José Patriota parabeniza nomeação do novo bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira
Por André Luis
Em discurso na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o deputado estadual José Patriota expressou, nesta quarta-feira (25) seu apoio e congratulações à nomeação de dom Limacêdo Antonio da Silva como o novo bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira. Essa nomeação ocorreu sob a bênção do Papa Francisco, que confiou a dom Limacêdo a importante missão de guiar a diocese.
Dom Limacêdo sucede ao bispo dom Egídio Bisol, que conduziu a diocese com maestria e dedicação durante 14 anos. Durante esse período, dom Egídio realizou um trabalho exemplar e impactante na região.
“Parabéns ao novo bispo. Tenho certeza que com sua fé e comprometimento, dará continuidade a essa missão abençoada, fortalecendo os laços espirituais da comunidade e guiando o rebanho de acordo com os princípios da fé cristã”, afirmou o deputado que também apresentou um voto de congratulações ao novo bispo na casa legislativa pernambucana.
Número de recuperados da doença, mais uma vez superou número de positivados e região segue com tendência de queda na contaminação. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos da Covid-19 dos municípios do Sertão do Pajeú divulgados nesta terça-feira (20), nas últimas 24h, foram notificados 35 novos casos positivos, 47 recuperados e 5 […]
Número de recuperados da doença, mais uma vez superou número de positivados e região segue com tendência de queda na contaminação.
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos da Covid-19 dos municípios do Sertão do Pajeú divulgados nesta terça-feira (20), nas últimas 24h, foram notificados 35 novos casos positivos, 47 recuperados e 5 novos óbitos.
Os óbitos confirmados são: um em Itapetim, um em Santa Terezinha e três em São José do Egito.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 32.389 casos confirmados, 31.382 recuperados (96,89%), 625 óbitos e 382 casos ativos da doença.
Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú nas últimas 24 horas:
Afogados da Ingazeira registrou 7 novos casos positivos e 5 recuperados. O município conta com 5.426 casos confirmados, 5.303 recuperados, 72 óbitos e 51 casos ativos.
Brejinho não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 748 casos confirmados, 722 recuperados, 21 óbitos e 5 casos ativos.
Calumbi registrou 2 casos recuperados. O município conta com 706 casos confirmados, 697 recuperados, 5 óbitos e 4 casos ativos da doença.
Carnaíba registrou 5 novos casos positivos. O município conta com 2.133 casos confirmados, 2.043 recuperados, 35 óbitos e 55 casos ativos da doença.
Flores não divulgou boletim epidemiológico até às 22h10 desta terça-feira. O município conta com 1.029 casos confirmados, 945 recuperados, 38 óbitos e 46 casos ativos.
Iguaracy registrou 4 novos casos positivos e 2 recuperados. O município conta com 812 casos confirmados, 777 recuperados, 27 óbitos e 8 casos ativos.
Ingazeira registrou 1 caso recuperado. O município conta com 457 casos confirmados, 436 recuperados, 6 óbitos e 15 casos ativos.
Itapetim registrou 8 casos recuperados e 1 novo óbito. O município conta com 1.354 casos confirmados, 1.307 recuperados, 32 óbitos e 15 casos ativos. A Secretaria de Saúde não divulgou detalhes sobre o óbito ocorrido.
Quixaba não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 512 casos confirmados, 495 recuperados, 15 óbitos e 2 casos ativos.
Santa Cruz da Baixa Verde não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 617 casos confirmados, 595 recuperados, 19 óbitos e 3 casos ativos.
Santa Terezinha registrou 1 novo óbito. O município conta com 1.013 casos confirmados, 984 recuperados, 28 óbitos e 1casos ativos.
São José do Egito registrou 1 novo caso positivo, 12 recuperados e 3 novos óbitos. O município conta com 2.508 casos confirmados, 2.432 recuperados, 56 óbitos e 20 casos ativos. Os óbitos confirmados foram de três pacientes do sexo feminino, 55, 62 e 94 anos. Uma em Afogados, uma Serra Talhada e outra em São José do Egito. Todas faleceram em junho, porém, a documentação só chegou nesta terça.
Serra Talhada registrou 15 novos casos positivos e 12 recuperados. O município conta com 10.008 casos confirmados, 9.749 recuperados, 169 óbitos e 90 casos ativos da doença.
Solidão não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 676 casos confirmados, 667 recuperados, 3 óbitos e 6 casos ativos.
Tabira registrou 2 novos casos positivos e 4 recuperados. O município conta com 2.869 casos confirmados, 2.792 recuperados, 46 óbitos e 31 casos ativos.
Triunfo registrou 1 novo caso positivo. O município conta com 940 casos confirmados, 892 recuperados, 27 óbitos e 21 casos ativos.
Tuparetama registrou 1 caso recuperado. O município conta com 581 casos confirmados, 546 recuperados, 26 óbitos e 9 casos ativos da doença.
Por André Luis O Plenário do Senado aprovou, em votação simbólica, nesta segunda-feira (2), o projeto de lei (PL) 2.685/2022, que cria o Programa Emergencial Desenrola Brasil, para refinanciamento de dívidas pessoais. O projeto, do deputado Elmar Nascimento (União-BA), incorpora a medida provisória que criou o programa (MP 1.176/2023). O Programa Desenrola Brasil vai permitir […]
O Plenário do Senado aprovou, em votação simbólica, nesta segunda-feira (2), o projeto de lei (PL) 2.685/2022, que cria o Programa Emergencial Desenrola Brasil, para refinanciamento de dívidas pessoais.
O projeto, do deputado Elmar Nascimento (União-BA), incorpora a medida provisória que criou o programa (MP 1.176/2023).
O Programa Desenrola Brasil vai permitir que pessoas com dívidas de até R$ 5 mil contraídas até 31 de dezembro de 2022 possam renegociar seus débitos com condições especiais. Os descontos podem chegar a 90% do valor total da dívida, com prazo de pagamento de até 10 anos.
O programa também estabelece normas que facilitam o acesso ao crédito e diminuem a inadimplência e o superendividamento. Entre as medidas estão a redução dos juros do rotativo e do parcelado do cartão de crédito, e a proibição de cobrança de juros sobre juros.
“O objetivo do programa é ajudar as famílias brasileiras a sair do endividamento e retomar o acesso ao crédito”, disse o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado.
O projeto segue agora para sanção presidencial.
Principais pontos do programa
Destina-se a pessoas com dívidas de até R$ 5 mil contraídas até 31 de dezembro de 2022;
Oferece descontos de até 90% do valor total da dívida;
Prazo de pagamento de até 10 anos;
Diminui juros do rotativo e do parcelado do cartão de crédito;
Proíbe cobrança de juros sobre juros.
O programa é visto como uma solução para o endividamento de milhões de brasileiros. Segundo dados do Banco Central, o número de famílias endividadas no Brasil chegou a 65,1 milhões em junho de 2023, um aumento de 3,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Os descontos de até 90% do valor total da dívida podem ajudar muitas famílias a quitar seus débitos e sair do vermelho. O prazo de pagamento de até 10 anos também é um benefício importante, pois dá às famílias mais tempo para se organizar financeiramente.
A redução dos juros do rotativo e do parcelado do cartão de crédito também é uma medida importante para combater o endividamento. A cobrança de juros sobre juros, conhecida como “juros compostos”, é uma prática abusiva que pode levar as famílias a um ciclo de dívidas cada vez mais difícil de sair.
O Programa Desenrola Brasil é uma importante iniciativa do governo federal para ajudar as famílias brasileiras a melhorar sua situação financeira. A aprovação do programa pelo Senado é um passo importante para que ele possa beneficiar milhões de brasileiros.
O vereador afogadense Edson Henrique é mais uma personalidade pública vítima do chamado “golpe do WhatsApp” que vem sendo aplicado no Brasil. Nesta terça-feira (27), o parlamentar denunciou que golpistas estão usando sua imagem para pedir dinheiro através do WhatsApp. Através do número (87) 98167-8567, o golpista entrou em contato com a mãe do vereador alegando ter […]
O vereador afogadense Edson Henrique é mais uma personalidade pública vítima do chamado “golpe do WhatsApp” que vem sendo aplicado no Brasil.
Nesta terça-feira (27), o parlamentar denunciou que golpistas estão usando sua imagem para pedir dinheiro através do WhatsApp.
Através do número (87) 98167-8567, o golpista entrou em contato com a mãe do vereador alegando ter mudado de número. Ele diz que sua conta foi bloqueada pelo banco e precisa pagar um valor com urgência, mesmo modus operandi que vem sendo utilizado há algum tempo.
Um detalhe importante é que o estelionatário informa a conta bancária e o CPF de uma terceira pessoa envolvida para recebimento das transferências. A conta é PicPay e está em nome de Mirian Bezerra da Silva. “Eu já informei ao policiamento e o delegado está tomando as medidas cabíveis”, informou Edson Henrique ao blog.
Além de políticos, os golpistas têm ampliado o leque de vítimas na região. Até o delegado de polícia de Serra Talhada, Alexandre Barros, foi vítima dos criminosos. Usando a foto e o nome do delegado, estelionatários realizaram diversas tentativas de compras via delivery nos últimos dias. Além dele, outra delegada com atuação na cidade também foi vítima dos criminosos. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o caso.
Do Correio Braziliense Após passar o ano em um “inferno astral”, imersa na pior crise econômica das últimas duas décadas e pressionada politicamente, a presidente Dilma Rousseff não conseguirá descanso nem no fim do ano. Pela primeira vez desde que assumiu o Planalto, em 2011, a petista não vai tirar folga em dezembro, como fez […]
Após passar o ano em um “inferno astral”, imersa na pior crise econômica das últimas duas décadas e pressionada politicamente, a presidente Dilma Rousseff não conseguirá descanso nem no fim do ano. Pela primeira vez desde que assumiu o Planalto, em 2011, a petista não vai tirar folga em dezembro, como fez nos últimos anos, e na segunda-feira já estará de volta a Brasília para se reunir com a equipe.
O objetivo é apresentar medidas econômicas no início do ano que vem, após a troca de ministros da Fazenda, de onde saiu Joaquim Levy para dar lugar a Nelson Barbosa, e do Planejamento, assumido por Valdir Simão. Especialistas analisam que tirar folga poderia aliviar a tensão à qual a presidente acabou exposta neste ano.
Dilma viajou na quarta-feira para Porto Alegre para passar o Natal com a família. A filha da presidente, Paula Rousseff, está grávida do segundo filho, que deve nascer nos próximos dias Na segunda, no entanto, Dilma tem reunião marcada com a equipe econômica e ministros do núcleo duro para definir de três a quatro eixos das medidas que pretende apresentar ao Congresso no início de 2016. Nenhuma outra viagem da presidente está prevista.
Na reta final de 2015, a presidente ganhou um respiro com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular o rito do impeachment conduzido até então na Câmara dos Deputados, mas ainda não se livrou do pedido de impedimento. O primeiro trimestre do ano que vem promete ser conturbado.
Nos anos anteriores, Dilma costumava aproveitar a folga do Natal para descansar até os primeiros dias de janeiro. Desde que assumiu o governo, Dilma tira alguns dias de férias no fim do ano, em Aratu, na Bahia. Em 2011, a presidente viajou à Praia de Inema, na base aérea, e ficou do dia 26 até 8 de janeiro. Nos outros, repetiu o comportamento. Em 2013, em 2 de janeiro, Dilma chegou a ser alvo de protesto de quilombolas. No mesmo ano, ela teve de interromper o descanso por um dia para visitar a cidade de Governador Valadares (MG), que havia sido inundada.
Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso também tinham o costume de tirar férias no mesmo período. Lula também costumava ir a Aratu. Em 2010, o ex-presidente chegou a ser fotografado levando um isopor na cabeça em uma das praias do local.
Diferentemente de Dilma, que todo ano vai a Aratu, Lula variou um pouco mais seus destinos. Ele chegou a visitar Fernando de Noronha e o Guarujá. Já FHC não passava o descanso em Aratu. Mas fazia questão de tirá-lo e o fez mesmo em meio a uma reforma, em 1999, quando foi a Praia do Saco, em Sergipe.
Do Uol Único grande partido de oposição à presidente Dilma Rousseff que ainda não se definiu em relação ao impeachment, o PSB, que conta com uma bancada de 36 deputados federais, viu sua divisão interna se agravar com o início do acolhimento do processo de afastamento da petista no Congresso. Enquanto a bancada na Câmara […]
Segundo Carlo Siqueira, presidente do PSB, não há consenso na sigla sobre o tema
Do Uol
Único grande partido de oposição à presidente Dilma Rousseff que ainda não se definiu em relação ao impeachment, o PSB, que conta com uma bancada de 36 deputados federais, viu sua divisão interna se agravar com o início do acolhimento do processo de afastamento da petista no Congresso.
Enquanto a bancada na Câmara apoia majoritariamente a petição de impedimento assinada pelos juristas Miguel Reale Jr. e Hélio Bicudo, a maioria dos governadores, senadores e dirigentes da legenda que atuam em movimentos sociais se posiciona contra a medida.
O PSB esteve na área de influência do PT até 2013, quando rompeu com a presidente Dilma Rousseff e lançou o então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como candidato à Presidência. Após a morte dele no ano passado em um acidente aéreo durante a campanha presidencial e, na sequência, a derrota da ex-ministra Marina Silva, sua sucessora, no 1º turno da disputa, a legenda deu apoio ao senador tucano Aécio Neves (MG) no 2º turno.
Mesmo sem uma liderança nacional, líderes do PSB afirmam que a legenda não quer mais ser linha auxiliar porque hoje o partido busca protagonismo como terceira via à polarização entre PT e PSDB.
Por isso, a legenda resiste em embarcar no discurso pró-impeachment capitaneado pelo PSDB de Aécio. A mesma razão faz com que parte do partido se negue também a apoiar o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em seu projeto presidencial. O tucano paulista recebeu a sinalização de que poderia contar com a sigla caso não consiga se lançar candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB.
Palavra final
Diante do impasse sobre o afastamento de Dilma, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, costurou um acordo pelo qual a palavra final sobre o impeachment será da direção nacional executiva do partido, que está dividida ao meio. “O debate está em suspenso. Fechamos o ano sem uma definição clara. Há uma certa simpatia na Câmara, mas no Senado (o impeachment) encontra resistência”, avaliou Siqueira.
Os quatro deputados indicados pelo PSB para a Comissão Especial que avaliará o impedimento após o recesso parlamentar, em fevereiro, se comprometeram a acatar a decisão do comando partidário. São eles Fernando Bezerra Filho (PE), Tadeu Alencar (PE), Danilo Fortes (CE) e Bebeto (BA).
Ponta do lápis
Segundo cálculo da cúpula pessebista, 28 dos 36 deputados apoiam o pedido de afastamento da presidente que tramita na Câmara.
Os que se posicionam contra – caso da deputada Luiza Erundina, por exemplo – integram a ala mais “à esquerda” do PSB.
Em caráter reservado, parlamentares pró-impeachment alegam que estão sendo pressionados por suas bases e temem não eleger seus aliados em 2016 ou renovar o próprio mandato em 2018.
O mesmo levantamento informal prevê que pelo menos 5 dos 7 sete senadores do PSB rechaçam a tese do impedimento de Dilma Rousseff. A bancada chegou a discutir pelo WhatsApp a ideia de lançar um documento com o argumento de que a impopularidade não justifica o impedimento.
Consenso. Já entre os três governadores do PSB – Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE) -, há consenso contra o impeachment. “Da maneira como o processo está sendo levado pelo Eduardo Cunha (presidente da Câmara dos Deputados), ele está fadado a não ter legitimidade”, disse ao Estado Paulo Câmara (mais informações na entrevista abaixo).
Crítico enfático do movimento pelo impeachment, Coutinho reconhece que o PSB vive hoje um dilema. “O PSB, como os demais partidos do Brasil, passa por uma crise de rumo”, afirmou o governador da Paraíba.
Câmara e Coutinho também criticam a estratégia da oposição na Câmara, sobretudo do PSDB, ao longo de 2015. “A oposição não construiu um norte. A população não reconhece a devida legitimidade na oposição”, declarou Coutinho em entrevista recente à TV Estadão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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