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João de Maria defende decisão por Fredson. Evandro rebate: “é porque não foi o vice”

Por Nill Júnior

O Presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, deu essa manhã sua versão sobre o apoio à pré-candidatura de Fredson Brito.

João disse não ter agido com interesses pessoais e sim, em defesa da coletividade. Disse ainda que o governo Evandro Valadares está “parado”, além de afirmar que há muitos nomes mandando na gestão.

Também que a escolha de Fredson teve como base uma escuta da população.

Minutos depois, o prefeito Evandro Valadares respondeu o ex-aliado. Além de criticá-lo pelo episódio dos “sequestrados”, disse que ele só tomou a decisão porque não foi escolhido o pré-candidato a vice de George Borja.

Também que João teve uma condução não republicana no diálogo com ele. “Ele que disse a mim: ‘mande um vereador de seu grupo votar em mim que eu aprovo tudo naquela Câmara’. Quero que ele diga que é minha mentira”. As duas falas foram ao ar na Gazeta FM.

Outras Notícias

Caso Carlito: Márcia diz respeitar o PT, mas não cederá a pressões. “Composição do governo cabe a mim”

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), acaba de soltar uma nota sobre o episódio envolvendo o Secretário de Desenvolvimento Econômico Carlito Godoy, após suas críticas ao Partido dos Trabalhadores. O PT local e outras lideranças cobraram uma posição da gestora e o Secretário chegou a pedir sua exoneração, não aceita. Na nota, Márcia […]

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), acaba de soltar uma nota sobre o episódio envolvendo o Secretário de Desenvolvimento Econômico Carlito Godoy, após suas críticas ao Partido dos Trabalhadores.

O PT local e outras lideranças cobraram uma posição da gestora e o Secretário chegou a pedir sua exoneração, não aceita.

Na nota, Márcia diz respeitar o PT, mas deixa claro que não cederá a pressões e que a prerrogativa é dela de, ouvindo as lideranças e a sociedade, montar o governo. Leia:

Em respeito a todos os integrantes do Partido dos Trabalhadores, sigla a qual sou filiada e possuo muito orgulho, e onde encontrei companheiros e companheiras, venho a público me manifestar sobre os fatos recentes de Serra Talhada, maior cidade pernambucana governada pelo PT.

Como prefeita eleita pelos serra-talhadenses, tenho o dever de sempre promover ações e decisões para o melhor de nossa população, não podendo tomar decisões envolvidas pelo calor das emoções, mesmo que eventuais atos sejam praticados em afronta às minhas convicções pessoais.

Nesse sentido, antes de promover qualquer ato de composição da equipe de governo, prerrogativa que cabe exclusivamente ao gestor púbico decidir, há a necessidade da promoção de diálogos com o governo e com a própria sociedade, porque entendo que tenho o direito de analisar caso a caso quem continua ou não na gestão.

Como prefeita não estou subordinada à pressões e nem tão pouco irei tomar qualquer decisão baseada em vontades de terceiros, mas tão somente naquilo que compreender ser o melhor para Serra Talhada.

Assim como o PT, sou forjada na luta e no diálogo, princípios fundamentais para a defesa e a construção da Democracia.

Márcia Conrado – Prefeita de Serra Talhada

Coluna do Domingão

Raquel pode ter cometido o maior erro da sua campanha No primeiro turno, Marília Arraes engoliu todo tipo de sapo. Aguentou Lula em todas as peças publicitárias de Danilo,  foi desqualificada por “não ser a candidata oficial do ex-presidente Lula”, mas seguiu, sem arredar da condição de candidata alinhada com o lulopetismo. Agora, colhe os […]

Raquel pode ter cometido o maior erro da sua campanha

No primeiro turno, Marília Arraes engoliu todo tipo de sapo. Aguentou Lula em todas as peças publicitárias de Danilo,  foi desqualificada por “não ser a candidata oficial do ex-presidente Lula”, mas seguiu, sem arredar da condição de candidata alinhada com o lulopetismo.

Agora, colhe os frutos e submete Frente Popular,  PT e PSB à sua candidatura,  dando as cartas no debate estadual.

Claro, não poderia se esperar que Raquel Lyra tomasse exatamente a mesma atitude de Marília neste segundo turno.  Mas ela tinha argumentos de sobra para, pelo menos, anunciar um apoio crítico ao ex-presidente.  Não seria o fim do mundo.  Sob o justo argumento de que não está em jogo direita ou esquerda, mas sim democracia versus atentado às instituições,  Fernando Henrique Cardoso,  José Serra, Tasso Jereissati, Pimenta da Veiga, Teotônio Vilela e José Aníbal, tucanos históricos, tomaram posição. Ontem, até o ferrenho crítico do PT, João Amoedo, do Novo, pra muitos um bolsonarismo de terno e gravata, declarou apoio à Lula. “Vou ter mais liberdade para fazer oposição”, justificou.

Mas Raquel aparentemente ouviu a ala mais à direita da política pernambucana,  com nomes como Mendonça Filho, Bruno Araújo,  o último algoz do impeachment, Miguel Coelho e a própria Priscila Krause. Tomou o complicado caminho da neutralidade.  Registre-se,  Raquel não tomou a mesma medida no primeiro turno.  Ela tinha candidata,  Simone Tebet,  cujo PSDB apoiou. Só não evidenciou porque de fato a emedebista não agregava nada.  Isso só comprovou aliás a força da candidata tucana no primeiro turno.

Mas agora, a história é outra. Tanto que,  tão logo anunciou neutralidade,  Raquel passou a ser alvo das peças publicitárias e discursos de Marília Arraes.  Em uma deles, os bolsonaristas que a apoiam são colocados junto à ela com o questionamento sobre sua real posição.

No ato com Lula, Marília foi direta: “É de uma irresponsabilidade sem tamanho dizer que tanto faz. Estamos unindo Pernambuco, isolando o ódio, as forças de atraso e conservadoras que estão tentando dizer que tanto faz qualquer país, qualquer presidente. Aqui a gente diz não. O nosso povo tem lado”, afirmou.

O mote vai dominar os debates dessa semana, o guia eleitoral na TV e no rádio,  as sabatinas, encontros,  comícios.  Raquel vai ter que usar da desenvoltura que a fortaleceu no primeiro turno para se livrar desse tema na reta final da campanha.

Com números que, a se levar a pesquisa IPEC, ainda mostram que há tempo para uma virada, vamos acompanhar a história que essa eleição vai escrever. Se Raquel conseguir solidificar sua base de apoio na sociedade e manter-se liderando, terá se mostrado ainda maior que aquela candidata que surpreendeu no primeiro turno.

Se o discurso de Marília pegar e, colada ao lulismo, ela virar o jogo nessa reta final, duas certezas: da estratégia correta de uma e de um erro sem precedentes da outra, que terá entregue de bandeja uma eleição encaminhada. A neutralidade terá sido um erro imperdoável.  A conferir…

A cereja no bolo

Quem acusa Raquel de Bolsonarista ganhou mais um mote ontem: no balaio do Progressistas, de Dudu da Fonte, declarando apoio a Raquel, está Clarissa Tércio, taxada como “megafone da nova direita e bolsonarismo pernambucanos”, a Capitã Cloroquina de Pernambuco, acusada de apoiar integralmente o grupo de médicos negacionistas “Doutores da Verdade”. Muita gente teve complicações ou morreu na onda desse tipo de tratamento.

Pra não dar munição

Por estratégia ou distanciamento, não foram geradas imagens de Marília Arraes com Paulo Câmara, Danilo Cabral e Marília Arraes. Apenas João Campos foi colocado na mesma mesa com a candidata do Solidariedade. Raquel vai tentar explorar a rejeição de Paulo Câmara e do PSB em seus posicionamentos.

Beijinho no ombro

Pelos sinais apurados pelo blog, o ex-prefeito de Serra Talhada Luciano Duque tentou de todas as formas contato com Márcia Conrado antes do seu anuncio de apoio a Raquel Lyra. Queria convencê-la a uma reaproximação com Marília Arraes. Não teve jeito. Aliás, não teve contato. Márcia não retornou às solicitações de Duque.

O que ele disse? 

À Revista da Cultura Luciano Duque disse que ele e Márcia marcaram de almoçar,  mas “ficou tarde”. No ato com Lula, Márcia e Duque estiveram a poucos metros,  mas não se encontraram. A prefeita esteve o tempo todo com o Estadual Rodrigo Novaes,  desafeto do deputado eleito pelo Solidariedade.  Para muitos, não precisa desenhar.

Com Raquel

A maioria dos vereadores da base governista em Afogados da Ingazeira já havia definido por Raquel Lyra e só aguardava uma orientação do prefeito Sandrinho Palmeira. Dentre os que apoiam Raquel estão Vicentinho, Rubinho, Erickson,  Gal Mariano e César Tenório,  assim como o oposicionista Edson Henrique.

Com Marília 

Com Marília seguem Toinho da Ponte, Douglas Eletricista e Cancão. O vereador Raimundo Lima foi fiel integralmente ao PSB: apoia Marília, assim como José Patriota.

“Olá, como vai?”

A política no segundo turno colocou no mesmo palanque Anchieta Patriota e Gleybson Martins,  Sandrinho Palmeira e Zé Negão,  Zeinha Torres e Dessoles,  Luciano Torres e Mário Viana. Ah, João Campos e Marília Arraes são hors concours,  porque se unem até 2024. Os outros, não…

Ah, o poder…

Sandrinho Palmeira diz que também tratou com Raquel Lyra sobre os espaços nos órgãos regionais. Zé Negão entretanto diz que “anunciou primeiro” apoio à tucana e que tratou da questão com Armando Monteiro.

Pau cantando

O debate de hoje entre Lula e Bolsonaro na Band terá dois blocos com 30 minutos livres para o embate. Deu certo entre Haddad e Tarcísio de Freitas. Mas dará certo com o atual nível entre os presidenciáveis?

“Pintou um clima”

Um vídeo de Bolsonaro dizendo que “pintou um clima” entre ele, que tem 67 anos, e meninas venezuelanas de 15 anos em um ponto de prostituição começou a viralizar na reta final da campanha. O presidente e seus aliados continuam, como em todas as outras falas do capitão,  dizendo que “ele disse, mas é mentira”.

Frase da semana: “minha relação com Patriota é inquebrantável”.

De Sandrinho Palmeira, justificando o fato de que segue Raquel e o Deputado eleito, José Patriota, vota em Marília Arraes.

Garotinho é preso pela PF por comprar votos com programa social

O secretário de Governo de Campos dos Goytacazes e ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, foi preso por volta das 10h30 desta quarta-feira (16), no Flamengo, Zona Sul do Rio, por agentes da Polícia Federal. Ele é um dos investigados na Operação Chequinho, que apura o uso do programa social Cheque Cidadão para compra […]

garotinho_04_20161116123950O secretário de Governo de Campos dos Goytacazes e ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, foi preso por volta das 10h30 desta quarta-feira (16), no Flamengo, Zona Sul do Rio, por agentes da Polícia Federal. Ele é um dos investigados na Operação Chequinho, que apura o uso do programa social Cheque Cidadão para compra de votos na cidade em 2016.

O ex-governador foi preso preventimente, o que significa que não há prazo para libertação. A PF cumpre ainda oito mandados de prisão temporária (com prazo de cinco dias), outros oito de busca e apreensão e um de condução coercitiva – quando a pessoa é levada a depor e depois liberada. Os mandados foram expedidos pelo juiz Glaucenir Silva de Oliveira, da 100º Zona Eleitoral de Campos.

Segundo a PF, o ex-governador do Rio de Janeiro foi preso em seu apartamento na Senador Vergueiro, de onde teria saído sem algemas, e levado para a sede da PF na Zona Portuária. As imagens acima, feitas pelo cinegrafista William Corrêa, mostram o ex-governador sentado em uma sala. Ainda nesta quarta, Garotinho deve ser levado para Campos.

No dia 9 de novembro, um pedido de habeas corpus de Garotinho havia sido negado pelo juiz Glaucenir.

O advogado Fernando Augusto Fernandes, que defende Garotinho, afirmou nesta quarta que o decreto de prisão “vem na sequência de uma série de prisões ilegais decretadas por aquele juízo e suspensas por decisões liminares do Superior Tribunal Eleitoral”. Por meio de nota, a defesa diz ainda que a comarca é alvo de denúncia de abusos de maus-tratos a pessoas presas ilegalmente.

Segundo o advogado, o ex-governador deu uma declaração quando os policiais chegaram na sua casa. “Engraçado, eu que ajudo os pobres estou sendo preso por conta de Cheque Cidadão, que ajudo direcionado a população carente. Aqueles que roubam de verdade na Lava Jato, a grande maioria está solta ainda aqui no Rio de Janeiro.”

Marília Arraes faz desafio a Paulo Câmara

Por meio de um vídeo postado em seu instagram, a vereadora Marília Arraes (PSB), que nestas eleições compõe o palanque de Armando Monteiro (PTB) após conflitos com a Frente Popular, criticou o uso da imagem do ex-governador e seu avô Miguel Arraes nos guias eleitorais, e lançou um desafio ao candidato socialista ao governo do […]

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Por meio de um vídeo postado em seu instagram, a vereadora Marília Arraes (PSB), que nestas eleições compõe o palanque de Armando Monteiro (PTB) após conflitos com a Frente Popular, criticou o uso da imagem do ex-governador e seu avô Miguel Arraes nos guias eleitorais, e lançou um desafio ao candidato socialista ao governo do estado Paulo Câmara.

“É, agora estão explorando a imagem de Miguel Arraes. Paulo Câmara, eu te desafio a mostrar uma foto sua trabalhando com Miguel Arraes, ou então, entregando um panfleto dele em uma campanha. Tô esperando”, diz Marília no vídeo.

Na publicação, além do vídeo, Marília acusa Câmara de utilizar Arraes para pautar sua propaganda. “Pernambuco é um dos estados mais politizados do Brasil. Pautar a propaganda política em cima da emoção pela perda de líderes queridos é, no mínimo, desonesto com nosso povo. Pior ainda: quando sequer teve convivência com ele!”, comentou a vereadora.

Em seus primeiros programas, Paulo Câmara usou a imagem de Arraes para mostrar a trajetória vitoriosa da Frente Popular. Após algumas exibições sem utilizar o ex-governador, Câmara retomou o uso da imagem de Arraes e de Eduardo, na sexta-feira (5), mesmo dia em que seu adversário Armando Monteiro teve o programa pautado pelo comício realizado pelo ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff (PT), no bairro de Brasília Teimosa, no Recife.

Marília Arraes chegou a ser pré-candidata a deputada federal pela Frente Popular, mas retirou sua candidatura justificando que o PSB estava formando a chapa “por razões eleitorais, e não convicção ideológica”. Ainda segundo ela, a cúpula do partido, comandada pelo ex-governador e seu primo Eduardo Campos, estava impondo candidaturas, inclusive a de Paulo Câmara. Pouco mais de um mês depois, Marília passou a apoiar a candidatura de Armando Monteiro, chegando a afirmar que trabalharia em favor do trabalhista, nem que fosse para “colar cartaz e balançar bandeira”.

Noite de terror em Sertânia

Arrastão e homicídio marcaram noite na cidade Sertânia viveu uma noite de medo da sexta para o sábado. A cidade do Sertão do Moxotó foi alvo de arrastões a estabelecimentos comerciais e pessoas nas ruas, além de um homicídio. Um jovem de 21 anos, identificado como Marciel Morais Silva, foi morto a tiros por dois […]

Tiros atingiram varanda na Avenida Agamenon Magalhães. Foto: tribuna do Moxotó

Arrastão e homicídio marcaram noite na cidade

Sertânia viveu uma noite de medo da sexta para o sábado. A cidade do Sertão do Moxotó foi alvo de arrastões a estabelecimentos comerciais e pessoas nas ruas, além de um homicídio.

Um jovem de 21 anos, identificado como Marciel Morais Silva, foi morto a tiros por dois homens nas imediações da avenida Agamenon Magalhães. Ele etava com traje escolar quando foi perseguido e morto. Marciel era estudante da Escola estadual Jorge de Menezes.

A situação continuou esta manhã. Pelo menos uma farmácia e um motociclista também foram várias de assalto a mão armada esta manhã. A população reclama do pequeno número de policiais na cidade além de falta de estruturada Polícia Civil para investigar os crimes.