Itapetim: Arquimedes Machado reafirma regularidade nas contratações de médicos
Por Nill Júnior
O ex-prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, ao emitir esclarecimentos sobre a notícia relacionada a decisão proferida pelo Tribunal de Contas do Estado na última quinta-feira, sustentou que o contexto de falta de médicos na região foi a causa determinante da contratação de profissionais com mais dois vínculos, sob pena de se impor maiores sacrifícios a população do Município que ficaria desassistida.
“Ou contratava esses profissionais ou a população ficaria sem médicos”, disse o ex-Prefeito. “É uma pena que o TCE não reconheça de plano essa notória dificuldade dos gestores do interior”, arrematou.
“A regra constitucional que limita o médico a possuir apenas dois vínculos empregatícios no serviço público é impraticável numa região interiorana como a nossa”, sustentou Arquimedes, que acrescentou, “talvez seja inviável até mesmo nas capitais e nos grandes centros urbanos”.
“Temos como comprovar que, apesar de possuírem mais de dois vínculos com órgãos públicos, estes médicos efetivamente prestaram serviços nas unidades de saúde do Município, até porque tais vínculos eram restritos a Itapetim e a São José do Egito, locais com distância inferior a quinze quilômetros entre eles, o que permite o fácil deslocamento entre os locais de trabalho”.
Arquimedes ainda enfatizou que, mesmo hoje, a Prefeitura ainda possui dificuldades em promover a contratação de médicos, a exemplo do que ocorreu recentemente em que um mesmo processo seletivo teve o seu edital publicado seis vezes até que aparecesse um único interessado, quando, na oportunidade, eram ofertadas três vagas para médicos.
Na noite deste domingo (17), por volta das 22h, José Edson, 27, conhecido por Etim, foi morto a tiros no bairro do Alto Cemitério, em São José do Egito. Segundo informações do blog do Marcello Patriota, vizinhos disseram ter escutado cerca de quatro tiros. Etim morreu no local. A polícia Militar isolou a cena do […]
Na noite deste domingo (17), por volta das 22h, José Edson, 27, conhecido por Etim, foi morto a tiros no bairro do Alto Cemitério, em São José do Egito.
Segundo informações do blog do Marcello Patriota, vizinhos disseram ter escutado cerca de quatro tiros. Etim morreu no local.
A polícia Militar isolou a cena do crime e em seguida o IC-Instituto de Criminalística fez o levantamento. O corpo foi encaminhado ao IML de Caruaru.
A Prefeitura de Solidão, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude, iniciou uma campanha para arrecadar fotografias antigas que retratem a história da cidade e de sua população. As imagens farão parte do acervo do Museu Municipal Quintino Vicente Barbosa, espaço em fase de implantação com foco na preservação da memória local. A […]
A Prefeitura de Solidão, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude, iniciou uma campanha para arrecadar fotografias antigas que retratem a história da cidade e de sua população. As imagens farão parte do acervo do Museu Municipal Quintino Vicente Barbosa, espaço em fase de implantação com foco na preservação da memória local.
A iniciativa busca reunir registros de moradores, paisagens, festas populares, tradições e acontecimentos marcantes, com o objetivo de construir uma exposição permanente que retrate a trajetória histórica e cultural do município. Segundo a Secretaria de Cultura, a participação da população é essencial para garantir que o material reunido represente de forma ampla e autêntica a identidade de Solidão.
As doações podem ser feitas diretamente na sede da Prefeitura. Os interessados em contribuir ou obter mais informações devem entrar em contato pelo telefone (87) 9 8821-9169.
O Jornal do Commercio percorreu quatro cidades entre as mais castigadas pelas enchentes da Mata Sul, tanto em 2010 quanto em 2017 Por Ciara Carvalho / JC Online A suspeita de desvio de recursos públicos no socorro às vítimas das enchentes que devastaram várias cidades da Zona Mata Sul em 2010 e 2017 causou estrago […]
O Jornal do Commercio percorreu quatro cidades entre as mais castigadas pelas enchentes da Mata Sul, tanto em 2010 quanto em 2017
Por Ciara Carvalho / JC Online
A suspeita de desvio de recursos públicos no socorro às vítimas das enchentes que devastaram várias cidades da Zona Mata Sul em 2010 e 2017 causou estrago também na esperança de quem deveria ser beneficiado por esse dinheiro. Parte da verba que chegou foi usada para construir casas, mas a terraplenagem ruim levou famílias a abandonarem suas residências.
Entra e sai tragédia, a região vive de promessa e de espera. Cansados, muitos perderam a fé em dias melhores. “A gente se sente um nada”.
O desabafo de muitos, milhares, na voz de um só. Com a casa condenada, ameaçada de desabar, Giovana Pereira, 38 anos, engrossa a legião dos que esperam. Nem deveria mais. A casa onde ela mora, em Palmares, foi erguida na Operação Reconstrução, após as chuvas que devastaram a Mata Sul do Estado em 2010. Entregue em 2014, o imóvel está com paredes e piso rachados. Precisa ser desocupado e Giovana, mãe de três filhos, se vê novamente sem ter para onde ir. A frase, dita por ela em tom desolador, traduz a revolta dos moradores da região ao saberem que o dinheiro destinado a socorrer as vítimas das enchentes em 2010 e 2017 é agora alvo de uma megaoperação policial por suspeita de desvios dos recursos recebidos pelo governo do Estado. “Eles deveriam ter vergonha. Não se rouba de quem não tem nada.”
A casa de Giovana corre o risco de ganhar o mesmo destino de outras três dezenas de residências que hoje estão abandonadas, segundo a Defesa Civil de Palmares, por má execução da obra de terraplenagem. O cenário é desconcertante. O que era uma rua virou uma cratera que saiu comendo o asfalto e expulsou parte dos moradores. Das casas atingidas, ficaram só paredes e marcas feitas pela Defesa Civil decretando a condenação dos imóveis. Todas as residências foram erguidas após a enchente de 2010, que devastou a cidade de Palmares.
“É um cenário cruel porque quem sempre sofre é a população. Toda essa erosão foi criada no terreno em função da má qualidade da obra de terraplenagem. A consequência foi que o solo não se compactou direito e as casas passaram a apresentar rachaduras, inclinação das paredes, o piso começou a ceder”, diz o coordenador de Defesa Civil da cidade, Amauri Silva. Ele lamenta que parte do dinheiro público gasto na construção das casas tenha sido jogado fora.
“É um dinheiro perdido, porque esses imóveis não têm mais condições de serem reformados”, pontuou. Uma realidade que só agrava o déficit habitacional da cidade. Em Palmares, 120 famílias vivem hoje de auxílio-moradia, pago pela prefeitura. E a situação tende a piorar. À medida que as voçorocas aumentam, mais moradores correm o risco de perder suas casas.
Na última sexta-feira (10), a reportagem do Jornal do Commercio percorreu quatro cidades entre as mais castigadas pelas enchentes da Mata Sul, tanto em 2010 quanto em 2017. Encontrou uma região que vive de promessa, inverno após inverno, tragédia após tragédia. Se em Palmares a tranquilidade da casa própria virou sinônimo de medo e desperdício do dinheiro público, em Maraial é o vazio que assalta a esperança dos moradores.
Desde as enchentes de 2010, a cidade espera a construção de 700 casas para abrigar a população que mora em área de risco. Foram executadas obras de terraplenagem em dois terrenos, localizados em áreas altas do município, mas nenhuma residência erguida. Em um dos locais, chegou-se a construir o galpão que serviria de depósito de material e refeitório para os trabalhadores. Hoje tudo está abandonado e destruído.
Com a casa construída praticamente dentro do rio, a aposentada Maria do Carmo da Silva, 77, perdeu a fé. Não acredita mais que a população receberá, um dia, as prometidas residências de Maraial.
“Escuto essa lenda desde a enchente de 2010, quando minha casa veio abaixo. Tiveram que passar o trator para recolher os escombros. Como não tinha para onde ir, reconstruí no mesmo lugar. Na chuva deste ano, a água invadiu de novo. Por sorte, não derrubou”, diz, mostrando as marcas deixadas pela água nas paredes.
O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, sancionou, nesta segunda-feira (06.09), a lei para criação da Companhia de Saneamento e Abastecimento de Águas do Sertão (SAAS). O documento representa o primeiro passo para a substituição da atual concessionária, a Compesa, por uma nova empresa municipal para expandir o esgotamento sanitário e melhorar o acesso à água […]
O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, sancionou, nesta segunda-feira (06.09), a lei para criação da Companhia de Saneamento e Abastecimento de Águas do Sertão (SAAS).
O documento representa o primeiro passo para a substituição da atual concessionária, a Compesa, por uma nova empresa municipal para expandir o esgotamento sanitário e melhorar o acesso à água nas áreas urbanas e zona rural do município sertanejo.
Com a lei sancionada, a próxima etapa, segundo o prefeito, é a formalização da companhia na junta comercial.
Depois da fase de regularização, a prefeitura iniciará o processo de planejamento das atribuições, prioridades de investimentos e formação do corpo técnico.
A nova empresa terá metas importantes como universalizar o abastecimento de água na zona rural e ampliação dos investimentos em obras de esgotamento para diversos bairros que estão em situação crítica de saneamento.
Miguel Coelho estima que todas essas fases devam ser concluídas ainda neste ano. Dessa forma, o prefeito acredita que já em 2022 a SAAS comece a operar em Petrolina.
“Temos ainda comunidades na beira do rio que não tem abastecimento de água. É inadmissível que a Compesa arrecade, em média, cerca de R$ 150 milhões por ano e mal consiga investir 10%, 15%. A gente sabe que investir em saneamento e água é investir em saúde e qualidade de vida. Por isso, precisamos mudar a atual realidade para um novo capítulo de desenvolvimento para nossa cidade”, destacou o prefeito durante o ato simbólico.
Faltando menos de um mês para as eleições da nova mesa diretora da Câmara Municipal de Serra Talhada, os dois candidatos na disputa optaram por manter silêncio total acerca do assunto. Nem o líder do governo Gin Oliveira e nem o vereador Manoel Enfermeiro comentam publicamente a disputa. Procurados pela redação da Rádio Cultura FM […]
Faltando menos de um mês para as eleições da nova mesa diretora da Câmara Municipal de Serra Talhada, os dois candidatos na disputa optaram por manter silêncio total acerca do assunto.
Nem o líder do governo Gin Oliveira e nem o vereador Manoel Enfermeiro comentam publicamente a disputa. Procurados pela redação da Rádio Cultura FM para entrevistas, os dois preferiram adiar o convite.
Nos bastidores é sabido que Manoel Enfermeiro conquistou o maior número de votos até o momento. Ele já teria o apoio de pelo menos 12 parlamentares, mas quando questionado prefere dizer que a disputa é acirrada e que ainda não tem nada decidido.
Enquanto isso, Gin Oliveira corre por fora, mas segundo informações ainda estaria tentando reverter a situação ao seu favor, buscando conquistar o apoio da prefeita Márcia Conrado, a quem tem sido fiel escudeiro desde o início do governo da petista, inclusive na última campanha eleitoral. Sempre acostumado aos holofotes, Gin tem se mantido quieto nos últimos dias.
Uma fonte do primeiro escalão do governo já garantiu, no entanto, que é certa a eleição de Manoel em chapa única. Informação também confirmada por dois vereadores da base governista. A eleição da Casa Joaquim de Souza Melo está prevista para o próximo mês de dezembro. Deve acontecer entre os dias 20 e 22.
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