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Justiça acata liminar e proíbe divulgação de pesquisa não registrada

Por Nill Júnior

dsc_00671O juiz Hildeberto Júnior da Rocha Silvestre (foto) acatou Representação da Coligação “Ingazeira no Rumo Certo”, do candidato Lino Morais (PSB). A acusação foi de que a coligação “Ingazeira Pode Mais”, de Mário Viana, estaria divulgando pesquisa eleitoral irregular.

Formulou ainda pedido liminar pela determinação de que a Coligação do candidato Mário Viana se abstenha de divulgar a pesquisa eleitoral impugnada por qualquer meio, inclusive automóveis, impressos e pela rede internet.

“Consoante a certidão acostada aos autos, não há nenhuma pesquisa eleitoral registrada no município de Ingazeira, sendo, portanto, vedada a divulgação impugnada, nos termos do art. 33 da Lei 9.504/97 e da Resolução n. 23.453/2015”.

Segundo o juiz, o cumprimento da decisão, evidencia-se pelo irremediável dano de que, ao final da demanda, tenha influído na convicção dos munícipes quando de sua opção nas Eleições que se avizinham. Ou seja, para ele, a divulgação de pesquisa não registrada pode interferir na opinião pública.

“Assim sendo, defiro a liminar pleiteada pela Coligação Ingazeira no Rumo Certo , para que o representado cesse imediatamente a divulgação da pesquisa impugnada, seja por escritos em parabrisas de veículos, internet ou impressos, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00 (cinco mil reais)”.

A Coligação “Ingazeira Pode Mais” terá prazo de 48 (quarenta e oito) horas, para apresentar defesa à presente Representação.

Outras Notícias

IFPE lança edital do Mestrado Profissional em Gestão Ambiental

Inscrições iniciam no dia primeiro de setembro. Aulas começam em fevereiro de 2018 O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) divulgou, nesta sexta-feira (4), o edital da seleção de estudantes para o Mestrado Profissional em Gestão Ambiental (MPGA) do Campus Recife. São ofertadas, ao todo, 16 vagas, sendo uma reservada para servidores ativos e permanentes da […]

Inscrições iniciam no dia primeiro de setembro. Aulas começam em fevereiro de 2018

O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) divulgou, nesta sexta-feira (4), o edital da seleção de estudantes para o Mestrado Profissional em Gestão Ambiental (MPGA) do Campus Recife. São ofertadas, ao todo, 16 vagas, sendo uma reservada para servidores ativos e permanentes da Instituição. O curso é totalmente gratuito.  Podem participar da seleção profissionais com diploma de nível superior em qualquer área do conhecimento e que atuem, direta ou indiretamente, com Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.

As inscrições custam R$ 50 (cinquenta reais) e serão realizadas na própria página do IFPE (www.ifpe.edu.br) do dia primeiro de setembro a primeiro de outubro.  Depois, os candidatos devem entregar presencialmente a documentação comprobatória e ficha de inscrição preenchida até o dia cinco de outubro. Membros inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal podem solicitar a isenção do pagamento da taxa de inscrição no período de 10 a 18 de agosto.

A seleção acontecerá mediante etapas de Análise da documentação apresentada no ato de inscrição; Prova escrita de conhecimento específico; Prova de Suficiência em língua inglesa; Análise curricular; e Apresentação e análise do pré-projeto. O candidato poderá escolher entre duas linhas de pesquisa: Tecnologias e Inovações Ambientais, e Gestão para Sustentabilidade.

O resultado final da seleção está previsto para o dia 15 de dezembro. As aulas terão início em fevereiro de 2018.

Gonzaga Patriota participa da inauguração do teleférico de Bonito

O teleférico, investimento do governo do estado, que conta com R$ 1 milhão de emenda parlamentar do deputado Gonzaga Patriota; foi inaugurado nesta quinta-feira (17) e transportará até 92 pessoas por hora, ligando o Pátio de Eventos da cidade ao alto da Capela de Nossa Senhora do Monte Serrat, em um trajeto de cerca de […]

O teleférico, investimento do governo do estado, que conta com R$ 1 milhão de emenda parlamentar do deputado Gonzaga Patriota; foi inaugurado nesta quinta-feira (17) e transportará até 92 pessoas por hora, ligando o Pátio de Eventos da cidade ao alto da Capela de Nossa Senhora do Monte Serrat, em um trajeto de cerca de 1,2 mil metros. O equipamento comporta duas cabines subindo e duas descendo e tem capacidade para transportar até quatro pessoas sentadas por cabine.

“Temos que, como Poder Público, continuar trabalhando pelos investimentos de infraestrutura dos municípios do nosso estado, acreditando que o turismo é uma grande fonte de geração de emprego e renda, e é por isso que com muita alegria, acompanho a inauguração do Teleférico Governador Eduardo Campos, que ampliará a oferta de atrações turísticas oferecidas em Bonito, e gerará forte aquecimento da economia local e regional”, declarou Gonzaga Patriota, que acompanhou o evento junto ao governador Paulo Câmara, ao prefeito de Bonito, Gustavo Adolfo, dr. Rui Barbosa, ex-prefeito da cidade, entre outras autoridades.

Internauta Repórter denuncia ligação irregular ao lado da ETA

A denúncia é de um Internauta Repórter que pede para não ser identificado:  Por traz da ETA de Afogados da Ingazeira, nas barbas da Compesa, o flagrante de uma típica ligação irregular, desperdiçando água e lesando a rede em um momento crucial de crise hídrica. “Um risco tremendo para quem fez a ligação pela pressão […]

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A denúncia é de um Internauta Repórter que pede para não ser identificado:  Por traz da ETA de Afogados da Ingazeira, nas barbas da Compesa, o flagrante de uma típica ligação irregular, desperdiçando água e lesando a rede em um momento crucial de crise hídrica.

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“Um risco tremendo para quem fez a ligação pela pressão no local. Segundo ele, chama a atenção o fato de que ninguém da empresa tenha percebido o problema.  Sinceramente não acredito que foi feito sem conhecimento de alguém da Compesa. O barulho pra furar um cano daquele é enorme e ali dá pra ouvir”.

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Por conta da ligação mal feita, a água não para de jorrar. “Água a dez metros jorrando pro nada é um absurdo”, reclama. Ele tem toda razão.

Governadores do Nordeste começam a sinalizar que não vão liberar Carnaval

Governadores do Nordeste começam a sinalizar que não tem segurança para autorizar a realização do Carnaval de 2022. O aumento do número de casos de Covid em algumas áreas do Nordeste, o medo da nova onda na Europa e a baixa imunização com segunda dose do público mais jovem, além do medo de mais mortes […]

Governadores do Nordeste começam a sinalizar que não tem segurança para autorizar a realização do Carnaval de 2022.

O aumento do número de casos de Covid em algumas áreas do Nordeste, o medo da nova onda na Europa e a baixa imunização com segunda dose do público mais jovem, além do medo de mais mortes na conta da autorização estão entre os motivos.

Na Bahia, Rui Costa já avisou: “Não colocarei a população baiana em risco dando uma definição sobre o Carnaval agora, quando estamos com 2,5 mil casos ativos na Bahia e com o coronavírus voltando com força em diversos países. O Carnaval não pode estar acima da vida das pessoas”, disse.

Na mesma linha, o governador Camilo Santana (PT) disse, neste domingo (21), que é contra a realização de “grandes festas de réveillon e carnaval” neste momento, em razão dos riscos que a Covid-19 ainda representa. Com uma série de publicações nas redes sociais, Camilo disse, ainda, que é necessário ter “absoluto controle” para a realização de eventos festivos.

“Sobre a realização de grandes festas de réveillon e carnaval, minha posição é contrária neste momento. Eventos festivos, com grandes aglomerações e bebida, necessitariam de absoluto controle, com todas as pessoas comprovadamente vacinadas, como vem ocorrendo nos estádios, além dos protocolos sanitários seguidos, para minimizar os riscos de contágio”, disse o governador.

Em Pernambuco,  o Secretário de Saúde André Longo disse que a realização ou não do Carnaval 2022 em Pernambuco está em debate no comitê, que se reúne semanalmente para discutir diversos temas, inclusive a possibilidade de festas de réveillon e o próprio festejo carnavalesco.

“Estamos discutindo cenários para esses eventos, mas é certo que neste momento ainda é cedo para tomarmos decisões acerca desses eventos, especialmente do carnaval, que se realiza de forma concomitante, neste ano [2022], no final de fevereiro, com nosso período de maior sazonalidade de ocorrência de doenças respiratórias”, comentou.

Fontes ouvidas pelo blog indicam que, nesse momento,  há um receio generalizado em liberar o evento pelo governo Paulo Câmara.  “Lembremos que além de tudo é ano eleitoral.  Um aumento de mortes em virtude da liberação da festa de momo, além de terrível em todos os aspectos,  seria muito explorado em período eleitoral”, diz uma fonte palaciana.  Hoje, a tendência é de não liberar. Só uma melhora no cenário com segurança epidemiológica muda essa realidade.

Dom Francisco e Rádio Pajeú eram monitorados pela Ditadura

Documentos de 1982 revelados pelo historiador Alexandro Acioly mostram que o então Bispo de Afogados da Ingazeira, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho era alvo de vigilância constante do Regime Militar e tinha os seus dados levantados junto ao Serviço de Informações Nacional. Os dados estavam no ARE/SNI – Esta sigla geralmente se referia a […]

Documentos de 1982 revelados pelo historiador Alexandro Acioly mostram que o então Bispo de Afogados da Ingazeira, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho era alvo de vigilância constante do Regime Militar e tinha os seus dados levantados junto ao Serviço de Informações Nacional.

Os dados estavam no ARE/SNI – Esta sigla geralmente se referia a documentos e informações do Serviço Nacional de Informação (SNI). ARE é a sigla de Análise/Relatório/Informação. E SNI, o Serviço Nacional de Informações, a serviço da Ditadura.

O documento contém várias páginas e outros documentos existentes constam de 1974. A Rádio Pajeú era sempre citada nos registros. Era nela que Dom Francisco fazia a maioria de seus pronunciamentos.

Rádio Pajeú e Dom Francisco eram constantemente vigiados. Antes, aparelhos de educação do Movimento de Educação de Base,  MEB, foram apreendidos pela Ditadura por serem considerados “subversivos”. Os equipamentos educavam pessoas simples através do rádio.