crime”.

Crime de lesa-pátria

A resposta institucional começou a se desenhar. A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou uma denúncia na Procuradoria-Geral da República contra Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira por apologia ao crime de golpe de Estado. “Ambos fizeram um juramento pelo país, mas propõem que os Estados Unidos ataquem a nossa soberania”, afirmou a parlamentar. O uso de cargos públicos para incitar invasões estrangeiras pode levar à cassação e prisão dos envolvidos.

A Reação das Forças Armadas Brasileiras

O Alto Comando militar brasileiro tem demonstrado profunda preocupação com a fragilidade da aliança com os EUA. Analistas de defesa apontam que o Brasil enfrenta um “risco existencial” e que a vulnerabilidade militar se tornou crítica diante de uma superpotência agressiva. O governo Lula respondeu atualizando a Estratégia Nacional de Defesa (Decreto nº 12.725/2025) para reforçar a necessidade de dissuasão e repelir ameaças externas à soberania.

Dobradinha à vista

O cenário político de Afogados da Ingazeira começa a se movimentar com a confirmação de uma aliança estratégica no partido Novo para o pleito de 2026. Em conversa com a nossa redação, Junior Santiago confirmou que está “fechado” com o policial militar Nelsinho para uma dobradinha que visa cadeiras na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e na Câmara Federal.

A estratégia da farda e do bastidor

Nelsinho, que atua como policial militar, aparece como o nome de “100% de certeza” para disputar uma vaga de deputado federal. Devido às restrições da sua função ativa na PM, sua pré-campanha tem sido cautelosa, focando em temas como segurança e empreendedorismo para evitar sanções disciplinares. No entanto, o entusiasmo nos bastidores é grande. “Fui recepcionado bem pelo Novo, o pessoal teve um interesse real”, afirmou Nelsinho em conversa com a Coluna.

Já Júnior Santiago, nome conhecido na política local e que já disputou eleições anteriores pelo partido, deve assumir a pré-candidatura a deputado estadual. Santiago admite que a decisão partiu de um pedido do próprio Nelsinho para fortalecer a chapa. “É um pedido dele. A minha candidatura é 90% de certeza, mas o foco total é viabilizar o nome do Nelsinho para Federal”, revelou Junior a Coluna.

De olho em 2028

A articulação, contudo, vai além de 2026. Santiago deixou claro que o objetivo principal é “pavimentar o espaço” para o pleito municipal de 2028. A entrada de um militar na política partidária direta é vista pelo grupo como uma forma de angariar força eleitoral.

Saia justa

O deputado federal Fernando Monteiro (PSD) deve enfrentar um teste de equilíbrio diplomático no próximo dia 16, durante a entrega das 902 casas do Residencial Vanete Almeida. Aliado histórico da prefeita Márcia Conrado (PT) e, agora, integrante da base da governadora Raquel Lyra (PSD), Monteiro se vê no centro de um embate direto. Enquanto Márcia credita a ele e ao presidente Lula o sucesso da obra, a presença da governadora no evento impõe ao deputado o desafio de não desagradar nem sua principal base local, nem sua nova aliada no Palácio do Campo das Princesas.

Guerra de narrativas

Em uma postagem incisiva nas redes sociais, a prefeita Márcia Conrado já deu o tom do palanque: a obra é fruto do governo federal e de sua gestão. Ao afirmar que “os poderosos podem até arrancar algumas rosas, mas nunca vão impedir a chegada da primavera”, Márcia envia um recado direto à Raquel Lyra e ao seu ex-padrinho político, Luciano Duque (Solidariedade). A estratégia petista é clara: isolar a influência da governadora e do parlamentar, colando a entrega das chaves exclusivamente à figura de Lula e ao trabalho de Fernando Monteiro.

O terceiro elemento

A presença confirmada de Luciano Duque ao lado de Raquel Lyra no evento de entrega das casas adiciona combustível à crise política em Serra Talhada. Duque, que rompeu com sua afilhada política Márcia Conrado, usará a proximidade com o governo do estado para reafirmar seu protagonismo na região. Para a prefeita Márcia, que também rompeu com Raquel, o evento será um campo de batalha simbólico, onde cada aperto de mão e cada citação no microfone serão contabilizados para a acirrada disputa política local.


Frase da semana

“O preço da democracia e da liberdade é uma eterna vigilância”.

Do presidente do STF, ministro Edson Fachin, durante discurso em evento realizado na última quinta-feira (8). O evento “8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, marcando os três anos dos ataques que depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília.

Derrota de Renan ‘vai fazer bem para o país’, diz Onyx após eleição no Senado

Andréia Sadi O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, está de alma lavada. Foi derrotado na disputa na Câmara dos Deputados, com a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas comemorou a vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP) no Senado. Motivo: Davi é uma criação sua, uma candidatura que começou a ser pensada em novembro, em um movimento para barrar a volta de Renan […]

Andréia Sadi

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, está de alma lavada. Foi derrotado na disputa na Câmara dos Deputados, com a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas comemorou a vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP) no Senado.

Motivo: Davi é uma criação sua, uma candidatura que começou a ser pensada em novembro, em um movimento para barrar a volta de Renan Calheiros (MDB-AL) ao comando do Senado.

Em entrevista ao blog, Onyx Lorenzoni atribui a vitória ao sentimento de mudança pela “nova política” no Senado, assim como aconteceu nas eleições presidenciais. Afirmou que Renan Calheiros – que está na mira de investigações – o chamou para a briga algumas vezes, mas que ele não foi “porque sabe o seu lugar” de ministro. “Se eu fosse deputado, eu já tinha ido”, afirmou.

Onyx admite que ajudou Davi, mas nega que o governo tenha interferido com a máquina. “Ganhamos na política. Se Renan tivesse ganhado, ia ser com o PT. Ele não esperava o Davi como candidato, o homem certo na hora certa. Davi tem essa habilidade com os colegas, uma espécie de ‘Jair Bolsonaro do Senado’. Ele é um craque das relações, não tem ninguém que não goste dele. Aí, um dia o Davi ganhou do Golias”, disse.

O ministro afirma não temer a oposição de Renan, se o emedebista quiser se vingar do governo no plenário, durante votações: “Vamos para o enfrentamento, isso é democracia”, disse.

Na avaliação do ministro, ganhou a nova política. “A derrota dele vai fazer bem para o país, ele estava junto ao PT há quanto tempo? Pois bem. O Senado se reencontrou com as ruas”, analisou.

Perguntado pelo blog se a concentração de poder do DEM – que agora comanda as duas Casas Legislativas – poderá incomodar aliados e prejudicar o governo, o ministro respondeu: “No caso do Rodrigo Maia, foi maior do que o DEM. Tanto que ele ganhou com votos de esquerda, ele é muito articulado e respeita muitas divergências. Então, tem essa qualidade de conseguir votos de diferentes áreas. Sobre o resto: o MDB comandou o Senado por duas décadas e ninguém falou nada”. Nesta segunda-feira (4), o ministro disse que vai levar ao Congresso a mensagem presidencial para ser lida aos parlamentares na reabertura dos trabalhos do Legislativo.

Em entrevista à GloboNews na sexta-feira (1º), ele disse que a “previsão” é de que a reforma da Previdência seja enviada pelo governo em fevereiro.

Também em entrevista à GloboNews na sexta, Rodrigo Maia lembrou que, somente com os votos da base do governo, poderá ser difícil aprovar a reforma da Previdência, em especial porque o governo de Jair Bolsonaro mudou a forma como organiza a base de apoio. As mudanças nas aposentadorias e pensões serão analisadas em uma proposta de emenda à Constituição (PEC), que exige o voto de ao menos 308 dos 513 deputados em dois turnos. “O presidente começa o seu governo organizando a base de uma outra forma. Eu não tenho clareza se ele tem o espaço necessário para ter os 308 votos”, disse.