Policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária de Pernambuco (BPRv) autuaram 10 condutores por infração, durante blitze à Lei Seca. Os flagrantes ocorreram na sexta-feira (13), antes da abertura oficial do Carnaval 2015.
De acordo com o órgão de trânsito, a maior parte das infrações constatadas foi dirigir sem portar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Por Juliana Lima – Jornal do Sertão As cidades de Petrolina, no Sertão do São Francisco, e Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, lideram o saldo de vagas formais de trabalho criadas no último mês de junho no Sertão de Pernambuco, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do […]
As cidades de Petrolina, no Sertão do São Francisco, e Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, lideram o saldo de vagas formais de trabalho criadas no último mês de junho no Sertão de Pernambuco, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgados no último dia 29 de julho no País.
A cidade de Petrolina teve saldo positivo em junho de 878 vagas de emprego, segundo melhor saldo do Estado. A cidade abriu 2.953 vagas no período e teve 2.075 desligamentos, com variação relativa de 1,30%. Serra Talhada ficou em segundo lugar com saldo de 98 postos de trabalho. Foram 263 admissões e 165 desligamentos, com variação relativa de 1,04%. Em seguida vêm São José do Belmonte, no Sertão Central, com 86, e Araripina, no Sertão do Araripe, com 84 vagas.
Considerando o acumulado do ano, de janeiro a junho de 2021, Petrolina lidera com 3.903 novos postos gerados. Foram 16.507 admissões e 12.604 desligamentos, com variação relativa de 6,06%. Araripina aparece em segundo lugar com saldo de 578 e São José do Belmonte em terceiro com 531 postos.
No balanço da geração de empregos nos últimos dose meses, de junho de 2020 a junho de 2021, os melhores resultados são de Petrolina (5.438), Araripina (853), São José do Belmonte (723), Serra Talhada (653) e Arcoverde (546). No período, Petrolina abriu 32.674 postos de empregos e somou 27.236 desligamentos, com variação relativa de 8,66%, enquanto Araripina teve 2.009 admissões e 1.156 desligamentos, com variação de 18,12%.
O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, comenta os resultados positivos da cidade e afirma que a perspectiva é de mais crescimento no futuro. “Apesar das dificuldades que o Estado vive, Petrolina tem mantido há quatro anos um ritmo de geração de emprego forte. Nossa perspectiva é de um crescimento ainda mais forte no futuro, com a vacinação concluída ainda este ano e por conta de muitos investimentos realizados na infraestrutura. Será um novo ciclo de prosperidade com uma cidade que está pronta para grandes negócios e dinamismo para empreendedores”, afirmou.
O destaque negativo segundo o Caged é para Sertânia, no Sertão do Moxotó, e Afrânio, no Sertão do São Francisco. A cidade lidera a fila dos municípios que mais demitiram desde 2020 no Sertão, ano do surgimento da pandemia da Covid-19. No balanço de junho, Sertânia teve saldo negativo de -301 e Afrânio de -802; no acumulado do ano, Sertânia teve saldo negativo de -588 e Afrânio -652. Afrânio apresentou sinais de recuperação no balanço do período de doze meses, com saldo positivo de 184 vagas, enquanto Sertânia amargou -881 postos.
Cidades que mais contrataram em junho de 2021 no Sertão:
1º Petrolina (878)
2º Serra Talhada (98)
3º São José do Belmonte (86)
4º Araripina (84)
5º Salgueiro (68)
6º Trindade (49)
7º Afogados da Ingazeira (48)
8º Floresta (39)
9º Arcoverde (37)
10º Custódia (23)
Cidades que mais contrataram de janeiro a junho de 2021 no Sertão:
1º Petrolina (3.903)
2º Araripina (578)
3º São José do Belmonte (531)
4º Lagoa Grande (314)
5º Serra Talhada (288)
6º Salgueiro (222)
7º Custódia (202)
8º Trindade (191)
9º Arcoverde (182)
10º Afogados da Ingazeira (162)
Cidades que mais contrataram de junho de 2020 a junho de 2021 no Sertão:
1º Petrolina (5.438)
2º Araripina (853)
3º São José do Belmonte (723)
4º Serra Talhada (653)
5º Arcoverde (546)
6º Afogados da Ingazeira (325)
7º Custódia (311)
8º Trindade (309)
9º Afrânio (184)
10º Salgueiro (127)
A Caixa Econômica Federal reabriu um programa de demissão voluntária extraordinário (PDVE) e espera que a adesão alcance 5.480 empregados, apurou o ‘Estadão/Broadcast’. Na iniciativa anterior, encerrada em março último, o banco teve a adesão de 4.645 funcionários em um contingente de 30 mil pessoas elegíveis. A expectativa da Caixa, em seu PDV anterior, era […]
A Caixa Econômica Federal reabriu um programa de demissão voluntária extraordinário (PDVE) e espera que a adesão alcance 5.480 empregados, apurou o ‘Estadão/Broadcast’. Na iniciativa anterior, encerrada em março último, o banco teve a adesão de 4.645 funcionários em um contingente de 30 mil pessoas elegíveis.
A expectativa da Caixa, em seu PDV anterior, era alcançar 10 mil empregados. Como não chegou ao número, o banco optou por reabrir o programa. Ao final de março, a Caixa contava com 101.505 funcionários, considerando estagiários e aprendizes. Somente empregados diretos do banco eram 91.128.
Desta vez, o período de adesão ao programa de demissão voluntária começa nesta segunda-feira e vai até o dia 14 de agosto. Com isso, o desligamento dos funcionários que aderirem ao PDV deve ocorrer de 24 de julho a 25 de agosto, conforme informações de documento enviado aos gestores do banco e obtido pelo Estadão/Broadcast. “O PDVE tem por objetivo dar suporte financeiro aos empregados que queiram se desligar voluntariamente da empresa e que se enquadrem nas regras”, explica a Caixa, na carta.
Poderão aderir ao programa de demissão voluntária do banco público os funcionários com no mínimo 15 anos de casa; aposentados pelo INSS até a data de desligamento, exceto quando for por invalidez; funcionários aptos a se aposentarem até 31 de dezembro de 2017 ou com adicional de função de confiança/cargo em comissão gratificada até a data de desligamento.
Em troca, a Caixa está oferecendo apoio financeiro, em caráter indenizatório e a ser pago em parcela única, de dez remunerações base do empregado, limitado a R$ 500 mil. Os funcionários que aderirem, conforme explica o banco, permanecerão com o plano de saúde da instituição desde que atendam os requisitos estabelecidos pela instituição. Para os que não se enquadrarem, o banco oferece a permanência no plano por 24 meses, sem prorrogação.
Após paralisação, categoria se reuniu com Secretários do Governo A Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) informa em nota que reuniu-se nesta quinta-feira (21) com os Secretários de Administração, Milton Coelho, de Defesa Social, Alessandro Carvalho, com o Chefe de Polícia, Antônio Barros, e técnicos da SAD. Na reunião, a Secretaria de […]
Após paralisação, categoria se reuniu com Secretários do Governo
A Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) informa em nota que reuniu-se nesta quinta-feira (21) com os Secretários de Administração, Milton Coelho, de Defesa Social, Alessandro Carvalho, com o Chefe de Polícia, Antônio Barros, e técnicos da SAD.
Na reunião, a Secretaria de Administração mostrou relatório acerca do funcionalismo público estadual no período de 2007 à 2014, trazendo a tona a dificuldade financeira pela qual Pernambuco e o país passam neste ano, e afirmando haver impedimentos legais oriundos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), informando que o Estado já ultrapassou o limite prudencial de gastos com custeio.
O Sinpol reafirmou a pauta apresentada ainda no mês de janeiro deste ano, bem como a insatisfação da categoria, demonstrada na última terça-feira, quando os Policiais Civis realizaram a maior paralisação de sua história, o que foi reconhecido pelo Secretário de Administração, segundo a nota.
A SAD, mesmo apontando as dificuldades financeiras do Estado, reconheceu serem legítimos os nossos pleitos, declarando haver uma limitação para a implementação de toda a pauta apresentada ainda neste primeiro semestre.
Mesmo assim, prontificou-se a, no próximo dia 08 de junho, apresentar proposta de restruturação do Plano de Cargo e Carreiras (PCCV), observando o que foi apresentado pelo Sinpol de mudança nos percentuais de classes, faixas e qualificação profissional, quantidade de faixas e migração dos Peritos Papiloscopistas para o QTP, bem como iniciar as tratativas sobre os 225% da gratificação de risco de função.
Também foram tratados assuntos relativos aos assédios, perseguições e ao desrespeito aos direitos trabalhistas nas Operações Policiais no âmbito da Polícia Civil, ocasião em que ficou acertado que o sindicato irá se reunir com o Chefe de Polícia e com o Secretário de Defesa Social para tratar sobre tais problemas. O Sinpol deverá ter nova assembleia após receber a proposta do Governo.
A candidatura do deputado estadual Álvaro Porto (PSDB) à presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) foi lançada oficialmente pela bancada tucana nesta quarta-feira (18). Entendimento construído entre Porto e os deputados eleitos pelo partido, Débora Almeida e Izaías Regis, decidiu reconhecer publicamente a postulação do deputado – reeleito para o terceiro mandato consecutivo – […]
A candidatura do deputado estadual Álvaro Porto (PSDB) à presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) foi lançada oficialmente pela bancada tucana nesta quarta-feira (18).
Entendimento construído entre Porto e os deputados eleitos pelo partido, Débora Almeida e Izaías Regis, decidiu reconhecer publicamente a postulação do deputado – reeleito para o terceiro mandato consecutivo – para ocupar o cargo máximo da Casa.
A bancada e a legenda defendem o nome de Álvaro Porto por reconhecer nele as credenciais necessárias para a função. Apontam a liderança e o excelente trânsito entre os pares, patrimônio conquistado pelo deputado a partir da relação de credibilidade e confiança conseguidas ao longo de dois mandatos.
Além disso, destacam o compromisso de Porto com a palavra empenhada e a sua capacidade para dialogar, agregar e produzir consensos na Casa. Soma-se a isso o fato de o PSDB estar no comando do Executivo estadual, a proximidade do deputado com o Palácio do Campo das Princesas e o sólido trabalho desenvolvido por ele para viabilizar a candidatura.
O candidato a prefeito Danilo Simões (PSD) e seu vice, Edson Henrique (PP), apresentam um plano de governo para Afogados da Ingazeira que integra a preocupação social em várias de suas propostas. O documento prevê a criação e implementação de políticas públicas que busquem o desenvolvimento integral da população, com atenção especial às desigualdades e […]
O candidato a prefeito Danilo Simões (PSD) e seu vice, Edson Henrique (PP), apresentam um plano de governo para Afogados da Ingazeira que integra a preocupação social em várias de suas propostas. O documento prevê a criação e implementação de políticas públicas que busquem o desenvolvimento integral da população, com atenção especial às desigualdades e vulnerabilidades sociais.
Uma das propostas centrais é a criação de um programa de qualificação profissional direcionado a jovens e pessoas em situação de vulnerabilidade. “Nosso objetivo é capacitar quem mais precisa para que todos tenham oportunidades reais de inserção no mercado de trabalho, seja como contratado, ou como empreendendo,” destacou Danilo Simões.
Além disso, o plano inclui a implementação de uma plataforma digital para cadastro de prestadores de serviços, facilitando o encontro entre profissionais e contratantes. A proposta também aborda a inclusão social com a criação de programas específicos para apoiar a coleta de resíduos, produção de produtos orgânicos e artesanato local. “Queremos fomentar a economia local de forma sustentável, dando suporte a quem mais precisa e incentivando o crescimento das pequenas cadeias produtivas,” explicou Edson Henrique.
A chapa também se compromete a fortalecer os Conselhos Municipais, reestruturar o Conselho Tutelar e aprimorar o Sistema de Proteção Social para melhor atender crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência. “A proteção social será uma prioridade em nossa gestão, garantindo que todos tenham acesso a serviços dignos e humanizados,” afirmou Danilo Simões.
Outras iniciativas incluem a reorganização do CRAS e CREAS, a criação de programas de apoio a mulheres vítimas de violência, e a ampliação do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural.
Danilo Simões e Edson Henrique enfatizam que, embora a preocupação social seja uma parte importante do plano de governo, o foco é o desenvolvimento equilibrado de Afogados da Ingazeira. “Estamos comprometidos com uma gestão que leve em conta as necessidades de toda a população, promovendo inclusão, dignidade e oportunidades para todos,” concluiu Danilo.
Você precisa fazer login para comentar.