Justiça determina transferência de 29 detentos do Complexo do Curado
Por Nill Júnior
Do DP
A Justiça determinou nesta sexta-feira (23) a transferência de 29 detentos do Complexo Prisional do Curado (antigo Aníbal Bruno). Parte deles foram encaminhados para cumprir penas na Penitenciária Barreto Campelo. A outra parte foi levada para a Penitenciária Agroindustrial São João, para cumprir pena em regime semiaberto. Oito presos também conseguiram o livramento condicional, ou seja, vão concluir as penas nas residências – sendo monitorados por tornozeleiras eletrônicas.
Além dos 37 detentos, outros 27 já haviam sido transferidos do Complexo do Curado na última quarta-feira (21). A medida atende reivindicação dos detentos, que se rebelaram por três dias consecutivos para cobrar agilidade no julgamento dos processos deles. O saldo foi de três mortes (dois presos e um PM). A expectativa é de que na próxima semana novas transferências sejam executadas.
Também nesta sexta-feira, seis magistrados começaram a reforçar a 1ª Vara de Execuções Penais, auxiliando o juiz Luiz Rocha. Eles permanecerão por 180 dias analisando os processos dos reeducandos. No total, são cerca de 17 mil. Os presos do Complexo do Curado terão prioridade.
O método detecta adulterações em poucos minutos, sem produtos químicos, com até 97% de acerto. Do Jornal Nacional Pesquisadores em Campina Grande, na Paraíba, desenvolveram uma forma rápida de identificar a contaminação por metanol. Garantir a qualidade das bebidas destiladas é o foco dos pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba. Eles criaram um método rápido […]
O método detecta adulterações em poucos minutos, sem produtos químicos, com até 97% de acerto.
Do Jornal Nacional
Pesquisadores em Campina Grande, na Paraíba, desenvolveram uma forma rápida de identificar a contaminação por metanol.
Garantir a qualidade das bebidas destiladas é o foco dos pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba. Eles criaram um método rápido e barato para saber se alguma delas está contaminada com metanol. O equipamento emite luz infravermelha na garrafa, que pode estar lacrada. A luz provoca uma agitação nas moléculas, e um software recolhe os dados, interpreta as informações e identifica qualquer substância que não faz parte da composição original da bebida, desde o metanol até a adição de água, para fazer o produto render mais.
A pesquisa começou analisando cachaça, mas pode ser usada para outros destilados.
“Essa metodologia foi capaz de, além de identificar se a cachaça estava adulterada com compostos que são característicos da própria produção, ou se foi feita alguma alteração fraudulenta como água ou algum outro composto”, afirma David Fernandes, autor do artigo.
O método detecta adulterações em poucos minutos, sem produtos químicos, com até 97% de acerto. A pesquisa começou em 2023 e, em 2025, os pesquisadores publicaram dois artigos sobre o método na revista “Food Chemistry”, uma das principais dedicadas à química e bioquímica dos alimentos.
Além de facilitar as análises em laboratórios, o equipamento pode ser utilizado por órgãos controladores. Mas, para isso, os pesquisadores estão tentando meios de produzir o método em grande escala e já estão desenvolvendo um novo mecanismo de segurança: um canudo que muda de cor ao entrar em contato com o metanol.
“A gente está desenvolvendo uma solução em que vai ter um canudo impregnado com a substância química, que ao contato com o metanol, ela vai mudar de cor. Isso vai fazer com que o usuário também tenha uma segurança de, quando estiver consumindo a bebida, de que a bebida não tem o teor de metanol”, diz Nadja Oliveira, pró-reitora de pós-graduação da UEPB.
Ex-servidores eram recontratados como empresas para exercer as mesmas funções; Tribunal manteve multa contra gestora O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) reafirmou o cerco contra a prática de “pejotização” no serviço público. Em sessão realizada no dia 4 de fevereiro de 2026, o Pleno do Tribunal negou provimento ao recurso da Autarquia Belemita de […]
Ex-servidores eram recontratados como empresas para exercer as mesmas funções; Tribunal manteve multa contra gestora
O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) reafirmou o cerco contra a prática de “pejotização” no serviço público. Em sessão realizada no dia 4 de fevereiro de 2026, o Pleno do Tribunal negou provimento ao recurso da Autarquia Belemita de Cultura, Desportos e Educação de Belém do São Francisco, mantendo a irregularidade de uma auditoria especial realizada nos exercícios de 2023 e 2024.
A decisão confirma que a entidade utilizou pessoas jurídicas para camuflar o que, na prática, eram funções de servidores públicos, ferindo princípios básicos da administração, como o concurso público e a impessoalidade.
Entenda o caso: a manobra dos contratos
A auditoria original apontou que a autarquia encerrava contratos temporários e, logo em seguida, contratava os mesmos profissionais por meio de empresas. Um dos casos destacados no processo (N° 24101227-2RO001) foi o de Manoel Heleno da Cruz. Ele manteve vínculo temporário com o órgão até julho de 2022 e, pouco tempo depois, passou a prestar os mesmos serviços de docência como pessoa jurídica.
Além de Manoel, outros dois casos semelhantes foram identificados. Para o Tribunal, essa prática não é apenas uma escolha administrativa, mas uma forma de burlar o concurso público e desrespeitar a Lei de Licitações.
O “truque” na contabilidade
Outro ponto crucial do julgamento foi a tentativa de mascarar gastos. Ao contratar profissionais como “serviços de terceiros”, a autarquia deixava de contabilizar esses valores como despesa com pessoal.
Essa manobra viola a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000), que estabelece limites rígidos para o que as prefeituras e órgãos públicos podem gastar com salários. Ao registrar o gasto de forma incorreta, a gestão criava uma falsa aparência de saúde financeira.
Decisão final e tese fixada
A defesa da presidente da autarquia alegou limitações financeiras e operacionais para justificar as contratações, mas os conselheiros foram unânimes: dificuldades de caixa não autorizam o descumprimento da lei.
Com a decisão, foi mantida a multa de R$ 5.440,27 aplicada à gestora. O TCE-PE aproveitou o caso para fixar uma tese importante para todo o estado:
“A contratação de ex-servidores por meio de pessoas jurídicas para o exercício das mesmas funções anteriormente desempenhadas configura afronta aos princípios do concurso público e da impessoalidade.”
Vamos morrer até quando? É impossível não dedicar o texto da Coluna a um dado tão triste, macabro, revoltante, que deveria enlutar a todos, mas ainda reserva ceticismo, negacionismo e idiotices nas redes. São 500 mil mortes, milhões de enlutados. Mais que a população de toda a região do Pajeú, mais que toda a população […]
É impossível não dedicar o texto da Coluna a um dado tão triste, macabro, revoltante, que deveria enlutar a todos, mas ainda reserva ceticismo, negacionismo e idiotices nas redes.
São 500 mil mortes, milhões de enlutados. Mais que a população de toda a região do Pajeú, mais que toda a população de Petrolina ou Caruaru, ou de países como Malta, Bahamas ou Islândia. Mais que boa parte das principais tragédias da história da humanidade.
Hoje por aqui deveríamos estar fazendo a contagem para a maior festa popular do Nordeste, o São João. As mortes, a pandemia, a dor apagaram a chama em muitos de nós. O sincronismo da quadrilha junina foi substituído por cortejos fúnebres. Falta um pedaço em nós que não será preenchido em gerações.
O pior é ainda ver, mesmo que em menor número, quem minimize as mortes, reclame desse tipo de informação, tente politizar o debate para justificar o injustificável. Negar a falta de liderança nacional no combate à pandemia, a ação deliberada do presidente Bolsonaro, que há pouco mais de um ano, depois de dar não às nossas chances de imunização ampla, rápida e irrestrita, afirmou que a pandemia não mataria 800 pessoas no Brasil.
O presidente, que desde o início da pandemia tenta minimizar a gravidade da infecção e já desdenhou das mortes, tem seguido um mesmo padrão ao reagir aos números negativos no pior momento da doença.
Ataques ao isolamento social, culpabilização da imprensa por gerar “pânico”, supostamente motivada por cortes de publicidade, defesa de um falso tratamento precoce e da liberdade do médico de receitar remédios que já se mostraram ineficazes, distorção de dados sobre vacinação e mais recentemente divulgação de acordos para a compra de vacinas, sem citar a recusa de ofertas em 2020 e críticas passadas à vacinação.
Quem tem responsabilidade com a verdade, portanto, não pode esquecer. É em nome de 500 mil almas que devemos lembrar para essa e futuras gerações que na maior pandemia da história, uma política de estado ajudou a colocar o país como aquele que mais matou, considerando que estimativas indicam que logo passaremos os Estados Unidos, que vacinaram mais e tem 600 mil mortes.
Como explicar que o Brasil tem 2,7% da população do planeta e atualmente concentra 30% das mortes pela doença no mundo inteiro? Que nome se dá a isso?
Importante lembrar, o presidente não está só. Osmar Terra, Nize Yamagushi, Mayra Pinheiro, Edir Macedo, Silas Malafaia, Paolo Zanotto, Arthur Weintraub, os irmãos Bolsonaro, Eduardo Pazuello, são apenas alguns nomes que a história não deve apagar.
500 mil mortes: não vamos esquecer.
Licença
O comunicador Anchieta Santos está em Recife para um check-up médico, após realização de alguns exames clínicos semana passada. Fica ausente alguns dias do Rádio Vivo, da Rádio Pajeú e Cidade Alerta, da Cidade FM.
Fusuê sem fim
O presidente da Câmara de São José do Egito, João de Maria, usou o direito de resposta para não responder na Gazeta FM. Provocado por Evandro Valadares por não colocar o projeto de lei da previdência na pauta, acusado de condicionar a votação à sua reeleição na Câmara, usou o tempo para prestar contas de seu mandato.
Mantra errado
João teria outras possibilidades para o cabo de guerra com o prefeito, mas escolheu o projeto pra cavalo de batalha. Apesar de praticamente seis meses sem colocar em votação, diz ainda precisar debater. Teve tempo de sobra pra discutir, rediscutir, emendar. A prefeitura alega prejuízo de R$ 1,5 milhão.
Investigação
O Delegado de Serra Talhada, Alexandre Barros, deixou evidente o que já se especulava sobre a morte do motorista do vereador Zé Dida Gaia (PP), Josivan de Oliveira, dia 6. O alvo do atentado era o vereador, que ainda será ouvido.
Sinais
O Secretário de Saúde de Afogados, Arthur Amorim passou a ser criticado por não admitir ter a condução da pasta criticada. Tem reagido sem assimilar quando é cobrado. Até um grupo de WhattsApp com Vigilância, ACSs e MP que expõe falhas no trabalho, quis acabar. Pode ser exaustão.
Extremamente fácil
O prefeito de Serra Talhada Luciano Duque tem uma luta difícil, para reverter o parecer prévio do TCE que recomenda a rejeição de suas contas referentes a 2016 e uma muito fácil, de reverter caso mantida, a decisão na Câmara de Vereadores, onde tem ampla maioria.
Deslize do vice
O vice-prefeito Daniel Valadares foi criticado por sua postura em relação ao blogueiro Júnior Finfa, que revelou a tentativa de emplacar o irmão, Toninho Valadares na gestão. “Acerto com 15 dias de atraso kkkkk. Calma amigo, queres passar uma falsa realidade dos fatos”, disse.
Quem conta?
Segundo o experiente Ruy Sarinho, ouvinte da Pajeú, o fato objetivo, a contratação de Toninho, era notícia sim, pela consanguinidade com o vice. “Isto é notícia, sim, e Júnior Finfa tá certo em questionar”. A dúvida era quando saberíamos se o blogueiro não informasse.
39, 38…
A disputa da vez é entre quem vacina primeiro entre São José do Egito e Flores, no Pajeú. Até semana passada, São José liderava o ranking. Neste sábado começou a vacinar o público 39+. Flores deu o troco e começou a vacinar os a partir de 38. Nessa disputa ganham os dois. Quem quiser seguí-los, a vontade…
Decreto e debate
O prefeito Sandrinho Palmeira garantiu à Radio Pajeú que, mesmo que o estado recuasse, manteria a suspensão das aulas presenciais na rede estadual. Também que vai puxar via Cimpajeú a análise de medidas mais lineares para a região.
Frase da semana marcadas por 500 mil mortes:
“Parece que está começando a ir embora essa questão do vírus”.
Do presidente Jair Bolsonaro em 24 de abril de 2020.
A cidade de Serra Talhada iniciou a semana com um dos menores números de casos confirmados de Covid-19 dos últimos meses. Em 72h apenas 25 casos foram confirmados, de acordo com boletim divulgado nesta segunda-feira (21), pela Secretaria de Saúde do Município. O que dá uma média diária, considerando os três dias, de pouco mais […]
A cidade de Serra Talhada iniciou a semana com um dos menores números de casos confirmados de Covid-19 dos últimos meses.
Em 72h apenas 25 casos foram confirmados, de acordo com boletim divulgado nesta segunda-feira (21), pela Secretaria de Saúde do Município. O que dá uma média diária, considerando os três dias, de pouco mais de 8,3 casos confirmados por dia.
De acordo com boletim da secretaria de saúde, também não tem nenhum paciente de Serra Talhada, ocupando os leitos de UTI no município, apenas 08 pessoas se recuperando da Covid-19 nos leitos de retaguarda do Hospital São José.
Para a Secretária de Saúde, Natália Regalato, a queda no número de casos confirmados “É um bom sinal, mas é preciso continuar monitorando os casos diários durante semana”, e acrescenta.
“Toda queda apresentada no número de confirmações diárias, deve ser comemorada. Já vínhamos apresentando queda nos números de acordo com o nosso monitoramento, mas não tínhamos apresentado uma queda tão expressiva ainda, ao longo desses meses de luta contra a Covid-19, isso nos enche de esperança, principalmente quando todos estavam esperando um aumento no número de casos, por conta do relaxamento da população no último feriadão de 07 de Setembro. Vamos agora torcer para que está queda permaneça.”
“Lamento profundamente e com imensa tristeza o falecimento do amigo, deputado Manoel Santos. Manoel, antes de ser deputado, honrou com com muita competência e luta, o movimento em defesa dos trabalhadores rurais. Era um apaixonado pela sua terra e uma referência do diálogo com todas as forças da sociedade. Serra Talhada perde um valoroso representante […]
“Lamento profundamente e com imensa tristeza o falecimento do amigo, deputado Manoel Santos.
Manoel, antes de ser deputado, honrou com com muita competência e luta, o movimento em defesa dos trabalhadores rurais. Era um apaixonado pela sua terra e uma referência do diálogo com todas as forças da sociedade.
Serra Talhada perde um valoroso representante político.
À família e aos amigos, meus sentimentos neste momento de profunda dor”.
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