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Liminar impede expulsão de Fernando Filho do PSB

Por Nill Júnior

JC Online

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, junto de outros três deputados que seriam expulsos na noite de hoje do PSB pelo comando nacional do partido, conseguiram na Justiça suspender o processo de expulsão. A decisão da 21ª Vara Cível de Brasília, em caráter liminar (provisório), foi publicada às 16:07. A reunião do partido estava marcada para as 19h. O PSB vai recorrer.

Em resumo, o argumento de Fernando Filho, mais os deputados Fábio Garcia (MS), Danilo Forte (CE) e Tereza Cristina (MS), líder do PSB na Câmara Federal, é de descumprimento do prazo mínimo para o Diretório Nacional socialista convocar a reunião, que seria de oito dias, pelo regimento interno da legenda.

Os parlamentares fazem parte da ala “rebelde” do PSB, mais alinhada ao governo Michel Temer (PMDB). Em seu reposicionamento à esquerda, o partido abriu fogo contra o grupo de 14 parlamentares, que foi muito cortejado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e até mesmo por Temer.

Na ação, os quatro socialistas também pediram a suspensão do processo disciplinar interno na legenda – que embasaria a expulsão dos socialistas -, porém a Justiça entendeu não ser possível avaliar a questão, já que o relatório da Comissão de Ética não está disponível.

Outras Notícias

Abandono do cemitério de Serra Talhada ganha as redes sociais

  Um vídeo da rede social Karen quem Disse reproduzido pelo Serra Talhada Views mostra a situação de abandono do cemitério de Serra Talhada. As imagens são fortes. No vídeo é possível ver a imagem de dois caixões amontoados, um sobre o outro. “Isso é uma falta de respeito com as famílias.  Sem contar com […]

 

Um vídeo da rede social Karen quem Disse reproduzido pelo Serra Talhada Views mostra a situação de abandono do cemitério de Serra Talhada.

As imagens são fortes. No vídeo é possível ver a imagem de dois caixões amontoados, um sobre o outro. “Isso é uma falta de respeito com as famílias.  Sem contar com a dificuldade de acesso aos túmulos “, reclama.

Outra denúncia é do arrombamento de catacumbas e casas de velório onde são sepultadas pessoas de uma mesma família.

Ainda do lixo.  Ao final a denúncia questiona a falta de vigilância e limpeza do local e cobra fiscalização e organização.  O blog já havia cobrado mais organização no espaço.  A situação aparentemente piorou,  agravada pelo aumento nos sepultamentos por Covid-19.

Claudicéia Rocha cobra lealdade de socialista para eleição da Câmara em Tabira

Por Anchieta Santos Candidata da bancada de oposição à Presidência da Câmara de Tabira, a vereadora eleita  Claudiceia Rocha (PSB) enviou ao seu colega Marcos Crente (PSB) um comunicado de registro de chapa e ao mesmo tempo a cobrança de lealdade no voto. O motivo é que Marcos, logo após a eleição de dois de […]

claudiceiaPor Anchieta Santos

Candidata da bancada de oposição à Presidência da Câmara de Tabira, a vereadora eleita  Claudiceia Rocha (PSB) enviou ao seu colega Marcos Crente (PSB) um comunicado de registro de chapa e ao mesmo tempo a cobrança de lealdade no voto.

O motivo é que Marcos, logo após a eleição de dois de outubro se antecipou anunciando o voto em Nelly Sampaio, vereadora governista deixando a oposição inferiorizada numericamente.

Claudiceia diz no comunicado ter requerido a direção municipal da legenda socialista uma reunião extraordinária para tratar da posição do vereador. Ao mesmo tempo lembra que o PSB estadual no pleito municipal vetou aliança com a oposição e a orientação se estenderia também à eleição do Legislativo.

Dificilmente Marcos Crente aceitará a reprimenda e para cumprir o que prometeu (votar em Nely) ele é capaz de abandonar o PSB sem olhar pra traz. Isso sem contar que dias atrás na Cidade FM se ofereceu para ser Secretário de Agricultura do Governo do petebista Sebastião Dias.

Solidão: Presença de Coordenadora do Bolsa Família e Diretora de unidade descobertas agora podem provar desvio deliberado do programa

Está ao que tudo indica configurada a conivência da Prefeitura de Solidão, através da coordenação do programa Bolsa Família, com o que pode ser considerado o maior esquema de desvio de finalidade recente do programa no Nordeste, a ponto de chamar a atenção da Coordenação Nacional e MDS. Segundo mais denúncias que chegaram ao comunicador […]

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Está ao que tudo indica configurada a conivência da Prefeitura de Solidão, através da coordenação do programa Bolsa Família, com o que pode ser considerado o maior esquema de desvio de finalidade recente do programa no Nordeste, a ponto de chamar a atenção da Coordenação Nacional e MDS.

Segundo mais denúncias que chegaram ao comunicador Anchieta Santos, que foram ao ar no program Rádio Vivo de hoje (Rádio Pajeú), além das profissionais citadas anteriormente, agora chega a confirmação de que a Diretora do Hospital Municipal Adriana Porfirio Véras do Nascimento somente em 2015 recebeu R$ 3.090,00 do programa, destinado a famílias com renda por pessoa de até R$ 154,00.

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Adriana Porfírio Véras do Nascimento: cadastrada do Bolsa Família (acima) e Diretora da unidade de Saúde (abaixo)

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E o mais incrível: até mesmo a Coordenadora do Bolsa Família aparece na relação de beneficiários. Cida Genu de Siqueira Souza é atendida pelo Programa desde janeiro de 2012, deixando de receber apenas em junho de 2015, ano em que recebeu um total de R$ 3.014,00. Genu chegou a sinalizar se explicar na imprensa quando explodiram as primeiras denúncias, mas recuou.

Mesmo com o alerta de Luciana Alves Oliveira, Coordenadora Geral de Acompanhamento e Fiscalização do Bolsa Família,  afirmando que não tem recadastramento de urgência previsto para o município, a Prefeitura da cidade de Solidão colocou carro de som nas ruas chamando os beneficiários para um novo levantamento. Para muitos, uma tentativa de justificar as graves irregularidades.

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A comprovação aparente de que a liberação sem critérios era deliberada: a presença de Cida Genú entre cadastrados do programa, tendo sido cortada em junho. Ela coordena o programa que deveria defender, zelando pelo respeito aos critérios

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Resta saber quem efetua o trabalho onde até a Coordenadora constava na lista de beneficiários do Programa Bolsa Família.

Emenda aumento do FPM passa na CCJ

Uma emenda apresentada pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), garantiu a aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da proposta de aumento de um ponto percentual no repasse de tributos para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Responsável pelo acordo entre o Congresso e o Governo Federal, Humberto propôs […]

Uma emenda apresentada pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), garantiu a aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da proposta de aumento de um ponto percentual no repasse de tributos para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Responsável pelo acordo entre o Congresso e o Governo Federal, Humberto propôs a ampliação de 23,5% para 24,5% do total de recursos do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) repassados ao FPM. Com isso, os mais de cinco mil municípios brasileiros poderão dispor de mais dinheiro para custeio e investimentos.

“Foi uma costura difícil, mas conseguimos. Vamos reverter mais recursos para os nossos municípios”, explicou Humberto. O reforço às finanças municipais deverá ser realizado ao longo de dois anos: 0,5 ponto percentual no primeiro e 0,5 ponto no segundo, quando se atingirá a marca de 24,5%.

A ampliação de recursos do FPM é objeto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 39/2013. Na CCJ, o relator da PEC, senador Armando Monteiro (PTB-PE), decidiu acolher em seu substitutivo a emenda apresentada por Humberto, com a finalidade de garantir a aprovação da medida.

“Vamos conseguir desconcentrar a arrecadação das receitas tributárias e amenizar a situação de fragilidade fiscal dos municípios. Mas é necessário termos a responsabilidade de assumirmos um ajuste mais paulatino da distribuição de recursos entre os entes federados”, argumentou Humberto.

A PEC segue, agora, para votação pelo plenário do Senado, onde deverá ser apreciada em dois turnos.

Gerente Regional de Educação é acusado de perseguição política e assédio moral contra servidores

A conduta do Gerente Regional de Educação, Israel Silveira, vem gerando fortes críticas e denúncias de autoritarismo na remoção de servidores da educação na GRE Alto Sertão do Pajeú. Segundo informações apuradas pelo blog, professores com décadas de serviço estão sendo transferidos sem justificativa, em um suposto critério de alinhamento político com a governadora Raquel […]

A conduta do Gerente Regional de Educação, Israel Silveira, vem gerando fortes críticas e denúncias de autoritarismo na remoção de servidores da educação na GRE Alto Sertão do Pajeú.

Segundo informações apuradas pelo blog, professores com décadas de serviço estão sendo transferidos sem justificativa, em um suposto critério de alinhamento político com a governadora Raquel Lyra.

A denúncia inicial foi feita pelo perfil @pernambuco.ligado.oficial e confirmada por servidores e fontes do meio jurídico. Uma advogada, que acompanha o caso, relatou ao blog que já comunicou a situação ao Ministério Público.

“Essa situação já chegou até mim. Comuniquei ao Ministério Público sobre o terrorismo que está sendo praticado com servidores que têm mais de 30 anos de serviço, sendo retirados de suas funções sem nenhuma justificativa”, afirmou.

A principal queixa dos profissionais é que, apesar das divisões políticas, esse tipo de perseguição nunca foi prática comum na educação. Os servidores alegam que sempre houve um respeito ao trabalho dos educadores, independentemente de suas posições políticas.

Uma professora relatou ao blog que, após 30 anos de serviço, foi removida sem explicação e que agora se vê pressionada a buscar apoio político para reverter a transferência.

“Não acho justo que, depois de tanto tempo de trabalho, tenha que procurar Zé Negão, Danilo Simões ou Mário Viana Filho para tentar reverter uma transferência que claramente tem motivação política”, desabafou.

As denúncias apontam que servidores ligados a gestões anteriores, como as de Cecília Patriota, Socorro Amaral e Miriam Nogueira, estão entre os mais afetados pelas decisões de Israel Silveira. Pelo menos as duas últimas também foram alvo das transferências,  sem nenhuma justificativa técnica,  reforçando o caráter político das remoções.

Detalhe: a maioria das pessoas removidas não tem função gratificada.

O caso tem gerado questionamentos e revolta na comunidade educacional. Afetados prometem procurar MP e entidades como o Sintepe.