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Luciano Duque comemora início das obras nas PEs 638 e 639

Por André Luis

Por André Luis

O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), utilizou suas redes sociais para expressar a satisfação com o início das obras em duas importantes rodovias estaduais. As estradas em questão são as PEs 638 e 639, que desempenham um papel crucial na interligação dos principais projetos irrigados da região, de onde é originada grande parte da produção de frutas da cidade de Petrolina, em Pernambuco.

O parlamentar revelou que durante o primeiro semestre, diversas reuniões foram realizadas com o secretário de Mobilidade e Infraestrutura, Evandro Avelar, para discutir a situação precária das estradas no estado. Entre as demandas apresentadas, as PEs 638 e 639 ganharam destaque, pois são vias fundamentais para o escoamento da produção agrícola da região.

“Agradeço ao Governo do Estado, à governadora Raquel Lyra e ao secretário Evandro Avelar por terem escutado o apelo dos produtores e da população de Petrolina. Ver o início das obras nessas rodovias me anima e representa um grande avanço para a nossa comunidade”, afirmou o deputado Luciano Duque.

Com o início das obras, a expectativa é que a infraestrutura das rodovias seja aprimorada, proporcionando viagens mais seguras e ágeis, além de contribuir para o desenvolvimento econômico da região.

Outras Notícias

Lava Jato prende ex-senador Gim Argello acusado de corrupção na CPI da Petrobras

Uol A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (12) a 28ª fase da Operação Lava Jato. A ação foi batizada de Vitória de Pirro. Entre os alvos dessa etapa está o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que foi preso preventivamente. A casa dele foi alvo de um mandado de buscas. Segundo o site “Paraná Portal“, há […]

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Uol

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (12) a 28ª fase da Operação Lava Jato. A ação foi batizada de Vitória de Pirro.

Entre os alvos dessa etapa está o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que foi preso preventivamente. A casa dele foi alvo de um mandado de buscas. Segundo o site “Paraná Portal“, há dois mandados de prisão temporária contra dois assessores ligados a ele. A construtora OAS também é alvo da operação.

Em sua delação premiada, o senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) afirmou que Gim Argello cobrava propina de empreiteiras para não convocar executivos para a CPI Mista da Petrobras. Gim Argello era vice-presidente da comissão, que funcionou em 2014. Ele nega as acusações.

Segundo Delcídio, alguns membros da CPI obrigavam, por exemplo, o empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, a jantar em Brasília toda segunda-feira para conversar com parlamentares, momento em que seria cobrado o “pedágio”.

Segundo o Ministério Púbico Federal (MPF), “foram colhidas evidências do pagamento de propina a Gim Argello pelas empreiteiras UTC Engenharia (R$ 5 milhões) e OAS (R$ 350 mil)”. “Também estão sob investigação pedidos de propina dirigidos a outras empreiteiras envolvidas no esquema criminoso que se firmou na Petrobras.”

Para o Procurador da República Athayde Ribeiro Costa, “os fatos são alarmantes porque há fortes indicativos de que uma comissão de investigação parlamentar, que tem um importante papel de investigação de fatos graves em nossa democracia, foi usado por um então senador para, em vez de combater a corrupção, praticá-la”.

Ainda segundo a MPF, o dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, afirmou em sua delação premiada que Gim Argello o orientou como os R$ 5 milhões deveriam ser divididos:

  • DEM do DF – R$ 1,7 milhão
  • PR do DF – R$ 1 milhão
  • PMN do DF – R$ 1,15 milhão
  • PRTB do DF – R$ 1,15 milhão

Estes partidos, juntamente com o PTB de Gim Argello, formaram, em 2014, a coligação “União e Força”, pela qual Gim Argello foi candidato à reeleição. Ele não conseguiu um novo mandato.

Ainda segundo o MPF, “não há indício de que tais partidos tenham participado ou tivessem ciência da origem ilícita dos recursos”.

Presidente da Câmara de Tabira recebe convite para integrar chapa da UVP

Durante visita pelo Sertão do Pajeú no último final de semana, os candidatos que disputam a presidência da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), Léo do Ar e Zé de Benga, foram recebidos pelo vereador Djalma Nogueira, presidente da Câmara de Vereadores de Tabira. Com a presença do atual presidente da UVP, Josinaldo Barbosa, o […]

Durante visita pelo Sertão do Pajeú no último final de semana, os candidatos que disputam a presidência da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), Léo do Ar e Zé de Benga, foram recebidos pelo vereador Djalma Nogueira, presidente da Câmara de Vereadores de Tabira.

Com a presença do atual presidente da UVP, Josinaldo Barbosa, o chefe do legislativo tabirense recebeu a comitiva em sua casa e durante a reunião, foi convidado para integrar a chapa situacionista. A eleição que vai decidir a nova composição da entidade acontecerá no dia 12 de abril, na cidade do Recife.

_“Foi um momento para firmarmos o compromisso em apoiar a dupla de vereadores que seguem fazendo campanha pelo Estado. Tabira estará representada na chapa concorrente e juntos, vamos dar continuar ao trabalho de fortalecimento da UVP.”, afirmou Djalma.

Estiveram reunidos os presidentes Rubinho do São João (Afogados da Ingazeira), Adriana de Lima (Solidão), Luiz Heleno (Flores), Cristiano Dantas (Custódia), Fiapo (Sertânia), Luiz Margarida (Arcoverde), Josinaldo Barbosa (presidente da UVP e da Câmara de Timbaúba), além de Leo do Ar (Gravatá) e Zé de Benga (Custódia).

Chuva na noite da terça-feira no Sertão

Para alegria dos sertanejos a chuva caiu em algumas cidades da região, acompanhada de relâmpagos e trovões.  Entre o final da tarde e inicio da noite choveu muito em São José do Belmonte. À noite houve registro de chuva nas cidades  de Ingazeira 10 mm, Afogados da Ingazeira 3,5 mm e Iguaracy.  Ouvintes do Programa […]

Para alegria dos sertanejos a chuva caiu em algumas cidades da região, acompanhada de relâmpagos e trovões. 

Entre o final da tarde e inicio da noite choveu muito em São José do Belmonte. À noite houve registro de chuva nas cidades  de Ingazeira 10 mm, Afogados da Ingazeira 3,5 mm e Iguaracy. 

Ouvintes do Programa Rádio Vivo da Pajeú FM informaram a ocorrência de chuva na zona rural dos municípios como Xique-xique, com 14 mm, Alça de Peia (10 mm), Pau Ferro (4 mm), Baixio da Carapuça (5 mm), e chuva também em Cabelo, Favela, Santiago, Opa, Umburanas, Serrinha, Mata Verde, Jiquiri, Pedra D’água e Cachoeirinha.

Flávio Bolsonaro propõe Ministério da Segurança Pública e 500 mil vagas em presídios

Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador. O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito. As declarações foram dadas após […]

Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador.

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito.

As declarações foram dadas após uma reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro. Flávio citou como referência as medidas adotadas pelo governo do presidente salvadorenho Nayib Bukele.

Segundo o candidato, a proposta prevê o endurecimento da legislação penal e a construção de unidades prisionais. Ele argumentou que a ampliação das vagas seria necessária para fortalecer a política de segurança pública brasileira.

“Como está na proposta do governo, a linha vai ser de endurecimento da legislação penal, construção de vários presídios, para que a população tenha o seu primeiro e mais soberano direito, que é o direito de viver, o direito da sua segurança pública”, declarou.

Questionado sobre a estrutura ministerial pretendida, Flávio disse que planeja criar uma pasta exclusiva para a segurança pública. Atualmente, as duas áreas estão reunidas no Ministério da Justiça e Segurança Pública.

De acordo com o candidato, o novo ministério atuaria em parceria com os estados e os municípios, oferecendo suporte financeiro e promovendo a integração de informações entre as forças de segurança.

“A ideia é criar um Ministério da Segurança Pública exclusivo para fazer uma gestão junto com as forças estaduais e com as polícias municipais. Quero dar suporte, não apenas financeiro, mas de organização, de conexão, de troca de inteligência e de informações entre todas as esferas de poder”, afirmou.

Flávio não apresentou, durante a declaração, detalhes sobre o custo estimado para a abertura das 500 mil vagas, o prazo de execução ou a divisão de responsabilidades entre a União e os estados.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Beto Barata/PL

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Senadores lamentam a marca de 600 mil mortes por covid-19

Foto: Pedro França/Agência Senado Senadores lamentaram, nesta sexta-feira (8), a marca de 600 mil mortes causadas pela Covid 19. Até a tarde desta sexta-feira, o Ministério da Saúde indicava que 599.810 brasileiros haviam morrido vítimas do novo coronavírus. Mas, segundo dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa, em boletim extra, o Brasil chegou a […]

Foto: Pedro França/Agência Senado

Senadores lamentaram, nesta sexta-feira (8), a marca de 600 mil mortes causadas pela Covid 19. Até a tarde desta sexta-feira, o Ministério da Saúde indicava que 599.810 brasileiros haviam morrido vítimas do novo coronavírus. Mas, segundo dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa, em boletim extra, o Brasil chegou a 600.077 mortos pela Covid.

Em várias partes do Brasil, como na Praça dos Três Poderes em Brasília (foto acima), atos lembraram as vidas perdidas. Pelas redes sociais, os senadores lamentaram as perdas e apontaram ineficiência do governo no combate à Covid-19. Para o presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), muitas mortes não deveriam ter ocorrido.  

“Muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas, caso a vacinação tivesse começado antes e outras medidas fossem adotadas para amenizar o contágio. O Senado, então, instalou a CPI e, além da aceleração da vacinação reduzindo a velocidade dos contágio, temos a responsabilidade de evitar que isso se repita. Faremos o nosso trabalho”, garantiu o senador pelo Twitter.

Ao longo dos últimos meses, senadores como o vice-presidente da Comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), têm exibido placas com o número de vidas perdidas para a covid-19 no Brasil. Para Randolfe, a marca representa um momento triste para o País e tem relação com a estratégia adotada pelo governo no controle da pandemia.

“Hoje atingimos a triste marca de 600 mil óbitos. A maioria dessas mortes poderiam ser evitadas, caso a estratégia adotada pelo governo federal fosse diferente. Nossa solidariedade a cada um e cada uma neste momento. Também sentimos muita falta de nossos entes queridos”, lamentou o senador.

Fatores

Também pelo Twitter, o líder do Cidadania, senador Alessandro Vieira (SE), apontou fatores que considera responsáveis pelo número de mortes e afirmou que a reparação exigirá esforço.

“Seiscentos mil mortos pela COVID no Brasil. Uma sensação triste de que muitas vidas se foram pela soma de ineficiência do estado, desinformação e ganância. É hora de enxugar as lágrimas e começar a longa caminhada pela reparação da dor de cada família. Precisamos reconstruir o Brasil”, disse.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) disse que a marca de 600 mil mortes é a prova de que a doença não deveria ter sido subestimada. “Fica uma tristeza enorme saber que muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas se o governo federal tivesse buscado a vacina e não o negacionismo”, argumentou.

Responsabilidade

O líder do PT, senador Paulo Rocha (PA), compartilhou imagem que atribui ao presidente Jair Bolsonaro parte da responsabilidade 600 mil mortes. “Uma tragédia caiu sob o Brasil desgovernado”, disse o senador.  Ele também compartilhou uma notícia que mostra que, apesar da desaceleração do ritmo da pandemia, em razão da vacinação, ainda é preciso se proteger contra a doença.

Na mesma linha, a líder do PP, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), pediu que a população mantenha os cuidados para evitar o contágio. “Passamos da estarrecedora marca de 600 mil vidas levadas pela COVID-19. A vacinação avançou, o número de mortes diminuiu, mas ainda precisamos nos cuidar e cuidar das outras pessoas. A todas as famílias enlutadas por esse vírus destruidor, a minha irrestrita solidariedade”, publicou a senadora.

Vidas

Fabiano Contarato (Rede-ES) lembrou que é preciso enxergar mais que o número.  “Não é uma gripezinha. Muito mais do que um número, são vidas! Pais, mães, avós, irmãos. Seiscentos mil brasileiros com suas dores e sonhos que, agora, deixam um vazio no coração de outras milhares de pessoas. Que Deus nos conforte.”, publicou o senador nas redes sociais.

A senadora Leila Barros (Cidadania-DF) expressou solidariedade ás famílias atingidas. “São milhares de famílias enlutadas e destroçadas por essa tragédia que infelizmente ainda não terminou. Quero expressar meus sentimentos e solidariedade a todos aqueles que, como eu, perderam pessoas queridas. Tamanho sofrimento não pode ser menosprezado ou esquecido. Pelo contrário. Deve servir para que tiremos lições sobre nossas prioridades e escolhas. Vamos seguir com a vacinação, respeitando os protocolos sanitários, até que possamos, juntos, superar essa pandemia”.

Para o líder do MDB, senador Eduardo Braga, as vidas perdidas significam uma dor que não acaba “Seiscentas mil vidas perdidas. São pessoas, histórias e famílias destruídas. A todos a minha solidariedade. Uma dor que não acaba, um luto que entristece o país inteiro”, lamentou pelo Twitter.

Cronologia

A primeira morte por covid-19 no Brasil foi registrada em 17 de março de 2020. Em agosto do mesmo ano, o País já havia chegado a 100 mil mortes. Em janeiro de 2021, o número chegou a 200 mil e o ritmo das mortes acelerou, com a marca de 300 mil mortos registrada em março e de 400 mil em abril. 

Com o andamento da vacinação, o ritmo de crescimento no número de óbitos desacelerou. A marca de 500 mil mortes foi registrada em junho de 2021 e nesta sexta-feira,  quase três meses depois, o número chegou a 600 mil mortes. As informações são da Agência Senado.