Laudo confirma: Danilo Veras morreu por complicações hepáticas e não agressão
Por Nill Júnior
Laudo do SVO, em Caruaru: morte em consequência do alcoolismo
Laudo do SVO, em Caruaru: morte em consequência do alcoolismo
Documento descarta envolvimento do irmão Makson Kaíque Veras Marques na sua morte e confirma versão em Declaração de Óbito emitida ontem por médico que o atendeu na Casa de Saúde
O laudo do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) de Caruaru atestou a causa mortis de Danilo José de Veras, 28 anos, que deu entrada ontem sem vida na Casa de Saúde Dr José Evóide de Moura. Segundo o laudo, assinado pelo médico legista Luiz Carlos de Araújo Mesquita, indica como causa da morte hemorragia digestiva alta, hepatopatia crônica e alcoolismo. A informação foi confirmada pelo repórter Celso Brandão, falando à Rádio Pajeú.
O laudo reforça a versão apresentada pelo médico João Veras, que atestou a morte na manhã de ontem e era médico da família. “O paciente chegou em óbito às 6h48, sem sinais clínicos, ao exame físico, de espancamento, e com história de crise convulsivas de repetição por alcoolismo crônico”, disse ontem ao blog e à Rádio Pajeú.
Com isso está descartada a possibilidade levantada ontem pela polícia de que o irmão de Danilo, Makson Kaíque Veras Marques, 23 anos, poderia ser responsável pela morte.
Segundo o boletim da PM de hoje, era necessário esclarecer a morte de Danilo. “A vítima deu entrada na Casa de Saúde José Evóide de Moura, em Afogados da Ingazeira, já sem vida. Segundo relato de um familiar dos irmãos, o suspeito Makson Kaíque Veras Marques, 23 anos, o procurou no dia de ontem, 30.07.2017, por volta das 20h00, para contar que tinha dado uma “pisa” na vítima, pelo motivo de um débito de R$ 19,00 (dezenove reais) referente à compra de uma cartela de bingo, que acontecera durante a tarde no Distrito de Santa Rosa”, diz o boletim.
Diante das informações o policiamento iniciou diligências no intuito de localizar o suspeito, sendo encontrado naquela unidade de saúde, onde foi detido e encaminhado à DPC de Afogados da Ingazeira, onde será aberta portaria, para instauração um Inquérito Policial a fim de averiguar os fatos. Com o laudo, a suspeita sobre Makson Kaíque está descartada.
Do Estadão Conteúdo Só um “tsunami” poderia fazer Jair Bolsonaro (PSL) não ser eleito presidente da República no próximo domingo, 28, nas palavras do presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro. Em entrevista ao Broadcast Político/Estadão, ele afirma que o cenário aponta hoje para a vitória do candidato do PSL na disputa contra Fernando Haddad (PT) […]
Só um “tsunami” poderia fazer Jair Bolsonaro (PSL) não ser eleito presidente da República no próximo domingo, 28, nas palavras do presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro. Em entrevista ao Broadcast Político/Estadão, ele afirma que o cenário aponta hoje para a vitória do candidato do PSL na disputa contra Fernando Haddad (PT) nas eleições 2018. “A grande dúvida, como não haverá debate na TV e os fatos são esses que estão acontecendo, é qual vai ser a diferença (para Haddad)”, diz Montenegro.
Na mais recente pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada na última terça-feira, 23, Bolsonaro apareceu com 57% das intenções de voto contra 43% de Fernando Haddad (PT), em um cálculo que considera apenas os votos válidos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A vantagem do vencedor dependerá da acomodação final de votos dos eleitores que hoje se dizem indecisos e das abstenções, afirma Montenegro. “As abstenções podem correr de uma forma homogênea ou ficarem maiores em determinadas regiões”, aponta. No levantamento divulgado pelo instituto no último dia 23, 3% dos eleitores se dizem indecisos ou não responderam ao questionamento sobre intenção de voto.
O Nordeste, região que declara mais simpatia por Fernando Haddad, pode registrar uma abstenção maior no segundo turno, diz o presidente do instituto. Como a eleição foi decidida logo na primeira etapa em sete Estados nordestinos, parte do eleitorado pode ficar desmotivada a ir às urnas por não haver um candidato ao governo estadual que puxe votos, argumenta Montenegro.
A convicção de votos tanto do eleitorado de Bolsonaro quanto do eleitor de Haddad dificulta um cenário de reversão no cenário, diz o dirigente do instituto. “A certeza de votos dos dois candidatos é muito grande, e eles são antagonistas. Só um tsunami poderia fazer um eleitor do Haddad votar em Bolsonaro e vice-versa. Há uma guerra desde o início entre o anti-PT versus o PT.”
Armando Monteiro (PTB), candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, participa de uma maratona de compromissos de campanha por 15 cidades do Sertão do Estado a partir desta quinta-feira (6). Segundo nota, o candidato vai apresentar suas propostas de governo para diversas áreas, principalmente segurança, saúde e infraestrutura. “As famílias estão assustadas com as explosões de bancos, […]
Armando, em registro de Wellington Júnior para o blog
Armando Monteiro (PTB), candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, participa de uma maratona de compromissos de campanha por 15 cidades do Sertão do Estado a partir desta quinta-feira (6).
Segundo nota, o candidato vai apresentar suas propostas de governo para diversas áreas, principalmente segurança, saúde e infraestrutura. “As famílias estão assustadas com as explosões de bancos, com a violência crescente. Mas nós vamos resgatar a autoridade do governo no nosso Estado. Os bandidos não terão vida fácil. E isso não é uma promessa, é um aviso”, afirmou.
“Na área da saúde, há cidades onde as pessoas precisam sair para buscar atendimento em outras regiões, enfrentando as estradas em péssimas condições. Isso não pode continuar, Pernambuco pede mudança e vem do Sertão uma força extraordinária para esse projeto”, acrescenta, segundo nota.
Armando inicia o roteiro nesta quinta por Exu, Bodocó, Ipubi e Araripina. Amanhã, passa por Trindade, Ouricuri, Carnaubeira da Penha, Mirandiba e São José do Belmonte. No sábado, Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Serra Talhada e Tabira. No domingo, Armando visita Flores e Calumbi.
Armando percorre o Sertão ao lado de seus dois candidatos ao Senado, Mendonça Filho e Bruno Araújo, além do vice-governador Fred Ferreira.
Pesquisa nacional PoderData realizada, de segunda a quarta-feira (29), com 3.500 pessoas indica que o momento ruim ainda não passou para Jair Bolsonaro. As taxas de desaprovação ao governo e ao trabalho do presidente seguem em alta. Mas a proporção dos que seguem fiéis ao titular do Palácio do Planalto se mantém estável, na faixa […]
Pesquisa nacional PoderData realizada, de segunda a quarta-feira (29), com 3.500 pessoas indica que o momento ruim ainda não passou para Jair Bolsonaro. As taxas de desaprovação ao governo e ao trabalho do presidente seguem em alta. Mas a proporção dos que seguem fiéis ao titular do Palácio do Planalto se mantém estável, na faixa de 1/3 do eleitorado.
O governo Bolsonaro é hoje rejeitado por um recorde de 59% dos eleitores. Essa é a taxa mais alta registrada desde o início da pandemia e quando o PoderData passou a fazer levantamentos regulares, nacionais, a cada 15 dias –o único levantamento dessa natureza no Brasil com essa regularidade.
Há duas semanas, a taxa era de 54%. Como a margem de erro do estudo é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, houve realmente uma piora na aprovação do governo federal.
Os que aprovam o governo Bolsonaro eram 32% há duas semanas e agora são 33%, o que indica estabilidade.
Houve redução expressiva dos que dizem não saber responder, que são 8% hoje e eram 14% há 15 dias. Isso é mais um sinal da intensa polarização de opiniões sobre a administração de Jair Bolsonaro: ou as pessoas aprovam (33%) ou desaprovam (59%).
A pesquisa foi feita pela divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.
Foram 3.500 entrevistas em 541 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual.
Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
DESAPROVAÇÃO AO TRABALHO DE BOLSONARO
A avaliação negativa do trabalho de Jair Bolsonaro manteve-se estável. A proporção dos que consideram a atual gestão “ruim ou péssima” passou de 52% para 53% (oscilação dentro da margem de erro) em 15 dias. Os que consideram o trabalho do chefe do Executivo “bom ou ótimo” somam 26% (eram 24% no levantamento anterior).
No período em que foi realizada a pesquisa, o Brasil bateu sucessivos recordes de casos e de mortes por covid. A média móvel de vítimas em 7 dias atingiu 2.710 na terça-feira (29.mar) –maior número desde o início da pandemia. Outro fator que pode ter impactado a avaliação do presidente foram as trocas de 6 ministros, feitas nesta semana.
O governo anunciou nesta quarta-feira que começará a pagar a nova rodada do auxílio emergencial em 6 de abril.
O valor do benefício irá de R$ 150 a R$ 375. A próxima pesquisa do PoderData (12-14.abr) deve captar o efeito da liberação do dinheiro na aprovação do presidente e do governo.
DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO GOVERNO
A pesquisa realizada de 29 a 31 de março mostra os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao governo.
Quem mais aprova: os homens (41%); quem tem de 25 a 44 anos (38%); os que cursaram até o ensino fundamental (50%); moradores da região Sul e Norte (38%); quem ganha até 2 salários mínimos (42%).
Quem mais desaprova: mulheres (64%); quem tem de 16 a 24 anos (65%); os moradores da região Centro-Oeste (65%); quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (72%); os que cursaram até o ensino superior (66%).
DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE BOLSONARO
O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao trabalho de Bolsonaro.
Quem mais aprova o trabalho do presidente: quem tem de 25 a 44 anos (31%); moradores do Norte (39%); quem estudou até o ensino médio (29%); quem ganha até 2 salários mínimos (31%).
Quem mais reprova o trabalho do presidente: mulheres (58%); quem tem de 16 a 24 anos (66%); moradores do Centro-Oeste (63%); quem tem ensino superior (63%);
quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (74%).
OS 19% QUE ACHAM BOLSONARO “REGULAR”
No Brasil, pergunta-se aos eleitores como avaliam o trabalho do governante. As respostas podem ser: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. Quem considera a atuação “regular” é uma incógnita.
Para entender qual é a real opinião dessas pessoas, o PoderData faz um cruzamento das respostas desse grupo com os que aprovam ou desaprovam o governo como um todo. Os dados mostram que a proporção daqueles que enxergam o trabalho de Bolsonaro como “regular” e hoje aprovam seu governo é de 34%. Já foram 66% em agosto.
A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Finanças, efetua nesta sexta-feira (11) o pagamento correspondente ao mês de novembro e o décimo terceiro salário do funcionalismo público municipal. Recebem o pagamento de novembro os servidores ativos e inativos (efetivos, contratados, comissionados e aposentados) e o décimo terceiro salário os efetivos, inativos e […]
A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Finanças, efetua nesta sexta-feira (11) o pagamento correspondente ao mês de novembro e o décimo terceiro salário do funcionalismo público municipal.
Recebem o pagamento de novembro os servidores ativos e inativos (efetivos, contratados, comissionados e aposentados) e o décimo terceiro salário os efetivos, inativos e comissionados. Incluindo o pagamento de novembro e o décimo terceiro, serão injetados cerca de 7 milhões de reais na economia serra-talhadense.
“Tivemos um ano muito difícil com enchentes e pandemia, mas graças a um bom planejamento financeiro que implantamos na gestão estamos conseguindo honrar nossos compromissos junto aos nossos servidores e aposentados, efetuando o pagamento de novembro e o décimo terceiro, um montante de sete milhões que irá aquecer a nossa economia neste fim de ano”, comentou o prefeito Luciano Duque.
O senador Humberto Costa (PT-PE) se manifestou nesta quinta-feira (18) contra a aprovação da chamada PEC da Blindagem pela Câmara dos Deputados. Em vídeo publicado em suas redes sociais, o parlamentar classificou a proposta como uma tentativa de assegurar impunidade a políticos acusados de crimes e irregularidades. Segundo Humberto, a medida cria obstáculos para que […]
O senador Humberto Costa (PT-PE) se manifestou nesta quinta-feira (18) contra a aprovação da chamada PEC da Blindagem pela Câmara dos Deputados. Em vídeo publicado em suas redes sociais, o parlamentar classificou a proposta como uma tentativa de assegurar impunidade a políticos acusados de crimes e irregularidades.
Segundo Humberto, a medida cria obstáculos para que parlamentares sejam processados, já que dependeriam de autorização das respectivas Casas Legislativas. Além disso, ele criticou a previsão de que a votação seja secreta. “Cada um poderá votar sem sofrer qualquer tipo de pressão da sociedade que não aceita esse tipo de privilégio”, afirmou.
O senador também rejeitou a ampliação da imunidade para presidentes de partidos políticos, chamando a decisão de “vergonhosa e lamentável”.
Humberto Costa disse acreditar que o Senado rejeitará a proposta e conclamou a população a pressionar os parlamentares. “É fundamental que cada um de vocês continue postando nas redes sociais contra essa medida, que continue mandando mensagens para os senadores para que eles não ousem repetir a votação que aconteceu na Câmara. Assim, nós vamos estar preservando a liberdade e a democracia no Brasil”, declarou.
A PEC da Blindagem segue agora para análise do Senado, onde precisa ser votada em dois turnos.
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