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Arcoverde: terreno abandonado em frente à prefeitura, denuncia PT

Por Nill Júnior

Em Arcoverde, o que antes era uma casa antiga, hoje passou a ser um terreno “abandonado”, sem isolamento para quem transita nas imediações.

O que chama a atenção é que esse terreno fica exatamente em frente a Prefeitura Municipal de Arcoverde.

O descaso está a mostra e foi denunciado pela conta do PT local. A água está acumulada provocando a proliferação de muriçocas e o Aedes aegypti (mosquito da dengue).

Não há mais calçada, obrigando as pessoas a transitarem pela Av. Arlindo Pacheco junto aos carros. E dificultando mais ainda a acessibilidade na nossa cidade. Se acontece nesse local, imaginem nos bairros periféricos de nossa cidade.

“A marca do prefeitura é Arcoverde não pode parar, mas o que estamos vendo é que literalmente parou em frente à Prefeitura Municipal de Arcoverde”, relata a conta.

Outras Notícias

Aluno da Escola Ana Melo representa Afogados em concurso estadual de leitura

Ascom/Rodrigo Lima A prática da leitura é fundamental para um melhor aprendizado. Quem cultiva esse hábito, além das experiências prazerosas inerentes à leitura, também tem um melhor desenvolvimento cognitivo. Não é a toa que a Prefeitura de Afogados desenvolve, ao longo dos anos, diversos projetos de incentivo à leitura nas salas da rede municipal de […]

Ascom/Rodrigo Lima

A prática da leitura é fundamental para um melhor aprendizado. Quem cultiva esse hábito, além das experiências prazerosas inerentes à leitura, também tem um melhor desenvolvimento cognitivo.

Não é a toa que a Prefeitura de Afogados desenvolve, ao longo dos anos, diversos projetos de incentivo à leitura nas salas da rede municipal de Educação. Todo esse trabalho culmina com a Feira Interativa de Literatura e Conhecimento – Filco, que este ano ocorrerá no mês de Agosto.

Nesta quarta (06), a Secretaria de Educação realizou a etapa municipal para selecionar o representante de Afogados da Ingazeira na 8ª edição do concurso estadual “Ler bem”, em parceria com a iniciativa privada, por intermédio da Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores.

Antes da seleção, cada escola realizou suas prévias, escolhendo os representantes de cada unidade educacional. O livro trabalhado nesta etapa foi “Chapeuzinho de couro”, do escritor Agostinho Ornellas. O vencedor foi o jovem Gustavo Oliveira, aluno do 4º ano da Escola Municipal Ana Melo. Os alunos participantes do concurso devem ter entre 9 e 10 anos.

O objetivo da iniciativa é desenvolver atividades que promovam a formação de jovens leitores, integrando escolas públicas municipais, educadores, gestores, pais e alunos. Gustavo agora irá representar Afogados nas etapas regionais do concurso, que deverão ocorrer em 31 de Julho (Semifinal), em Arcoverde; e a grande final no dia 04 de Outubro, ainda sem local definido.

A premiação incluiu kits com livros e jogos pedagógicos. Na semifinal, o representante de Afogados concorrerá com alunos de outros 22 municípios. “É muito gratificante ver o envolvimento dos professores, pais e alunos nesse processo, a alegria expressa nos rostos de todos eles. E sabendo que esse trabalho tem tido reflexo no aprendizado e nos resultados que a educação de Afogados vem obtendo nos diversos indicadores de qualidade do ensino, em Pernambuco e no Brasil,” destacou a Secretária de Educação de Afogados, Veratânia Moraes.

Bebê que esperou dias por leito de UTI morre após internação, em Pernambuco

Aylla Eloá morreu na Maternidade Brites de Albuquerque, em Olinda, na quarta-feira (1º). Por Pedro Alves/g1 PE A bebê Aylla Eloá, que no início de maio passou três dias à espera de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), morreu após mais de 20 dias internada. Segundo a mãe, a dona de casa Yngrid […]

Aylla Eloá morreu na Maternidade Brites de Albuquerque, em Olinda, na quarta-feira (1º).

Por Pedro Alves/g1 PE

A bebê Aylla Eloá, que no início de maio passou três dias à espera de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), morreu após mais de 20 dias internada. Segundo a mãe, a dona de casa Yngrid Conceição, a criança foi vítima de pneumonia séptica. A menina foi uma das mais de 90 crianças que, precisando de atendimento, tiveram que esperar por uma vaga.

Aylla foi internada na emergência de uma unidade básica de saúde em Peixinhos, em Olinda. Com pneumonia e quadro considerado grave, passou dois dias esperando por um leito de UTI, que só conseguiu na Maternidade Brites de Albuquerque, na mesma cidade, onde morreu, na quarta-feira (1º).

Durante a crise por causa da superlotação das UTIs, houve relato de bebê morto à espera de UTI e de aumento nos casos de doenças respiratórias.

“A demora foi tanta que o quadro só fez se agravar. Da UPA, levaram ela para o Barão de Lucena [Zona Oeste do Recife] para tirar um Raio-x. Voltou para a UPA e só no outro dia conseguiu vaga na Brites de Albuquerque. Sem se alimentar, sedada, só com uma bolsa de glicose e muitos antibióticos”, afirmou a mãe da criança.

Yngrid Conceição disse acreditar que a filha foi vítima de negligência em diversas etapas do tratamento, desde a demora por uma transferência até os últimos dias de vida.

“Ela foi intubada no Barão de Lucena, mas tiraram ela do oxigênio para transferir. Ela chegou roxa na Brites de Albuquerque. Reanimaram ela e ela passou 14 dias intubada. Depois, teve uma melhora e começaram a fazer o desmame do oxigênio e sedativo”, disse.

Quando pensou que a saúde da filha iria melhorar, Yngrid Conceição sofreu mais um baque, com a piora gradativa da bebê.

“Minha filha não tinha nenhum problema de saúde, e de repente apareceram vários. Eu acredito que tenha sido uma bactéria hospitalar. Demoraram muitos dias para dizer que ela tinha contraído a pneumonia. Diziam que iriam fazer uma traqueostomia, mas nunca faziam”, declarou.

PT e PSB fecham questão contra distritão defendido por Cunha

Do Estadão O embate entre os partidos e o presidente da Câmara dos Deputado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a reforma política começa a unir legendas opostas contra alguns dos principais pontos defendidos por ele. As bancadas do PT e do PSB decidiram, há pouco, que serão contra o “distritão” sustentado por Cunha e parte do […]

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Do Estadão

O embate entre os partidos e o presidente da Câmara dos Deputado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a reforma política começa a unir legendas opostas contra alguns dos principais pontos defendidos por ele. As bancadas do PT e do PSB decidiram, há pouco, que serão contra o “distritão” sustentado por Cunha e parte do PMDB. “Vamos colocar como primeiro ponto derrotar o distritão”, disse o vice-líder do PT, Henrique Fontana (RS), após reunião da bancada.

Com o distritão, os candidatos a deputado mais votados em cada Estado seriam eleitos, sem a transferência de voto dentro dos partidos ou voto de legenda nas eleições proporcionais. A crítica é que esse modelo, existente em poucos países – como o Afeganistão -, estimularia o personalismo, concentrado em candidatos famosos e com mais recursos para publicidade e enfraquecendo os partidos e a representação de minorias no Congresso.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) deixou a reunião de sua bancada criticando a postura do presidente da Câmara, a quem fez oposição durante a eleição da Mesa Diretora. “Estamos cheios de propostas de reforma que têm dono aqui na Câmara e temos de acabar com isso. Acham que (a reforma como sugere Cunha) é boa para a sociedade, mas não é”, disse.

O vice-líder do PT foi mais duro nas críticas a Cunha, após a decisão do presidente de dissolver a comissão especial que debatia a reforma e elaborava um relatório para, somente após a decisão colegiada, colocar as propostas de mudanças no sistema eleitoral em pauta no plenário.

“Nós vamos exigir o cumprimento integral do regimento, porque ninguém pode discutir o futuro da democracia com o trator ligado. O demonstrativo de ontem foi muito negativo. A postura do presidente de impedir a comissão de votar é lamentável, é uma espécie de uso excessivo da força. Não há dúvidas de que foi uma violência regimental, no mínimo”, considerou Fontana.

Segundo Delgado, a articulação conduzida por Cunha e o relator da reforma em plenário, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está se pautando por “assédio” aos partidos pequenos para conseguir aprovar o distritão.

Quem não ama sua terra, não tem razão de viver

Por Magno Martins, jornalista Minha Afogados da Ingazeira, aquele retratinho preto & branco dolorido de saudade na parede dos anos dourados, entre veredas de terras eucledianas, a 386 km do Recife, está em festa hoje. Com pandemia, o povo não encherá suas ruas, becos e esquinas para comemorar 111 anos do grito de libertação, o brado […]

Por Magno Martins, jornalista

Minha Afogados da Ingazeira, aquele retratinho preto & branco dolorido de saudade na parede dos anos dourados, entre veredas de terras eucledianas, a 386 km do Recife, está em festa hoje.

Com pandemia, o povo não encherá suas ruas, becos e esquinas para comemorar 111 anos do grito de libertação, o brado do nosso Ipiranga às margens do seco, poético, misterioso e lendário Rio Pajeú, de mil histórias, de mil versos, de mil poemas apaixonados.

Honra a terra em que nascestes, ouvi a vida inteira  esse lema de ensinamento da não traição dos meus pais Gastão e Margarida, ébrios de amor pela nossa pátria. Era como se fosse lei escrita de próprio punho nas tábuas de Moisés, no canto de Salomão. Nunca conheci sertanejos tão autênticos e varonis. Se a independência de Afogados prescindisse de uma guerra, lá estariam armados até os dentes, em defesa da nossa bandeira simbolizada agora pela coruja do futebol arte, que com uma varinha mágica nos deixou gigantes nacionais quando éramos anões retirantes.

Nossa guerra é o combate à seca, as desigualdades, as injustiças sociais, permanentemente, dia após dia.
Olhai os lírios dos campos, olhai as florestas sertanejas, que também querem saudar a princesinha aniversariante do Pajeú. Em tempos de devastação da caatinga, da ameaça de viver num deserto de poesia, recorro a Sebastião Dias. “Use as mãos, mude uma planta, regue o chão, faça um pomar, ouça a voz do passarinho, a floresta quer chorar”. Eis um canto belo, um berro em voz ardente musical que rompe fronteiras na voz de Fagner e Zé Ramalho, de Alcymar Monteiro, Maciel Melo e tantos cantadores de alma sertaneja.

Olhai o canto imortal de Rogaciano Leite, feliz de vir ao mundo na data do resgate cívico da nossa Afogados. Se vivo fosse, o papa da poesia, nascido na beira do braço do Pajeú que floresce no reino encantado de Itapetim, faria hoje seu comentário. Sou do Pajeú das flores, tenho razão de cantar”, rimou ele.

A felicidade é abstrata, mas a conheci real em minha terra natal. Pelas suas veredas, pelas suas calçadas, joguei pião, fiz adivinhações, dancei quadrilha, ouvi cantorias, conheci e me apaixonei pela primeira saia, botei pirulito na boca escondido do meu pai, roguei preces a Deus em frente à Catedral, nas novenas e nas procissões. Quem há que não goste da terra natal, do lar amoroso, e aonde nasceu? Tão lindas aldeias que lembram o céu, berços bravos que não saem da memória!

Papai também dizia: “Amas a tua terra natal, pois dela tú saistes e a ela poderás retornar como filho amado”. Velho sabido! Ainda hoje, ele agora com 98 anos, estufa o peito e diz: “Minha cidade é linda, céu azul não tem igual. Amo Afogados, minha terra natal”.

É por isso que, filho amado e obediente, andarilho do mundo pelas asas do jornalismo, canto e declamo por onde ando:

Você sabe de onde eu venho? Venho da terra do Bom Jesus dos Remédios, de engenhos e casas de taipa. Das matas, da terra vermelha, de carnavais com boi de Hermes. Venho das serras e colinas, das bandas do Pajeú, de violas e repentes. Venho das margens de um Rio que jorra poesia, que deu nome à minha terra arrastando para o túmulo um casal em lua de mel.

De onde venho, nunca esqueço jamais. Venho dos velhos e verdes campos que viraram chamas ardentes pelo fogo da seca. Venho do canto dos bravos guerreiros da viola. O meu canto é o canto rimado da minha gente sofrida.

Viva Afogados da Ingazeira!

Atendimento e Adutora em Brejinho: Compesa emite nota

A Compesa esclarece que o município de Brejinho faz parte da Gerência Alto do Pajéu, que compreende 13 municípios e cuja sede fica em Afogados da Ingazeira. Mas o município, assim como os demais da regional, conta com a presença física de representantes da Companhia. Temporariamente, o atendimento presencial na loja de atendimento de Brejinho […]

A Compesa esclarece que o município de Brejinho faz parte da Gerência Alto do Pajéu, que compreende 13 municípios e cuja sede fica em Afogados da Ingazeira.

Mas o município, assim como os demais da regional, conta com a presença física de representantes da Companhia.

Temporariamente, o atendimento presencial na loja de atendimento de Brejinho está ocorrendo uma vez por semana em função da necessidade do colaborador dar suporte à loja de São José do Egito, que está com funcionários afastados após diagnóstico de Covid-19.

Porém é importante destacar que, em tempos de agravamento da pandemia, onde a recomendação é que a população fique em casa e saia apenas quando estritamente necessário, a Compesa reforçou seus canais de atendimento digitais que estão 24 horas a serviço dos cidadãos para resolver quaisquer questões referentes aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário: o 0800081019, a loja virtual que pode ser acessado no endereço www.compesa.com.br e ainda o aplicativo Compesa Mobile.

Por fim, vale destacar que a Compesa trabalha com afinco para ampliar a oferta de água em Brejinho. Todos os esforços e dedicação estão sendo feitos, no sentido de dar funcionalidade às tubulações recentemente assentadas e que serão interligadas ao Sistema Adutor do Pajeú.

A Companhia aguarda a chegada do material para iniciar de imediato a obra de construção da nova estação elevatória, atendendo recomendação do Governo do Estado, com o objetivo de resolver, em definitivo, a questão do abastecimento no município.