Luciano Duque volta a dizer que pode disputar vaga na Câmara. “Região está órfã”
Por Nill Júnior
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), disse em entrevista ao programa Sertão Notícias, com Anderson Tennens, que pode ser candidato a Deputado Federal em 2018. Duque chegou a dizer que desde a saída de Inocêncio Oliveira da Câmara, cidade e região estão órfãos.
Foi uma cutucada em Sebastião Oliveira, que herdou o espólio político de Oliveira, mas, não só para Luciano como até para aliados, não conseguiu ganhar destaque e manter a larga base que tinha o líder maior do PR.
Duque chegou a dizer que a decisão de Sebastião Oliveira de ficar na Secretaria de transportes deixado ocupar sua cadeira o suplente Fernando Monteiro só gerou cabides de empregos para aliados, mas não trata de tema importantes para a Capital do Xaxado.
“Se o cavalo passar selado vou”, disse, afirmando que caso encare o projeto, buscará apoio de gestores da região. Não ficou claro ainda por qual legenda Duque disputará mandato, caso leve a possibilidade a frente. O gestor já deu sinais de saída do PT.
Outro problema é a terra loteada em vários municípios, onde há Deputados com base mais firme que possa se imaginar. Outros nomes como o Presidente da AMUPE, José Patriota, já deram sinais de que também podem ir para disputa.
Não é de hoje que a população cobra um ordenamento urbano e de trânsito para Afogados da Ingazeira. Ontem, uma Internauta Repórter mandou essa imagem desolada não só com a falta de organização como também de ação das autoridades. “Isso no meu ver é muito errado. Já liguei na prefeitura, no batalhão da PM e nada. […]
Não é de hoje que a população cobra um ordenamento urbano e de trânsito para Afogados da Ingazeira.
Ontem, uma Internauta Repórter mandou essa imagem desolada não só com a falta de organização como também de ação das autoridades.
“Isso no meu ver é muito errado. Já liguei na prefeitura, no batalhão da PM e nada. São dois carros estacionados na calçada e o pedestre andando pelo o meio da rua”, reclama.
Detalhe: a Rua Diomedes Gomes, onde foi feit o registro, é o maior corredor viário da cidade, onde nos horários de pico há muitos veículos e pedestres circulando.
O caso gera um imbróglio curioso: os pedestres tem que disputar lugar com os carros já que parte dos veículos ocupam liugar dos pedestres. Ou seja, a lei aqui é outra: carros na calçada, povo na rua…
G1 O diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou nesta sábado (9) que o governo federal incorporou todas as doses da Coronavac, desenvolvida em parceria do Butantan e do laboratório chinês Sinovac, no Plano Nacional de Imunização (PNI) e deve gerir o calendário de distribuição das vacinas em todo o país. “Essas vacinas serão distribuídas por todos os […]
O diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou nesta sábado (9) que o governo federal incorporou todas as doses da Coronavac, desenvolvida em parceria do Butantan e do laboratório chinês Sinovac, no Plano Nacional de Imunização (PNI) e deve gerir o calendário de distribuição das vacinas em todo o país.
“Essas vacinas serão distribuídas por todos os estados de forma proporcional, obedecendo critérios demográficos e número de pessoas nas faixas de risco. Todos os estados serão atendidos. Com essas e mais 2 milhões vindo pela FioCruz. Teremos em janeiro 8 milhões de doses para iniciar a campanha [nacional] de vacinação”, afirmou ele.
O executivo do Butantan também afirmou que a expectativa do instituto e do Ministério da Saúde é que a distribuição da vacina comece em até 48h depois da liberação do uso emergencial da Coronavac pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Espera-se que isso comece tão logo a Anvisa libere. Em 24 a 48h depois que a Anvisa liberar, eles já teriam condição de começar a vacinação”, declarou Dimas Covas em evento do Centro Universitário Claretiano de São Paulo.
Outra informação é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou neste sábado (9), em nota, que está incompleta a documentação entregue pelo Instituto Butantan no pedido para uso emergencial da vacina contra Covid-19 desenvolvida pela instituição.
No caso da Fiocruz, os documentos estão completos e agora a análise do pedido segue para a próxima fase.
O Instituto Butantan entrou com o pedido de uso emergencial da chamada CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório Sinovac. Já a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou a aplicação emergencial do imunizante desenvolvido em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca.
A Anvisa iniciou na sexta-feira (8) a triagem dos documentos enviados, que é a etapa inicial para saber se constam do pedido todos os dados necessários. A fase seguinte é a análise deles. O prazo total para a agência aprovar ou não o pedido é de dez dias.
Em nota, a Anvisa diz que já está em contato com o Butantan para discutir “prazos e cronogramas para apresentação dos dados faltantes”. Neste sábado, as equipes técnicas da agência e do instituto já realizaram duas reuniões para tratar da questão.
CNM sugere planejamento aos gestores Os Municípios partilham na próxima sexta-feira, 29 de janeiro, R$ 3,2 bilhões referentes ao terceiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Esse valor já está descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e representa crescimento […]
Os Municípios partilham na próxima sexta-feira, 29 de janeiro, R$ 3,2 bilhões referentes ao terceiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Esse valor já está descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e representa crescimento de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado, sem considerar os efeitos da inflação. O percentual positivo é justificado por representar em torno de 30% do total previsto para o mês.
Apesar dessa tendência, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pede planejamento aos prefeitos na gestão dos recursos, principalmente em razão do difícil cenário vivenciado decorrente da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Quando o Fundeb faz parte do cálculo, o montante chega a R$ 4,1 bilhões. O mês de janeiro fechou com crescimento real de 15,78%, ou seja, corrigido pela inflação do período comparado ao mesmo período de 2020.
Do total repassado aos Municípios, os de coeficientes 0,6 (2.447 ou 43,95% das cidades) ficarão com o valor de R$ 811,2 milhões ou 19,70% do que será transferido. A CNM lembra que os Municípios com esse coeficiente recebem valores que variam, uma vez que cada Estado tem valor diferenciado na participação do Fundo. Um exemplo prático são as transferências aos Municípios 0,6 de Roraima, que diferem das cidades do Rio Grande do Sul, mesmo possuindo mesmos coeficientes.
Ainda analisando esse cenário com base nos valores que serão repassados às cidades com esses coeficientes, o Município 0,6 de Mato Grosso do Sul vai receber o valor bruto de R$ 352 mil, enquanto o de São Paulo R$ 334 mil, sem os descontos. Já as cidades de coeficientes 4,0 (168 ou 3,02%) terão creditados em suas contas R$ 542 milhões ou 13,17% do total do terceiro decêndio.
Acumulado: ao considerar o acumulado de 2021, o total repassado aos Municípios desde o início do ano apresentou crescimento de 20,76% em termos nominais (sem considerar os efeitos da inflação) em relação ao mesmo período de 2020. No caso de incluir a inflação, o FPM oscila, mas ainda indica alta de 15,78% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Confederação sempre divulga detalhes dos repasses com a realidade de cada mês. A entidade lembra que o FPM – bem como a maioria das receitas de transferências do país – não apresenta distribuição uniforme ao longo do ano. Por esse motivo, alerta que que o fundo tem apresentado ciclos distintos, com os maiores valores repassados no primeiro semestre e expectativa de diminuição significativa entre julho e outubro.
Nesse aspecto, a orientação da entidade aos prefeitos neste início mandato é que estejam em alerta e tenham prudência e cuidado na gestão. A CNM também disponibiliza a Plataforma Êxitos, para Municípios filiados, que permite o acompanhamento das transferências constitucionais tanto por decêndio quanto por mês em relação aos últimos anos. Na nota produzida pela entidade, o gestor pode conferir em tabelas os valores do último decêndio de janeiro do FPM com informações por coeficientes e por Estado.
No documento, também constam os montantes brutos e os seus respectivos descontos: 20% do Fundeb e 15% da saúde e o 1% do Pasep. Acesse aqui a nota.
O odontólogo Breno Araújo, marido da prefeita Márcia Conrado, de Serra Talhada, aproveitou a recepção a Paulo Câmara e Danilo Cabral para mais um gesto: o de se filiar ao PSB. De cara, já assumiu a legenda no município, em movimento de valorização do apoio do casal ao “projeto Danilo”. Breno é o Primeiro-cavalheiro de Serra […]
O odontólogo Breno Araújo, marido da prefeita Márcia Conrado, de Serra Talhada, aproveitou a recepção a Paulo Câmara e Danilo Cabral para mais um gesto: o de se filiar ao PSB.
De cara, já assumiu a legenda no município, em movimento de valorização do apoio do casal ao “projeto Danilo”.
Breno é o Primeiro-cavalheiro de Serra Talhada, denominação pouco usual e versão masculina do termo primeira-dama. Assim como acontece com primeira-dama, a versão masculina também é utilizada para se referir aos maridos de governadores e prefeitos municipais.
O ato ocorreu na residência do casal. Breno é tido como ponderado e a uma atuação nos bastidores, sem querer ofuscar a condução da esposa, mas vem tendo cada vez mais protagonismo como conselheiro da gestão. A participação de Breno aumentou depois da ida de Luciano Duque para o Solidariedade e o afastamento natural entre ele e Márcia Conrado.
A prefeita segue no PT e virou uma espécie de protagonista da campanha de Danilo no Sertão do estado, capitaneando os atos mais importantes da campanha do socialista no Sertão. Lula, por exemplo, terá Serra Talhada como uma de suas paradas em Pernambuco. A filiação de Breno, excepcional profissional na área odontológica que vem sendo cada vez mais absorvido pelo papel junto à esposa prefeita, é só maios ima prova disso.
Farol de Notícias O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, enviou a Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Complementar 004/2019 que cria a Secretaria Municipal de Relações Institucionais (SEMRI) e mais dois cargos: um de secretário, com salário de R$ 7.500 e outro de assessor com salário de R$ 1.200. O projeto tramita na […]
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, enviou a Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Complementar 004/2019 que cria a Secretaria Municipal de Relações Institucionais (SEMRI) e mais dois cargos: um de secretário, com salário de R$ 7.500 e outro de assessor com salário de R$ 1.200.
O projeto tramita na Casa Joaquim de Souza Melo em regime de urgência e provocou uma ligeira revolta em alguns vereadores governistas.
“Há comentários dentro do próprio governo, que a secretaria estaria sendo criada para ser entregue ao ex-deputado Augusto César, que foi derrotado nas urnas. Será que está certo a criação dessa secretaria para Augusto? Será que tem necessidade de criação de uma secretaria deste porte?”, questionou o vereador, em conversa com o Farol, pedindo anonimato.
A reportagem conversou com o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, que confirmou o envio do projeto ao Legislativo, entretanto, ele não assegurou que a pasta será entregue ao ex-deputado.
“Pode ser para qualquer um, inclusive ele (Augusto César), ainda não defini. Mas se faz necessário esta secretaria pois tenho viajado muito em busca de recursos para Serra Talhada, e vou ter que acompanhar o debate interno para 2020. A secretaria é absolutamente necessária”, reforçou.
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