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Itapetim divulga programação do Itafolia 2023

Por André Luis

O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, divulgou a programação do ItaFolia 2023, que acontece nos dias 18 e 19 de fevereiro, na Praça Poeta Rogaciano Leite, com shows de artistas da terra e atrações regionais.

No dia 18, a programação conta com DJ Marcílio e a pegada envolvente de Julio Farra. No dia 19, a folia continua ao som de Bibi Moral e DJ Itauan, Kleytom Motta, Aldinho e Kceteiros Elétricos. Os dias contarão com a participação do Paredão RMotos e Paredão do Alcides.

“O ItaFolia 2023 valoriza os artistas locais e levará muita alegria e animação aos foliões da Capital Pernambucana da Poesia”, destaca a Prefeitura.

Outras Notícias

Sandro Mabel pede demissão e é o 4º assessor de Temer a deixar o governo

G1 O ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) pediu demissão na noite desta terça-feira (23) ao presidente Michel Temer. Ele era um dos assessores que despachavam do terceiro andar do Palácio do Planalto – mesmo pavimento do gabinete presidencial – e ajudavam o governo na interlocução com o Congresso Nacional e com empresários. Palacianos afirmam que Mabel […]

G1

O ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) pediu demissão na noite desta terça-feira (23) ao presidente Michel Temer. Ele era um dos assessores que despachavam do terceiro andar do Palácio do Planalto – mesmo pavimento do gabinete presidencial – e ajudavam o governo na interlocução com o Congresso Nacional e com empresários.

Palacianos afirmam que Mabel era um dos interlocutores do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) junto ao governo, principalmente, durante o processo de cassação do ex-presidente da Câmara. O agora ex-assessor de Temer nega.

“Nunca tive essa missão. Até porque o Eduardo Cunha tinha acesso a todos do palácio, muito mais do que eu. Portanto, a informação não é verdadeira”, escreveu Mabel ao Blog. Com a saída do assessor especial, já são quatro assessores de Temer que deixam o Planalto. Além de Mabel, já saíram José Yunes, Rodrigo Rocha Loures e Tadeu Fillipelli.

Aliados de Raquel atacam Marília por segurar terço durante debate

Ataques partiram dos deputados Túlio Gadêlha e Daniel Coelho, que foram criticados nas redes sociais Por André Luis Na noite desta quinta-feira (27), a candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (SD), sofreu ataques nas redes sociais por segurar um terço durante o debate que participou com a adversária Raquel Lyra (PSDB), na Globo. Um […]

Ataques partiram dos deputados Túlio Gadêlha e Daniel Coelho, que foram criticados nas redes sociais

Por André Luis

Na noite desta quinta-feira (27), a candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (SD), sofreu ataques nas redes sociais por segurar um terço durante o debate que participou com a adversária Raquel Lyra (PSDB), na Globo.

Um dos ataques partiu do deputado federal – reeleito – Túlio Gadêlha (Rede). O parlamentar anunciou o seu apoio a Raquel já na reta final do processo eleitoral, no último dia 25 e foi muito criticado pela decisão.

No Twitter, Túlio criticou o uso do artigo religioso por Marília: “Tenho fé e sou cristão, mas se tem uma coisa que eu não faço é misturar religião e política. Marília resolveu debater projetos para Pernambuco com um terço na mão. Me poupe!”, tuitou o parlamentar, que foi duramente criticado por seguidores.

Outro aliado de Raquel que também resolveu investir contra o artigo religioso usado por Marília foi o também deputado federal – não reeleito – Daniel Coelho (Cidadania). Na sua conta no Twitter, o parlamentar escreveu: “Na moral, esse terço na mão de Marília… precisa dizer nada não né. Constrangedor”.

Assim como Túlio, Daniel sofreu duras críticas e questionamentos. Dentre os questionamentos que mais apareceram nos comentários dos dois tuítes, o fato de estarem no mesmo palanque que fundamentalistas religiosos de Pernambuco, aliados de primeira hora do presidente e candidato a reeleição Jair Bolsonaro, como os Tércio, os Colins e os Ferreira.

Resposta – Nesta sexta-feira (28), Marília postou um vídeo em suas redes sociais comentando o acontecido.

“Fiquei impressionada porque vi nas redes sociais a quantidade de ataque dos apoiadores de Raquel, porque eu tava com meu terço na mão. Esse terço, quem me deu foi Padre Cosmo e eu tenho o hábito de rezar o terço. É a minha fé. Segurar esse terço para me sentir bem, me faz sentir mais segura, qual é o problema disso, gente? Por que vocês estão criticando isso? Nunca usei minha fé para chegar a canto nenhum”, afirmou Marília.

“Agora eu fico imaginando se eles estão criticando alguém que é cristã e que tá lá sem fazer mal a ninguém, somente segurando seu terço. O que é que faz com outras pessoas que pensam diferente, que são mais oprimidos? Mas não me impressiona, porque isso é típico do palanque que eles representam que é o de Bolsonaro. Preconceituoso que incita o ódio, que incita preconceito e tenta diminuir as pessoas”, completou Marília.

Prefeitos tentam transferir responsabilidade da municipalização do trânsito. Mas código é claro

Em Serra Talhada, o prefeito Luciano Duque criou uma Secretaria especializada de Trânsito, a STTrans, mas ainda não efetivou o processo de municipalização do trânsito. A cidade continua uma baderna, lembrando o trânsito indiano em horários de pico. Enquanto outras cidades avançaram na discussão do modelo a ser utilizado e até implementaram pra valer o […]

Em Serra Talhada, o prefeito Luciano Duque criou uma Secretaria especializada de Trânsito, a STTrans, mas ainda não efetivou o processo de municipalização do trânsito. A cidade continua uma baderna, lembrando o trânsito indiano em horários de pico. Enquanto outras cidades avançaram na discussão do modelo a ser utilizado e até implementaram pra valer o projeto como Arcoverde, São José do Egito e Triunfo, as maiores cidades da região, Serra e Afogados, engatinham.

Em Serra, o prefeito Luciano Duque, informou em nota que tem buscado medidas mais enérgicas no sentido de “obrigar o Estado a cumprir com suas atribuições legais no que diz respeito ao trânsito da Capital do Xaxado”.

Diz Luciano : “Cansamos de esperar uma resposta do Governo do Estado quanto à municipalização do trânsito em Serra Talhada. Diante do silêncio buscamos mecanismos legais para exigir que o Estado organize, uma vez que ele é competente para cobrar o IPVA. Nossa cidade tem 4 mil caminhões, 9 mil veículos de passeio e cerca de 12 mil motos, calcule quanto o governo arrecada e não realiza nenhum investimento. Estamos apenas cobrando a responsabilidade com suas atribuições”.

Serra Talhada. Foto: Farol de Notícias
Serra Talhada. Foto: Farol de Notícias

O problema está no prefeito tentar transferir toda a atribuição ao Detran, que tem sim obrigação de orientar e assessorar as prefeituras, no que de fato tem negligenciado. Uma nova reunião,  com a presença de Samíramis Queiroz, diretora do Detran-PE, está marcada para a próxima quinta (25). Duque espera que as primeiras negociações devam ter início a partir deste novo encontro.

Só que pára por aí : o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que disciplina, ou pelo menos tenta disciplinar, a confusão que se instalou nas ruas das cidades como Serra Talhada determina que a atribuição de cuidar do trânsito é do município. Ao prefeito, basta ir lá e ler.

“O CTB impõe aos municípios a articulação, com as outras instâncias de governo, para definição de suas políticas públicas de trânsito. Cabe aos municípios implantar, além de escolas de trânsito, serviços de engenharia, de fiscalização e serviços de educação”, diz o especialista em trânsito Carlos Alberto Pereira.

Trânsito na Manoel Borba, Afogados da Ingazeira
Trânsito na Manoel Borba, Afogados da Ingazeira

Essa fiscalização é importante para organizar o fluxo de veículos e pedestres, já que são penalizados os que desrespeitam a lei.

“O grande objetivo do código em municipalizar o trânsito não foi só permitir ao município aplicar e receber valores de multas, mas sobretudo trazer para o município o debate sobre o dia a dia do trânsito. Cuidar do trânsito é uma obrigação da prefeitura”.

Em Afogados da Ingazeira o debate se arrasta há anos, desde a gestão do ex-prefeito Totonho Valadares. O atual, José Patriota, promete encontrar o modelo mais adequado de gestão de trânsito e implementá-lo, mas até agora o que tem feito é instalar vários quebra-molas na cidade, em áreas onde ocorrem mais acidentes, uma medida paliativa onde  falta de fiscalização e medidas educativas.  Faixas de pedestres e sinalização vertical estão apagadas pela ação do tempo.

O resumo da ópera é um só : municipalizar o trânsito custa dinheiro das prefeituras, por mais necessário que seja. A criação de equipe especializada de fiscalização geralmente não consegue ser  custeada com o dinheiro das multas aplicadas. E o maior problema: multar ou coibir mal motoristas, que matam mesmo em áreas urbanas, pode tirar votos.

Em São José do Egito, há denúncias de que a fiscalização afrouxou em relação ao período em que houve a municipalização exatamente por este motivo.

“As prefeituras tem obrigação nessas cidades de promover a municipalização. O prefeito que negar isso está tentando esconder o problema e não enfrenta-lo”, disse o Dr João Veiga, renomado médico sertanejo que coordenou o Comitê de Prevenção de Acidentes de Moto no Estado e sabe o quanto esta demora na tomada de decisão por parte de Duque, Patriota e outros gestores de cidades similares custa caro. “Quem salva uma vida, costuma salvar o mundo”, costuma dizer.

Fredson da Perfil abre diálogo com vereador Vicente de Vevéi

Tocando sua pré-campanha rumo às eleições majoritárias de São José do Egito, Fredson da Perfil abriu diálogo com o vereador Vicente de Vevéi. Segundo informações de ambos, a primeira conversa já aconteceu, como registra a foto. Fredson da Perfil é empresário e se apresenta como uma nova opção política no município. Vicente de Vevéi é […]

Tocando sua pré-campanha rumo às eleições majoritárias de São José do Egito, Fredson da Perfil abriu diálogo com o vereador Vicente de Vevéi. Segundo informações de ambos, a primeira conversa já aconteceu, como registra a foto.

Fredson da Perfil é empresário e se apresenta como uma nova opção política no município. Vicente de Vevéi é jornalista, publicitário e está em seu primeiro mandato.

O vereador deixou a liderança do governo na Câmara Municipal, anunciou sua saída do grupo do prefeito Evandro Valadares e assumiu a postura política neutra.

“O importante da conversa é que as ideias e os objetivos são muito parecidos e isso pode possibilitar uma aliança política. Tanto eu como Vicente queremos o crescimento de São José do Egito a partir do atendimento aos que mais precisam até a geração de emprego e renda”, disse Fredson da Perfil.

Segundo Vicente de Vevéi, para uma primeira conversa, o alinhamento de ideias foi um fator importante. “Meu interesse na política é poder transformar a vida das pessoas com projetos que as façam entender que a política é instrumento de suporte e viabilidade para que o cidadão tenha seus direitos garantidos sem estar mendigando a políticos. Para apoiar um projeto daqui pra frente, preciso que a liderança maior seja comprometido com a honestidade e transparência e Fredson está alinhado com esses principios”, afirmou o vereador.

Fredson da Perfil é do Partido Verde (PV) e Vicente de Vevéi deve ir para o Partido dos Trabalhadores (PT) na janela partidária de março. O PV e o PT fazem parte de uma federação partidária que também é composta pelo PC do B.

Fredson e Vicente devem voltar a conversar no próximo dia 07 de dezembro e novas notícias vão surgir.

FBC: ‘A gente continua como pré-candidato’

Blog da Folha Após o vereador Marco Aurélio (PRTB), um de seus principais aliados, colocar que sua pré-candidatura ao governo foi, de fato, prejudicada pela guerra em torno do controle do MDB-PE, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) garantiu que ainda continua no páreo. Apesar de admitir que a disputa partidária criou “embaraços”, ele acha […]

Blog da Folha

Após o vereador Marco Aurélio (PRTB), um de seus principais aliados, colocar que sua pré-candidatura ao governo foi, de fato, prejudicada pela guerra em torno do controle do MDB-PE, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) garantiu que ainda continua no páreo. Apesar de admitir que a disputa partidária criou “embaraços”, ele acha que a situação da sigla deve ser resolvida em pouco tempo e lhe dará, novamente, condições para encarar a disputa, em nome da oposição.

A gente continua como pré-candidato. Evidente que a questão do PMDB cria alguns embaraços, porque gera uma certa insegurança, sobre a definição do controle partidário. Mas existe toda uma expectativa de que essa questão seja resolvida em um espaço muito curto”, colocou FBC, após participar de um evento promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), nesta segunda (07).

A disputa pelo comando do MDB se arrasta há vários meses. Ao ingressar na sigla em setembro do ano passado, incentivado pelo presidente nacional do MDB, Romero Jucá, Bezerra Coelho garantiu que iria filiar vários nomes e que seria escolhido o candidato da oposição ao Governo do Estado. Porém, após intensa guerra de liminares, o grupo do deputado federal Jarbas Vasconcelos conseguiu impedir a intervenção no comando do partido em Pernambuco, frustrando os planos de FBC.

Na semana passada, o vereador Marco Aurélio chegou a dizer que, “para a sorte do atual governo, essa questão do MDB não deu certo como Fernando imaginava que daria”. “Ele, confiando no presidente nacional do MDB, Romero Jucá, foi para o partido a pedido do presidente, para poder disputar a eleição em PE, pelo tamanho do PMDB e pela história que o partido tem no interior”, frisou, na ocasião.

“Renovamos nossa expectativa e nosso otimismo de que a situação será resolvida em favor daquilo que prevê a Constituição Federal e a legislação partidária. Os partidos têm autonomia para decidir suas questões internas. E ao final de toda essa discussão jurídica, acho que o PMDB nacional terá reconhecido seu direito de poder constituir seus diretórios estaduais”, disse FBC.

Oposição: ao falar sobre a indefinição do nome que encabeçará a chapa oposicionista, FBC afirmou que o grupo não vai esperar a definição sobre a candidatura do PT, para planejar sua estratégia eleitoral. “O Anúncio está muito próximo. Tem toda essa expectativa. É natural. Mas estamos trabalhando para dentro de um espaço muito curto estaremos em condições de anunciar o nome que vai liderar essa frente”, acrescentou.