Lenine homenageia Eduardo Campos em show em Porto Alegre
Por Nill Júnior
do JC Online
O músico pernambucano Lenine publicou em sua conta no Youtube um vídeo da música Leão do Norte em homenagem a Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo no último dia 13, em Santos, litoral paulista. A gravação foi durante o show Concertos Populares, no Auditório Araújo Vianna, no dia 17 de agosto, em Porto Alegre, junto à Orquestra de Câmara da Ulbra.
Ao final do concerto, o cantor lembrou a morte do ex-governador de Pernambuco. “Vamos celebrar a permanência das ideias de Eduardo”, disse. A escolha da música, composta por Lenine e Paulo César Pinheiro, foi justificada pela comoção que causa em Pernambuco. “Ela se tornou praticamente um hino do meu estado, em Pernambuco quando eu canto é de uma comoção muito grande. E estamos vivendo hoje uma comoção muito grande”, contou.
Lenine lembrou a proximidade que tinha do ex-governador, que iniciou sua gestão em 2007 e só a interrompeu durante o processo de candidatura à Presidência da República. “Independente das convicções, tinha uma coisa fundamental da trajetória de Eduardo Campos que era esse caráter aglutinador que ele tinha, e eu espero que esse legado fique”, completou.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (29), contratada pela Globo e pelo jornal “Folha de São Paulo”, mostra a corrida presidencial em votos válidos. O cenário é o seguinte: Lula (PT): 50% (50% no levantamento anterior, em 22 de setembro); Bolsonaro (PL): 36% (35% na pesquisa anterior); Ciro (PDT): 6% (7% na pesquisa anterior); Tebet (MDB): 5% (5% na […]
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (29), contratada pela Globo e pelo jornal “Folha de São Paulo”, mostra a corrida presidencial em votos válidos.
O cenário é o seguinte: Lula (PT): 50% (50% no levantamento anterior, em 22 de setembro); Bolsonaro (PL): 36% (35% na pesquisa anterior); Ciro (PDT): 6% (7% na pesquisa anterior); Tebet (MDB): 5% (5% na pesquisa anterior) e Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (2% na pesquisa anterior).
Diante desse quadro, não é possível afirmar se a eleição será decidida no primeiro turno, segundo o Datafolha. Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Considerando os votos totais: Lula (PT): 48% (47% no Datafolha anterior, de 15 de setembro); Jair Bolsonaro (PL): 34% (33% na pesquisa anterior); Ciro Gomes (PDT): 6% (7% na pesquisa anterior); Simone Tebet (MDB): 5 (5% na pesquisa anterior); Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (1% na pesquisa anterior); Felipe d’Avila (NOVO): 0% (0% na pesquisa anterior); Sofia Manzano (PCB):0% (0% na pesquisa anterior); Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior); Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior); Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior); Padre Kelmon (PTB): 0% (0% na pesquisa anterior); Em branco/nulo/nenhum: 3% (4% na pesquisa anterior); Não sabe: 2% (2% na pesquisa anterior).
Segundo Turno: Lula (PT) tem 54% em um eventual segundo turno e o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 39%. Nesse cenário, 6% disseram que votariam em branco ou nulo, e 1% não opinou. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Aprovação do governo: Aprovam: 31% (32% na pesquisa anterior); Regular: 24% (23% na pesquisa anterior); Reprovam: 44% (44% na pesquisa anterior).
A pesquisa ouviu 6.800 pessoas em 332 municípios entre os dias 27 e 29 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-09479/2022.Em relação ao primeiro turno, Lula tem 50% dos votos válidos, e Bolsonaro (PL), 36%. Diante desse quadro, não é possível afirmar se a eleição será decidida no primeiro turno, que acontece neste domingo (2).
O Coronel Meira, presidente Estadual do PTB-PE, recebeu na tarde desta quarta-feira (30), a convocação oficial do Presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e do Ministro do Turismo, Gilson Machado Neto (PL) para se filiar ao Partido Liberal, em Pernambuco. Com a chegada de Meira, a intenção do presidente é fortalecer ainda mais a chapa […]
O Coronel Meira, presidente Estadual do PTB-PE, recebeu na tarde desta quarta-feira (30), a convocação oficial do Presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e do Ministro do Turismo, Gilson Machado Neto (PL) para se filiar ao Partido Liberal, em Pernambuco.
Com a chegada de Meira, a intenção do presidente é fortalecer ainda mais a chapa de Anderson Ferreira, que é pré-candidato ao Governo do Estado e Gilson Machado, ao Senado pela sigla.
“Além de mim e Anderson Ferreira, essa é uma missão que o Presidente Jair Bolsonaro pediu. O Coronel Meira é um importante quadro dentro do jogo político em Pernambuco, e por isso, deve caminhar conosco para que possamos mudar os rumos de Pernambuco e do Brasil”, afirmou Gilson Machado.
Antes da convocação, desta quarta-feira, o Coronel Meira já tinha sido convidado pelos irmãos Ferreira (Anderson e André), por Gilson Machado e pelo Coronel Alberto Feitosa (PL) para compor a Tropa de Bolsonaro no Estado.
“Fico muito contente em ter sido lembrado pelo Presidente Bolsonaro e pelos demais correligionários. Para mim, é uma honra atender a mais um chamado do Presidente para lutar contra o PSB de Paulo Câmara, além de combater Lula e o PT. Estou pronto e em posição de sentido para trabalhar e reeleger Bolsonaro”, afirmou Coronel Meira.
Em sua passagem pelo PTB-PE, o Coronel Meira vestiu com afinco a camisa e as cores do Partido Trabalhista Brasileiro, ao qual defendeu as bandeiras, Deus, Pátria e Família e enalteceu a luta, incessante, de Roberto Jefferson pela Liberdade do povo brasileiro.
“Neste momento de renovação na política, quero agradecer ao amigo Roberto Jefferson que me abriu as portas do PTB-PE, ao Marcus Vinicius, atual presidente do PTB Nacional e a toda Executiva do Partido pelo apoio e pela luta para manter o partido forte e pujante no Brasil. Saio com o sentimento de dever cumprido e levo comigo o espírito de luta do PTB e de Roberto Jefferson por um Brasil melhor: e como militar, sigo para o PL, pois missão dada é missão cumprida”, agradeceu Meira.
A Promotoria de Justiça de Carnaíba, em conjunto com as Polícias Civil, Militar e o Detran, deflagaram grande operação de combate à criminalidade no trânsito das cidades de Carnaíba e Quixaba, segundo nota ao blog. Trata-se de operação com intuito de combater os crimes de trânsito e os possíveis ilícitos praticados na divisa PE/PB. A […]
A Promotoria de Justiça de Carnaíba, em conjunto com as Polícias Civil, Militar e o Detran, deflagaram grande operação de combate à criminalidade no trânsito das cidades de Carnaíba e Quixaba, segundo nota ao blog.
Trata-se de operação com intuito de combater os crimes de trânsito e os possíveis ilícitos praticados na divisa PE/PB.
A operação logrou êxito na abordagem de 27 condutores, onde 18 foram autuados, 28 notificações aplicadas, 4 CRLVs recolhidos, 7 motocicletas removidas para o pátio e várias abordagens em bares e transeuntes com atitudes suspeitas.
Segundo o Promotor de Justiça de Carnaíba Ariano Tércio Silva de Aguiar, que esteve participando da operação a união das forças de segurança pública estão resultando na diminuição da criminalidade nos Municípios de Carnaíba e Quixaba.
“As forças de segurança contam com o apoio ministerial para desempenharem suas atividades com tranquilidade e zelo”, concluiu.
Por André Luis – Jornalista do blog Os constantes choques públicos entre o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto (PSDB), e a governadora Raquel Lyra (PSD) ultrapassa o conflito institucional rotineiro e guarda contornos que pedem leitura política mais atenta, inclusive por recados históricos. Ao segurar pautas, criticar publicamente a chefe do Executivo […]
Os constantes choques públicos entre o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto (PSDB), e a governadora Raquel Lyra (PSD) ultrapassa o conflito institucional rotineiro e guarda contornos que pedem leitura política mais atenta, inclusive por recados históricos. Ao segurar pautas, criticar publicamente a chefe do Executivo e trocar ataques ásperos com aliados da governadora, Porto encena, nas palavras e nas ações, um papel que remete ao protagonismo de Eduardo Cunha na articulação política que desembocou no golpe contra Dilma Rousseff em 2016. A comparação é voluntariosa, mas não gratuita: há semelhanças táticas, simbólicas e até partidárias que merecem denúncia e contextualização.
Álvaro Porto protagonizou episódios públicos de confronto com o governo estadual: críticas diretas à gestão, posicionamentos que frearam votações (como a análise de operações de crédito) e até um áudio vazado em que o presidente da Alepe, aparentemente desprevenido, faz citações ásperas à governadora. Esses episódios foram noticiados pela imprensa local e nacionalizada, e reforçam um quadro de tensão política cada vez mais explícito.
A escalada não se limitou a debates acalorados: Álvaro chegou a afirmar que o governo estadual ainda não cumpriu repasses de emendas — postura que culminou em ameaça de levar a questão à Justiça e em resistência à aprovação de projetos considerados prioritários pelo Executivo. Tais ações têm efeito prático: atrasam políticas, constrangem a governabilidade e colocam em xeque a cooperação institucional.
Ao se recordar do papel de Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados, na abertura e condução do processo de impeachment contra Dilma, é impossível não notar paralelos táticos. Cunha, parlamentar de uma base conservadora e articulador central, usou a presidência da Casa para aceitar pedidos de impeachment, controlar pautas e articular redes políticas que fragilizaram o governo federal. Esse protagonismo institucional não foi neutro: acabou sendo motor de um processo que muitos analistas e instituições acadêmicas diagnosticaram como operação política com contornos de golpe.
No caso pernambucano, a comparação não pretende dizer que exista hoje um roteiro idêntico, as escalas, os atores e o contexto nacional são outros, mas chama atenção para um padrão: quando quem preside uma Casa legislativa transforma o controle de pauta e o uso midiático de crises em instrumento de pressão política, a governabilidade e a própria democracia ficam em risco.
Álvaro Porto, do PSDB, partido historicamente presente entre as forças que pressionaram pelo afastamento de Dilma e que ocupou papel relevante no tabuleiro de 2016, faz essa conjunção de poder local e estratégia de desgaste pública. É legítimo e necessário lembrar o passado partidário para entender a potência simbólica desse embate.
Há outro eixo que atravessa o confronto: o machismo institucional e simbólico que ainda marca a política brasileira. O impeachment de Dilma não foi apenas um processo jurídico: análises de mídia e gênero demonstraram que o tratamento dispensado à primeira mulher presidente teve matizes sexistas, do tom das reportagens ao destaque dado a sua imagem corporal, passando por discursos que exploraram estereótipos de gênero. Essa herança não desaparece automaticamente.
No embate atual, as agressões verbais, as tentativas de constranger Raquel Lyra e a exposição midiática de suas falhas, reais ou potencializadas, não podem ser lidas de forma neutra. Governadoras e mulheres em cargos executivos enfrentam um padrão duplo de exigência: são cobradas pela eficácia administrativa e, ao mesmo tempo, penalizadas por modos de atuar que a homens em posição equivalente costumam ser concedidos sem prejuízo político.
Quando um presidente de Assembleia, e membro de um partido que participou ativamente de disputas que levaram ao afastamento de uma presidente mulher, adota um tom agressivo e instrumentaliza o legislativo contra uma governadora, o recorte de gênero compõe, sim, a cena política.
Não se trata apenas de adjetivar o PSDB como “o partido do golpe” de forma gratuita: trata-se de lembrar que a formação partidária nacional não é desprovida de memórias e responsabilidades. O PSDB foi um dos núcleos da oposição que se articulou no processo de 2015–2016, e muitos estudos e reportagens já mapearam o papel de atores conservadores no desencadeamento daquele processo que terminou com o afastamento de Dilma. Evocar essa trajetória ao analisar comportamentos atuais não é calúnia: é contextualização histórica, e, neste caso, advertência.
O efeito prático de um embate assim é previsível e danoso: com a Assembleia emparedando pautas do Executivo, projetos essenciais, como operações de crédito, transferências e emendas, ficam travados, e a população paga a conta (seja com atraso de obras, seja com precarização de serviços). Quando a disputa se mascara de “fiscalização” e faz o jogo do desgaste político, corre-se o risco de transformar uma Casa legislativa num palco de retaliação partidária, não de deliberação pública.
Num regime democrático maduro, o presidente de uma assembleia tem um papel central: garantir funcionamento, independência entre poderes e mediação, não monopólio de pautas para fins de desgaste. Se Álvaro Porto quer ser, de fato, guardião das instituições, que aja como tal: que apresente provas concretas de irregularidades (se existirem), que encaminhe denúncias formais quando necessário e que preserve o direito do Executivo de governar, dentro dos limites legais, sem utilizar a presidência da Casa como instrumento de campanha midiática perpétua.
Se, ao contrário, o objetivo é desgastar para construir narrativa política, a comparação com os jogos de poder que levaram ao impeachment de 2016, e que apontaram para episódios de machismo simbólico contra uma mulher presidente, é mais do que pertinente. É um alerta: a democracia não aceita instrumentos de atomização institucional; a sociedade precisa ficar atenta.
Álvaro Porto tem o direito e o dever de fiscalizar e liderar o Legislativo. Mas esse papel não dá carta branca para práticas de intimidação, paralisação deliberada de pautas ou ataques que se aproveitem de vieses de gênero para amplificar prejuízos políticos.
Quando o presidente de uma Assembleia começa a agir como articulador do desgaste institucional, sobretudo sendo filiado a um partido que teve papel central nas forças que promoveram o afastamento de uma presidente mulher, a comparação com Cunha e 2016 deixa de ser mera metáfora retórica e vira sinal de alerta.
A democracia exige debate, inclusive duro, mas não tolera que o legislativo seja instrumentalizado como arma de desestabilização. Se o embate é legítimo, que se dê com transparência, provas e responsabilidade; se é retaliação, que se saiba que a história e a memória política têm boa memória.
Após a surpresa com o resultado do PIB do Brasil no 2º trimestre, as projeções para o crescimento da economia em 2023 estão sendo revisadas para cima. A agência de classificação de risco Austin Rating prevê que o país possa retornar ainda neste ano ao grupo de dez maiores economias do mundo. O Brasil saiu […]
Após a surpresa com o resultado do PIB do Brasil no 2º trimestre, as projeções para o crescimento da economia em 2023 estão sendo revisadas para cima.
A agência de classificação de risco Austin Rating prevê que o país possa retornar ainda neste ano ao grupo de dez maiores economias do mundo. O Brasil saiu do top 10 em 2020 e, no ano passado, ficou na 11ª posição.
A Austin Rating projeta que a economia brasileira irá superar a da Rússia em 2023 e subir para a 10ª colocação. O cálculo é feito com base nas projeções do FMI (Fundo Monetário Internacional) para a economia mundial e para os principais países. O PIB do Brasil pode chegar a um valor corrente de US$ 2,081 trilhões, contra US$ 1,924 trilhão em 2022, segundo o levantamento.
Em guerra contra a Ucrânia, a Rússia desceria da 8ª posição em 2022 para a 11ª posição em 2023, com US$ 2,06 trilhões. O Canadá permaneceria na 9ª posição. As cinco primeiras colocações devem permanecer inalteradas: Pela ordem, Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e Índia.
O Brasil saiu do top 10 em 2020, sob o governo o Bolsonaro. O país chegou a ter a sétima maior economia do mundo entre 2010 e 2014, entre as gestões Lula e Dilma. Pelas projeções da Austin Rating, o PIB brasileiro poderá ser o oitavo maior do mundo a partir de 2025.
A agência vê chances de Brasil ultrapassar o Canadá e a Itália. O economista-chefe da Austin, Alex Agostini, diz que a taxa de câmbio do país tem superado as expectativas do mercado e destaca que as projeções para o crescimento da economia brasileira têm sido revisada para cima nos últimos meses. Em julho, o FMI revisou o crescimento da economia brasileira para 2,1%. Com os recentes dados positivos de atividade econômica, o governo e analistas do mercado passaram a projetar uma alta ao redor de 3%.
Resumindo, com um crescimento de 3%, o Brasil na era Lula 3.0 pode saltar da 11ª para a 8ª economia mundial já em 2023, ultrapassando Itália e Canadá e se aproximando do patamar de 2011, quando o país tinha o 6º maior PIB.
Você precisa fazer login para comentar.