Luciano Duque inicia campanha em comunidades no Recife
Por André Luis
O candidato a deputado estadual Luciano Duque começou a campanha dando um giro em importantes comunidades do Recife e recebeu o apoio de diversas lideranças locais.
Acompanhado pela candidata a deputada federal Maria Arraes, Duque conversou e ouviu demandas nos bairros de Jardim São Paulo, San Martin e Várzea. Ele ainda acompanhou a caminhada de Marília Arraes, que disputa a vaga ao Governo do Estado, na comunidade de Roda de Fogo.
Na segunda, Luciano e Maria receberam o apoio da liderança comunitária Silas Medeiros, em Jardim São Paulo, e do grupo Resistência Revolucionária, em San Martin. Na terça, eles foram recebidos pelo líder comunitário Pacote, na comunidade da Barreira, na Várzea.
“Por todos os bairros que passamos, a queixa é sempre a mesma: o descaso do atual governo com as necessidades básicas da população: o atendimento precarizado da saúde, falta de moradia segura, alagamentos, insegurança e uma infinidade de outros problemas. Mesmo após 16 anos no poder, a atual gestão não conseguiu solucionar problemas simples, e, assim, oferecer uma melhor condição de vida à população” disse Duque.
Maria Arraes ressaltou a importância de estar sempre junto das lideranças locais e da comunidade para manter um bom diálogo e uma boa administração. “Não é possível fazer a verdadeira política apenas sentado num gabinete. É preciso ir pra rua ouvir e vivenciar as necessidades do povo e, isso eu aprendi com meu avô Miguel Arraes”, lembrou.
Por André Luis Hoje no Debate das Dez da Pajeú, o empresário Emídio Vasconcelos. Emídio é vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) de Afogados da Ingazeira e membro suplente do Diretório Estadual do Partido. Ele fez uma avaliação do governo Dilma e falou sobre o Partido a nível local, estadual e nacional. Falando da crise […]
Hoje no Debate das Dez da Pajeú, o empresário Emídio Vasconcelos. Emídio é vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) de Afogados da Ingazeira e membro suplente do Diretório Estadual do Partido. Ele fez uma avaliação do governo Dilma e falou sobre o Partido a nível local, estadual e nacional.
Falando da crise política e econômica que vive o país, Emídio disse que existe uma combinação de fatores, além da crise política e econômica, na região do Pajeú e do Semiárido nordestino combina-se também com a crise hídrica. “Mas o que de certa forma vem acontecendo é que nós estamos praticamente disputando um terceiro turno, o resultado das eleições não foram aceitas pela oposição e setores da grande imprensa brasileira e esse debate vem se arrastando e se prolongando além da conta,” disse.
Emídio disse acreditar que tão logo se coloque as definições sobre a questão política, que é o pedido de impeachment, a disputa no Congresso brasileiro e sobretudo a condução do presidente da Câmara Eduardo Cunha, será criado um ambiente favorável para se estabilizar a crise política e também buscar a retomada e a recuperação da crise econômica.
Sobre a dificuldade de Dilma governar por falta de liderança no congresso, Emídio falou que fica difícil e por isso está tendo esse resultado de fatores combinados, “isso é do processo democrático, o que tem que se definir também é que por uma irresponsabilidade ou uma tentativa de chegar ao poder através de uma via não democrática, a oposição está de certa forma pensando muito mais em uma desconstrução de governo, do que pensando no país.”
Emídio falou ainda que a presidência da Câmara exercida por Eduardo Cunha, sendo um cargo extremamente estratégico na república, o fato de estar envolvido em uma série de denúncias, se voltando muito mais pra uma tentativa de golpe, do que pra conduzir os processos na casa legislativa, atrapalham o andamento do país. “Agora a sociedade esta ficando um pouco impaciente com isso, as autoridades já se manifestaram, a gente acredita que isso em pouco tempo vai ter uma solução definitiva.”
Emídio falou também que sem um bom ambiente fica muito difícil pra qualquer governo, sobre tudo, com desgaste econômico, ter medidas ou atitudes que possam evidentemente avançar, disse ainda que há uma má vontade de uma parte da imprensa que tenta de forma articulada, superdimensionar os problemas.
Questionado se a imprensa está mentindo quando fala dos desvios que ocorreram, Emídio disse que em parte ela mente, em parte omiti e em parte diz a verdade. “Vamos citar como exemplo claro a delação de Cerveró, em novembro do ano passado foi capa das principais revistas do país, foi capa dos principais jornais e matéria da Rede Globo, de que Cerveró acusava Dilma e Lula e durante esse período, toda a sociedade conviveu com essa falsa realidade e quando é agora, que é publicada oficialmente a delação de Cerveró, não há acusação contra Dilma, nem contra Lula. Eu estou citando um fato concreto, de como a imprensa as vezes mente e faz de forma articulada e como as vezes também omiti,” disse.
Emídio citou o caso do processo da Lava Jato, dizendo que tem vazado parte das delações e que estas vazam de forma seletiva e direcionada, pra ele o vazamento das delações é criminosa, visto que muitos dos processos correm em segredo de justiça e que a imprensa noticia como se fosse verdade, disse ainda que uma parcela significativa da população encorpora e reproduz as notícias como verdade absoluta.
Emídio reconheceu que existe uma crise e que há corrupção na Petrobras, disse ainda que não está defendendo corruptos, mas sim, que haja investigação de forma isenta e imparcial e que não se condene inocentes sem provas, defendeu ainda que quem estiver envolvido que seja condenado, seja de qual partido for, mas que seja com provas.
“Estão querendo botar na cabeça da sociedade que houve uma corrupção na Petrobras de 2002 pra cá, quando na verdade está se mostrando pela delação de algumas pessoas que isso é um esquema que beneficiou vários partidos, inclusive o PSDB, que é da oposição, há acusações contra o próprio Aécio Neves é preciso que isso seja apurado, não se condene Aécio apenas porque foi citado e também não se condene Lula sem provas,” disse.
Emídio falou que foi no governo do PT, onde foram criados os maiores mecanismos de controle e combate a corrupção, citou como exemplo o Portal da Transparência, “é preciso mostrar que o governo tem interesse de dar transparência, de fiscalizar e de denunciar.”
Do G1 O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara do Distrito Federal, suspendeu nesta quinta-feira (17), por meio de uma decisão liminar (provisória), a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na chefia da Casa Civil. A decisão foi tomada em ação popular movida por um advogado, mas ainda recurso ao […]
O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara do Distrito Federal, suspendeu nesta quinta-feira (17), por meio de uma decisão liminar (provisória), a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na chefia da Casa Civil.
A decisão foi tomada em ação popular movida por um advogado, mas ainda recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A Advocacia Geral da União (AGU), que defende o governo na Justiça, já informou que vai recorrer ainda nesta quinta para tentar derrubar a liminar.
Lula foi empossado na pasta em uma cerimônica realizada na manhã desta quinta no Palácio do Planalto. Com seu ingresso no primeiro escalão, o ex-presidente volta a ter direito ao foro privilegiado.
Na mesma decisão liminar, o juiz determinou que a presidente Dilma Rousseff seja intimada para imediato cumprimento da decisão. Segundo Catta Preta, a posse de Lula pode representar uma intervenção indevida na atividade policial, no Ministério Público e no Judiciário.
“Em vista do risco de dano ao livre exercício do Poder Judiciário, da autuação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, defiro o pedido de liminar para sustar o ato de nomeação do sr. Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de ministro de Estado da Casa Civil da Presidência da República, ou qualquer outro que lhe outorgue prerrogativa de foro”, escreveu o magistrado no despacho.
Catta Preta também destacou na decisão que a situação envolvendo Lula – gravado nesta quarta-feira (16) pela Polícia Federal (PF) em uma conversa com Dilma na qual eles tratam da entrega do termo de posse na Casa Civil – é “complexa e grave”.
Tendência é de absolvição O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta quinta-feira (28) o julgamento de duas ações que pedem a cassação da chapa que elegeu Jair Bolsonaro presidente e Hamilton Mourão vice por abuso de poder político e econômico em razão de disparos em massa de mensagens nas eleições 2018. O julgamento teve início na terça-feira (26). Três ministros votaram […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta quinta-feira (28) o julgamento de duas ações que pedem a cassação da chapa que elegeu Jair Bolsonaro presidente e Hamilton Mourão vice por abuso de poder político e econômico em razão de disparos em massa de mensagens nas eleições 2018.
O julgamento teve início na terça-feira (26). Três ministros votaram pelo arquivamento da ação, por falta de provas, incluindo o relator, Luís Felipe Salomão. Agora, outros quatro ministros apresentam seus votos.
As ações acusam a chapa Bolsonaro-Mourão de realizar disparos em massa de mensagens em redes sociais durante a campanha eleitoral de 2018. O pedido de cassação dos mandatos foi feito pelos partidos da coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT/PCdoB/Pros), derrotada em segundo turno.
O relator das ações, ministro e corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, afirmou em seu voto que houve o uso indevido do WhatsApp para atacar adversários, mas argumentou que não há provas de que os disparos em massa foram decisivos para desequilibrar o pleito.
“No que concerne à efetiva participação dos candidatos no ilícito, embora se façam presentes indícios de ciência pelo primeiro representado, hoje presidente da República, entendo que a falta de elementos mínimos quanto ao teor dos disparos em massa e à sua repercussão comprometem sobremaneira a análise desse fator”, disse Salomão.
O relator propôs também que o plenário fixe uma tese estabelecendo que o uso de aplicativos de mensagens instantâneas “para realizar disparos em massa, promovendo desinformação, diretamente por candidato ou em seu benefício e em prejuízo de adversários políticos, pode configurar abuso do poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social”.
Também votaram pelo arquivamento os ministros Mauro Campbell Marques e Sérgio Banhos. Em fevereiro, o TSE arquivou duas ações semelhantes contra a chapa apresentada pelo PDT. Por 6 a 1, o plenário entendeu que não houve prova dos disparos em massa nas eleições 2018.
Setão Notícias PE A Rádio Cultura FM e o portal Sertão Notícias PE tiveram acesso com exclusividade a um documento do Instituto de Tecnologia e Gestão Moderna – ITGM, empresa responsável pela gestão do SAMU Consorciado da III Macrorregional de Saúde, informando que o contrato de gestão do SAMU se encerrará no próximo dia 31 […]
A Rádio Cultura FM e o portal Sertão Notícias PE tiveram acesso com exclusividade a um documento do Instituto de Tecnologia e Gestão Moderna – ITGM, empresa responsável pela gestão do SAMU Consorciado da III Macrorregional de Saúde, informando que o contrato de gestão do SAMU se encerrará no próximo dia 31 de outubro.
O ITGM alega que foi surpreendido no último dia 11 de outubro com um oficio enviado pelo Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) prorrogando o contrato somente até o final deste mês através de um termo aditivo.
“O Instituto de Tecnologia e Gestão Moderna – ITGM, vem através deste, informar que no dia 11/10/2022, fomos surpreendidos ao receber um ofício do CIMPAJEÚ, prorrogado somente até o dia 31/10/2022 mediante termo aditivo, o contrato de gestão do SAMU, gerido pelo ITGM, finalizando nesta data a prestação de serviço”, diz o ofício do ITGM.
Em contato com a redação da Cultura FM, profissionais que atuam no SAMU demonstram preocupação com o futuro do serviço. “Não sabemos o que vai acontecer com o SAMU até então, mas isso torna muito mais possíveis os boatos de que após a política o SAMU fecharia. Estamos agora esperando a data, largados ao breu e a população só se prejudicando porque no fim o SAMU só serviu de jogo político”, denunciou um profissional que preferiu não ser identificado.
Será assinada hoje pelo Ministro da Educação Mendonça Filho e pela reitora do Instituto Federal de Pernambuco – IFPE, Anália Keyla Ribeiro, a autorização de recursos orçamentários para a construção do Ginásio Poliesportivo do campus do IFPE de Afogados da Ingazeira, com área a ser construída de 2.710 m2, cujo valor estimado é de R$5.600.000. […]
Será assinada hoje pelo Ministro da Educação Mendonça Filho e pela reitora do Instituto Federal de Pernambuco – IFPE, Anália Keyla Ribeiro, a autorização de recursos orçamentários para a construção do Ginásio Poliesportivo do campus do IFPE de Afogados da Ingazeira, com área a ser construída de 2.710 m2, cujo valor estimado é de R$5.600.000.
Na mesma ocasião, também será anunciada a disponibilização de recursos orçamentários estimados em cerca de 22 milhões para construções e reformas nos campi Barreiros (R$6.100.000), Pesqueira (R$8.680.000), Vitória de Santo Antão (R$2.200.000) e Recife (R$5.000.000).
Também na sexta-feira, será anunciada a liberação de recursos orçamentários previamente autorizados voltados para os campi Igarassu e Palmares. Com a iniciativa, o IFPE tem a possibilidade de iniciar a licitação para contratação de empresa para construção das sedes definitivas destas duas unidades.
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