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Leia: Raquel falou sobre (quase) tudo

Por Nill Júnior

Em uma rápida coletiva de quase oito minutos,  Raquel falou de sua agenda,  estradas de Ibitiranga e Tabira a Água Branca,  Compesa e (quase) de política em Afogados.  Governadora se esquivou sobre apoio por estar em agenda institucional 

A governadora Raquel Lira falou em uma rápida coletiva e respondeu a perguntas de Juliana Lima,  Wellington Rocha, Júnior Alves, Charles Maia e Ulisses Neto.

Ela respondeu a perguntas sobre estradas de Ibitiranga e Tabira a Água Branca,  Compesa e (quase) de política em Afogados.  A Governadora se esquivou sobre o tema alegando estar em agenda institucional . Leia na íntegra a transcrição exclusiva do blog:

Mais uma vinda da senhora à essa região do Pajeú, anunciando mais investimentos dessa vez para o Hospital Regional Emília Camara. Qual a importância desse investimento para a saúde do nosso Pajeú?

Raquel – só no Emília Câmara a gente veio recentemente três vezes, inaugurar a sala de imagem, com a inauguração da tomografia, que está fazendo cerca de 130 exames por mês. Precisava haver um deslocamento, a população não tinha uma atenção adequada. Inauguramos os leitos de UTI pediátrica, impedindo que crianças precisem se deslocar pra Região Metropolitana do Recife, ou pra Petrolina para poderem ser atendidas. E agora, uma nova UTI adulta com dez leitos. São cerca de R$ 2 milhões a mais, seis milhões por ano de custeio por ano pra permitir que uma unidade como essa esteja aberta no coração do Sertão do Pajeú. Isso tudo para que a gente coloque a saúde mais perto da população. Anunciamos é inauguramos alguns investimentos no Sertão do estado, começando pelo São Francisco, na cidade de Dormentes. Visitamos a Caprishow, garantindo mais investimentos pra caprinovinocultura e o fortalecimento da economia da região. A gente foi também dar ordem de serviço da estrada que liga Bodocó a Cipaúba, muito importante também pro fortalecimento do Polo Gesseiro. Em Terra Nova inauguramos a PE 499. São 8 quilômetros de estrada que dá utilidade para que Terra Nova possa ser contemplada nesses investimentos de infraestrutura. E agora a gente encerra o dia aqui em Afogados da Ingazeira mais uma vez cuidando da saúde da nossa gente. Amanhã vou estar em Caruaru anunciando investimentos na área de infraestrutura, de acesso à água, numa região que carece muito de água. O importante é dizer que a gente pegou um estado com muita dificuldade, mas a gente tá trabalhando de maneira incansável pra permitir que as pessoas possam ser mais felizes no seu chão. Estamos muito confiantes de que os investimentos que a gente tem trazido são de suma importância pra permitir que as pessoas possam ter mais qualidade de vida e Pernambuco possa voltar a crescer sem deixar ninguém pra trás.

Indiscutivelmente o povo tabirense está muito feliz com a entrega das UTIs para o Pajeú. Vão melhorar muito a vida dessas pessoas. O povo do Pajeú e principalmente de Tabira vai ficar muito feliz também se a senhora disser agora que tem ótimas notícias em relação àquela estrada Tabira-Água Branca. O que a gente pode falar sobre aquela estrada que, tenho certeza, a senhora tem conhecimento que está um caos?

Raquel – quero cumprimentar os tabirenses. Tá aqui a prefeita Nicinha. Sei muito bem da situação das estradas de Pernambuco como um todo. Quando recebemos o Governo de Pernambuco as estradas em sua maioria estavam em situação deplorável, sem recursos para investimentos, mas a gente não ficou de braços cruzados nem reclamando. Fomos trabalhar, fomos buscar recursos no governo Federal, recurso de empréstimos, arrochar as contas do estado pra sobrar dinheiro pra investimento. Ano passado a gente conseguiu fazer R$ 900 milhões em estradas em Pernambuco e neste ano a expectativa é que a gente consiga investir R$ 1 bilhão em estradas. Estamos trabalhando mais para captar mais recursos. Estamos atualizando projetos , como o projeto da estrada de Tabira. Tem algumas inconsistências nele. Se Deus permitir a gente muito em breve vai poder fazer esse anúncio. Eu tenho tudo muita responsabilidade com aquilo que a gente anuncia. Por muitas vezes o povo foi enganado em Pernambuco. Na estrada de Bodocó, por exemplo, que demos a ordem de serviço hoje, é algo em torno de R$ 27 milhões que a gente vai colocar lá. Foram quatro assinaturas de ordens de serviço. Eu sei que a estrada de Tabira também foi assinada ordem de serviço. E eu só vou ao povo de Tabira quando eu tiver a certeza de quando a estrada começa, se que eu tenha o recurso garantido em caixa, pra fazer a obra não parar mais.

Aqui em Afogados a gente tem esse gargalo da Estrada de Ibitiranga. Foi prometida no governo Paulo Câmara, foi licitada, orçada em R$ 17 milhões, ele só passou três e o povo ficou esperando. Começaram os trabalhos, pararam os trabalhos. Dessa vez, vai?

Raquel – olha, a diferença na nossa forma de trabalhar é que a gente só dá ordem de serviço, só retoma obra que a gente tem o recurso pra concluir. É com essa responsabilidade que a gente tá fazendo em todas as estradas de Pernambuco. Que a gente pede à população dos municípios que possa ajudar a gente a fazer a fiscalização da obra pra que elas possam ser entregues no mais rápido espaço de tempo possível .

Existe algum projeto de descentralização dos atendimentos e construção de um hospital de alta complexidade no interior? 

Raquel – tem diversos hospitais que fazem alta complexidade. A gente tem em Serra Talhada o Hospital Eduardo Campos, que já tá atendendo no nosso governo hemodinâmica, atende pacientes cardiológicos, e tem emergência cardíaca, atendimento neuro vascular. Aqui as UTIs permitem que a gente faça atendimento de alta complexidade com tranquilidade e segurança. Tratamento de câncer a gente tem fortalecido inclusive em Petrolina, habilitando novas unidades, fortalecendo novos hospitais, e a gente tem feito isso de maneira sistemática no estado de Pernambuco. É claro que é impossível que a gente faça tudo num tempo só. É certo que a gente tá aumentando o investimento na saúde e o nosso grande desafio é conseguir fazer melhor esse investimento, ele ser mais eficiente. A gente agora distribuiu várias vans pra que elas possam fazer o CuidaPE, andar de maneira mais rápida, porque a gente marcava as cirurgias e muitos pacientes não conseguiam chegar quer aos exames, quer às cirurgias. Agora a van vai buscar na cidade pra levar ao Hospital e garantir um melhor atendimento pra quem precisa. Amanhã tem mutirão de UPA-E, mais de 3 mil atendimentos no estado inteiro, com consultas especializadas, atendimentos de média complexidade. É assim que a gente está trabalhando.

A Compesa em Afogados não segue calendário na distribuição, a água não chega com qualidade certa. Sua maior bandeira foi a água. Vai resolver o problema do sucateamento?

Raquel  – assim como as estradas estavam sucateadas, a Compesa também deixou há muito tempo de cumprir o seu principal papel que é entregar água com qualidade na porta da casa das pessoas. A gente fez um trabalho imenso pra conseguir organizar a empresa que era deficitária. Ainda é. A gente já conseguiu começar a melhorar. Estamos buscando agora um empréstimo da ordem de R$ 1,1 bilhão. A gente espera que até o fim do mês possa assinar esse contrato, sobretudo pra tratamento de água e distribuição de água. Captamos junto ao Governo Federal pra sistemas simplificados de abastecimento rural novos recursos. Com recursos próprios, tivemos ações em Tuparetama, Iguaracy. Tem obras andando em Sertânia, em Arcoverde, e é com essa confiança e com trabalho que a gente vai vencer esses desafios que a Compesa apresenta.

E o seu apoio à Danilo Simões, candidato da oposição em Afogados da Ingazeira? 

Raquel – Olha, a gente tá aqui numa agenda administrativa. É importante dizer que as lideranças estão todas aqui presentes…

Mas a senhora vai comentar em algum momento?

Raquel – olha, o gente não vai comentar agora porque a gente está numa agenda administrativa (risos).

Outras Notícias

Brasil passa a saber quem realmente é Flávio Nantes Bolsonaro

Em meu comentário desta quarta-feira (28), para o Jornal Itapuama, analisei a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil em direção aos Estados Unidos, após a derrota na eleição presidencial. A viagem, com passagem pela Argentina e escala no Equador, ocorreu em meio a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal […]

Em meu comentário desta quarta-feira (28), para o Jornal Itapuama, analisei a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil em direção aos Estados Unidos, após a derrota na eleição presidencial. A viagem, com passagem pela Argentina e escala no Equador, ocorreu em meio a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibia o parlamentar de deixar o país.

Abordei as circunstâncias dessa saída, as informações desencontradas divulgadas por aliados do senador e os questionamentos que surgem diante do descumprimento da decisão judicial.

Também retomei as investigações e suspeitas que envolvem o nome de Flávio Bolsonaro, incluindo episódios relacionados às chamadas rachadinhas, à aquisição de imóveis com pagamentos em dinheiro e às recentes apurações sobre operações financeiras e possíveis conexões com o grupo do empresário Daniel Vorcaro.

Outro ponto da análise foi a repercussão internacional da viagem, especialmente a relação da família Bolsonaro com setores políticos dos Estados Unidos, o possível acolhimento do senador pelo governo Donald Trump e as consequências desse episódio para a oposição brasileira.

Questionei ainda os efeitos políticos da decisão de Flávio, que havia anunciado a intenção de assumir a liderança da oposição ao presidente Lula, mas deixou o Brasil poucos dias depois do resultado eleitoral.

Mais do que a viagem em si, o episódio levanta questões sobre o comportamento de lideranças políticas diante das instituições, das investigações e das decisões da Justiça.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, meu comentário completo desta quarta-feira no Jornal Itapuama.

Fonte: Jornal Itapuama/Rádio Itapuama FM
Vídeo: Reprodução

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Veja imagens: Flávio Bolsonaro desembarca nos EUA após fugir do Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL), sua esposa e as filhas do casal chegaram aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28) após fuga do Brasil. O avião utilizado pela família aterrissou em um aeroporto de Miami nesta manhã. Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil após descumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL), sua esposa e as filhas do casal chegaram aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28) após fuga do Brasil. O avião utilizado pela família aterrissou em um aeroporto de Miami nesta manhã.

Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil após descumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes à Polícia Federal:

Na noite de terça-feira (27), Flávio entrou na Argentina por terra. O senador então embarcou em um avião particular com destino aos EUA. O trajeto evitou o espaço aéreo brasileiro e incluiu uma escala no Equador.

Flávio e família desembarcaram em Miami, às 10h24. O avião que transportou a família até os Estados Unidos é um jatinho particular Gulfstream G400, aterrisou no aeroporto executivo Opa-locka, em Miami, na Flórida. Ainda não havia informações, até a última atualização desta reportagem, sobre o proprietário da aeronave.

Flávio Bolsonaro também ainda não havia se manifestado. Após a aterrissagem, Flávio e a família entraram em um carro que os aguardava na saída do aeroporto, onde seguiam.

Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, vive na Flórida, mas o destino da família era desconhecido.

Estratégia de Janones na campanha de Lula inspira grupos de esquerda na França, Espanha e Argentina

A estratégia de mobilização digital utilizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser adotada por grupos de esquerda em outros países. Segundo reportagem do Correio Braziliense, publicada nesta quarta-feira (28), apoiadores de lideranças políticas da França, Espanha e Argentina criaram […]

A estratégia de mobilização digital utilizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser adotada por grupos de esquerda em outros países. Segundo reportagem do Correio Braziliense, publicada nesta quarta-feira (28), apoiadores de lideranças políticas da França, Espanha e Argentina criaram comunidades inspiradas no modelo brasileiro.

A principal referência é o canal de WhatsApp Exército do Lula, organizado por Janones durante a disputa presidencial. A comunidade ultrapassou 10 milhões de integrantes e se tornou uma das ferramentas de mobilização dos apoiadores do presidente no segundo turno das eleições.

O funcionamento do grupo envolve a distribuição de tarefas, o compartilhamento de materiais políticos e a realização de ações coordenadas para ampliar o alcance de publicações nas redes sociais.

Na França, simpatizantes de Jean-Luc Mélenchon, uma das principais lideranças da esquerda do país, organizaram uma comunidade chamada Les Soldats Insoumis (Soldados Insubmissos).

Posteriormente, o partido França Insubmissa (LFI) criou um canal oficial, denominado L’équipe de Mélenchon officielle (A equipe oficial de Mélenchon), que também utiliza orientações para mobilizar participantes e ampliar a circulação de conteúdos políticos.

Algumas mensagens são divulgadas em francês e português, com referências diretas à experiência brasileira.

Na Espanha, apoiadores do primeiro-ministro Pedro Sánchez, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), organizaram o grupo La fuerza de la gente (A força das pessoas).

A comunidade compartilha discursos, vídeos e imagens do primeiro-ministro. Entre os materiais divulgados estão orientações identificadas como as seis regras da estratégia digital de Janones, adaptadas à mobilização política espanhola.

Já na Argentina, integrantes da ala jovem e de setores mais à esquerda do peronismo criaram o Ejército del Peronismo (Exército do Peronismo), reunindo opositores do presidente Javier Milei.

O grupo utiliza vídeos e publicações da campanha de Lula como referências para organizar ações nas redes sociais. Os participantes recebem tarefas para divulgar a comunidade, compartilhar conteúdos e ampliar a participação de novos integrantes.

A reportagem aponta que as três iniciativas adotaram características semelhantes às utilizadas por Janones no Brasil, embora estejam inseridas em contextos políticos diferentes.

A expansão dessas comunidades ocorre após a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL), no segundo turno presidencial de domingo (25). A mobilização digital foi uma das estratégias utilizadas pelos apoiadores do petista durante a disputa eleitoral.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro acaba de desembarcar nos EUA após fugir do Brasil

O avião particular em que estaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família pousou nos Estados Unidos por volta das 10h25 desta quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida. A chegada foi registrada por plataformas de monitoramento aéreo, após uma viagem que passou pela Argentina e pelo Equador. O parlamentar deixou […]

O avião particular em que estaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família pousou nos Estados Unidos por volta das 10h25 desta quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida. A chegada foi registrada por plataformas de monitoramento aéreo, após uma viagem que passou pela Argentina e pelo Equador. O parlamentar deixou o Brasil depois de uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes.

Segundo o Metrópoles, a aeronave Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertence à empresa argentina Baires Fly. O avião partiu de Puerto Iguazú, na Argentina, fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e seguiu para Miami.

A passagem de Flávio Bolsonaro pela Argentina foi confirmada oficialmente pela Direção Nacional de Migrações do país. De acordo com o órgão, o senador cruzou a fronteira pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Puerto Iguazú, às 22h50 da terça-feira (27).

Flávio estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e das duas filhas. As autoridades argentinas informaram que os quatro apresentaram documentos válidos e não tinham impedimentos legais para ingressar no país. Cerca de 40 minutos depois, a família embarcou no avião particular com destino ao Equador.

A viagem ocorreu após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou, na segunda-feira (26), a entrega dos passaportes do senador à Polícia Federal. A medida foi adotada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz.

O parlamentar não entregou os documentos dentro do prazo estabelecido, e a Polícia Federal realizou o cancelamento dos passaportes. Antes de deixar o país, Flávio havia afirmado publicamente que cumpriria a decisão judicial e que não pretendia sair do Brasil.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump manifestou disposição para receber o senador brasileiro e sua família. Questionado sobre a viagem, afirmou desconhecer a localização exata de Flávio, mas declarou que aprovaria sua entrada no país.

O Departamento de Estado norte-americano também informou que concederia vistos ao parlamentar e aos familiares.

A possível participação do secretário de Estado, Marco Rubio, na articulação da viagem foi mencionada pelo advogado mexicano Simón Levy, ligado ao movimento político de Trump. Segundo Levy, Rubio teria coordenado a operação para levar Flávio aos Estados Unidos. A alegação, entretanto, não foi confirmada oficialmente pelo governo norte-americano.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, diz Malafaia ao defender saída do senador do Brasil

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar agiu corretamente e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Queriam o quê? Que […]

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar agiu corretamente e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, questionou Malafaia, ao reagir às críticas sobre a viagem do senador aos Estados Unidos.

O pastor também classificou como perseguição a decisão de Moraes que determinou a entrega dos passaportes de Flávio à Polícia Federal.

“Ele não é magistrado, é um agente político no STF. Vocês queriam o que? Eu estou vendo a esquerda espernear. Queria que Flávio ficasse aqui para ser preso? Sem o devido processo legal?”, declarou.

Ao defender a decisão do senador, Malafaia acrescentou: “Está corretíssimo”.

Flávio deixou o Brasil na terça-feira (27), acompanhado da esposa e das duas filhas. A passagem da família pela Argentina foi confirmada pelas autoridades migratórias do país.

O governo dos Estados Unidos também informou que emitiria vistos para o senador e seus familiares. Segundo o Metrópoles, o presidente Donald Trump autorizou a entrada da família em território americano.

Fonte: Metrópoles
Foto: Danilo M. Yoshioka/Especial Metrópoles

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