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Até Humberto Costa critica Dilson Peixoto por ataques a Marília Arraes

Por Nill Júnior

Nem o Senador Humberto Costa, de quem Dilson Peixoto é tido como “afilhado político”, engoliu as críticas do Secretário de Desenvolvimento Agrário à Deputada Federal Marília Arraes, que repercutiram ontem.

Dilson tratou Marília como “menina mimada”, com “birra pessoal” contra o governador Paulo Câmara e que só pensa no “próprio umbigo”.

Em um áudio que circula na internet Humberto diz que ele fez declarações no mínimo infelizes. “Nós do PT temos um processo de construção partidária e somos pioneiros na valorização da militância e da importância das mulheres dentro do partido. O PT foi o primeiro partido a decidir que na sua direção pelo menos 30% seriam mulheres”.

E seguiu: “eu acho que lamentavelmente o nosso companheiro Dilson Peixoto produziu um comentário infeliz e injusto”, afirmou.

Humberto ainda defendeu a trajetória própria de Dilson para deixar claro que ele tem estatura política e assim, responsabilidade pelo que diz. “Foi vereador, Presidente da Câmara Municipal do Recife, presidente da EMTU. É Secretário de Estado de Desenvolvimento Agrário, foi Secretário no Recife. Tem uma história, uma estratégia e um capital político próprio. Ele fala por ele, não falou em nome do PT, da CNB (corrente política da qual fazem parte), tem a liberdade de opinar mas nós não temos a obrigação de concordar”.

“Discordo completamente do tom e das provocações que ele fez nessa sua entrevista”. Humberto disse ainda ser natural que alguém queira aproveitar isso para transformar em um conflito político dentro do PT. Disse que há inclusive pessoas do PT pregando isso.

“Não é hora de brigar por candidatura a prefeito de Recife. É hora da gente se unir pra combater Bolsonaro, as perdas que os trabalhadores estão sofrendo. Na hora adequada o partido vai discutir qual é sua posição. Um erro não deve justificar o outro”.

Outras Notícias

Sintest diverge de proposta da prefeitura e mantém paralisação

O blog ouviu a posição do presidente do Sintest,  Júnior Moraes,  sobre a reunião se ontem na prefeitura de Serra Talhada. O presidente da entidade não concorda com a realidade apresentada pelo município,  principalmente na argumentação de inviabilidade de aumento dado o estouro da Lei de Responsabilidade Fiscal. O município diz que com o último […]

O blog ouviu a posição do presidente do Sintest,  Júnior Moraes,  sobre a reunião se ontem na prefeitura de Serra Talhada.

O presidente da entidade não concorda com a realidade apresentada pelo município,  principalmente na argumentação de inviabilidade de aumento dado o estouro da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O município diz que com o último aumento mais o rateio em 2021, a municipalidade estourou o limite, a ponto de receber recomendação recente do MPPE de reduzir despesas com pessoal.

“A gente discorda piamente disso. Ora, em sendo assim  pra que piso do magistério?” – questionou.

Na nota, o Sintest diz que o governo apresentou números e índices sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, queda de arrecadação da receita do município e finalmente tratou do assunto de maior interesse da categoria, que nesse momento é o reajuste salarial.

“A gestão apresentou uma proposta de reajuste de 5,46% para toda a categoria. De pronto, o presidente do Sindicato avisou que, embora a proposta do governo seja apresentada na assembleia da próxima segunda-feira (17/04), ela deva ser rejeitada pelo conjunto da categoria e que aguarda a proposta do governo por escrito”.

Os trabalhadores em educação, em assembleias anteriores, aprovaram proposta de reajuste de 20% para professores, não aceitando uma proposta inferior a 14,95%, e de 26% para demais servidores. Por isso, a proposta do governo está muito longe do que reivindica o sindicato.

“Convém informar ainda que o restante da pauta sequer foi colocada em discussão durante a reunião com o governo”.

“Assim, o sindicato informa que mantém greve para a próxima sexta-feira, 14/04 (quando nenhum trabalhador deverá ir trabalhar) e convoca toda a categoria para assembleia geral na segunda-feira (17/04), às 8h30, na Câmara de Vereadores de Serra Talhada”.

Oposição analisa que resultado das urnas em Tabira é uma resposta da população à má gestão da prefeita Nicinha

Falando ao Programa Cidade Alerta desta segunda-feira (31), o grupo de oposição ao governo municipal de Tabira comemorou os resultados obtidos nas eleições de 1º e 2º turnos no município. O deputado federal Carlos Veras disse que o povo deu a resposta ao governo perseguidor da prefeita Nicinha Melo e citou como exemplo a votação […]

Falando ao Programa Cidade Alerta desta segunda-feira (31), o grupo de oposição ao governo municipal de Tabira comemorou os resultados obtidos nas eleições de 1º e 2º turnos no município.

O deputado federal Carlos Veras disse que o povo deu a resposta ao governo perseguidor da prefeita Nicinha Melo e citou como exemplo a votação expressiva das urnas instaladas no Povoado de Brejinho, local onde a comunidade e localidades vizinhas, como Arara, por exemplo, foram prejudicadas por um embargo da prefeita que paralisou a obra de abastecimento de água.

O odontólogo Allan Dias comemorou a vitória em quase 100% das urnas. Em apenas duas seções Raquel Lyra saiu com maioria de votos, em todas as demais, a candidata Marília Arraes venceu.

Flávio Marques disse que o povo está cansado e ansioso que chegue logo a hora de tirar este governo que prometeu e nada fez em praticamente dois anos, como a realização de partos por cesarianas que foi a bandeira da candidata na campanha.

“Agora ficou ainda pior porque, segundo dados do hospital regional de Afogados da Ingazeira, já são mais de 100 partos normais de mulheres tabirenses naquela unidade. Ou seja, nem parto normal está fazendo mais em Tabira”, disse o advogado.

Flávio destacou outros pontos mais recentes que alimentou a revolta da população e estimulou o troco nas urnas como a falta de aumento de salário dos professores, redução de salário de servidores para R$ 600,00, obrigação para fazer porta a porta para candidatos, entre outros fatores que levaram a prefeita e seu marido a sofrerem duas derrotas históricas em um único mês.

Parece peça de fim de ano da Coca Cola. Mas é o Feliz Natal versão Papai Noel do Blog

Sei que o verdadeiro natal é o natal de Jesus Cristo, como destacamos na mensagem deste dia 24, mas olha o presente que recebi do @secretariodopovo e Samburá Filmes. É um vídeo com os pedidos do blog pro Papai Noel. De tão bem produzido, parece comercial da Coca Cola. A Samburá Filmes foi um novo […]

Sei que o verdadeiro natal é o natal de Jesus Cristo, como destacamos na mensagem deste dia 24, mas olha o presente que recebi do @secretariodopovo e Samburá Filmes. É um vídeo com os pedidos do blog pro Papai Noel. De tão bem produzido, parece comercial da Coca Cola.

A Samburá Filmes foi um novo desafio encarado pelo responsável da produtora, também radialista e blogueiro Evandro Lira. Ele também produziu com a Áudio Store um belo vídeo do fim de ano em Afogados da Ingazeira, feito a partir das imagens da entrega da iluminação da Catedral e Cantata Natalina.

Com esse novo trabalho, a Samburá Filmes fez varias peças para clientes em toda a região do Pajeú. Acima, você vê a produção para o blog. Abaixo, o vídeo do fim de ano em Afogados da Ingazeira. Fale com a Samburá Filmes no (87) 9-9962-6635. Parabéns e sucesso na missão! E Feliz Natal a todos!!!

PIX do leilão da Compesa: veja quanto cada município irá receber dos R$ 4,25 bilhões

Do Blog Ponto de Vista O leilão da concessão dos serviços de água e esgoto da Compesa, realizado hoje na B3, em São Paulo, garantiu um repasse bilionário para municípios pernambucanos e para o Governo do Estado. Ao todo, foram arrecadados R$ 4,251 bilhões em outorga, dinheiro que não surge do nada: ele será pago […]

Do Blog Ponto de Vista

O leilão da concessão dos serviços de água e esgoto da Compesa, realizado hoje na B3, em São Paulo, garantiu um repasse bilionário para municípios pernambucanos e para o Governo do Estado. Ao todo, foram arrecadados R$ 4,251 bilhões em outorga, dinheiro que não surge do nada: ele será pago a partir dos lucros da empresa vencedora, obtidos com a cobrança da tarifa de água e esgoto dos consumidores ao longo do contrato.

A concessão foi dividida em dois blocos regionais, e o critério adotado foi o da maior outorga, modelo que prioriza a arrecadação imediata para o poder público.

Quanto cada bloco arrecadou

Bloco 1 – Sertão: R$ 720 milhões

Bloco 2 – RMR e Pajeú: R$ 3,531 bilhões

60% será pago logo no início do contrato

Pelas regras do edital, 60% do valor total da outorga será pago na assinatura do contrato, prevista para o começo do próximo ano. Esse adiantamento garante um reforço imediato de caixa para governos, mas antecipa receitas que, na prática, serão bancadas pelo usuário do sistema, por meio das tarifas ao longo dos anos.

Como o dinheiro será dividido

A divisão da outorga foi aprovada pelos municípios, mas favorece o uso do recurso como instrumento fiscal, e não como investimento direto no saneamento.

Outorga mínima: 40% para os municípios; 60% para o Governo do Estado

Ágio da outorga: 25% para os municípios; 25% para o Governo do Estado; 50% para a Compesa, como antecipação de indenizações contratuais

Prefeituras podem gastar livremente — até com shows e pessoal

Um dos pontos mais sensíveis do modelo é que a parcela destinada aos municípios não tem vinculação obrigatória.

Isso significa que as prefeituras não precisam investir o dinheiro em saneamento e podem usar os recursos para: shows e eventos festivos; contratação de pessoal; custeio da máquina pública; pagamento de dívidas ou despesas correntes.

Na prática, o dinheiro arrecadado com a tarifa de água pode acabar financiando gastos sem relação direta com a melhoria do serviço.

Estado vai usar parte do dinheiro para pagar dívidas da Compesa

Do montante que ficará com o Governo de Pernambuco, uma parte será usada para quitar dívidas da Compesa, o que reduz ainda mais a parcela potencialmente destinada a investimentos no sistema de água e esgoto.

Tarifa teve desconto limitado para maximizar arrecadação

O governo estadual optou por um modelo que limitou o desconto tarifário a no máximo 5%, garantindo que o foco do leilão fosse a maior arrecadação possível de outorga, e não uma redução mais significativa na conta de água para a população.

Conta fecha para o governo, não necessariamente para o usuário

Embora o leilão represente um alívio fiscal imediato para estados e municípios, especialistas apontam que outorgas elevadas tendem a ser compensadas ao longo do contrato pela tarifa, o que coloca sobre o consumidor o custo final da operação.

Com R$ 4,25 bilhões arrecadados hoje na B3, o leilão da Compesa se consolida como um grande negócio para os cofres públicos — mas levanta questionamentos sobre quem, de fato, paga essa conta. 

Veja aqui a lista de quanto cada município de Pernambuco irá receber.

O blog e a história: imagem mostra início da história da Diocese no Pajeú

A foto foi cedida pela professora Luzinete Amorim para o blog e mostra a primeira formação de Bispos e sacerdotes envolvidos na composição da Diocese de Afogados da Ingazeira. É do final dos anos 50. Muitos dos nomes na foto histórica são nomes de ruas em cidades da região e tiveram papel destacado no processo […]

A foto foi cedida pela professora Luzinete Amorim para o blog e mostra a primeira formação de Bispos e sacerdotes envolvidos na composição da Diocese de Afogados da Ingazeira.

É do final dos anos 50. Muitos dos nomes na foto histórica são nomes de ruas em cidades da região e tiveram papel destacado no processo de evangelização no sertão nordestino.

Apenas dois nomes não foram identificados: acima, Monsenhor Antonio de Pádua Santos (Afogados), um segundo não identificado, Monsenhor Luiz Sampaio (Triunfo), Monsenhor Luiz Muniz, Monsenhor Jesus Garcia (Serra Talhada) e o Padre Luiz Gonzaga Vieira, de Carnaíba.

Sentados o Monsenhor Sebastião Rabelo, um segundo nome não identificado, Dom João José da Mota e Albuquerque, primeiro Bispo Diocesano e o Cônego João Leite Gonçalves de Andrade.

A Diocese de Afogados da Ingazeira foi criada pelo Decreto do Papa Pio XII, no dia 02 de julho de 1956, com a Bula Pontifícia “Qui volente Deo”, tendo como padroeira diocesana Santa Maria Madalena, celebrada em 22 de julho.

Com a criação da nova Circunscrição Eclesiástica, sufragânea da Província Eclesiástica de Olinda e Recife, desmembrada do território da Diocese de Pesqueira, foi nomeado no dia 04 de janeiro de 1957, o seu 1º Bispo Diocesano, Dom João José da Motta e Albuquerque, cuja ordenação deu-se em 28 de abril de 1957.

Aos 19 de maio de 1957, em meio a solene concelebração presidida pelo então Núncio Apostólico, Dom Armando Lombardi, foi instalada a nova Diocese e tomou posse o seu primeiro Bispo Diocesano.

Dom João José da Motta teve a incumbência de estruturar a nova Diocese. Implantou a Ação Social Diocesana, fundou a Rádio Pajeú de Educação Popular, adquiriu o Cine São José. Após quatro anos de zelo apostólico foi transferido, em 28 de janeiro de 1961, para a Diocese de Sobral/CE.