A atuação do Ministro da Defesa pernambucano José Múcio Monteiro só não é mais questionada que a de Ibaneis Rocha e Anderson Torres.
Leve nas declarações com os acampamentos golpistas em frente aos quarteis, não teve peito e ainda quis fazer média com Bolsonaro e os acampados, chegando a quase defendê-los, os taxando de “pacíficos”.
Múcio não foi capaz de avaliar a periculosidade dos golpistas. É parte da culpa pelo que vimos ontem.
Diante da invasão de palácios dos Três Poderes neste domingo, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) criticaram a postura do novo ministro da Defesa, que classificam como “fraca”.
Na avaliação de magistrados, Múcio não agiu para desmobilizar acampamentos nas frentes de instalações militares que pregam um golpe no país.
Nas redes sociais, muitos têm pedido sua exoneração, por falta de liderança e, consequentemente, condições de liderar o combate ao golpismo instalado no país. Para muitos, deveria poupar Lula e pedir exoneração.
*Por Inácio Feitosa Com mais de 85% dos municípios brasileiros integrados a algum consórcio público, o modelo de cooperação intermunicipal já se consolidou como um dos caminhos mais eficientes para enfrentar desafios estruturais da gestão pública. Em um cenário de demandas crescentes e recursos limitados, os consórcios surgem como alternativa capaz de ampliar serviços, reduzir […]
Com mais de 85% dos municípios brasileiros integrados a algum consórcio público, o modelo de cooperação intermunicipal já se consolidou como um dos caminhos mais eficientes para enfrentar desafios estruturais da gestão pública. Em um cenário de demandas crescentes e recursos limitados, os consórcios surgem como alternativa capaz de ampliar serviços, reduzir custos e oferecer soluções que, isoladamente, seriam inviáveis para a grande maioria das cidades.
Regulamentados pela Lei nº 11.107/2005, eles permitem que municípios unam esforços para áreas como saúde, resíduos sólidos, saneamento básico, meio ambiente, turismo, compras compartilhadas e desenvolvimento regional. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o país conta atualmente com 723 consórcios ativos, reunindo 4.783 cidades — um dado que traduz a força e a maturidade do modelo. É nesse contexto que ganha destaque a figura do chamado “superprefeito”, o gestor eleito pelos demais chefes do Executivo para representar institucionalmente o consórcio e conduzir projetos que ultrapassam os limites geográficos de seu município.
Presidir ou dirigir um consórcio público é muito mais do que assumir uma função administrativa. É coordenar interesses políticos, técnicos e operacionais de múltiplas cidades, todas com necessidades e capacidades distintas. A tarefa, muitas vezes extenuante, exige habilidade de negociação, firmeza decisória, gestão de conflitos e visão regional. Os presidentes e diretores executivos desses arranjos lidam com pressões constantes por resultados, mantêm articulação com governos estaduais e federal, dialogam com órgãos de controle e administram uma estrutura que precisa funcionar com eficiência e transparência. A entrega de resultados — e, sobretudo, a manutenção da coesão entre os municípios consorciados — depende da compreensão de que o sucesso do consórcio exige apoio político, corresponsabilidade e confiança mútua entre os prefeitos participantes.
A formação de um consórcio começa pelo protocolo de intenções, documento que estabelece regras, objetivos e responsabilidades. Cada município precisa aprovar esse protocolo por meio de lei específica, garantindo segurança jurídica ao arranjo. Somente após essa etapa é celebrado o contrato do consórcio e eleita a sua liderança. Esse processo evidencia que os consórcios não são estruturas improvisadas, mas organizações planejadas, com governança própria e sustentação legal sólida.
Na prática, os consórcios avançam de maneira mais consistente em áreas onde os municípios enfrentam maiores limitações individuais, especialmente na saúde. Unidades regionais, contratação conjunta de especialistas, aquisição de equipamentos e organização de redes de atendimento transformaram a realidade de regiões inteiras. Cidades que antes não tinham acesso a exames de alta complexidade passaram a contar com serviços integrados, diminuindo filas, ampliando diagnósticos e fortalecendo o SUS. Além da saúde, áreas como meio ambiente, resíduos sólidos, turismo, agricultura e segurança pública também registram avanço expressivo dentro do modelo.
Os resultados são mensuráveis. Estudos indicam que municípios consorciados podem reduzir em até 5% suas despesas correntes per capita, sem prejuízo da qualidade dos serviços. A economia de escala gerada pelas compras compartilhadas, a otimização de equipes técnicas e a eliminação de duplicidades contratuais fortalecem a capacidade do poder público de investir melhor e entregar mais. Em muitas regiões, a formação de consórcios permitiu que pequenas cidades alcançassem padrões de gestão que antes eram possíveis apenas em grandes centros urbanos.
Esse avanço, entretanto, exige capacitação constante dos gestores. Para atender essa demanda, o Instituto Igeduc realizará no Recife um curso executivo sobre consórcios públicos, reunindo especialistas nacionais para discutir modelo jurídico, governança, sustentabilidade financeira, prestação de contas e desafios operacionais. A proposta é preparar prefeitos, secretários e equipes técnicas para liderarem arranjos cooperativos com eficiência e responsabilidade, fortalecendo ainda mais esse instrumento de desenvolvimento regional.
O “superprefeito” não é alguém com superpoderes, mas um gestor com visão ampliada, capaz de perceber que administrar uma cidade hoje significa compreender que problemas, soluções e oportunidades não respeitam fronteiras municipais. Os consórcios públicos representam essa nova lógica: colaborativa, técnica, econômica e orientada a resultados. Com quase todos os municípios brasileiros já integrados a algum arranjo cooperativo, o futuro da gestão pública no país é, inevitavelmente, interligado — e cresce na velocidade em que prefeitos entendem que, juntos, avançam mais.
*Inácio Feitosa é advogado, escritor e Fundador do Instituto IGEDUC ([email protected]).
O blog do Finfa publicou na manhã desta quarta-feira (29.01), que o ex-prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, confirmou em uma conversa com o blogueiro, que volta a disputar a Prefeitura do município nas eleições de outubro próximo. Finfa também diz que Luciano confessou que o pré-candidato a vice, deverá ser um dos vereadores da base […]
O blog do Finfa publicou na manhã desta quarta-feira (29.01), que o ex-prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, confirmou em uma conversa com o blogueiro, que volta a disputar a Prefeitura do município nas eleições de outubro próximo.
Finfa também diz que Luciano confessou que o pré-candidato a vice, deverá ser um dos vereadores da base governista e que está tudo acertado com o prefeito Lino Morais.
Ainda segundo Finfa, o anúncio acontecerá na Rádio Pajeú, em cadeia com as Rádios Cidade FM, de Tabira e Ingazeira FM.
O deputado federal Ricardo Teobaldo (PE) foi reeleito para liderar a bancada federal do Podemos. O parlamentar seguirá como líder do partido pelo próximo ano, depois de assumir a liderança da legenda em agosto de 2017. Essa não é a primeira função de destaque ocupada por Teobaldo no primeiro mandato que exerce na Câmara Federal. […]
O deputado federal Ricardo Teobaldo (PE) foi reeleito para liderar a bancada federal do Podemos.
O parlamentar seguirá como líder do partido pelo próximo ano, depois de assumir a liderança da legenda em agosto de 2017.
Essa não é a primeira função de destaque ocupada por Teobaldo no primeiro mandato que exerce na Câmara Federal. Em 2016 ele assumiu a relatoria da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO, dentro da Comissão Mista de Orçamento.
A presidente nacional da sigla, a deputada federal Renata Abreu (SP), destaca o poder conciliador de Teobaldo. “Ricardo é um líder nato e conduz todos os processos com muita transparência e habilidade política. Isso garantiu ao Podemos uma maior unidade e a Teobaldo sua continuidade na liderança do partido. O crescimento do Podemos passa pela liderança de Ricardo Teobaldo a frente da nossa bancada”, frisou.
Para o senador Álvaro Dias (PR) a musculatura que o Podemos tem adquirido na Câmara dos Deputados também é fruto da liderança de Ricardo Teobaldo. “Ricardo é um grande quadro do Podemos. Articulado, competente, ele tem garantido a unidade e as conquistas da nossa bancada na Câmara”, ressaltou o senador.
Norma instituída por Obama após massacre em Sandy Hook impedia 75 mil pessoas com transtornos mentais de adquirir armas de fogo. Mudança depende agora de assinatura de Donald Trump. Do G1 O senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta (15) a suspensão de uma norma da era Obama que impedia que 75 mil pessoas com […]
Norma instituída por Obama após massacre em Sandy Hook impedia 75 mil pessoas com transtornos mentais de adquirir armas de fogo. Mudança depende agora de assinatura de Donald Trump.
Do G1
O senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta (15) a suspensão de uma norma da era Obama que impedia que 75 mil pessoas com problemas mentais comprassem armas de fogo. A medida será agora encaminhada ao presidente Donald Trump, que deve assinar sua aprovação.
A norma foi criada por Obama em 2012, após o tiroteio na escola Sandy Hook, em Newtown, Connecticut. Na ocasião, Adam Lanza, um jovem de 20 anos com diversos distúrbios, incluindo síndrome de Asperger e transtorno obsessivo compulsivo, matou sua mãe em casa, antes de se dirigir à escola e assassinar 20 alunos e seis funcionários e cometer suicídio.
A norma ampliava a checagem de antecedentes e dificultava a compra de armas por pessoas que tem distúrbios mentais e cujos bens e benefícios são administrados por outra pessoa.
Segundo os senadores que defenderam a suspensão da norma, ela ampliava o estigma sobre pessoas com problemas mentais. O senador republicano Charles Grassley, de Iowa, disse ainda que a medida infringia o direito constitucional dessas pessoas de portar armas.
Os senadores da bancada republicana contaram com o apoio da National Rifle Association, segundo a agência Associated Press, e colocaram a medida em votação como parte de um projeto que visa derrubar uma série de medidas instituídas durante a administração Obama.
A suspensão foi aprovada por 57 votos a favor e 43 contra e foi criticada por senadores democratas, como Chris Murphy, de Connecticut. Ele disse que não sabia como explicaria a seus eleitores que o Congresso estava tornando mais fácil em vez de mais difícil que pessoas com doenças mentais tenham acesso a armas. “Se você não consegue gerenciar suas próprias finanças, como podemos esperar que você seja o portador responsável de uma arma de fogo perigosa e letal?”, questionou.
Motociclistas e mototaxistas de Tuparetama realizaram na tarde desse sábado, 8 de agosto, um buzinaço pelas ruas da cidade e uma campanha para abaixo-assinado. O registro foi do blogueiro Marcelo Patriota. Eles cobraram medidas imediatas das autoridades na repressão dos assaltos e furtos que vêm ocorrendo de forma crescente nos últimos dias. A cidade, que […]
Motociclistas e mototaxistas de Tuparetama realizaram na tarde desse sábado, 8 de agosto, um buzinaço pelas ruas da cidade e uma campanha para abaixo-assinado. O registro foi do blogueiro Marcelo Patriota.
Eles cobraram medidas imediatas das autoridades na repressão dos assaltos e furtos que vêm ocorrendo de forma crescente nos últimos dias.
A cidade, que já foi pacata e sem registro de violência, tornou-se uma “terra sem lei” no tocante a furtos, dizem os reclamante.
Moradores cobram uma resposta das polícias na ação preventiva e na investigação dos assaltos contra donos de motos no município. Somente nessa semana, cinco ocorrências foram registradas.
“Os assaltos ocorrem à luz do dia. Mototaxistas estão abandonando suas atividades após as 19h e a partir desse horário Tuparetama entra em estado de sítio, ninguém mais sai com motos pra lugar algum.”
O principal apelo do buzinaço de ontem e do abaixo-assinado é para que a SDS através do 23° e da inteligência da Polícia Militar e a Polícia Civil montem maior esforço no sentido de tentar restabelecer a paz e a segurança na cidade, identificando os criminosos.
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