Lotofácil: aposta de Tabira faz 15 pontos e leva quase R$ 320 mil
Por André Luis
A Caixa sorteou nesta quinta-feira (9) o concurso da Lotofácil 2543. O evento foi realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP).
Para ganhar o prêmio máximo, estimado em R$ 1,5 milhão, o apostador precisa acertar 15 dos 25 números sorteados de 1 a 25.
Quatro apostas cravaram as 15 dezenas e faturaram, cada uma, R$ 319.059,05. Entre elas, está uma aposta de Tabira. As outras apostas que acertaram os números estão em Teresina (PI), Niterói (RJ) e Carapicuíba (SP).
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira para agradecer à Câmara de Vereadores pela devolução de R$ 8 mil aos cofres do município. O valor foi destinado à Associação dos Animais Carentes de Itapetim, uma entidade que tem realizado um trabalho importante na proteção e cuidado de animais abandonados. “Hoje […]
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira para agradecer à Câmara de Vereadores pela devolução de R$ 8 mil aos cofres do município. O valor foi destinado à Associação dos Animais Carentes de Itapetim, uma entidade que tem realizado um trabalho importante na proteção e cuidado de animais abandonados.
“Hoje quero agradecer mais uma vez à Câmara de Vereadores, através do nosso amigo e presidente Júnior de Diógenes, pela devolução de R$ 8 mil ao município. Agradeço por essa ação maravilhosa e adianto que esse recurso foi destinado à Associação dos Animais Carentes de Itapetim,” escreveu o prefeito Adelmo Moura.
O prefeito também fez questão de elogiar a atuação da Associação dos Animais Carentes, parabenizando as representantes Valdenora e Rafaela pelo “lindo trabalho” que realizam na cidade. “Obrigado ao Júnior e aos demais vereadores por essa grande atitude. Em nome das nossas amigas Valdenora e Rafaela, parabenizo todos que fazem a Associação dos Animais pelo lindo trabalho,” concluiu.
Da Agência Estado As empresas “oficialmente” envolvidas nas operações Lava Jato e Zelotes equivalem a cerca de 14% do PIB brasileiro. Segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, as 32 companhias com ações abertas na Justiça Federal ou com inquéritos públicos nas duas operações da Polícia Federal têm uma receita combinada de […]
As empresas “oficialmente” envolvidas nas operações Lava Jato e Zelotes equivalem a cerca de 14% do PIB brasileiro. Segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, as 32 companhias com ações abertas na Justiça Federal ou com inquéritos públicos nas duas operações da Polícia Federal têm uma receita combinada de aproximadamente R$ 760 bilhões, o que, segundo analistas, dá uma ideia dos efeitos que as investigações sobre corrupção podem ter na economia brasileira.
“Não é um número desprezível. Se considerado o impacto indireto sobre a cadeia do petróleo e construção pesada do País, o estrago é chocante, de proporções incomensuráveis”, diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados. “A questão que fica é: quais serão os impactos para o País, olhando daqui pra frente?”
Os efeitos da Lava Jato sobre as empresas foram devastadores. Muitas companhias, sobretudo fornecedoras da Petrobrás, quebraram e outras entraram em recuperação judicial. Grandes grupos estão vendendo ativos e com dificuldade de refinanciar suas dívidas. Cerca de 1 milhão de trabalhadores foram demitidos ao longo dos últimos meses, de acordo com estimativa da Força Sindical. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) calcula cerca de 140 mil cortes somente na área da construção. Fontes do setor de óleo e gás dizem que a Petrobrás eliminou mais de 170 mil vagas. A Odebrecht cortou cerca de 50 mil pessoas desde 2014.
Para Mendonça de Barros, o resultado disso tudo deve ser uma mudança na forma de se fazer negócios no Brasil, já que a corrupção reduz a eficiência produtiva. “O inverso pode ocorrer agora. O governo terá de rever as concessões e as relações com o setor privado.”
Para Sérgio Lazzarini, do Insper, as empresas vão ter de se reinventar. “A Lava Jato cumpre o papel de escancarar um modelo vigente há séculos no País: o capitalismo de laços, em que o sucesso dos grupos econômicos está ligado ao Estado.”
Mas essa reinvenção não será fácil. Os grupos que sobreviverem ao turbilhão terão mais dificuldade de obter crédito e buscar sócios. É o caso da Petrobrás, que tenta se desfazer de parte da BR Distribuidora e de outros ativos. No caso da BR, busca um sócio. Os interessados, porém, resistem em ser minoritários da estatal.
Rodrigo Zeidan, da Fundação Dom Cabral, diz que as investigações ajudam a ampliar o ciclo econômico negativo vivido pelo País. Mas já há visões mais otimistas. “A sensação pior ficou para trás. Há uma mudança de percepção de ânimo dos investidores”, diz Alexandre Bertoldi, sócio-gestor do Escritório Pinheiro Neto.
Outro lado: a reportagem procurou as 32 empresas citadas nas investigações. Bradesco, Camargo Corrêa, Engevix, Odebrecht, Petrobrás, Serveng e UTC não comentaram. A Gerdau, citada na Zelotes, informou que “nem o grupo nem seus executivos prometeram (…) ou deram vantagem indevida a funcionários públicos”. O Safra informou que o banco não tem implicação na Zelotes, mas sim a JS Administração. O Santander diz que não é parte investigada. Corretora Tov, MPE, Fidens, Qualy, Laser Jet e Brasil Trade não foram encontradas pela reportagem. As outras companhias citadas não retornaram os pedidos de entrevista
Nesta sexta-feira (15), o prefeito de Flores, Marconi Santana (PSB), inaugurou a Cozinha Comunitária Amélia Monteiro de Sousa, que fica no bairro Vila Nova, próximo à Estação de Tratamento da Compesa (ETA), nas margens da PE-320. “A luta maior foi abrir esta Cozinha Comunitária, por que vem lá detrás, no mês de outubro, onde a […]
Nesta sexta-feira (15), o prefeito de Flores, Marconi Santana (PSB), inaugurou a Cozinha Comunitária Amélia Monteiro de Sousa, que fica no bairro Vila Nova, próximo à Estação de Tratamento da Compesa (ETA), nas margens da PE-320.
“A luta maior foi abrir esta Cozinha Comunitária, por que vem lá detrás, no mês de outubro, onde a gente fez a primeira licitação e deu deserta, teve a segunda, e a empresa não entregou, a partir daí fizemos a terceira licitação e a empresa não entregou todos os equipamentos, vejam ai a dor de cabeça. Mas graças ao empenho de muita gente, que se empenharam para que pudéssemos entregar agora aqui na localidade”, disse o prefeito Marconi Santana.
Este equipamento é de extrema importância para Flores, atendendo de forma gratuita e diária 200 refeições para aqueles que mais necessitam, cadastrados previamente nos programas CRAS e CREAS, através da Secretaria de Bem-Estar Social. Além de funcional, a cozinha representa não só uma oportunidade de uma alimentação digna, mas também de geração de emprego e renda para a comunidade.
O evento contou com as presenças dos secretários municipais, a primeira-dama Lucila Santana, os vereadores Luiz Heleno, Jeane Lucas, Nildo, Vaninho, Josélio, Flavia e Diassis. Lideranças políticas, colaboradores, e a participação do secretário-executivo de Combate à Fome, Felipe Medeiros, representando a governadora Raquel Lyra, junto aos familiares da homenageada, compartilhando um momento único de solidariedade e união.
O programa da Cozinha Comunitária é fruto de uma parceria entre o Governo de Pernambuco e a Prefeitura Municipal, através do programa Bom Prato, garantindo assim o acesso diário à alimentação para a população. As informações são da Ascom.
Crime chocou e revoltou Afogados da Ingazeira Na manhã desta terça-feira (04), no município de Afogados da Ingazeira-PE, a Polícia Civil do Estado de Pernambuco, por meio da Delegacia de Polícia da 167ª Circunscrição, e com o apoio da Polícia Militar de Pernambuco, através do 23º BPM, deflagrou operação para o cumprimento de mandados de […]
Na manhã desta terça-feira (04), no município de Afogados da Ingazeira-PE, a Polícia Civil do Estado de Pernambuco, por meio da Delegacia de Polícia da 167ª Circunscrição, e com o apoio da Polícia Militar de Pernambuco, através do 23º BPM, deflagrou operação para o cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão.
As medidas foram expedidas pelo Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Afogados da Ingazeira, Dr. Osvaldo Teles Lobo Júnior, após parecer favorável do representante do Ministério Público, Dr. Romero Tadeu Borja de Melo Filho.
O alvo da operação foi Elder Santos Souza, investigado pelo homicídio ocorrido no dia 26 de janeiro, que vitimou o jovem Pedro Gabriel Silva Gomes. A ação resultou na localização e prisão do investigado, que foi conduzido e se encontra à disposição da Justiça para responder pelo crime.
“A Polícia Civil de Pernambuco reforça seu compromisso com o combate aos crimes contra a vida, buscando garantir a segurança da população de Afogados da Ingazeira e região”, conclui a polícia em nota.
Aliados da Jair Bolsonaro (PSL) no Senado, segundo nota, tentaram aprovar um projeto de lei que permite enquadrar ações de movimentos sociais como atos de terrorismo. Para o líder da Oposição na Casa, Humberto Costa (PT-PE), que articulou o adiamento da votação da matéria, na manhã desta quarta-feira (31) na Comissão de Constituição e Justiça […]
Aliados da Jair Bolsonaro (PSL) no Senado, segundo nota, tentaram aprovar um projeto de lei que permite enquadrar ações de movimentos sociais como atos de terrorismo.
Para o líder da Oposição na Casa, Humberto Costa (PT-PE), que articulou o adiamento da votação da matéria, na manhã desta quarta-feira (31) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), “o presidente eleito e seus asseclas tentam criminalizar as livres e legítimas manifestações país afora”.
“Nossa preocupação é de que qualquer subjetividade no tratamento de um tema como esse pode permitir a criminalização das lutas sociais, dos movimentos sociais e a restrição à liberdade de expressão e de organização. Não podemos permitir que isso aconteça. Seria uma afronta à Constituição”, afirmou.
Com o intuito de evitar a aprovação da matéria nesta quarta e ampliar o debate para que a sociedade fique atenta à questão, a oposição apresentou um requerimento na CCJ para realizar uma audiência pública sobre o projeto que amplia a lista de condutas consideradas atos de terrorismo. O documento foi aprovado por 9 votos a 4, com uma abstenção.
De acordo com Humberto, as sociedades democráticas têm de saber conviver com protestos e o que exceder às chamadas “liberdades expressivas”, e eventualmente configurar crime. deve ser tratado no âmbito do direito penal. “A definição prevista no Código Penal é muito mais precisa e menos subjetiva”, ressaltou.
O parlamentar lembrou que Bolsonaro fez um discurso para os eleitores dele, no último dia 21, prometendo “uma faxina muito mais ampla e que esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria” e “se quiserem ficar aqui, vão ter que se colocar sob a lei de todos nós, ou vão para fora ou vão para a cadeia”.
Para o líder da Oposição, esse discurso de ódio e de intolerância jamais deveria permear as ações de um presidente da República e haverá forte resistência no Congresso Nacional para evitar o atropelo das garantias individuais e da Constituição Federal.
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