Mesmo dois meses após pleito, Patriota anuncia festa para eleição em Afogados
Por André Luis
Momento não é bom, dado aumento no número de casos de Covid no município
Praticamente dois meses após sua eleição para Deputado Estadual, dizendo que quer comemorar, o estadual eleito José Patriota está anunciando uma “Festa da Vitória” em Afogados da Ingazeira.
A concentração será no início da Avenida Rio Branco, a partir das 20h. A animação ficará por conta do Trio Elétrico Cygnus e o cantor Lipe Lucena.
Chama a atenção o fato de que ninguém estava mais invocando a necessidade de realização de festa comemorativa a essa altura do campeonato. Registre-se, não há vedação a esse tipo de evento, mas uma preocupação hoje tem nome: o aumento de casos de Covid no município.
Patriota conseguiu o assento na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) com 43.586 votos, tendo obtido votos em 83% dos municípios pernambucanos. Em Afogados da Ingazeira, cidade onde ele exerceu dois mandatos de prefeito, foram 11.994 votos, recorde na cidade.
“Essa festa é uma grande celebração de toda a jornada que tivemos, junto de pessoas queridas. Sou muito grato ao povo afogadense, do Pajeú e de todo Pernambuco. Na Alepe, procurarei seguir minha trajetória de trabalho para o desenvolvimento do estado, e melhorar a vida das pessoas que mais precisam”, afirmou José Patriota.
Será creditado nesta sexta-feira, 29 de janeiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3.º decêndio do mês de janeiro de 2016 que será de R$ R$ 2.478.432.304,46, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais […]
Será creditado nesta sexta-feira, 29 de janeiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3.º decêndio do mês de janeiro de 2016 que será de R$ R$ 2.478.432.304,46, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Em valores brutos, isto é, incluindo a retenção do Fundo, o montante é de R$ 3.098.040.380,58. Se compararmos com o segundo decêndio de janeiro de 2015, o valor atual caiu 2,78%, isso em termos brutos e reais.
Se somados os valores dos três decêndios e do repasse extra do presente mês, nominalmente, o fundo atingiu o montante de R$ 7,098 bilhões frente aos R$ 8,131 bilhões mesmo período de 2015.
Isso representa uma queda nominal de 12,71% e uma queda real ainda mais expressiva: 20,15%. É importante ressaltar que a queda nominal do fundo é extremamente prejudicial aos gestores, pois reduz efetivamente o valor repassado aos Municípios já que apenas as prefeituras têm o ônus de lidar com a inflação.
O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares (DEM) anunciou que vai autorizar o processo licitatório para contratar a empresa responsável por construir a quadra coberta com vestiário para o município. O orçamento é de R$ 900 mil, fruto de emenda parlamentar do Deputado Efraim Filho. Os recursos já estão assegurados no orçamento para a execução […]
O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares (DEM) anunciou que vai autorizar o processo licitatório para contratar a empresa responsável por construir a quadra coberta com vestiário para o município.
O orçamento é de R$ 900 mil, fruto de emenda parlamentar do Deputado Efraim Filho. Os recursos já estão assegurados no orçamento para a execução da obra.
Mês passado, o prefeito esteve em Brasília com o Federal onde anunciou juntamente com o Estadual Wilson Filho mais de R$ 3 milhões em emendas para o ano de 2022.
Dentre as ações, a construção do Pátio de Eventos, calçamentos de ruas, iluminação em LED da cidade, construção de Academia da Saúde, aquisição de caminhão compactador de lixo. Ainda aquisição de instrumentos musicais para a Banda Pedro Viana, recursos para manutenção da saúde e equipamentos para escolas e creches municipais.
Vitória Magalhães relatou que estão tentando deixar o país em um trem Por André Luis A sertaneja Vitória Magalhães, seu filho Benjamin, de 3 anos, e o marido Juninho, ex-lateral-esquerdo do Salgueiro, ainda não conseguiram sair da Ucrânia. Eles ainda estão em Lviv, onde estavam abrigados em um hotel, mas decidiram, mais uma vez tentar […]
Vitória Magalhães relatou que estão tentando deixar o país em um trem
Por André Luis
A sertaneja Vitória Magalhães, seu filho Benjamin, de 3 anos, e o marido Juninho, ex-lateral-esquerdo do Salgueiro, ainda não conseguiram sair da Ucrânia.
Eles ainda estão em Lviv, onde estavam abrigados em um hotel, mas decidiram, mais uma vez tentar embarcar em um trem para sair do país.
Logo cedo, Juninho postou em seu perfil no Instagram que o carro enviado para pegá-los havia sofrido um acidente por causa das condições da pista.
Também no Instagram, a esposa de Juninho, Vitória Magalhães, relatou, mais uma vez, que estão precisando de ajuda para deixar a Ucrânia.
“Nós precisamos de ajuda, o grupo maior conseguiu sair, graças a Deus, estamos felizes por eles e outros brasileiros que conseguiram sair. Continuamos aqui, com medo, sem alternativa de sair seguros. Estamos com criança, machucados e cansados. A informação que temos é de permanecer no hotel, que trens estão dando prioridade às mulheres, crianças e idosos. As fronteiras estão impossíveis de passar a pé. Nos ajude a sair daqui e ir para casa. Estamos entrando em desespero novamente por esperar ajuda e elas não conseguirem chegar. Orem para conseguimos sair daqui hoje. Mais uma vez vamos agir por nós e vamos tentar entrar todos juntos no trem. As ajudas não conseguem chegar até a gente”, relatou.
Há cerca de 6h, Juninho voltou a informar em Instagram,que um funcionário da embaixada brasileira que havia sido designado para ajudá-los, foi convocado para a região de defesa dos conflitos.
Juninho tentou acha-lo mais cedo, mas devido ao grande número de pessoas na estação do trem não conseguiram.
“A gente já estava esperando o trem aqui, mas parece que foi cancelado. Teremos que esperar o próximo que parece que sai às 19h, porque o outro foi cancelado”, explicou Juninho.
Por Anchieta Santos Parte da pendenga entre o Governo Sebastião Dias e a empresa Construmáquinas pertencente à família do ex-prefeito Dinca Brandino foi resolvida ontem. Dois recibos nos valores de R$ 29 e R$ 28 mil reais foram assinados durante o Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM, pelo diretor da Construmáquinas Jose Edson Cristóvão […]
Parte da pendenga entre o Governo Sebastião Dias e a empresa Construmáquinas pertencente à família do ex-prefeito Dinca Brandino foi resolvida ontem.
Dois recibos nos valores de R$ 29 e R$ 28 mil reais foram assinados durante o Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM, pelo diretor da Construmáquinas Jose Edson Cristóvão de Carvalho Junior, filho do ex-prefeito Dinca, referentes ao pagamento de poços perfurados para a administração municipal durante a atual gestão.
Dinca mesmo tendo recebido o pagamento, se negava a assinar os recibos, alegando um débito de R$ 31 mil reais que a Prefeitura tinha com ele referente a reforma de 80% do Posto de Saúde SAT.
Ao assinar os recibos, Júnior de Dinca cobrou um gesto do Governo que alegava estar impedido de receber novos recursos do FEM.
Em nome do governo o Secretário Rubens Espindola de Planejamento foi a Rádio para receber a documentação, mais disse não ter condições de garantir um pagamento que depende da Secretaria de Saúde.
Por Magno Martins Quando garoto em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, adorava futebol. Não jogava bem, mas admirava quem tinha o domínio e a arte da bola. Ferroviário, Guarany e Bac eram times da elite do futebol do Sertão, celeiros de craques. Muitos jogadores já fizeram a última viagem. Outros, continuam cumprindo a sua […]
Quando garoto em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, adorava futebol. Não jogava bem, mas admirava quem tinha o domínio e a arte da bola.
Ferroviário, Guarany e Bac eram times da elite do futebol do Sertão, celeiros de craques. Muitos jogadores já fizeram a última viagem. Outros, continuam cumprindo a sua missão, resistindo a pegar o último pau-de-arara.
Serra-pau, que reencontrei na última vez que estive em Afogados, vivendo de um pequeno comércio na praça ao lado da Catedral, pertenceu à galáxia dos craques. Era zagueiro, beque central como a gente dizia na linguagem amatutada. Duro na queda, daqueles que praticavam a filosofia “do joelho para baixo, tudo é canela”.
Pertencia ao Ferroviário, contemporâneo de Colher de Pau, Clóvis de Dóia, Surrão, Biu de Zeca, Lulu Pantera e Antônio Martins. Além de bom atleta, Serra-pau jogava com paixão. Era tanto amor ao time que chorava diante de uma derrota. Bom caráter, leal, amigo e sem nenhum atributo contaminado pelo estrelismo.
Cansei de ver vê-lo chorar nos ombros do meu pai quando o Ferroviário perdia para o Guarany. Papai era presidente do time e as tertúlias do choro se davam na calçada de nossa casa onde hoje funciona o Banco do Brasil. Um casarão, tinha até um vasto salão para a equipe usar como espaço de concentração e vestuário.
Tempos bons. Nas vitórias do Ferroviário, papai agradava aos jogadores dando uns trocados, dinheiro que tirava do apurado da sua loja comercial sem prestar contas a mamãe, cuja firma estava registrada no seu nome. Papai enrolava, mas se dava mal. Quando ela descobria o “rombo” no caixa, braba como um leão, mamãe esbravejava, enquanto ele negava na maior cara de pau.
Papai era um comerciante de miudezas em geral muito bem sucedido em Afogados da Ingazeira. Mas jogou muito dinheiro pela janela na política – foi vereador por quatro mandatos e vice-prefeito – e no futebol. Seu “sócio” no poço sem fundo do Ferroviário era o juiz Virgílio Amaral, igualmente doente pelo time.
Serra de Pau é um símbolo de um passado impregnado nas memórias dos meus anos dourados. No espelho da vida, revejo mil rostos, alguns velhos, outros cansados, perdidos em passados distantes. Chego à conclusão que são pedaços de mim que flutuam no tempo, pássaros sem rumo e sem pouso, a buscar seus ninhos no céu da memória.
O jornalismo é feito de histórias e histórias são retratos do passado. Enquanto existir recordações fotográficas sentimentais, o tempo passado, para mim, não morrerá jamais. Hoje, posso dizer que a vida não pode ser rebobinada como uma fita. Cada personagem e cena têm o seu lugar na história. É só não descartar as emoções sentidas nem menosprezar as atitudes escolhidas. O tempo não cura as feridas. Elas ficam ali para que a gente sempre se lembre do que passou.
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