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Itamaraty culpa governo Dilma por ausência em conselho da ONU

Por Nill Júnior

O Ministério das Relações Exteriores afirmou nesta sexta-feira (17) que a ausência do Brasil no Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2033 se deve à “maneira burocrática” com que o assunto foi conduzido no governo de Dilma Rousseff e que a não participação no órgão “causou dificuldades à política externa” do país.

O CS é a mais alta instância da ONU, e tem como objetivo cuidar da segurança e da paz internacionais.

De  acordo com nota enviada pelo MRE em resposta à reportagem publicada pela Folha nesta sexta, em dezembro de 2011, durante o governo Dilma, decidiu-se não apresentar nova candidatura do Brasil ao CS. O país só voltou a se candidatar em maio de 2015. “Àquela altura, a única vaga disponível correspondia ao período 2033-2034”, diz o texto.

O Itamaraty afirma que a ausência do país no CS é uma “distorção provocada pela maneira burocrática como o assunto foi conduzido no governo anterior, sabidamente infenso a atribuir à política externa a importância que lhe cabe na defesa dos interesses nacionais.”

O CS tem cinco vagas permanentes, ocupadas por China, Reino Unido, EUA, França e Rússia. Outras dez vagas são rotativas e alocadas por região. Cada região chega a um consenso e apresenta candidatos para mandatos de dois anos. As candidaturas são apresentadas com muitos anos de antecedência.

A última vez que o Brasil ocupou uma das vagas rotativas foi no biênio 2010-2011.

A ausência simboliza uma mudança radical na política externa brasileira. No governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), a diplomacia tinha ambições de mediar a paz entre israelenses e palestinos e chegou a apresentar uma proposta de acordo, em conjunto com a Turquia, para resolver a questão do programa nuclear do Irã.

O Itamaraty afirmou que o governo considera “fundamental” a participação do Brasil no CS e “continuará a examinar opções para voltar ao órgão em ocasião mais próxima”. Mas não quis especificar se tentará negociar para que algum país desista de sua candidatura e ceda espaço ao Brasil.

O ministério afirmou que, mesmo fora do CS, o Brasil continuará empenhado na defesa do multilateralismo, na presença em missões de paz e na busca pelo fortalecimento da ONU. Entre outras atribuições, o CS impõe sanções a países, como já fez com o Irã por causa do programa nuclear; determina o envio de forças de paz, como no Congo e Haiti, e pode abrir caminho para invasões militares, como na Líbia em 2011.

Outras Notícias

É hoje: Márcia Conrado na Revista da Cultura

A Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), é a convidada da Revista da Cultura, neste sábado, 11h na Cultura FM 92,9. Márcia avalia os primeiros 50 dias de sua gestão e comenta como foi a agenda recente na Capital Federal, com visitas a gabinetes de deputados e ministros. Pautas importantes, como a do SAMU […]

A Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), é a convidada da Revista da Cultura, neste sábado, 11h na Cultura FM 92,9. Márcia avalia os primeiros 50 dias de sua gestão e comenta como foi a agenda recente na Capital Federal, com visitas a gabinetes de deputados e ministros.

Pautas importantes, como a do SAMU Regional e da luta pela entrega do Residencial Vanete Almeida também estarão na pauta do programa.

Na agenda política, as pretensões de  Luciano Duque como candidato a Deputado Estadual, a relação com a bancada na Câmara de Vereadores e com a oposição. Márcia responderá perguntas dos ouvintes pelo (87) 3831-1314 ou (87) 9-8874-1314. acompanhe também pelas redes sociais da Cultura FM.

Carnaíba: Escola se mobiliza pela recuperação da mata ciliar do Rio Pajeú

O calendário de atividades da Escola Estadual Joaquim Mendes da Silva, no município de Carnaíba (PE), ganha a partir deste segundo semestre, um complemento mais que especial para crianças e adolescentes estudantes, com atividades de educação ambiental nas margens do Rio Pajeú. As atividades incluem o reflorestamento de uma área de 1,3 hectares de mata […]

escola joaquim mendes da silva Carnaiba

O calendário de atividades da Escola Estadual Joaquim Mendes da Silva, no município de Carnaíba (PE), ganha a partir deste segundo semestre, um complemento mais que especial para crianças e adolescentes estudantes, com atividades de educação ambiental nas margens do Rio Pajeú. As atividades incluem o reflorestamento de uma área de 1,3 hectares de mata ciliar com espécies da Caatinga, na comunidade de Carnaíba Velha.

O pontapé para a ação aconteceu na última quarta (19), com a presença de professores/as, alunos/as e integrantes do Grupo Fé e Política, articulação de entidades da qual a Diaconia é integrante. O encontro também contou com a presença do professor Genival Barros, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Unidade Acadêmica de Serra Talhada) – UFRPE/UAST, contextualizando para o Semiárido a animação O Homem que Plantava Árvores.

“Esse projeto tem despertado o interesse da turma e de toda a escola, que está muito entusiasmada pela chamada à responsabilidade em recuperar o bioma. Além da parte teórica pela manhã, já iniciamos à tarde com o plantio das mudas, tudo com acompanhamento técnico para a preparação do solo e a irrigação adequada”, comemora a educadora Eliene Cristina Rodrigues, que dá apoio às atividades.

A sensibilização da escola e da comunidade teve início no seminário “A Caatinga, Guardiã da Água”, que fez parte da programação da 13ª Semana do Meio Ambiente (SEMEIA), realizada em junho pelo Grupo Fé e Política, Diaconia e seus parceiros: “A ação de recuperação dessas áreas, além de ser uma exigência da legislação ambiental através do Cadastro Ambiental Rural, é uma resposta à provocação dos alunos que estavam presentes no seminário e chamaram a atenção para os problemas ambientais do Rio Pajeú”, afirma o assessor político-pedagógico da entidade, Afonso Cavalcanti.

A área foi cedida por um integrante local do Grupo Fé e Política e será mantida pela comunidade escolar, com o assessoramento do Grupo. Ainda segundo Afonso, a finalidade é estimular outras iniciativas junto a escolas e moradores da região.

Brotas continua a ganhar volume e pode “sangrar” com manutenção das chuvas

Um volume ainda maior de água chegou nas últimas horas à Barragem de Brotas, fruto das chuvas que chegaram à região neste fim de semana, principalmente do Alto e Médio Pajeú. O nível da água na parede do reservatório aumentou bastante e já é possível vislumbrar, caso mais chuvas caiam nos próximos dias a possibilidade […]

Um volume ainda maior de água chegou nas últimas horas à Barragem de Brotas, fruto das chuvas que chegaram à região neste fim de semana, principalmente do Alto e Médio Pajeú.

O nível da água na parede do reservatório aumentou bastante e já é possível vislumbrar, caso mais chuvas caiam nos próximos dias a possibilidade de que venha a transbordar, o que não acontece há muito tempo.

Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, o Açude da Fazenda Manopla, de propriedade de Vilar Júnior, com capacidade de 7 milhões de metros cúbicos está vertendo, seguindo para o Rio Pajeú e consequentemente para Brotas.

O blog registrou imagens no final desta tarde. Um número grande de curiosos tem seguido para o local como acontece tradicionalmente em períodos de cheia do rio e aumento de volume da Barragem.

Açude da Fazenda Manopla, com capacidade de 7 milhões de metros cúbicos está vertendo. Água vem para Brotas.

Segundo o Chefe do Setor de Distribuição da COMPESA, Washington Jordão, a água de Brotas já está sendo aproveitada para distribuição em Afogados da Ingazeira e Tabira, desde a última semana. A última medição indicava um percentual de 28%, atualmente superado. Agora, não se sabe a que percentual chegou, mas cálculos de populares indicam quatro metros entre a lâmina d’água e o vertedouro.

As chuvas de abril já havia registrado melhoria nos índices dos reservatórios Bonsucesso, em Tuparetama e Rosário, município de Iguaraci, esta última em menor volume, mas animador diante da longa estiagem e seca total do seu manancial.

Na Paraíba, Secretário-executivo garante continuidade das obras da Transposição

O secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional (MI), Carlos Vieira, que é paraibano, apresentou nesta sexta-feira (2/10), em Campina Grande (PB), as ações da pasta para a convivência com a seca e as obras hídricas, com destaque para o Projeto de Integração do Rio São Francisco. Vieira participou de Audiência Pública na Câmara Municipal local […]

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O secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional (MI), Carlos Vieira, que é paraibano, apresentou nesta sexta-feira (2/10), em Campina Grande (PB), as ações da pasta para a convivência com a seca e as obras hídricas, com destaque para o Projeto de Integração do Rio São Francisco. Vieira participou de Audiência Pública na Câmara Municipal local para debater a crise hídrica da cidade e do estado. A Audiência foi convocada pela Assembleia Legislativa da Paraíba.

“As obras do Projeto São Francisco estão em um ritmo rápido e razoável para a realidade atual do país. O governo federal deverá entregar o empreendimento hídrico entre o final de 2016 e 2017”, afirmou Vieira, que garantiu a continuidade das obras, atualmente com 78,6% de execução (dados de 31 de agosto deste ano).

O secretário falou ainda sobre a situação do Açude do Boqueirão, responsável pelo abastecimento hídrico de Campina Grande, que atualmente se encontra com 15% de sua capacidade. “Entendemos que haverá uma coincidência entre o momento mais grave do Boqueirão e a chegada da água do projeto aqui na região de Campina Grande”, tranquilizou Vieira. O reservatório receberá águas do Eixo Leste do projeto.

Vieira lembrou ainda que o governo federal entregou quase 50 mil cisternas na Paraíba e deve adotar novas medidas para perfuração de poços no estado.

O Projeto São Francisco vai beneficiar a Paraíba pelos dois eixos do empreendimento. O Eixo Leste capta a água no lago de Itaparica, em Floresta (PE), e a conduzirá por 217 quilômetros até o Açude Poções, em Monteiro (PB). Serão perenizados os principais rios e reservatórios da Bacia do Paraíba, como o Açude do Boqueirão, em Campina Grande (PB).

Além de Campina Grande, o projeto beneficiará vários municípios e centros urbanos, como João Pessoa (PB). O abastecimento ainda será ampliado na região pela obra da Vertente Litorânea (Canal Acauã/Araçagi), executada pelo governo da Paraíba com apoio financeiro do governo federal.

Com 260 quilômetros, o Eixo Norte da Integração capta a água do Rio São Francisco, em Cabrobó (PE), e a levará até o reservatório Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras (PB). O eixo possibilitará o abastecimento de diversos municípios da Bacia do Piranhas, com reforço hídrico em açudes estratégicos no estado, como o Coremas.

Comissão da Câmara mantém fiscalização em obra de saneamento

A Comissão Especial que fiscaliza as obras da MAF no município esteve visitando áreas na cidade onde são executados os trabalhos. O Presidente da Comissão Igor Sá (PSDB) e os membros Raimundo Lima (PSB) e José Carlos (PSL) constataram avanços, segundo nota. Ao visitarem as Travessas da Rua Berta Celi e a Rua Odon José […]

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A Comissão Especial que fiscaliza as obras da MAF no município esteve visitando áreas na cidade onde são executados os trabalhos. O Presidente da Comissão Igor Sá (PSDB) e os membros Raimundo Lima (PSB) e José Carlos (PSL) constataram avanços, segundo nota.

Ao visitarem as Travessas da Rua Berta Celi e a Rua Odon José da Silva, ambas no bairro Sobreira, detectaram a resolução de problemas e o reparo de calçadas feito pela empresa. “É muito bom quando voltamos para fiscalizar o andamento de um pedido feito pela comissão e vemos ele atendido, os moradores ficam muito contentes com este trabalho”*, relatou o Presidente Igor Sá (PSDB).

Os Vereadores José Carlos (PSL) e Raimundo Lima (PSB) destacaram mais uma vez a importância da comissão. “Apesar de ter gente que pensa diferente, nós entendemos que a comissão tem agilizado bastante a melhoria da qualidade da obra no nosso município. A imprensa vem sendo parceira e tendo um papel também determinante nesta construção”, ressaltaram os parlamentares.

As visitas continuam na próxima terça-feira (1), sempre às 8h. Qualquer reclamação sobre a obra pode ser encaminhada para os vereadores através dos seus gabinetes na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, ou através da Secretaria da Casa Legislativa.