Leda Alves, ex-secretária de Cultura do Recife, morre aos 92 anos
Na manhã deste sábado (4), morreu, aos 92 anos, a ex-secretária de Cultura do Recife, Leda Alves. Conforme apurado pela reportagem, ela faleceu em casa por causas naturais.
Segundo a família, ela será cremada neste domingo (5), no Cemitério Morada da Paz, no município do Paulista, Região Metropolitana do Recife. O velório, ainda sem horário definido, acontecerá na Capela de Santo Amaro, área central do Recife.
Atriz e ativista, Leda era uma profunda conhecedora da cultura popular de Pernambuco e dedicou sua vida à causa. Ela foi casada com o famoso dramaturgo pernambucano Hermilo Borba Filho e, entre algumas funções no Governo do Estado, assumiu a gestão da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), também sendo presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) antes de assumir a Secretaria de Cultura do Recife nas gestões de Geraldo Júlio (PSB).
Ainda em 2022, Leda chegou a receber a Medalha de Mérito Olegária Mariano da Câmara Municipal do Recife pelas mãos da vereadora Cida Pedrosa e do vereador Almir Fernando, ambos do PCdoB. O motivo da solenidade foi pelos serviços prestados pela ativista a Pernambuco.
Livro da Rádio Pajeú- Leda Alves teve um importante papel na festa dos 50 anos da Rádio Pajeú. Por determinação do então governador Eduardo Campos, apoiou o lançamento do livro No Coração do Povo – A História da Rádio Pajeú, de César Acioly, Daniel Ferreira e Nill Júnior. Inclusive participou do lançamento do livro no Cine São José.



O Plenário da Alepe aprovou, na última quinta-feira (23), o Projeto de Lei Ordinária (PL) n° 395/2023, que cria o Dia Estadual das Diretas Já, a ser comemorado em 31 de março. A data faz alusão ao ato ocorrido em 1983 na cidade de Abreu e Lima (Região Metropolitana), que seria o marco inicial da mobilização que alcançaria milhões de brasileiros.



Por uma trágica mas efetiva coincidência, a morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PROS), assassinada por “ameaçar setores do poder paralelo carioca”, tendo origem pobre, sendo negra e voz das ruas, abafou totalmente a manifestação dos “homens de toga”.













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