Itapetim: Povoado de Piedade recebe Prefeito e Deputados para entrega de obras
Por Nill Júnior
O prefeito Arquimedes Machado cumpriu agenda no povoado de Piedade. Acompanhado dos deputados Gonzaga Patriota (Federal) e Ângelo Ferreira (Estadual), o chefe do Executivo itapetinense entregou aos moradores a Academia da Saúde Antônia Maria das Neves, a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Pedro e Maria e a pavimentação de 7 ruas, além de 150 lotes.
Ângelo Ferreira parabenizou os moradores e prometeu continuar trabalhando para que mais obras cheguem ao município. Gonzaga Patriota felicitou a comunidade e destacou a dedicação de Arquimedes. “A gente fica feliz de chegar a Itapetim e ver como a cidade está bem cuidada”, frisou o deputado federal.
Todos os oradores destacaram o exemplo de vida dos homenageados. As famílias foram representadas por Carlos Malta, filho de Pedro Cavalcante Malta e Maria José Nunes Malta, e Nininho Eugênio, filho de Antônia Maria das Neves. Emocionados, eles agradeceram as homenagens e fizeram um breve resumo da trajetória dos pais.
A inauguração ainda foi prestigiada pelo gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, e pelo vice-prefeito Junior Moreira, além de vereadores, secretários municipais e presidentes de associações comunitárias. Ao final da solenidade, a animação ficou por conta da Banda Xote do Bem.
A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a conduta do presidente Jair Bolsonaro (PL) sob a suspeita de crime de pandemia, infração de medida sanitária preventiva e incitação à prática de crime. Datada de 23 de fevereiro, a portaria que instaura a investigação foi encaminhada nesta quarta-feira (2) ao ministro Alexandre de Moraes, do STF […]
A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a conduta do presidente Jair Bolsonaro (PL) sob a suspeita de crime de pandemia, infração de medida sanitária preventiva e incitação à prática de crime.
Datada de 23 de fevereiro, a portaria que instaura a investigação foi encaminhada nesta quarta-feira (2) ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
O caso está relacionado à live realizada por Bolsonaro no dia 21 de outubro do ano passado, quando o mandatário leu uma suposta notícia que alertava que “vacinados [contra a Covid] estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [Aids]”.
Médicos e cientistas, no entanto, afirmam que a associação entre o imunizante contra o coronavírus e a transmissão do HIV, o vírus da Aids, é falsa e inexistente. Segundo eles, o elo é absurdo.
De Veja A suposta doação de R$ 75 milhões de reais que o Tribunal Superior Eleitoral atribui a um dos candidatos das eleições de 2016 está registrada em nome da agricultora Maria Geni do Nascimento. Ela foi candidata a vereadora no município de Santa Cruz da Baixa Verde, município de 12 mil habitantes, a 450 […]
A suposta doação de R$ 75 milhões de reais que o Tribunal Superior Eleitoral atribui a um dos candidatos das eleições de 2016 está registrada em nome da agricultora Maria Geni do Nascimento.
Ela foi candidata a vereadora no município de Santa Cruz da Baixa Verde, município de 12 mil habitantes, a 450 quilômetros de distância de Recife, em Pernambuco. Acabou eleita suplente.
Geni, como se apresentou aos eleitores do PDT, tem ficha limpa. Ela entregou certidões ao TSE mostrando que não tem crimes em seu currículo. A doação exata foi de R$ 75.000.844,36. Pelos registros do TSE, o repasse foi feito através de transferência eletrônica, no dia 30 de setembro.
Apesar da doação milionária, não há nenhuma despesa registrada na contabilidade que Geni apresentou ao TSE. Quem aparece como doador é Pedro Henrique da Silva Rodrigues. VEJA ainda não conseguiu contato com Geni e nem com Pedro Henrique. No Portal da Transparência do Governo Federal consta o nome de Maria Geni do Nascimento como beneficiária de 91 reais mensais do Bolsa Família.
Cumprindo promessa que havia feito anteriormente, o presidente da câmara de vereadores de Tabira devolveu aos cofres do município a quantia de R$150 mil para calçamento de uma rua no município. Mesmo sem obrigação legal, a nova gestão da Câmara de Vereadores tem feito parceria com o poder executivo e já havia devolvido recursos para […]
Cumprindo promessa que havia feito anteriormente, o presidente da câmara de vereadores de Tabira devolveu aos cofres do município a quantia de R$150 mil para calçamento de uma rua no município.
Mesmo sem obrigação legal, a nova gestão da Câmara de Vereadores tem feito parceria com o poder executivo e já havia devolvido recursos para compra de 30 colchões para casa de apoio.
“Estamos fazendo uma gestão diferente, com apoio de todos os pares e mostrando que com zelo ao dinheiro público e uma forma nova de gestão o município vai ganhar muito mais daqui pra frente” frisou o presidente.
Ex-prefeito chegou a ser acusado de deixar ação correr à revelia, beneficiando ele próprio, quando estava com a caneta de gestor na mão Quando prefeito de Tabira, eleito em 1994, o médico Edson Moura e o seu vice Dinca Brandino deram entrada a uma ação judicial contra a Prefeitura, exigindo uma diferença salarial que ambos achavam que tinham direito. Com o passar […]
Ex-prefeito chegou a ser acusado de deixar ação correr à revelia, beneficiando ele próprio, quando estava com a caneta de gestor na mão
Quando prefeito de Tabira, eleito em 1994, o médico Edson Moura e o seu vice Dinca Brandino deram entrada a uma ação judicial contra a Prefeitura, exigindo uma diferença salarial que ambos achavam que tinham direito. Com o passar dos anos, o processo foi se prolongando na justiça e, em meados dos anos 2000, o juiz da comarca de Tabira decidiu que prefeito e vice não teriam direito ao que requeriam.
Em 2002, Edson Moura e Dinca entraram com uma nova ação, desta feita de cobranças das diferenças dos subsídios, exigindo do município a quantia de R$ 556 mil (R$ 308 mil de Dr. Edson e R$ 248 mil de Dinca).
Em junho de 2011, Edson e Dinca recalcularam os valores e passaram a cobrar do município, juntos, o valor de R$ 1.560.000,00. Em maio de 2016, a advogada dos dois juntou uma petição ao primeiro processo afirmando que o crédito que Dr. Edson deveria receber estaria em torno de R$ 3 milhões e Dinca receberia mais R$ 1 milhão, um débito de R$ 4.164.000,00 aos cofres municipais.
Os valores não são bem esses, mas a atualização foi feita. Em dezembro do ano passado, só o valor a que Dinca tinha direito estava em R$ 1.161.109.96. (Um milhão, cento e sessenta e um mil, cento e nove reais e noventa e seis centavos). Moura, cerca de R$ 2 milhões. A Prefeitura ainda tem alguma manobra recursal, mas se não se mexer até fevereiro pode ter que repassar a Dinca mais de R$ 1,2 milhão.
Dois posts da nova Presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Odete Soares, em uma página de relacionamento continua rendendo repercussão e debates no município de Iguaracy. Odete foi eleita semana passada para gerir os rumos do Poder Legislativo Municipal. Até então uma vereadora comum, passou a ter sobre ela os holofotes a partir de […]
Odete: textos com erros ortográficos ganharam destaque nas rodas de debates em Iguaracy
Dois posts da nova Presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Odete Soares, em uma página de relacionamento continua rendendo repercussão e debates no município de Iguaracy. Odete foi eleita semana passada para gerir os rumos do Poder Legislativo Municipal. Até então uma vereadora comum, passou a ter sobre ela os holofotes a partir de sua eleição. E ganhou notoriedade não pelas prerrogativas para exercer o mandato, mas pelo teor das postagens em via de regra carregadas de erros ortográficos.
Iguaracienses se dividem entre os que condenam o cargo ocupado por ela a partir da qualidade de seus textos, ou seja: com esse grau de compreensão textual, não teria como ocupar função tão importante, onde há várias questões técnicas, jurídicas, fiscais a serem analisadas. E há os que entendem que, bem assessorada, Odete cuidará bem do mandato, considerando não ser a primeira vez que um legislador com tais qualificações gramaticais ocupa a função.
As mensagens foram postadas antes e depois da eleição. Na primeira, Odete agradece a Deus sem fazer referência direta ao mandato conseguido. Nele, palavras digitadas com erros como “tenhe” (tem), “mim guardado” (me guardado), “groria” (glória), “horra” (honra), “luga” (lugar), “apaz parra todos” (a paz para todos) ficam em evidência.
O segundo texto foi feito após a sua eleição. Odete agradece aos colegas e não consegue grafar corretamente nem o cargo que exerce. “Eu agradeço a Deus em premeiro (primeiro) luga (lugar). Segundo os quatro veriadores (vereadores) Manoel…O veriador Joge (o vereador Jorge)…E o veriador Nehinho (e o vereador Neguinho)…O Veriador Amaury (o vereador)… Vocês foram herói (heróis). Parabens Deus imlimini (ilumine) os seus pacos (passos)…
Juízes Eleitorais e Tribunais Brasil afora discutem quais reais requisitos de escolaridade são exigidos para que se exerça um mandato. A legislação define que não se deve ser analfabeto e ter compreensão minima da língua portuguesa para ler e escrever.
Até esta compreensão passa por debates intermináveis, considerando que para alguns, deveria se ter bem mais que isso, já que cabe a legisladores e executivos elaboração e aplicação de Leis muitas vezes complexas em todas as esferas.
O caso da vereadora iguaraciense portanto não é único e engrossa uma discussão que tem relação com a necessidade de cada vez mais preparo para maior eficiência pública. E você pode perguntar: mas não há “letrados” que causam dano à coisa pública? Taí um outro debate…
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