João Henrique, ex-goleiro do Afogados morre após ser atropelado por ônibus no Recife
Por André Luis
João Henrique Pedrosa de Lucena, goleiro do Íbis, morreu na tarde desse domingo (24), no Hospital da Restauração após ter sido vítima de atropelamento por um ônibus, quando ia para o treino de bicicleta. João tinha 21 anos e estava em coma na unidade de saúde desde a última sexta-feira (22), dia do acidente.
O acidente aconteceu na Avenida Sul, área central do Recife.
Além de João, um colega dele que estava na mesma bicicleta também foi levado para o HR em estado grave. Segundo informações, o goleiro faleceu por conta do traumatismo craniano provocado pelo impacto do acidente.
João participou do elenco do Afogados da Ingazeira Futebol Clube, que disputou a Série A2 em 2015. Em seu site o time da “Coruja” publicou uma nota de pesar pelo falecimento de João Henrique; leia a nota:
O Afogados da Ingazeira Futebol Clube lamenta a morte do ex-jogador do clube, João Henrique. O goleiro fez parte do elenco Tricolor em 2015, na disputa do Campeonato Pernambucano A2.
João Henrique morreu na tarde deste domingo, em um hospital de Recife, após ser vítima de atropelamento, ocorrido no sábado, quando se dirigia para treinar.
O goleiro, defendeu as cores do Tricolor do Sertão na disputa da Série A2 de 2015, sendo reserva, mas atuando no primeiro jogo da semifinal, contra o Vitória das Tabocas.
Deixamos nossas mais sinceras condolências à família e amigos por esta inestimável perda.
APMAI E SISMAP prometem continuar luta por direitos dos servidores. Por André Luis A presidente da Associação dos Professores de Afogados da Ingazeira (APMAI), Leila Albuquerque e o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais (Sismap), José Barbosa, foram os convidados do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú desta quinta-feira (19). Eles participaram da série […]
APMAI E SISMAP prometem continuar luta por direitos dos servidores.
Por André Luis
A presidente da Associação dos Professores de Afogados da Ingazeira (APMAI), Leila Albuquerque e o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais (Sismap), José Barbosa, foram os convidados do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú desta quinta-feira (19).
Eles participaram da série de entrevistas que o programa tem promovido, escutando entidades de classe, sindicatos, sociedade civil organizada e órgãos, que avaliam o pleito eleitoral de 2020 e contam quais as expectativas, tanto para a gestão de Sandrinho Palmeira no comando da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, como da nova Câmara de Vereadores.
Os dois garantiram que continuarão lutando pelos direitos de suas classes. Leila, por exemplo, avisou aos vereadores eleitos que eles já assumem com uma batata quente nas mãos, que o caso da votação do reajuste dos professores.
Na primeira sessão do próximo ano, vamos lotar a Câmara e não vamos permitir que se vote nenhum projeto antes do nosso, que está naquela casa desde março deste ano”, prometeu.
Leila também disse esperar que a gestão de Sandrinho seja democrática. “Ele sempre ouviu a gente, mas não podia fazer algo, eu acho, porque não era o prefeito, era um mediador e agora ele será a pessoa que vai tomar as decisões”, disse Leila.
Ela também revelou que votou em Sandrinho e que foi muito criticada por isso e até humilhada. “Eu votei porque resolvi dar mais uma chance. Eu acredito que ele vai fazer, que vai ter um olhar diferenciado para as questões dos professores municipais. Mas pode ter certeza que vou cobrar e tendo votado, vou poder cobrar ainda mais”, revelou Leila.
Já Barbosa, lembou que pessoas que fazem a luta em defesa dos servidores, costumas ser esperançosas acima do comum, das demais pessoas.
“Então, independentemente de ter sido eleito Sandrinho, Zé Negão ou Capitão Sidney, nós do sindicato temos o dever de discutir com os servidores e trazer as propostas para o prefeito. Temos esperança de que consigamos resolver as demandas dos servidores já a partir do próximo ano. Sabemos serem muitas questões, sabemos das dificuldades que existem em todos os gestores, mas queremos que ele decida, porque ele vai ser o prefeito”, destacou Barbosa.
Ele disse esperar que o plano de governo divulgado por Sandrinho seja cumprido. Principalmente no tocante a Guarda Civil Municipal. Ele também disse confiar que o secretariado deva ser renovado em torno de 50% e pediu para que o novo prefeito coloque pessoas, que além de técnicas sejam humanas e saibam tratar as pessoas com respeito.
“Pode ter certeza de que quando vamos cobrar um direito, já falamos previamente com o nosso jurídico. Não vamos cobrar o que não nos cabe. Se cobramos é porque é direito nosso”, afirmou.
“Eu acredito que a Câmara de Vereadores que vai assumir a partir de janeiro de 2021 tem uma mesclagem de vereadores mais experientes, mas está chegando com uma força jovem, com uma mulher, com pessoas que vem da periferia, que já tem seu trabalho com as comunidades e as pessoas mais simples do nosso município, então isso aí de certa forma valoriza. Agora a gente sabe da limitação da Câmara de Vereadores, porque nesse governo Patriota aí, a quantidade de vereadores da base do governo que fez 50, 70, 80 sei lá quantos requerimentos que nem sequer foi respondido… a gente sabe que o poder maior é do executivo”, pontuou Barbosa.
Nesta sexta-feira (20), a série de entrevistas continua com a presidente da OAB, Laudicéia Rocha e representantes dos alunos da FASP, Erinaldo Nogueira e Tamara Cristiane. As entrevistas têm início às 14h10, no programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.
Do G1 PB Cinco pessoas morreram, entre elas três crianças, e mais seis pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo dois carros, entre as cidades de Paulista e São Bento, no Sertão paraibano. A colisão frontal aconteceu na noite desta segunda-feira (8) na rodovia estadual PB-293 e três das vítimas morreram na hora, sendo o […]
Cinco pessoas morreram, entre elas três crianças, e mais seis pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo dois carros, entre as cidades de Paulista e São Bento, no Sertão paraibano.
A colisão frontal aconteceu na noite desta segunda-feira (8) na rodovia estadual PB-293 e três das vítimas morreram na hora, sendo o motorista de um dos carros, de 33 anos, o filho dele de 8 anos e outra criança de 5 anos.
Segundo a Polícia Militar, outras duas vítimas de 4 e 27 anos morreram quando estavam sendo encaminhadas para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. De acordo com o relato de testemunhas, os carros de cores vermelha e prata bateram de frente depois de um deles ter feito uma suposta ultrapassagem proibida.
No carro vermelho, que seguia no sentido Paulista para São Bento, havia sete pessoas. No veículo prata, que estava no sentido oposto, havia mais quatro. Todas as pessoas que morreram estavam no carro vermelho.
As vítimas foram socorridas por equipes do Resgate do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) das cidades de Paulista e São Bento.
Entre os seis sobreviventes, quatro deles foram levado para o Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, outra para o Hospital Regional de Patos e outra para o Hospital Regional de Pombal.
A principal suspeita da Polícia Civil é de que uma ultrapassagem proibida tenha sido a causa do acidente. “Segundo os levantamentos preliminares, o motorista do veículo vermelho foi tentar fazer uma ultrapassagem, colidindo frontalmente com o carro prata.
Nossos levantamentos indicam que o motorista do carro vermelho seria o causador do acidente, sendo que ele faleceu no local”, disse o delegado de Polícia Civil, Homero Perazzo, que investiga o caso.
O motorista do carro prata passou por um teste de alcoolemia, que deu negativo, segundo informou a Polícia Civil.
Ação foi realizada nas comunidades de Poço Grande e parte da Matolotagem, em Flores Por André Luis Um grupo de mulheres da Associação Comunitária de Poço Grande, zona rural de Flores, que foi criado há 10 anos, há quatro realiza uma ação solidária de distribuição de brinquedos no Dia das Crianças. Por conta da pandemia […]
Ação foi realizada nas comunidades de Poço Grande e parte da Matolotagem, em Flores
Por André Luis
Um grupo de mulheres da Associação Comunitária de Poço Grande, zona rural de Flores, que foi criado há 10 anos, há quatro realiza uma ação solidária de distribuição de brinquedos no Dia das Crianças.
Por conta da pandemia provocada pelo novo coronavírus, tanto no ano passado, como neste ano, a entrega dos presentes foi realizada de porta em porta. Nos anos anteriores a festa era realizada na sede da Associação.
Fantasiadas de personagens infantis, Uliane Silva e Valdirene Souza, percorreram a comunidade em uma moto, fazendo a alegria da criançada.
Ao todo, este ano, foram entregues 74 sacolas contendo brinquedos, e guloseimas, que são adquiridos através de doações de empresários, moradores da comunidade e de moradores da zona urbana.
Para Valdirene, “não há preço que pague ver a alegria das crianças ao receberem os presentes. Já para Uliane, “foi um momento muito especial. É muito satisfatório ter a oportunidade de fazer uma ação como está”.
O grupo de mulheres ainda realiza ações em outra datas comemorativas, como Dia das Mães, dos Pais e final de ano.
Muitos dos que hoje lamentam derrubada de imóvel histórico poderiam ter feito algo no passado. Não o fizeram. O assunto do dia é a demolição de um dos últimos prédios históricos do entorno da Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, no Centro de Afogados da Ingazeira que pegou muita gente de surpresa neste domingo (04). […]
Muitos dos que hoje lamentam derrubada de imóvel histórico poderiam ter feito algo no passado. Não o fizeram.
O assunto do dia é a demolição de um dos últimos prédios históricos do entorno da Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, no Centro de Afogados da Ingazeira que pegou muita gente de surpresa neste domingo (04).
O antigo casarão pertencia à família Goes. Uma das moradoras mais conhecida foi a professora Letícia Goes – inclusive muitas autoridades e personalidades da cidade foram alunos dela, como, por exemplo, o ex-prefeito Totonho Valadares. Também foi morada da saudosa Ione de Góis Barros.
O tema repercute tanto que será trazido ao Debate das Dez dessa segunda, na Rádio Pajeú.
A casa, muito antiga, fazia parte da história da cidade, aparecendo inclusive em fotografias registradas ainda do início da cidade, quando as ruas ainda eram de barro.
A praça ao lado da casa – onde fica a Praça de Alimentação, leva o nome de um de seus donos, Miguel de Campos Goes.
Atualmente a casa pertencia ao empresário Danilo Siqueira – da Gráfica Asa Branca e segundo informações, no local passará a funcionar uma farmácia do Grupo Pague Menos.
Mas, registre-se, Danilo não cometeu nenhuma ilegalidade. O prédio não é tombado. Há pouco, outro prédio também histórico foi demolido acima do Banco do Brasil.
De quem é a culpa? Vejo representantes do MP, ex-vereadores, políticos que tiveram mandato lamentando nas redes sociais. Mas são todos có-responsáveis. Todos que estiveram com função pública no município, entre os anos 90 e agora são parte da culpa. Nunca se preocuparam em uma lei que tombasse todo o casario histórico da Praça Arruda Câmara e Avenida Rio Branco.
Triunfo, por exemplo, lucra com o tombamento de seu casario histórico.
Há anos falamos disso e ninguém se mexe. Resta o imóvel residência do promotor Lúcio Almeida, alguns outros poucos e o patrimônio histórico gerido pela Diocese e Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.
Estão de pé mantendo características originais o Museu do Rádio, o Cine São José (esses tombados), a Cúria Diocesana, a estação ferroviária mesmo que às baratas e alguns poucos prédios.
Um povo sem memória é um povo sem história. E onde não há preservação a especulação imobiliária e o capital invadem sem dó ou piedade. O metro quadrado dessa área é o mais caro da cidade, às vezes equiparado com o preço de áreas nobres do Recife. Moradores ou herdeiros preferem fazer dinheiro a preservar a história. E sem uma lei, não podem ser responsabilizados.
Um pena. E que cada um assuma seu papel nessa tragédia. Agora já era. Um povo sem memória é um povo sem história…
Delitos estão previstos na Lei Antiterrorismo e no Código Penal; pedido de prisão foi emitido pela Polícia Federal e acolhido pelo ministro Alexandre de Moraes. Por Lorena Lara, g1 O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, foi preso neste sábado (14), após pousar em Brasília num avião que […]
Delitos estão previstos na Lei Antiterrorismo e no Código Penal; pedido de prisão foi emitido pela Polícia Federal e acolhido pelo ministro Alexandre de Moraes.
Por Lorena Lara, g1
O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, foi preso neste sábado (14), após pousar em Brasília num avião que saiu dos Estados Unidos na noite anterior. A prisão preventiva de Torres foi solicitada pela Polícia Federal e determinada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, na terça-feira (10).
A decisão se justifica no artigo 312 do Código de Processo Penal. A legislação determina que uma prisão preventiva pode ser decretada como garantia da ordem pública, ordem econômica, conveniência da instrução criminal ou aplicação da lei penal. Isso vale apenas para casos em que houver prova da existência do crime e indícios suficientes sobre sua autoria e do perigo gerado pela liberdade de quem é alvo do mandado.
No caso da prisão preventiva de Torres, são considerados os atos terroristas praticados no domingo (8), em Brasília, nas sedes dos poderes executivo (Palácio do Planalto), legislativo (Congresso Nacional) e judiciário (Supremo Tribunal Federal).
Listamos abaixo os crimes citados no pedido de prisão preventiva de Anderson Torres. No total, são citados 8 artigos: quatro deles são do Código Penal e outros quatro são da Lei 13.260, conhecida como Lei Antiterrorismo.
Código Penal
Artigo 163: Destruição, inutilização ou deterioração de coisa alheia. Este trecho da lei determina ainda que constitui dano qualificado quando o delito for provocado “contra o patrimônio da União, de Estado, do Distrito Federal, de Município ou de autarquia, fundação pública, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa de concessionária de serviços públicos”. A pena para o dano qualificado é reclusão de seis meses a três anos, além de multa e pena correspondente à violência praticada.
Artigo 288: Associação criminosa. A lei estabelece que é associação criminosa qualquer grupo de três ou mais pessoas que se reúnam para o cometimento de crimes. A pena é de reclusão de um a três anos.
Artigo 359-L: Abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Trata-se da tentativa, com uso de violência ou ameaça grave, de abolir o Estado Democrático de Direito ao restringir ou impedir o exercício dos poderes constitucionais. A pena é a reclusão de quatro a oito anos somada àquela correspondente a atos violentos provocados simultaneamente.
Artigo 359-M: Golpe de Estado. Este crime é descrito como a tentativa de depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído. A pena é prisão de quatro a 12 anos, além da pena correspondente à violência praticada.
Lei 13.260 de 2016 (Lei Antiterrorismo)
Artigo 2º: Terrorismo. Este trecho da lei define o que é terrorismo e quais atos configuram o crime. Segundo o texto, são atos realizados por razões de xenofobia, discriminação, preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando praticados com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a integridade pública. A pena para o crime de terrorismo vai de 12 a 30 anos de reclusão, além de sanções por ameaça à vida ou prática de violência.
Artigo 3º: Apoiar a prática do terrorismo. Este trecho determina que “promover, constituir, integrar ou prestar auxílio” a organização terrorista pode levar à reclusão de cinco a oito anos, e multa.
Artigo 5º: Realizar preparação para a prática do terrorismo. Segundo a lei, configuram a preparação quaisquer atos que indiquem o objetivo inequívoco de consumação do crime. A pena é aquela correspondente à do delito (de 12 a 30 anos de reclusão), reduzida entre 1/4 ou 1/2.
Artigo 6º: Envolver recursos, ativos, bens, direitos, valores ou serviços de maneira a planejar, preparar ou executar o crime de terrorismo. Este trecho da lei determina que é delito quando a pessoa, direta ou indiretamente, recebe, provê, oferece, obtém, guarda, mantém em depósito, solicita ou investe recursos que auxiliem na prática do crime. A pena vai de 15 a 30 anos.
Omissão
O documento assinado por Alexandre de Moraes também destaca o papel da omissão de Anderson Torres. Segundo o artigo 13 do Código Penal, a omissão é penalmente relevante quando quem não age tem o dever e o poder de fazê-lo.
O texto afirma que a omissão e a conivência de autoridades da área da segurança pública e inteligência se mostraram durante os atos de domingo pela ausência do policiamento necessário, pela autorização para a entrada de mais de cem ônibus em Brasília e pela inércia para encerrar o acampamento que estava na Praça dos Cristais, à frente do Quartel-General do Exército na capital federal.
As atitudes de Torres são descritas, no pedido de prisão preventiva, como “descaso” e “conivência”. Além disso, Moraes afirma que não há qualquer justificativa para a omissão do então secretário de Segurança Pública.
Você precisa fazer login para comentar.