Lava Jato teria articulado proteção a Moro de tensão com o STF, diz jornal
Por André Luis
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Blog de Jamildo
O chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, teria tentado evitar o acirramento da tensão entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, quando era juiz, e Supremo Tribunal Federal (STF). É o que afirmam o jornal Folha de S. Paulo e o site The Intercept, em mais uma divulgação de mensagens trocadas entre eles que foram vazadas.
Segundo a publicação, Moro ficou preocupado com a reação de Teori Zavascki, que era relator da Lava Jato no Supremo, depois que a Polícia Federal anexou a um inquérito, sem sigilo, documento da Odebrecht que expunha nomes de políticos com foro privilegiado. No período, o então magistrado já havia sido repreendido pela Corte por causa da divulgação de áudios de escutas telefônicas que tiveram Lula (PT) como alvo.
Moro aparece nas mensagens afirmando a Dallagnol que iria “parecer afronta”. Em seguida, o procurador afirma que faria tudo que fosse necessário para protegê-lo de “injustas acusações” e fala, também por mensagens, com o delegado da Polícia Federal Márcio Anselmo para afirmar que Moro estava chateado.
‘Tontos do MBL’
De acordo com a Folha, as conversas foram em 2016. No mesmo dia, o ex-juiz usou o Telegram para perguntar a Dallagnol se ele ou outro integrante da força-tarefa teria o contato de nomes do Movimento Brasil Livre (MBL). Moro queria, segundo a publicação, contê-los após um protesto em frente à casa de Teori, pelo que chamou o grupo de “tontos”. O procurador afirmou, porém, que não considerava adequado.
Em resposta ao jornal, Moro afirmou que sempre respeitou o MBL e criticou o vazamento de conversas suas.
Na tarde deste domingo (22), a Prefeitura de Afogados da Ingazeira entregou à população a nova Praça Amaro Pedro da Silva, localizada no bairro Padre Pedro Pereira. O nome da praça foi oficializado pela Lei Ordinária nº 1.078/2024, sancionada em 2 de outubro de 2024, a partir de uma proposta dos vereadores Toinho da Ponte, […]
Na tarde deste domingo (22), a Prefeitura de Afogados da Ingazeira entregou à população a nova Praça Amaro Pedro da Silva, localizada no bairro Padre Pedro Pereira. O nome da praça foi oficializado pela Lei Ordinária nº 1.078/2024, sancionada em 2 de outubro de 2024, a partir de uma proposta dos vereadores Toinho da Ponte, Vicentinho, Cancão e Cícero Miguel.
A inauguração contou com a presença do prefeito Sandrinho Palmeira, do vice-prefeito Daniel Valadares, e dos vereadores Toinho da Ponte, Raimundo Lima, Cesar Tenório e da futura vereadora Lucineide do Sindicato. Também estiveram presentes os secretários municipais Madalena Leite, Valberto Amaral, Silvano Jackson (Bombinha), Odilio Lopes, Augusto Martins, Lúcia Gomes e Risolene Lima.
A obra representou um investimento de R$ 124.850,00, com recursos próprios. O projeto incluiu a construção de passeio com piso intertravado, iluminação em LED, paisagismo, bancos e rampas de acessibilidade, garantindo um espaço moderno e inclusivo para a comunidade. A obra inaugurada recebeu a benção do padre Luiz Marques.
Representando a Câmara, o vereador Toinho da Ponte destacou “É só agradecimento e gratidão. Eu queria realizar o sonho desse povo e o meu também.”
O vice-prefeito Daniel Valadares reforçou o compromisso de cuidar da cidade: “A gente fica feliz em realizar esse trabalho. Quero que os mais jovens sigam o exemplo dos mais velhos, cuidem desse bairro e levem esse compromisso para as futuras gerações.”
Já o prefeito Sandrinho Palmeira agradeceu à equipe de governo, com uma menção especial ao secretário de Infraestrutura, Silvano Jackson: “Bombinha é um orgulho danado para nossa gestão, ele é incansável. Não é fácil ser secretário de Infraestrutura de Afogados. Bombinha, obrigado por tudo que você tem feito pelo município.”
Sandrinho também anunciou uma grande reforma no CRAS, localizado em frente à praça: “Logo, logo, vamos iniciar a reforma do CRAS, um espaço tão importante para o nosso município. Estamos chamando de reforma, mas, na verdade, iremos derrubar e construir tudo de novo.”
No próximo sábado (28), o Prefeito Sandrinho Palmeira irá ao Monte Alegre inaugurar uma passagem molhada construída pela Prefeitura na comunidade.
Por André Luis O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), esteve em uma reunião na manhã desta sexta-feira (17), na Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura do Estado de Pernambuco, onde foi recebido pelo secretário Diogo Bezerra e pelo gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho. A principal pauta da reunião foi a […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), esteve em uma reunião na manhã desta sexta-feira (17), na Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura do Estado de Pernambuco, onde foi recebido pelo secretário Diogo Bezerra e pelo gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho.
A principal pauta da reunião foi a pavimentação da PE-282, que liga Iguaracy ao distrito de Jabitacá. A obra é um anseio antigo da população e é considerada fundamental para o desenvolvimento econômico e social da região.
O prefeito Zeinha Torres saiu animado da reunião e afirmou que está confiante na concretização da obra. “Saímos da reunião com a certeza de que a PE-282 será pavimentada. O secretário Diogo Bezerra e o gerente Mário Viana Filho foram muito receptivos e demonstraram o compromisso do governo do Estado com o desenvolvimento de Iguaracy”, disse.
A pavimentação da PE-282 vai beneficiar diretamente cerca de 10 mil pessoas que moram em Iguaracy e Jabitacá. A obra vai melhorar a mobilidade urbana, reduzir o tempo de deslocamento e facilitar o acesso a serviços públicos e oportunidades de emprego.
Além da PE-282, o gestor municipal também discutiu outras demandas que beneficiarão o município de Iguaracy.
Zeinha Torres afirmou que vai continuar trabalhando para garantir melhorias para a população de Iguaracy. “Vamos continuar lutando por mais investimentos e recursos para o nosso município. O nosso objetivo é melhorar a qualidade de vida da nossa gente”, concluiu.
O ano de 2019 representou um pequeno alívio para a construção civil em Pernambuco. Após cinco anos acumulando resultados negativos, o setor verificou um crescimento de 1,1% no seu PIB ano passado – o número trouxe otimismo para os empresários do setor, que apostaram em um 2020 promissor. O sentimento, no entanto, durou pouco. Ao […]
O ano de 2019 representou um pequeno alívio para a construção civil em Pernambuco.
Após cinco anos acumulando resultados negativos, o setor verificou um crescimento de 1,1% no seu PIB ano passado – o número trouxe otimismo para os empresários do setor, que apostaram em um 2020 promissor. O sentimento, no entanto, durou pouco.
Ao chegar a Pernambuco, a Covid-19 provocou, além dos impactos na saúde, a assinatura do Decreto 48.834, que paralisou 70% das atividades de construção civil em andamento no Estado. Como consequência, desde 22 de março, 40 mil trabalhadores estão fora dos canteiros, o que deve causar, nas contas do Sindicato da Indústria da Construção Civil em Pernambuco (Sinduscon-PE), um prejuízo de R$ 6 bilhões em 2 meses.
De acordo com o decreto estadual, as únicas atividades da construção civil autorizadas a funcionar são as obras públicas, as obras de empresas concessionárias de serviços públicos, atividades urgentes que precisem ser executadas para evitar risco grave ou de difícil reparação e atividades decorrentes de contratos de obras particulares relacionadas à Covid-19. “Ou seja, apenas 30% dos trabalhadores estão atuando, de forma excepcional, mas nem essas obras estão a pleno vapor. Estamos com dificuldades para conseguir os materiais, os trabalhadores estão com medo e se atrasam ou faltam. O ritmo está menor em todas as obras”, detalha o presidente do Sinduscon-PE, Érico Furtado.
A expectativa é que a situação seja revertida nesta sexta-feira (17), data em que se encerra o prazo estabelecido pelo governador para a suspensão das atividades. “O que nós precisamos é que o Governo do Estado nos deixe trabalhar. Sabemos que a saúde do trabalhador precisa ser mantida e estamos tomando todas as medidas de prevenção para garantir essa segurança. Orientamos e afastamos das obras todas as pessoas que estão em grupos de risco e temos como conservar a saúde dos demais dentro dos nossos canteiros”, reforça Érico.
A posição de retorno às atividades também é defendida por José Antônio de Luca Simon, representante do Sinduscon junto à Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), que destacou que determinações de paralisações parciais em obras da construção civil se repetem em apenas em outros três Estados do País, além de Pernambuco: Goiás, Piauí e Ceará. “Ao mesmo tempo que temos obras públicas e terraplanagem funcionando, somos impedidos em outros segmentos, como a incorporação. Precisamos de tratamento igualitário”, justifica.
Se o decreto não for revisto, o presidente do Sinduscon-PE acredita que medidas como a adesão à redução de carga horária ou à suspensão de contratos, elencadas na MP nº 927, poderão ser tomadas para evitar demissões do setor – embora estas não estejam descartadas. “Existem relatos de demissões, mas não estão sendo contabilizadas porque o Governo Federal parou de divulgar os dados. O que ocorre é que muitos empresários não gostam das inseguranças jurídicas causadas pelas medidas provisórias, uma vez que o Congresso Nacional pode alterar o texto. Entendemos que o momento é de crise, mas, para superá-la, precisamos de ponderação”, defende Érico Furtado.
Para ele, a solução de retomar o andamento das obras não só pode garantir a manutenção dos empregos como pode amenizar os efeitos causados pela paralisação das atividades. “O ritmo não irá voltar ao normal, porque o próprio consumo está prejudicado. Mas poderemos retomar nossos contratos, que têm prazo de entrega, e os nossos clientes ficarão mais animados. Esperávamos que o setor de construção representasse 2% do PIB de Pernambuco neste ano. Isso não vai mais acontecer. O retorno irá amenizar as perdas, mas, particularmente, só acredito em recuperação a partir do fim do ano que vem”, lamenta.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira já investiu mais de R$ 50 mil de contrapartida para que o programa garantia-safra pudesse ser viabilizado no município. Para este ano, a Prefeitura montou um calendário de distribuição dos boletos para os agricultores e agricultoras do município. A distribuição tem início na próxima segunda-feira (10), e obedecerá a […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira já investiu mais de R$ 50 mil de contrapartida para que o programa garantia-safra pudesse ser viabilizado no município.
Para este ano, a Prefeitura montou um calendário de distribuição dos boletos para os agricultores e agricultoras do município.
A distribuição tem início na próxima segunda-feira (10), e obedecerá a ordem alfabética dos nomes dos beneficiários.
A entrega terá início às 7h30, na Secretaria Municipal de Agricultura, no prédio da antiga CAGEPE. É preciso levar a identidade e o CPF.
Os boletos só serão entregues ao primeiro ou segundo titular da DAP – Declaração de Aptidão. Confira o calendário:
Segunda (10) – Iniciais A, B, C, D e E
Terça (11) – Iniciais F, G, H, I, J e K
Quarta (12) – Iniciais L e M
Quinta (13) – Iniciais N, O, P, Q, R, S, T, U, V, X e Z
Sexta (14) – Beneficiários que não puderam ir nos dias anteriores.
“Vamos torcer para que tenhamos um bom inverno e que não precisemos do programa. Mas é importante que todos façam a adesão para ter uma segurança e garantia adicionais para a produção,” destacou o Secretário de Agricultura de Afogados, Rivélton Santos.
Sai nesta sexta ao meio dia o segundo levantamento do Instituto Múltipla com os números da corrida sucessória em Afogados da Ingazeira. Na primeira pesquisa, divulgada dia 13 de outubro, Sandrinho Palmeira (PSB) aparecia a frente nas intenções de voto com 42,7% contra 23% de Zé Negão (Podemos) e 3,7% de Capitão Sidney, do PSC. […]
Sai nesta sexta ao meio dia o segundo levantamento do Instituto Múltipla com os números da corrida sucessória em Afogados da Ingazeira.
Na primeira pesquisa, divulgada dia 13 de outubro, Sandrinho Palmeira (PSB) aparecia a frente nas intenções de voto com 42,7% contra 23% de Zé Negão (Podemos) e 3,7% de Capitão Sidney, do PSC.
A pesquisa tem o registro sob o número PE-00148/2020. Foram 300 entrevistas realizadas dia 5 de novembro.
A margem de erro é de 5,7% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Nome da entidade que realizou a pesquisa: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Nome do contratante: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla.
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