Itapetim: Réveillon do distrito de São Vicente chega ao fim em clima de paz e tranquilidade
Por André Luis
Em Itapetim, a tradicional Festa de Réveillon promovida anualmente pela Prefeitura Municipal no distrito de São Vicente chegou ao fim em clima de paz e tranquilidade.
Segundo a secretária de Cultura, Edna Rangel, o evento reuniu um bom público. “A gente agradece a participação de todos os itapetinenses e visitantes que abrilhantaram a festividade. Agradecemos também ao prefeito Arquimedes Machado, que apesar das dificuldades manteve viva a tradição”, frisou.
Na noite do dia 31, o público deu as boas vindas ao ano novo ao som de Nelson e Banda, Forrozão Kceteiros e Estilo Milionário. Já no primeiro dia de 2016, a animação ficou por conta da Banda Xote do Bem e da Banda Bonde das Tandinhas.
Acompanhado de autoridades municipais e do gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, o prefeito Arquimedes Machado prestigiou os dois dias do evento.
A “cruzada” bolsonarista contra a Igreja Católica Por André Luis – Interino na coluna Ideologicamente radicalizados, bolsonaristas travam uma verdadeira cruzada dentro dos templos católicos Brasil a fora, atacando padres e fieis que ousam falar contra a fome e a favor daqueles que mais sofrem com a vulnerabilidade social. Para eles, defender o evangelho como […]
Ideologicamente radicalizados, bolsonaristas travam uma verdadeira cruzada dentro dos templos católicos Brasil a fora, atacando padres e fieis que ousam falar contra a fome e a favor daqueles que mais sofrem com a vulnerabilidade social. Para eles, defender o evangelho como Cristo nos ensinou é comunismo.
Desde o fatídico acontecimento em 12 de outubro, data em que católicos comemoram o Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, bolsonaristas raivosos e tomados pela idolatria ao seu ídolo, ao seu “bezerro de ouro”, desrespeitaram o Santuário de Aparecida, promovendo ato político e eleitoral em local indevido.
Foi uma verdadeira arruaça regada a bebidas com direito a gritos de guerra e hostilizações. Nem o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, escapou dos xingamentos.
Mas, a coisa tem piorado. Após a arruaça em Aparecida, bolsonaristas têm interrompido missas da Igreja Católica ou ofendido padres sob a alegação de que os religiosos supostamente pedem votos ou defendem temas que julgam serem alinhados à esquerda em diversas partes do país.
Ainda no dia 12 de outubro, depois da confusão em Aparecida, Padre Zezinho, da Congregação do Sagrado Coração de Jesus, de Minas Gerais, disse em uma rede social que não se manifestaria mais até depois das eleições.
“Depois das ofensas de hoje contra o Papa, contra os bispos, contra mim, com calúnias e palavras de baixo calão, estou fechando esta página até dia 31 de outubro […]. Continuam a dizer que sou mau padre, que sou comunista e que sou traidor de Cristo e da pátria porque ensino doutrina social cristã”.
No Paraná, um padre foi hostilizado e sofreu ataques verbais durante uma missa em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. O Sacerdote foi alvo de ataques de pessoas que teriam entrado na igreja durante a cerimônia.
Em Jacareí, no interior de São Paulo, uma mulher interrompeu uma missa aos berros e iniciou uma discussão com o padre, motivo: ele citou o nome da vereadora Marielle Franco, do PSOL, assassinada em 2018.
Até um dos mais conservadores membros da Igreja Católica, Dom Odilo Scherer, cardeal e arcebispo metropolitano de São Paulo, foi atacado nas redes sociais. Ele foi chamado de comunista por usar vestes vermelhas. Também foi acusado de apoiar o aborto e associado ao ex-presidente Lula e a uma suposta “ditadura da esquerda”.
O cardeal usou o Twitter para se defender: “Se alguém estranha minha roupa vermelha (perfil), saiba que a cor dos cardeais é o vermelho (sangue), simbolizando o amor à igreja e prontidão ao martírio, se preciso for. Deus abençoe a todos. Mas… ninguém machuque ninguém!”.
Sobre as suas crenças, o cardeal escreveu: “Alguém tem dúvidas? Creio em Deus, em Jesus Cristo Salvador, amo a Palavra de Deus e da igreja. Sou a favor da família, contra o aborto e toda violência contra a pessoa; não aprovo comunismo nem o fascismo; sou a favor da moral dos mandamentos de Deus. Estou em comunhão com o Papa…”.
Contra-ataque – Em um vídeo que circula nas redes sociais e em grupos de WhatsAppp, sacerdotes católicos rebatem informações falsas disseminadas por bolsonaristas e falam contra a instrumentalização e manipulação do evangelho para fins eleitoreiros.
No vídeo, os sacerdotes Bruno Franguelli (Jesuíta); Leonardo Lucian, da Diocese de Caxias do Sul; Padre Rodrigo Schuler, Diocese de Osório-RS; Frei Wellington Reis, Ordem dos Frades Menores (OFM); Padre Eduardo César, Diocese de Uberlândia; Padre Willian Coutinho, Diocese de Januária-MG; Frei Lorrane Clementino, OFM; e o Padre Camilo Júnior, Missionário Redentorista falam, cada um, trechos do texto a seguir:
Estão usando a religiosidade para manipular as pessoas.
Para espalhar medo através de notícias que são falsas. Afirmando que perigos irreais estão ameaçando a nossa população.
Nosso povo é religioso e sempre conviveu em paz com as diferenças religiosas. Mas, neste momento está sendo assediado por visões fundamentalistas e fanáticas de pessoas ligadas à nossa própria Igreja.
Infelizmente padres e pastores estão espalhando medo na população com o claro interesse de manipular as eleições.
Notícias falsas sobre a destruição da família, também estão circulando para amedrontar o nosso povo.
Haveria um projeto de demolição da família, imposição do aborto, implantação do comunismo e tantas outras teorias absurdas e infantis.
O que destrói nossas famílias é miséria que colocou 33 milhões de pessoas na pobreza absoluta.
O que destrói nossas famílias é a falta de acesso à educação, é a falta de proteção contra os abusos no próprio lar.
É preciso zelar para que as mães desesperadas e pobres possam levar a gestação à frente sem recorrer ao aborto.
O Brasil é hoje um dos países mais desiguais do mundo.
Meus irmãos, o evangelho não pode ser instrumentalizado e manipulado. Não se permita ser manipulado. Abra os olhos para a realidade! E não se prenda a notícias falsas e fantasiosas.
Recordemos o que nos disse Paulo VI e nos repete o Papa Francisco: “Os pobres são um sacramento para todos nós”.
Pense com a cabeça, e no coração, leve as palavras e as ações de Jesus. Na hora de votar, não se esqueça dos pobres.
Não é de hoje que a Igreja Católica é perseguida. O “Teólogo cristão romano”, Tertuliano, de Cartago, observou que “o sangue dos mártires é a semente dos cristãos”.
É por isso que a Igreja não apenas sobreviveu a inúmeros movimentos e personalidades anticatólicas, como continuou a florescer.
O que Raquel pensa sobre Bolsonaro e Lula?
A candidata ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), tem todo o direito de adotar a estratégia da neutralidade com relação a não revelar o seu voto, nem fazer campanha para os candidatos que disputam o pleito nas eleições presidências, afinal vivemos num estado democrático de direito.
Mas, ao mesmo tempo, tem a obrigação de dizer o que pensa sobre o governo do atual presidente da república, Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, e sobre o ex-presidente e candidato, Luíz Inácio Lula da Silva (PT).
E não se trata de avaliar as candidaturas de ambos, mas as gestões. Lula foi presidente por dois mandatos, Bolsonaro está no primeiro. Então, o que pensa Raquel sobre as duas gestões. Economia, combate à pobreza, politica internacional, saúde, segurança pública, combate à corrupção… O que ela aprova em um e no outro? O que reprova?
Qualquer candidato deveria tomar esse tipo de postura. Ela critica o Governo do Estado, mas e o Governo Federal? Não é importante mostrar ao povo o que pensa sobre o atual governo do país? Uma coisa é não querer fazer campanha e não apoiar, outra coisa é você avaliar gestões.
Fidelidade ao PT ou à prefeita?
Em Serra Talhada, além da prefeita petista Márcia Conrado ter desembarcado de malas prontas no palanque de Raquel Lyra (PSDB), contrariando a orientação do PT de apoio à Marília Arraes no segundo turno, os dois vereadores petistas da cidade, Manoel Enfermeiro e Rosimério de Cuca, também estão no palanque da tucana. Integrantes da base governista, os vereadores petistas entenderam que é melhor seguir a prefeita do que o próprio partido. O que pensa o PT a respeito?
Pega que o filho é teu
Nos três debates realizados até agora neste segundo turno das eleições com as candidatas ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (SD) e Raquel Lyra (PSDB), uma coisa ficou evidente: a luta para se desvencilhar a qualquer custo dos apadrinhamentos de Paulo Câmara e Bolsonaro. Ambos com alto índice de rejeição no estado. Mais importante até do que as propostas para Pernambuco.
Seu voto, meu futuro
Em franca ascensão no país, o assédio eleitoral é a arma da vez para patrões forçarem a barra para que seus empregados votem no candidato que tem melhores propostas para ele, o patrão.
O assédio eleitoral é crime e acontece quando um empregador age para coagir, ameaçar ou promete benefícios para que alguém vote em determinado candidato. A Constituição Federal estabelece que o voto é livre e secreto, sendo um direito exercido em eleições periódicas.
Balanço do Ministério Público do Trabalho (MPT), divulgado nesta sexta (21), aponta que denúncias de assédio eleitoral subiram de três para 20 em Pernambuco entre o primeiro e o segundo turno. Isso representa um aumento de 566,66%.
Por conta disso, o MPT, o Ministério Público Eleitoral, Polícia Federal (PF), Superintendência Regional do Trabalho em Pernambuco (SRTb/PE) e Defensoria Pública da União (DPU) participam de uma reunião para debater estratégias de combate a esse tipo de assédio.
É uma baita de uma covardia usar o seu poder e a necessidade de outrem para forçá-la a fazer aquilo que você deseja. Canalhice!
Frase da Semana: “da forma como está, na hora de pregar, os padres terão que perguntar para as pessoas: ‘Que tipo de pregação você vai querer. Me diga aí o que eu devo dizer hoje para você não ficar chateado, chateada?’”.
Do Padre Luizinho, comentando sobre os ataques que a Igreja Católica e os padres têm sofrido neste período eleitoral.
Nove dos dez Promotores e Promotoras de Justiça empossados há cerca de um mês no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) assumem as atividades nas comarcas do Sertão do Estado no próximo dia 2 de maio. Na última sexta-feira (26), eles encerraram a participação na primeira etapa do curso de ingresso e vitaliciamento, que somou 153 […]
Nove dos dez Promotores e Promotoras de Justiça empossados há cerca de um mês no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) assumem as atividades nas comarcas do Sertão do Estado no próximo dia 2 de maio. Na última sexta-feira (26), eles encerraram a participação na primeira etapa do curso de ingresso e vitaliciamento, que somou 153 horas de aulas teóricas e práticas, incluindo participação em Tribunal do Júri. Uma Promotora está cumprindo licença-maternidade e só posteriormente assumirá suas atividades.
Nos próximos 18 meses, tempo do estágio probatório, os novos membros vão atuar com apoio de preceptoria, uma inovação incorporada ao processo. Para o Procurador-Geral de Justiça, Marcos Carvalho, o reforço será fundamental numa região com muitos desafios.
“O Sertão de Pernambuco tem suas peculiaridades, começando pela distância entre os municípios e muita diversidade, incluindo populações tradicionais, como indígenas e quilombolas. Temos a tecnologia, que possibilita audiências remotas nos exercícios simultâneos, mas a presença física é muito importante, sobretudo na atuação extrajudicial”, comentou. O PGJ participou do encerramento da primeira etapa preparatória, concedendo certificado a cada um dos novos membros.
Segundo o Promotor de Justiça Frederico José Oliveira, Diretor da Escola do Ministério Público de Pernambuco, durante a nova etapa, os novos membros do MPPE vão se reunir em outras ocasiões, dando continuidade ao processo de formação em atividade. Na fase encerrada na última sexta, os módulos do curso trataram da estrutura institucional e gestão organizacional, defesa dos direitos humanos e fundamentais, atuação penal e eleitoral, além de resolutividade no MP.
DE MÃOS DADAS – A Promotora Joana Turton Lopes, que atuará em Buíque, fez um discurso, em nome da nova turma, de agradecimento ao MPPE e à Escola Superior do Ministério Público: “É consenso entre nós que esse curso de formação foi um verdadeiro prazer, com acolhimento essencial para consolidar em cada um de nós a certeza de que estamos no lugar certo. Tivemos a oportunidade de conhecer ainda mais de perto todos os papéis do Ministério Público em suas áreas de atuação. Foram diversas palestras com os Centros de Apoio Operacional às Promotorias, que nos mostraram os problemas sociais que iremos enfrentar e, ao mesmo tempo, nos deram ferramentas para lidar com essas questões, apontando muitas vezes como solução ouvir e acolher a sociedade e a população”.
Segundo a Promotora, nas últimas semanas “cresceu o orgulho de ingressar numa instituição que luta pela concretização dos direitos fundamentais da população brasileira”.
Joana destacou que todos estão comprometidos em combater as injustiças sociais e serem agentes de transformação. Ela encerrou a fala citando um trecho do poema “De mãos dadas”, de Carlos Drummond de Andrade: “Não serei o poeta de um mundo caduco.Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças. Entre eles, considero a enorme realidade. O presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas”.
Os novos membros do MPPE avaliaram positivamente as quatros semanas de curso. “A nossa primeira atividade funcional foi no Tribunal do Júri da capital, uma estreia excelente diante de um juiz e de jurados extremamente experientes”, comentou o PJ Higor Alexandre de Araújo, que ficará em Belém do São Francisco.
Para a Promotora Jéssica Maria Xavier de Sá, lotada em São José do Belmonte, “as matérias estudadas durante o curso, a visão estratégica do Ministério Público para que a gente possa atuar de maneira coordenada e, além do mais, os promotores que trouxeram suas experiências foram primordiais para entender, compreender as realidades locais e como atuar”.
No eixo Pajeú-Moxotó poucos políticos estão vivendo o estilo “um olho no gato, outro no peixe” como o Deputado Estadual reeleito Ângelo Ferreira (PSB). Praticamente convencido de que, ao contrário do início do mandato Eduardo quando foi escalado para ser Secretário de Agricultura, vai cumprir fielmente o início de seu mandato na Alepe, Ângelo já […]
No eixo Pajeú-Moxotó poucos políticos estão vivendo o estilo “um olho no gato, outro no peixe” como o Deputado Estadual reeleito Ângelo Ferreira (PSB). Praticamente convencido de que, ao contrário do início do mandato Eduardo quando foi escalado para ser Secretário de Agricultura, vai cumprir fielmente o início de seu mandato na Alepe, Ângelo já começa a pensar que caminho tomará em 2016 para retomar o comando político de Sertânia, sua base política.
A cidade é governada pelo quase ex-tucano Guga Lins, que já se prepara para migrar para o PTB depois de apoiar Dilma nas eleições de outubro. Guga interrompeu uma sequência de mandatos socialistas sob o comando de Ângelo. Venceu a mulher do socialista, Cleide Ferreira, que tentava a reeleição. Ângelo não tem poupado críticas à gestão do desafeto.
Em 2016, Guga já é dado como certo para disputar a reeleição. Aí vai residir o dilema de Ângelo. A depender de como estará a popularidade de Guga no ano do pleito, pode indicar um nome de seu grupo para disputar o pleito sob sua bênção. É no momento a possibilidade mais arriscada. O desafio é achar um nome com peso para enfrentar um gestor de caneta na mão, sempre um fator a mais.
Outra possibilidade é a de que, para não arriscar, o próprio Ângelo decida disputar a Prefeitura. Com isso, Ferreira daria um tom totalmente diferente à disputa, com mais chances de retomar o poder. Só que neste cenário, um revez seria decretar um grande abalo em um ciclo e espaço político que Ângelo detém a anos. E aí Ângelo, o que vai ser ?
Dos prefeitos do Pajeú, os que apostaram em Raquel Lyra saem vitoriosos políticos e eleitorais do processo. Indiscutivelmente, por ser a cereja do bolo da candidata Raquel Lyra, que a usava sempre como exemplo quando acusada de ser bolsonarista, a prefeita Márcia Conrado, do PT, sai como grande vencedora eleitoral e política. Por cima, base […]
Dos prefeitos do Pajeú, os que apostaram em Raquel Lyra saem vitoriosos políticos e eleitorais do processo.
Indiscutivelmente, por ser a cereja do bolo da candidata Raquel Lyra, que a usava sempre como exemplo quando acusada de ser bolsonarista, a prefeita Márcia Conrado, do PT, sai como grande vencedora eleitoral e política. Por cima, base seu aliado – não se sabe até quando Luciano Duque, Sebastião Oliveira, Carlos Evandro e outras lideranças.
Em Arcoverde, Wellington da LW também viu Raquel majoritária, com 60,08% dos votos.
Sandrinho Palmeira destacou o fato de Raquel saltar de 1.532 votos para 10.624. Ele disse que não há divisão entre ele e Patriota. “As pessoas liberadas par sua oposição. Caso que houve um card aqui, um pedido acolá, mas o foco principal era eleger Lula”. Já José Patriota afirmou que não há divisão entre ele e Sandrinho. Também que não há problema em estabelecer diálogo com a governadora eleita.
Anchieta Patriota, o primeiro prefeito do Pajeú a declarar voto em Raquel a viu ser majoritária em Carnaíba com 65,71%, ou 7.481. Registre-se, opositores como Gleybson Martins e Nêudo da Itã também pediram voto para a tucana.
Uma das surpresas foi São José do Egito. Mesmo com Evandro Valadares e Paulo Jucá apoiando Raquel Lyra, Marília Arraes teve 8.648 votos contra 8.248 da tucana. Em Flores, Marconi Santana também viu Marília majoritária sobre Raquel. O mesmo se aplica a Sávio Torres, de Tuparetama. Apoiou Raquel, deu Marília.
Em Tabira, mais uma vitória acachapante do grupo de Carlos Veras, Flávio Marques, Sebastião Dias e cia sobre Dinca e Nicinha. Marília Arraes teve 9.576 (ou 61,4%) contra 6.020 (48,6%) de Raquel.
Os irmãos Torres, Luciano e Zeinha, comemoraram a vitória de Raquel. Eles estiveram no front da campanha da candidata no Pajeú. Também viram, como em todos os municípios da região, Lula majoritário. Em Solidão, Djalma apoiou Raquel: ela teve 53,55% dos votos, 2.224.
Dos prefeitos que apoiaram Marília, Ângelo Ferreira, Adelmo Moura, Gilson Bento, Zé Pretinho, Delson Lustosa e Joelson estão entre os que a fizeram majoritária em suas cidades.
Do Blog Sertão Central “Quando se quer, se dá um jeito” e “Quando não quer, toda desculpa serve”. Assim tem funcionado na Câmara de Vereadores de Salgueiro. Quando as pautas são de benefício da população, os vereadores usam as comissões, o regimento interno, leis estaduais e federais, agarrando-se a qualquer detalhe para negar as pautas […]
“Quando se quer, se dá um jeito” e “Quando não quer, toda desculpa serve”. Assim tem funcionado na Câmara de Vereadores de Salgueiro. Quando as pautas são de benefício da população, os vereadores usam as comissões, o regimento interno, leis estaduais e federais, agarrando-se a qualquer detalhe para negar as pautas enviadas pelo poder executivo. Mas quando é para benefício próprio, eles encontram a conhecida “brecha jurídica” para aprovar.
Recentemente, a população de Salgueiro foi pega de surpresa com a rara união dos vereadores de Salgueiro aprovando um aumento de 40% em seus próprios salários e criando 15 novos cargos comissionados para a Câmara de Vereadores, ao custo de R$ 4 mil reais cada, nas contas dos contribuintes.
Após a notícia se espalhar nas redes sociais, revoltando a população, o projeto chegou até o prefeito de Salgueiro, que decidiu vetar o aumento dos salários dos vereadores e a criação desses cargos. Em outros projetos que beneficiariam a população, os vereadores deixariam os projetos morrerem, mas, quando se trata da criação de cargos para alocar seus apadrinhados e aumentar seus salários, a mesa diretora da Casa Epitácio Alencar encontrou um jeito.
O presidente Sávio Pires rapidamente, recorreu a qualquer brecha jurídica, para apesar do veto do prefeito, conseguisse assegurar o gordo aumento salarial e a criação dos 15 cargos comissionados. Vitoria da presidência da Câmara, derrota do povo de Salgueiro.
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