Luciano Duque destaca reunião de comissões na Alepe
Por André Luis
O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) usou suas redes sociais para destacar a reunião conjunta de comissões da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), realizada nesta quarta-feira (17). O encontro teve como objetivo debater as propostas fiscais enviadas pelo Governo de Pernambuco.
“Em reunião conjunta, as comissões de Constituição, Legislação e Justiça; Finanças, Orçamento e Tributação; Administração Pública; e Meio Ambiente, Sustentabilidade e Causa Animal receberam os secretários da Fazenda, Wilson José de Paula, e de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento, Fabricio Marques, para esclarecer dúvidas sobre projetos de leis enviados à Casa pelo Governo do Estado para serem votados extraordinariamente”, relatou Duque em suas redes sociais.
A reunião foi um momento crucial para que os parlamentares pudessem discutir e entender as implicações dos projetos de lei, que visam ajustar as contas públicas e promover um desenvolvimento sustentável no estado. A presença dos secretários foi fundamental para esclarecer pontos técnicos e responder às dúvidas dos deputados, contribuindo para um debate mais informado e transparente.
As propostas fiscais em discussão são parte de um pacote de medidas do Governo de Pernambuco para enfrentar os desafios econômicos atuais.
Por Alex Fonseca – Blog da Folha O deputado federal Carlos Veras (PT) negou, em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM na manhã desta segunda-feira (1°), que haja líderes do PT posicionando-se favoravelmente à pré-candidatura à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele ressaltou o caráter disciplinado da legenda e explicou que alguns posicionamentos dissidentes em relação ao apoio oficial […]
O deputado federal Carlos Veras (PT) negou, em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM na manhã desta segunda-feira (1°), que haja líderes do PT posicionando-se favoravelmente à pré-candidatura à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele ressaltou o caráter disciplinado da legenda e explicou que alguns posicionamentos dissidentes em relação ao apoio oficial ao ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) ao governo são motivados essencialmente por questões locais e dobradinhas.
“Não tem mais liderança petista defendendo apoio à governadora Raquel Lyra. […] Tem uma ou outra liderança com um reconhecimento, uma simpatia. […] Mas não há nenhuma tentativa ou defesa de nenhum militante ou dirigente partidário de mudar de decisão”, declarou.
Veras, que também preside o diretório estadual do PT, descartou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter a candidatura dele à reeleição apoiada simultaneamente pelos dois principais pré-candidatos ao governo estadual: Raquel e João.
“Aqui tem um palanque que não tem dúvida de quem é o seu candidato a presidente, que diz há muito tempo e em primeira hora quem é o presidente que nós vamos apoiar. O presidente Lula sabe quem está com ele desde o primeiro dia”, declarou.
De acordo com Carlos Veras, os elogios públicos da governadora Raquel Lyra à parceria com Lula não indicam que ele deixaria de vir ao estado para evitar especulações sobre a corrida estadual. Nas agendas da chefe do Executivo estadual, são frequentes as menções a Lula, os agradecimentos e elogios à atenção que o presidente, segundo Raquel, tem dado ao estado.
“Agradecimento não é generosidade. […] Acho que é correto agradecer, porque o presidente Lula tem feito muito por Pernambuco. [Lula] nunca perguntou em quem ela [Raquel] votou ou vai votar, porque ele não trabalha pelo governo do estado. Ele trabalha pelo povo de Pernambuco, para ajudar os seus conterrâneos e suas conterrâneas. Acho que seria um ato muito grande de ingratidão não reconhecer tudo o que Lula tem feito por Pernambuco”, afirmou.
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria, que será publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O projeto de lei permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo a pena do ex-presidente Jair […]
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria, que será publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
O projeto de lei permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista.
O projeto foi inicialmente vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 8 de janeiro deste ano, exatamente no dia em que os ataques completaram três anos, mas, na última quinta-feira (30), a Câmara dos Deputados e o Senado votaram pela derrubada do veto.
Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, foram 49 votos para a derrubada do veto e 24 votos contra.
Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado.
Desde que o veto presidencial foi derrubado, Lula tinha 48 horas para promulgar o projeto de lei, mas optou por deixar essa ação para o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
O deputado federal e presidente regional do PR, Inocêncio Oliveira, tentou encerrar, ontem, os rumores que davam conta do seu rompimento com o primo e secretário estadual dos Transportes, Sebastião Oliveira (PR). “Ele é meu sucessor natural na política. Na nossa família ninguém brigou e isso não acontecerá agora”, declarou o parlamentar, que compareceu à […]
O deputado federal e presidente regional do PR, Inocêncio Oliveira, tentou encerrar, ontem, os rumores que davam conta do seu rompimento com o primo e secretário estadual dos Transportes, Sebastião Oliveira (PR).
“Ele é meu sucessor natural na política. Na nossa família ninguém brigou e isso não acontecerá agora”, declarou o parlamentar, que compareceu à festa de aniversário do parente, num gesto que pode ser interpretado como um afago ao aliado.
Inocêncio também anunciou que se aposentará no final de 2014, aos 75 anos, quando, se reeleito no ano que vem, terá completado 40 anos de Câmara Federal, o equivalente a dez mandatos.
“Tenho muitos serviços prestados a Pernambuco. Nove mandatos consecutivos, cinco entre os mais votados do Estado, 14 anos na Mesa Diretora onde já ocupei muitos cargos. Sebastião é um grande quadro, um dos três melhores secretários estaduais. Vou apoiá-lo para federal”, destacou Inocêncio Oliveira.
Apesar do afago, ele vetou o projeto do sobrinho de concorrer à Câmara já em 2010. “Nesta eleição agora ele vai para estadual, federal depois”, garantiu Inocêncio. Em 31 de agosto de 2009.
Mínimo de R$ 505,90 – o governo pretende reajustar o salário mínimo para R$ 505,90 em 2010, segundo o Projeto de Lei Orçamentária que chega nesta segunda-feira ao Congresso. O valor representa reajuste de 8,8% sobre o atual piso nacional, fixado em R$ 464,72. Antes, o valor previsto era de R$ 506,50, mas foi alterado porque a previsão de inflação deste ano, que influencia o cálculo do reajuste, também caiu. Antes, era de 3,62%. Agora, o governo prevê que vai ser de 3,52%, informa Geralda Docana edição desta segunda-feira do GLOBO. Em 1 de setembro de 2009.
O recapeamento da PE 320 – o engenheiro João Recena, que trabalhou nos governos de Arraes e Carlos Wilson, ganhou uma licitação na Secretaria dos Transportes para elaborar o projeto de restauração da PE-320, que liga Brejinho (na fronteira com a Paraíba) a Serra Talhada.
A empresa de engenharia de sua propriedade deve entregar o projeto ao governo estadual até o final do próximo mês, para que ele possa ser licitado antes do final do ano.
O trecho Afogados da Ingazeira-Serra Talhada está mais ou menos transitável porque foi feita recentemente uma operação “tapa-buraco”. Mas o que liga Afogados a São José do Egito, nem o “tapa-buraco” resolve.
A estrada está completamente destruída e não há reforma que a faça prestar. Ela foi construída há 25 anos, no governo Roberto Magalhães, e precisa mesmo ser restaurada. Em 2 de setembro de 2009.
G1 O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (19), disse que colocou seu posto de líder do governo no Senado à disposição do presidente Jair Bolsonaro. Fernando Bezerra conversou por telefone com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). […]
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e o filho dele, deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE)
G1
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (19), disse que colocou seu posto de líder do governo no Senado à disposição do presidente Jair Bolsonaro.
Fernando Bezerra conversou por telefone com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O Palácio do Planalto ainda não confirmou se vai trocar o líder.
“Eu já conversei pela manhã, com o presidente [do Senado] Davi Alcolumbre e conversei com o ministro da Casa Civil da Presidência da República, o ministro Onyx [Lorenzoni]. E tomei a inciativa de colocar à disposição o cargo de líder do governo, para que o governo possa, ao longo dos próximos dias, fazer uma avaliação se não seria o momento de proceder a uma nova escolha, ou não”, disse Bezerra Coelho a jornalistas na porta do prédio onde mora em Brasília.
Mais cedo, agentes da PF fizeram buscas e apreensões no gabinete do senador e nas casas dele, em Brasília e no Recife. Também foi alvo de mandados o filho do parlamentar, o deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho.
A operação desta quinta, chamada Desintegração, se baseia em delações premiadas de outra operação, a Turbulência, deflagrada em junho de 2016. Um dos delatores é o empresário João Lyra, apontado em investigações como operador financeiro de supostos esquemas criminosos em Pernambuco.
As denúncias apontam irregularidades em obras no Nordeste, como a transposição do Rio São Francisco, no período em que Bezerra foi ministro da Integração Nacional, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
De acordo com a PF, a Desintegração investiga um esquema criminoso de pagamento de propina por parte de empreiteiras para autoridades públicas. Os pagamentos teriam sido feitos entre 2012 e 2014.
Ainda segundo a polícia, dívidas pessoais de autoridades, principalmente relativas a campanhas eleitorais, foram pagas pelas empresas investigadas.
Para o senador Fernando Bezerra, as buscas em suas casas foram desnecessárias. Ele disse ainda que a investigação deverá ser arquivada.
“Não havia nenhuma necessidade dessas diligências nas minhas residências e nos meus locais de trabalho. Eu me coloco, como sempre me coloquei, à disposição para prestar todos os esclarecimentos. Esses são fatos que já vão completar seis, oito anos, e que estão sob investigação há muito tempo”, disse.
Versão da defesa
Por meio de nota, o advogado do senador Bezerra Coelho, André Callegari, afirmou que as medidas se referem a “fatos pretéritos”. Segundo ele, o que motivou a ação da PF foi “a atuação política e combativa do senador” contra interesses de “órgãos de persecução penal”.
“Causa estranheza à defesa do senador Fernando Bezerra Coelho que medidas cautelares sejam decretadas em razão de fatos pretéritos que não guardam qualquer razão de contemporaneidade com o objeto da investigação. A única justificativa do pedido seria em razão da atuação política e combativa do senador contra determinados interesses dos órgãos de persecução penal”, disse a defesa.
Na nota referente a Bezerra Filho, o advogado André Callegari afirmou que “causa estranheza” a decretação de medidas cautelares de “fatos pretéritos sem contemporaneidade”. Para ele, as medidas são “desnecessárias”.
“A defesa ainda não teve acesso ao pedido e à decisão do ministro que autorizou as medidas, mas pode afirmar que as medidas são desnecessárias e extemporâneas”, afirmou o advogado na nota.
A Deputada Federal e pré-candidata do Solidariedade, Marília Arraes (SD) discursou há pouco no ato de apoio do Solidariedade ao ex-presidente Lula. O encontro gera mais repercussão, com a geração de imagens de Marília ao lado do ex-presidente Lula. “Desde meu primeiro voto, apoio o presidente Lula, no bom e no ruim”, cutucando o PSB […]
A Deputada Federal e pré-candidata do Solidariedade, Marília Arraes (SD) discursou há pouco no ato de apoio do Solidariedade ao ex-presidente Lula.
O encontro gera mais repercussão, com a geração de imagens de Marília ao lado do ex-presidente Lula. “Desde meu primeiro voto, apoio o presidente Lula, no bom e no ruim”, cutucando o PSB de Danilo Cabral, que ela diz o apoiar por conveniência.
Também lembrou o Chapéu de Palha , de Miguel Arraes. “Quero sugerir que a partir do próximo ano o Chapéu de Palha no Brasil”.
Marília aproveitou e entregou um chapéu de palha ao ex-presidente com as inscrições Lula e Arraes. Depois, de mãos dadas, saudou o petista. E falou em “mudar Pernambuco e o Brasil”. As imagens começaram a correr trecho nas redes sociais.
O evento ocorreu no Sindicato dos Metalúrgicos, em São Paulo. Além do pré-candidato petista, participam do evento a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e o pré-candidato a vice, Geraldo Alckmin. Entre os outrospolíticos confirmados estão o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PSD-AM), e os senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e Omar Aziz (PSD-AM).
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