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Nesta segunda: Cybele Roa fala com exclusividade ao blog

Por Nill Júnior

A pré-candidata a Prefeitura de Arcoverde Cybele Roa (PR) fala ao blog e à Rádio Pajeú nesta segunda, dia 29 com exclusividade. É a primeira entrevista da candidata falando sobre sua disposição em concorrer ao cargo do executivo.

Neurologista por formação, em 2016 foi candidata a vereadora sendo a mais votada com 2.039 votos . Em 2018, Cybele encarou uma candidatura a Deputada Estadual, sua votação a credenciou para colocar seu nome na disputa pela prefeitura. E entende que “é hora de um novo ciclo para Arcoverde”.

A entrevista completa será publicada nesta segunda no blog, com reprodução que pode se acompanhada também pela Rádio Pajeú no radinho, na net ou pelos aplicativos da emissora.

Cybele fala das perspectivas da candidatura, do alinhamento com lideranças políticas que comungam do mesmo projeto e do discurso que pretende tocar para se sobrepor a Madalena, que pode apoiar o vice Wellington Araújo e Zeca Cavalcanti, que disse ser candidato há poucos dias.

Outras Notícias

Pesquisa Opus: Marília, 35%; Raquel, 12%; Miguel, 12%; Anderson, 10%; Danilo 10%

O novo levantamento da OPUS Pesquisa com as intenções de voto para o governo de Pernambuco divulgado nesta quarta-feira (21), mostrou que a candidata Marília Arraes (Solidariedade) lidera com 35%. A disputa pelo segundo lugar está entre Raquel Lyra (PSDB), Miguel Coelho (UB), Anderson Ferreira (PL) e Danilo Cabral (PSB).  Confira os dados: Marília (Solidariedade): […]

O novo levantamento da OPUS Pesquisa com as intenções de voto para o governo de Pernambuco divulgado nesta quarta-feira (21), mostrou que a candidata Marília Arraes (Solidariedade) lidera com 35%.

A disputa pelo segundo lugar está entre Raquel Lyra (PSDB), Miguel Coelho (UB), Anderson Ferreira (PL) e Danilo Cabral (PSB). 

Confira os dados: Marília (Solidariedade): 35%; Raquel (PSDB): 12%; Miguel (UB): 12%; Anderson (PL): 10%; Danilo (PSB): 10%; Brancos e nulos: 7%; Não sabe/não  respondeu: 11%.

Os candidatos João Arnaldo (PSOL), Cláudia Ribeiro (PSTU) e Pastor Wellington (PTB) tiveram 1% das intenções de voto. Jones Manoel (PCB), Uracy Olimpio (PCO) não pontuaram no levantamento.

A pesquisa aponta ainda qual candidato é o que mais tem intenções de voto na capital, na região Metropolitana do Recife, na região da Mata, no Agreste, no São Francisco e no Sertão. Veja abaixo os resultados:

Recife – Marília Arraes (Solidariedade): 31%; Anderson Ferreira (PL); 13%; Raquel Lyra (PSDB): 9%; Miguel Coelho (UB): 7%; Danilo Cabral (PSB): 5%; João Arnaldo (PSOL): 2%; Pastor Welligngton (PTB): 1%; Não sabem/não responderam: 17%; Branco/nulo: 13%.

Região Metropolitana do Recife – Marília Arraes (Solidariedade): 36%; Anderson Ferreira (PL): 17%; Danilo Cabral (PSB) 11%; Raquel Lyra (PSDB): 7%; Miguel Coelho (UB): 6%; Pastor Wellington (PTB): 2%; João Arnaldo (PSOL): 1%; Cláudia Ribeiro (PSTU): 1%; Ubiracy Olímpio (00):; Branco/Nulo: 10%; Não sabem/não responderam: 10%.

Região da Mata – Marília Arraes (Solidariedade): 31%; Raquel Lyra (PSDB): 15%; Miguel Coelho (UB): 12%; Danilo Cabral (PSB): 11%; Pastor Wellington (PTB): 1%; Cláudia Ribeiro (00): 1%; Branco/nulo: 7%; Não sabem/não responderam: 13%.

Agreste – Marília (Solidariedade): 34%; Raquel (PSDB): 22%; Anderson (PL): 10%; Danilo (PSB): 10%; Miguel (UB): 8%; Brancos e nulos: 4%; Não sabe/não respondeu: 10%.

O candidato Pastor Wellington (PTB) teve 3%. Já a candidata Cláudia Ribeiro (PSTU) não pontuou. Os demais candidatos não foram citados nesse recorte do levantamento.

Sertão – Marília (Solidariedade): 47%; Miguel (UB): 17%; Danilo (PSB): 15%; Raquel (PSDB): 4%; Anderson (PL): 3%; Brancos e nulos: 3%; Não sabe/não respondeu: 9%.

Os candidatos João Arnaldo (PSOL) e Jones Manoel (PCB) obtiveram 1% de acordo com a pesquisa. Os demais candidatos não foram citados nesse recorte do levantamento.

São Francisco – Miguel (UB): 47%; Marília (Solidariedade): 32%; Danilo (PSB): 5%; Raquel (PSDB): 5%; Anderson (PL): 3%; Brancos e nulos: 3%; Não sabe/não respondeu: 3%.

Os candidatos Pastor Wellington e João Arnaldo empataram com 2% das intenções de voto. Os demais candidatos não foram citados nesse recorte do levantamento.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada presencialmente por meio de entrevistas com 1.000 pessoas em 60 municípios entre dias 12 a 15 de setembro de 2022.

A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou menos e o intervalo de confiança é de 95%.

A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número PE-04543/2022.

MP diz que coligações desrespeitaram pacto por convenções seguras no Pajeú

O promotor Aurinilton Leão Sobrinho disse ao blog que em algumas cidades do Pajeú houve novos flagrantes de desrespeito às determinações de convenções sem aglomerações. Diante das carreatas ocorridas sábado à noite, em Tuparetama, e ontem, pela manhã, em Tabira ele esclareceu que houve quebra de normas e acordo. “Os atos de propaganda, neste momento, […]

O promotor Aurinilton Leão Sobrinho disse ao blog que em algumas cidades do Pajeú houve novos flagrantes de desrespeito às determinações de convenções sem aglomerações.

Diante das carreatas ocorridas sábado à noite, em Tuparetama, e ontem, pela manhã, em Tabira ele esclareceu que houve quebra de normas e acordo.

“Os atos de propaganda, neste momento, só podem ser intrapartidários. Não é o caso de carreatas e passeatas”, disse.

Atos em favor de Dêva Pessoa (Tuparetama) e Flávio Marques (Tabira) foram questionados.

Em Tuparetama, a convenção que homologou a candidatura do ex-prefeito Dêva Pessoa teve aglomeração e concentração do público presente, descumprindo o decreto municipal que restringiu a quantidade de pessoas permitidas em eventos, uma vez que o número de casos positivos para o covid-19 vem aumentando na região.

No final do evento, a polícia precisou intervir para conter o princípio de uma carreata que estava sendo organizada pelo grupo.

Em Tabira, uma carreata com músicas de campanha de aliados do petista Flávio Marques também foi bastante criticada.

“O Massacre de Angico – A morte de Lampião” começa a ser encenado hoje em Serra Talhada

Espetáculo teatral acontece até 31 deste mês, na Estação do Forró, em Serra Talhada. A 5ª edição do espetáculo “O Massacre de Angico – A morte de Lampião”, que conta a vida do Rei do Gangaço, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, afamado como herói e bandido e seu bando começa a ser apresentado hoje e vai […]

massacre de angicos em serra talhada teatro

Espetáculo teatral acontece até 31 deste mês, na Estação do Forró, em Serra Talhada.

A 5ª edição do espetáculo “O Massacre de Angico – A morte de Lampião”, que conta a vida do Rei do Gangaço, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, afamado como herói e bandido e seu bando começa a ser apresentado hoje e vai até o dia 31 deste mês, às 20h, na Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária), em Serra Talhada, no Sertão pernambucano.

A peça mostra o perfil deste homem visto por outro viés, uma figura mais humana. O evento é gratuito e a expectativa é receber aproximadamente trinta mil pessoas nos cinco dias da temporada.

O espetáculo tem direção do ator e dramaturgo José Pimentel e conta no elenco com artistas locais e atores do Recife e de Olinda. “Lampião me faz recordar meu pai, Virgínio Pimentel, que costumava me contar a história de que o encontrou duas vezes, antes mesmo de eu nascer. Tinha uma foto lá em casa com meu pai vestido de cangaceiro e usando os dois punhais que ele ganhou de presente de Lampião! Por isso, desde pequeno, eu ouvia falar bem dele, que pra mim sempre foi um herói”, afirma Pimentel.

O intérprete de Lampião é o ator e dançarino de Serra Talhada, Karl Marx, integrante do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião. “A responsabilidade é grande porque se trata de um personagem que mexe com a imaginação das pessoas, que influenciou a cultura popular sertaneja, os valores morais e até o modo de viver do nosso povo”, conta ele. A atriz e cantora alagoana Roberta Aureliano, que passou toda a infância em Serra Talhada, fará o papel de Maria Bonita.

A peça é concebida a partir do único texto dramatúrgico sobre o tema, escrito pelo pesquisador do Cangaço, Anildomá Willans de Souza, natural de Serra Talhada, mesma cidade onde Lampião nasceu.

O evento acontece desde 2012 e conta com os apoios da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Empetur/Governo do Estado de Pernambuco e Prefeitura Municipal de Serra Talhada, além de diversas empresas locais.

MPF instaura inquérito civil para apurar responsabilidade da União nas manifestações de 7 de Setembro

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), instaurou inquérito civil para apurar a responsabilidade da União na organização e realização, em possível desvio de finalidade, das celebrações do bicentenário da Independência sem as medidas de autocontenção para evitar a confusão com manifestação político-partidária na praia de Copacabana, […]

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), instaurou inquérito civil para apurar a responsabilidade da União na organização e realização, em possível desvio de finalidade, das celebrações do bicentenário da Independência sem as medidas de autocontenção para evitar a confusão com manifestação político-partidária na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Como medidas iniciais, os procuradores regionais dos Direitos do Cidadão determinaram a solicitação de informações ao Ministério da Defesa e aos comandos locais sobre o planejamento adotado para o evento e os gastos realizados, devendo constar da resposta informações sobre análise prévia acerca dos riscos de confusão com manifestação político-partidária e medidas para preveni-la, além da relação de gastos com o evento em si e com a emissão de diárias e passagens e outros custos. Já para a Prefeitura do Rio de Janeiro e para o Governo do Estado, o MPF pediu informações acerca do apoio material utilizado no evento. Foram pedidas também às emissoras televisivas as filmagens realizadas no local.

Antes das celebrações, o MPF havia solicitado informações sobre as medidas preventivas a serem adotadas pelos comandos regionais. As respostas, porém, foram consideradas insuficientes, pois não esclareceram de que forma os comandos impediriam que as celebrações fossem utilizadas como manifestação político-partidária, limitando-se a afirmar que o Ministério da Defesa era responsável pela organização do evento, sendo também ressaltado pelo Comando Militar do Leste que tinha ciência das proibições.

Em análise preliminar do evento ocorrido na praia de Copacabana, o MPF identificou a presença de elementos para o aprofundamento das investigações, tendo em vista a ausência do cuidado e esforço necessário de autocontrole para distinguir as celebrações pelo bicentenário da Independência das manifestações políticas realizadas na orla. O MPF destacou a necessidade do equilíbrio entre a liberdade de expressão e o dever de cuidar e preservar todos os direitos previstos na Constituição Federal, além de ressaltar o papel dos militares, na forma prevista na Constituição. “Nesse sentido, observa-se, em primeira análise, que não foi possível identificar o cuidado necessário e suficiente esforço de autocontenção para diferenciar as celebrações do bicentenário da independência da manifestação político-partidária que se realizou no local”.

O órgão aponta que a transferência do local em que tradicionalmente são realizados os desfiles cívico-militares, na Avenida Presidente Vargas, impediu uma celebração similar à ocorrida, por exemplo, no Distrito Federal. “Havia um palanque na Avenida Atlântica, sem qualquer indicação de função específica, e que estava separado por poucos metros de carro de som onde existiam manifestações políticas. Além disso, aparentemente havia a circulação neste espaço não apenas de autoridades, mas também de pessoas postulantes a cargos eletivos nas próximas eleições”, destaca o documento.

O objetivo do inquérito é avaliar a responsabilidade pelos fatos, com a eventual aplicação de medidas de reparação cabíveis, e evitar situações similares em eventos futuros.

Lula avalia veto à dosimetria e comenta sobre Bolsonaro: “Tem que pagar”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se esquivou de uma pergunta sobre o Projeto de Lei da Dosimetria durante entrevista à TV Alterosa, de Minas Gerais, nesta quinta-feira, 11. O presidente afirmou que Jair Bolsonaro “tem que pagar” pela tentativa de golpe de Estado ele “e Deus” tomarão uma decisão sobre o texto […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se esquivou de uma pergunta sobre o Projeto de Lei da Dosimetria durante entrevista à TV Alterosa, de Minas Gerais, nesta quinta-feira, 11.

O presidente afirmou que Jair Bolsonaro “tem que pagar” pela tentativa de golpe de Estado ele “e Deus” tomarão uma decisão sobre o texto assim que ele chegar ao gabinete da Presidência para sanção.

“Quando chegar à minha mesa, eu tomarei a decisão. Eu e Deus, sentado na minha mesa”, disse Lula.

O presidente foi alertado sobre um acordão para a anistia a Bolsonaro e indicou que pretende vetar a redução da pena.

Apesar de não declarar publicamente se vetará o texto, Lula disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que é diretamente beneficiado pelo texto que reduz as penas impostas aos envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro, “precisa pagar” pela tentativa de ruptura democrática.

“Eu farei aquilo que eu entendo que deva ser feito, porque ele tem que pagar pela tentativa de golpe, pela tentativa de destruir a democracia que ele fez nesse país. Ele sabe disso. Não adianta ficar choramingando agora”, disse o presidente.

Lula afirmou ainda que não gosta de dar palpites em temas do Legislativo e que aguarda uma decisão do Senado. Na madrugada desta quarta-feira, 10, a Câmara aprovou o texto que reduz penas dos envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro por 291 votos favoráveis e 148 contrários. A Casa Alta deve apreciar a proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no plenário na semana que vem.