Itapetim terá cinema em praça pública em alusão ao Maio Laranja
Por André Luis
Na próxima sexta-feira (17), o Governo Municipal de Itapetim, por meio da Secretaria de Assistência Social, realizará o Cine Família Proteção, coordenado pelo Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).
O evento acontecerá a partir das 19h30, em frente à Igreja Matriz e contará com a exibição do filme “Elementos”, em homenagem ao Maio Laranja, mês da campanha de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Além da exibição do filme, haverá uma apresentação especial do Serviço de Convivência de Fortalecimento de Vínculos. O psicólogo do Creas, Francisco Morais, participará do evento, falando sobre o 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
O objetivo do evento é conscientizar a população sobre a importância de prevenir e combater esse tipo de violência, além de promover a integração familiar através do entretenimento.
Por André Luis – Jornalista do blog Enquanto milhões de brasileiros seguem enfrentando desemprego, filas no SUS, falta de moradia e escolas sucateadas, um grupo de parlamentares resolveu parar o Congresso Nacional para protestar… por causa de Jair Bolsonaro. Isso mesmo. Paralisam o país em nome de um réu por tentativa de golpe de Estado, […]
Enquanto milhões de brasileiros seguem enfrentando desemprego, filas no SUS, falta de moradia e escolas sucateadas, um grupo de parlamentares resolveu parar o Congresso Nacional para protestar… por causa de Jair Bolsonaro. Isso mesmo.
Paralisam o país em nome de um réu por tentativa de golpe de Estado, alguém que desrespeitou as regras da própria prisão domiciliar e que, como mostra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, continua afrontando as instituições democráticas.
A palavra certa para isso? Palhaçada.
Esses parlamentares de oposição dizem estar preocupados com o “pacote da paz”. Mas é uma paz fajuta, que só serve aos próprios interesses. Pedem anistia para quem quebrou, destruiu, invadiu e tentou rasgar a Constituição no 8 de janeiro — um verdadeiro atentado contra a democracia. É de uma incoerência brutal: onde estavam esses defensores da liberdade quando milhares de brasileiros morriam asfixiados na pandemia, enquanto o governo Bolsonaro promovia cloroquina, zombava de vacinas e debochava de caixões fechados?
Não vimos protestos, não vimos “esparadrapos na boca”, nem falas indignadas na tribuna diante do caos sanitário. Mas bastou a tornozeleira apertar no tornozelo do “mito” que, como num passe de mágica, se lembraram de obstruir votações importantes. O Brasil sangrava, e eles aplaudiam o capitão. Agora que a Justiça começa a funcionar, resolveram gritar por liberdade. Liberdade para quê? Para continuar acima da lei?
Pior ainda é a hipocrisia de atacar o foro privilegiado, quando o próprio grupo faz de tudo para blindar Bolsonaro da Justiça comum. Querem o fim do foro? Que comece com o ex-presidente! Ou será que o discurso só vale quando é conveniente?
Enquanto o povo paga impostos, enfrenta a carestia e tenta sobreviver à violência e ao desemprego, deputados e senadores se reúnem para fazer teatrinho no plenário, com esparadrapo na boca e cartazes. Uma cena digna de vergonha alheia.
O Congresso deveria ser casa do povo, não palco de espetáculo grotesco em defesa de interesses privados. É inaceitável ver parlamentares transformando uma instituição da República em bunker de proteção para um homem que desrespeitou a democracia do começo ao fim de seu governo — e que, agora, mesmo fora do cargo, continua desafiando as regras.
Bolsonaro está em prisão domiciliar porque violou medidas judiciais, não porque alguém está perseguindo um “coitadinho”. Ele participou de ato ilegal, usou redes sociais por meio de terceiros, descumpriu as ordens da Justiça e agora seus aliados querem jogar o país no caos como resposta.
Não aceitam o resultado das urnas, não aceitam o papel do Judiciário, não aceitam a Constituição. Querem um país onde vale a força, o grito e a desordem — desde que sirva ao seu líder. Um país onde o Congresso é paralisado por capricho. Um país onde a democracia é apenas um detalhe inconveniente.
Isso não é oposição, é sabotagem. É a prova cabal de que o que move esse grupo não é o bem do Brasil, mas a defesa do próprio umbigo — e de um projeto autoritário e falido.
Chega dessa encenação. O povo brasileiro merece seriedade.
No final da tarde desta quarta-feira (21), o Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, efetivou a entrega de mais uma obra de calçamento e saneamento concluída este ano. Trata-se da Rua Juraci Bezerra dos Anjos, que tem início na Boa Esperança e termina no JK, margeando a PE-270 e agora composta por 4.400m² de pavimento em […]
No final da tarde desta quarta-feira (21), o Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, efetivou a entrega de mais uma obra de calçamento e saneamento concluída este ano. Trata-se da Rua Juraci Bezerra dos Anjos, que tem início na Boa Esperança e termina no JK, margeando a PE-270 e agora composta por 4.400m² de pavimento em paralelepípedos.
“Mais uma importante artéria pública que entra para o nosso conjunto de calçamentos concluídos em aproximadamente 150 ruas de Arcoverde, potencializando o objetivo de contemplarmos localidades periféricas com mais qualidade de vida, cidadania e dignidade”, destaca o Prefeito Wellington.
Como tem carteira assinada e não podem acessar o auxílio emergencial, estão passando por dificuldades A empresa Soluções Serviços Terceirizados, contratada pela Secretaria de Educação do Estado, está deixando pais e mães de família à míngua, sem acesso aos pagamentos a dois meses, desde o início da pandemia. Ela mantém auxiliares de serviços gerais que […]
Como tem carteira assinada e não podem acessar o auxílio emergencial, estão passando por dificuldades
A empresa Soluções Serviços Terceirizados, contratada pela Secretaria de Educação do Estado, está deixando pais e mães de família à míngua, sem acesso aos pagamentos a dois meses, desde o início da pandemia. Ela mantém auxiliares de serviços gerais que trabalham na manutenção das escolas estaduais.
Dia 5 de março foi pago o último vencimento. Os trabalhadores assinaram um termo onde a empresa se compromete a pagar os servidores mesmo em meio a essa pandemia. Como eles tem carteira assinada, não tem direito ao Auxílio Emergencial e nem recebem salário.
Segundo os servidores, a GRE do Sertão do Alto Pajeú, por exemplo, afirma que os repasses do Estado foram feitos à empresa. Mas os trabalhadores não viram a cor do dinheiro.
“Estamos todos sem receber já vai fazer dois meses. Também não tem previsão de pagamento. Até os nossos vales foram cortados. Foi dito que não ia tirar da gente nossos direitos durante essa pandemia”, diz uma servidora em anonimato.
Curioso é que a carteira é assinada em nome da sede da empresa que fica em São Paulo. A sede da Soluções Serviços Terceirizados Eireli fica no Bairro do Tatuapé, sob o CNPJ CNPJ: 09.445.502/0001-09. Em Recife, a filial fica na Avenida Dantas Barreto, 30, Santo Antonio.
A história de um casal terminou de forma trágica no início da noite desta quarta-feira (6), no Distrito de Sítio dos Nunes, Flores-PE. Segundo o blog de Júnior Campos, a PM Dênia Cristina da Silva Andrada, 32 anos foi morta pelo ex-namorado, Djaci da Silva, 42 anos (Deja), por disparos de arma de fogo, na Praça Dom […]
A história de um casal terminou de forma trágica no início da noite desta quarta-feira (6), no Distrito de Sítio dos Nunes, Flores-PE. Segundo o blog de Júnior Campos, a PM Dênia Cristina da Silva Andrada, 32 anos foi morta pelo ex-namorado, Djaci da Silva, 42 anos (Deja), por disparos de arma de fogo, na Praça Dom Vicente em frente à capela de São João Batista.
Após o crime, Deja efetuou um disparo contra o próprio peito e também morreu. Dênia Cristina era lotada no 3º Batalhão da PM, sediado em Arcoverde, atuava em Custódia e morava no distrito onde ocorreu o crime. Os dois eram primos por parte de mãe.
Segundo populares, Dênia ainda foi socorrida com vida, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar a unidade de saúde de Flores.
Oito em cada dez brasileiros (79%) apoiam a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19, aponta pesquisa Datafolha divulgada hoje. Outros 17% rejeitam a imunização para essa faixa etária. A pesquisa de opinião foi realizada por telefone com 2.023 pessoas com 16 anos ou mais, em todos os estados do país, […]
Oito em cada dez brasileiros (79%) apoiam a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19, aponta pesquisa Datafolha divulgada hoje. Outros 17% rejeitam a imunização para essa faixa etária.
A pesquisa de opinião foi realizada por telefone com 2.023 pessoas com 16 anos ou mais, em todos os estados do país, entre os dias 12 e 13 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Os 79% dos entrevistados de 16 anos ou mais de idade que defendem a medida equivalem a 132,5 milhões de pessoas, segundo o Datafolha.
A pergunta feita aos entrevistados foi:
Na sua opinião, crianças de 5 a 11 anos deveriam ou não ser vacinadas contra a Covid? Sim: 79%; Não: 17%; Não sabe: 4%.
Na divisão por sexo, 83% das mulheres entrevistadas pela pesquisa são a favor da vacinação, contra 75% dos homens. Na outra ponta, 11% das mulheres e 22% dos homens disseram que as crianças de 5 a 11 anos não deveriam ser vacinadas.
Veja abaixo a divisão da opinião dos entrevistados por região:
Sudeste: 83% acham que as crianças de 5 a 11 anos deveriam ser vacinadas contra Covid e 14% são contrários; Nordeste: 78% são a favor e 18%, contra; Centro-Oeste/Norte (o levantamento agrupou essas duas regiões do Brasil): 77% a 20%; Sul: 72% a 21%.
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