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Juízes se livram de R$ 360 milhões de Imposto de Renda com auxílio-moradia e outros penduricalhos

Por André Luis

Do Congresso em Foco

Dezoito mil juízes deixaram de pagar R$ 360 milhões por ano de Imposto de Renda graças à isenção tributária de “penduricalhos” como os auxílios para moradia, alimentação e saúde, revela o jornal O Estado de S. Paulo. Por serem enquadrados como indenização, esses benefícios ficam isentos de imposto. Se fossem tributados, cada magistrado teria de pagar em média 19% de Imposto de Renda a mais para a Receita Federal, destaca a reportagem. Essa espécie de renúncia fiscal representa uma economia anual de aproximadamente R$ 20 mil a cada juiz, em média.

O levantamento foi feito pelo Estadão Dados com base nos contracheques de juízes de 81 tribunais federais e estaduais do país. “Na média da folha de pagamento de novembro, os salários corresponderam a 60% do total de rendimentos, e os ‘penduricalhos’, a 40%”, informa o Estadão. A pesquisa considera um conjunto de 18 mil juízes. Foram excluídos aqueles que não receberam auxílios ou que, por serem aposentados, não têm desconto de Imposto de Renda na fonte.

Líderes da categoria e juízes de expressão, como Sérgio Moro, que recebe o auxílio-moradia de R$ 4,3 mil mesmo morando em casa própria em Curitiba, afirmam que os benefícios servem como complementação salarial devido ao que consideram uma defasagem em seus salários. Essa explicação é usada por críticos para cobrar a tributação dos chamados penduricalhos dos magistrados. Já que é salário, teria de ser tributado. Esses benefícios também ficam de fora da contagem do teto do funcionalismo, a remuneração de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje R$ 33,7 mil.

Minoria abre mão

Levantamento do jornal O Globo mostra que apenas 15% dos juízes e desembargadores federais abrem mão do auxílio-moradia. Dos 2.203 magistrados dos Tribunais Regionais Federais (TRFs), apenas 331 não receberam o benefício em dezembro. A Justiça Federal gastou R$ 8,2 milhões com esse tipo de verba apenas no período.

Também é pequeno o número de integrantes do Judiciário que optam por não receber o dinheiro, pago inclusive para quem mora em casa própria. No Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por exemplo, só 6 dos 874 juízes e desembargadores ativos do órgão recusaram o auxílio-moradia no último mês de 2017. O TJ do Rio gastou R$ 3,8 milhões com o benefício em dezembro.

Fortuna

O contribuinte brasileiro vai bancar este ano mais de R$ 2 bilhões com o pagamento do auxílio-moradia a autoridades e funcionários de alto escalão, cuja remuneração pode passar dos R$ 30 mil. Para ter uma ideia, com o valor do benefício seria possível construir mais de 43 mil casas populares, ao custo de R$ 50 mil cada, ou conceder Bolsa Família para 11 milhões de pessoas.

Essas são as despesas previstas com o benefício para os três poderes, o Ministério Público e a Defensoria Pública, no âmbito federal, e para conselheiros dos tribunais de contas de estados e municípios, juízes, procuradores, promotores e defensores públicos estaduais. O total gasto em todo o país com o auxílio-moradia é ainda maior. Não estão computadas na conta as despesas dos estados com representantes do Legislativo e do Executivo locais.

Os dados são de levantamento da Consultoria Legislativa do Senado. O orçamento federal para este ano reserva R$ 832 milhões para bancar o conforto de autoridades e servidores sem que precisem mexer no bolso, ou engordar seus contracheques. Em média, a verba varia de R$ 4 mil a R$ 4,5 mil por mês. O estudo não inclui os gastos dos governos estaduais.

Justiça

A Justiça do Trabalho, com R$ 197,7 milhões, o Ministério das Relações Exteriores, com R$ 188,5 milhões, e o Ministério Público da União, com R$ 124,1 milhões, puxam a lista das instituições com mais verba para o auxílio-moradia em 2018. Para bancar o benefício de seus integrantes, o Ministério da Defesa terá R$ 115,9 milhões e a Justiça Federal, R$ 107,4 milhões. No caso do Itamaraty estão incluídas as despesas com os diplomatas, dentro e fora do país.

Como mostrou o Congresso em Foco, o governo federal já tirou dos cofres públicos R$ 3,5 bilhões entre 2010 e 2017 para pagar o auxílio-moradia a autoridades e funcionários dos três poderes. A conta explodiu nos últimos sete anos: de R$ 75,9 milhões, em 2010, para R$ 814,2 milhões em 2017.

Outras Notícias

Carnaval de muita festa em Belém de São Francisco

O famoso sabado de ” Ze Pereira ” e o domingo de carnaval foi marcado de muita festa nos polos orla e Coronel Jeronimo Pires em Belem do sao Francisco. No polo orla , a banda Barca Maluca fez um grande show para o publico infantil,em seguida por volta das 18:00 horas, , a troça […]

O famoso sabado de ” Ze Pereira ” e o domingo de carnaval foi marcado de muita festa nos polos orla e Coronel Jeronimo Pires em Belem do sao Francisco.

No polo orla , a banda Barca Maluca fez um grande show para o publico infantil,em seguida por volta das 18:00 horas, , a troça do centenário “Ze Pereira”,arrastou os folioes da orla cidade, ao som de muito frevo ate a Avenida Coronel Jeronimo Pires ,polo principal da folia. Apos a troça subiram ao palco as bandas Capital do Sol eletrico,Luan Douglas e Marreta e Massa, essa ultima agitou e muito o publico presente na festa.

Já no domingo, terceiro dia de festa, aconteceu no polo orla , o show de Iago Ribeiro, na Casa de Show Launge Tuile o bloco Vem Tomar Gagau indoor fez uma grande festa com as bandas Siligae, Nosso Harem e DJ Felipe Rodrigues, no bairro Belo Horizonte o bloco Os B’OS fez a festa ao som de paredoes. Ja a noite no polo Jeronimo Pires se apresentaram as bandas Valdinho Paes puxando muito frevo pernambucano e Axe das antigas, Rafael Mesquita e MC Roginho, acompanhado de muita chuva para a alegria dos folioes.

Nessa segunda feira se apresenta no polo orla orquestra de frevo, bloco “Pirarucu” indoor com Iago Ribeiro, as 18h Troça de Ze Pereira e a noite no polo Jeronimo Pires, Alex Caribe,Danilo Pernambucano e Paixao de Vaqueiro.

Prefeito de Iguaracy se reúne com gerente da Caixa para discutir parcerias institucionais

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, recebeu na manhã desta quinta-feira (8), o gerente-geral da agência da Caixa Econômica Federal de Afogados da Ingazeira, André Jesus, para tratar de parcerias institucionais e questões ligadas aos convênios entre o município e o banco. A reunião ocorreu no gabinete do prefeito e contou com a participação […]

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, recebeu na manhã desta quinta-feira (8), o gerente-geral da agência da Caixa Econômica Federal de Afogados da Ingazeira, André Jesus, para tratar de parcerias institucionais e questões ligadas aos convênios entre o município e o banco.

A reunião ocorreu no gabinete do prefeito e contou com a participação do vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo, da secretária de Finanças, Helena Alves, da secretária de Saúde, Joaudeni Cavalcante, e da procuradora do município, Sinara Maranhão.

Segundo o prefeito, o objetivo do encontro foi ampliar o diálogo com a Caixa para viabilizar ações nas áreas de infraestrutura, saúde, educação e programas sociais.

“Estamos trabalhando para que o município possa aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pela Caixa, fortalecendo a economia local e garantindo mais benefícios para nossa população”, afirmou Pedro Alves.

O gerente da Caixa ouviu as demandas da gestão municipal e sinalizou a continuidade do apoio institucional por meio dos programas operados pela instituição financeira.

O blog e a história: imagem mostra início da história da Diocese no Pajeú

A foto foi cedida pela professora Luzinete Amorim para o blog e mostra a primeira formação de Bispos e sacerdotes envolvidos na composição da Diocese de Afogados da Ingazeira. É do final dos anos 50. Muitos dos nomes na foto histórica são nomes de ruas em cidades da região e tiveram papel destacado no processo […]

A foto foi cedida pela professora Luzinete Amorim para o blog e mostra a primeira formação de Bispos e sacerdotes envolvidos na composição da Diocese de Afogados da Ingazeira.

É do final dos anos 50. Muitos dos nomes na foto histórica são nomes de ruas em cidades da região e tiveram papel destacado no processo de evangelização no sertão nordestino.

Apenas dois nomes não foram identificados: acima, Monsenhor Antonio de Pádua Santos (Afogados), um segundo não identificado, Monsenhor Luiz Sampaio (Triunfo), Monsenhor Luiz Muniz, Monsenhor Jesus Garcia (Serra Talhada) e o Padre Luiz Gonzaga Vieira, de Carnaíba.

Sentados o Monsenhor Sebastião Rabelo, um segundo nome não identificado, Dom João José da Mota e Albuquerque, primeiro Bispo Diocesano e o Cônego João Leite Gonçalves de Andrade.

A Diocese de Afogados da Ingazeira foi criada pelo Decreto do Papa Pio XII, no dia 02 de julho de 1956, com a Bula Pontifícia “Qui volente Deo”, tendo como padroeira diocesana Santa Maria Madalena, celebrada em 22 de julho.

Com a criação da nova Circunscrição Eclesiástica, sufragânea da Província Eclesiástica de Olinda e Recife, desmembrada do território da Diocese de Pesqueira, foi nomeado no dia 04 de janeiro de 1957, o seu 1º Bispo Diocesano, Dom João José da Motta e Albuquerque, cuja ordenação deu-se em 28 de abril de 1957.

Aos 19 de maio de 1957, em meio a solene concelebração presidida pelo então Núncio Apostólico, Dom Armando Lombardi, foi instalada a nova Diocese e tomou posse o seu primeiro Bispo Diocesano.

Dom João José da Motta teve a incumbência de estruturar a nova Diocese. Implantou a Ação Social Diocesana, fundou a Rádio Pajeú de Educação Popular, adquiriu o Cine São José. Após quatro anos de zelo apostólico foi transferido, em 28 de janeiro de 1961, para a Diocese de Sobral/CE.

Dilma volta a falar sobre aeroporto de Cláudio

do Estadão Conteúdo A presidente Dilma Rousseff (PT) cobrou novamente explicações do adversário Aécio Neves (PSDB) sobre a construção do aeroporto na cidade de Cláudio (MG). A petista reforçou que, apesar de ter sido desapropriada, a área era do tio de Aécio e esse parente mantinha as chaves do aeroporto. Aécio classificou de “muito triste” […]

debate

do Estadão Conteúdo

A presidente Dilma Rousseff (PT) cobrou novamente explicações do adversário Aécio Neves (PSDB) sobre a construção do aeroporto na cidade de Cláudio (MG). A petista reforçou que, apesar de ter sido desapropriada, a área era do tio de Aécio e esse parente mantinha as chaves do aeroporto. Aécio classificou de “muito triste” a insistência de Dilma em “mentir”. “Todas as obras em Minas Gerais tiveram aprovação, que é o contrário do que acontece com o governo da senhora”. O tucano cobrou da presidente a promessa de construir 800 aeroportos regionais, que segundo ele ainda não começaram a sair do papel.

Na réplica, Dilma reforçou que o País não pode mais tolerar o uso de bens públicos e voltou a dizer que o candidato do PSDB não deu explicações satisfatórias sobre o caso de Cláudio. Aécio disse, então, que a petista foge do debate, promove um governo incompetente e de descaso com as pessoas, citando a inflação e o controle negligente de fronteiras. Ele disse também que Dilma deveria andar mais por Minas Gerais e falou do seu histórico pessoal em que participou da campanha das Diretas Já.

Na pergunta seguinte, os dois seguiram no embate. Aécio pinçou uma frase de Dilma em que ela teria dito que “todo mundo pode cometer corrupção” e voltou à estratégia já colocada em debates anteriores de propor que a presidente se desculpasse. Dilma acusou Aécio de manipular palavras e usou o tempo para repetir a crítica em relação ao aeroporto de Cláudio. “É errado, sim, colocar um aeroporto privado, feito com dinheiro público, na fazenda de um tio. Isso não se faz isso candidato, isso é feio.” Dilma argumentou que ninguém está acima de suspeitas e que pessoas públicas devem provar a cada dia que respeitam “a coisa pública”. “Todos os dias temos que provar nossa integridade e honradez.”

Insistindo na fala de Dilma sobre corrupção, Aécio afirmou que os brasileiros estão indignados. “O Brasil quer se livrar desse governo. O Brasil quer um tempo novo”, argumentou.

Marcelo Gouveia participa de reunião do Conselho Político da CNM

Nesta segunda-feira (20), primeiro dia de Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia participou de reunião do Conselho Político da Confederação Nacional de Municípios (CNM), em Brasília. Na oportunidade, o gestor discutiu detalhes do que serão os próximos 3 dias de […]

Nesta segunda-feira (20), primeiro dia de Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia participou de reunião do Conselho Político da Confederação Nacional de Municípios (CNM), em Brasília. Na oportunidade, o gestor discutiu detalhes do que serão os próximos 3 dias de evento e suas pautas prioritárias.

“Junto ao presidente Paulo Ziulkoski e aos presidentes das Associações Municipalistas do Brasil, foram abertos os trabalhos da nossa assembleia geral aqui na Marcha. O debate foi focado também na questão da Emenda da PEC 66, que trata da desoneração e outros diversos temas pelos quais estamos, junto ao congresso nacional e o executivo, soluções para os municípios do Brasil”, frisou Marcelo.

Amanhã, 21 de maio, a abertura oficial da Marcha será às 09h. O dia segue com discussões sobre os temas: pacto federativo, desoneração, Movimento Mulheres Municipalistas e Royalties. Também é esperada a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Às 17h, a Amupe promove a tradicional reunião de prefeitos e prefeitas com a bancada federal na Câmara dos Deputados. Estão sendo esperados mais de 100 prefeitos de Pernambuco durante o evento.